Homem acusado de feminicídio de Rhianna Alves se torna réu após investigação da polícia civil

Homem acusado de feminicídio de Rhianna Alves se torna réu após investigação da polícia civil

Ministério Público ofereceu denúncia já acolhida pelo Poder Judiciário. O Núcleo de Homicídios da DT/Luís Eduardo Magalhães fica à disposição para novas diligências

O Ministério Público da Bahia ofereceu denúncia contra o acusado da morte de Ryana, ocorrida no município de Luís Eduardo Magalhães, no sábado (6). Em seguida, o Poder Judiciário acolheu a denúncia e decretou a prisão preventiva, cumprida pela Polícia Civil, nesta quarta-feira (10).

As decisões ocorreram após a conclusão do inquérito policial, que indiciou o autor pelo crime de feminicídio. O titular do Núcleo de Homicídios da Delegacia Territorial (DT) de Luís de Eduardo Magalhães, delegado Ewerton Damião, informou que a unidade ficará à disposição para qualquer diligência que seja requerida pela Justiça. “Se houver necessidade daremos continuidade com novas apurações deste caso, para esclarecer ainda mais a trama criminosa por trás disso”, informou.

O homem foi preso no município de Serrinha em uma ação que envolveu equipes da 11ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin/Barreiras), com o apoio do Grupo de Apoio Tático e Técnico à Investigação (GATTI/Serrinha) e do Núcleo de Homicídios da Delegacia Territorial (DT/Luis Eduardo Magalhães).

De acordo com o coordenador regional de Barreiras, delegado Leonardo Mendes Júnior, a prisão aconteceu após reunir todos os elementos probatórios necessários para a consolidação do pedido da medida judicial. “Priorizamos robustecer o procedimento com a finalidade de garantir a retirada do acusado do convívio social, tendo em vista que complementam os primeiros fatos e informações coletados no início da ocorrência”, afirmou.

Com o cumprimento da ordem judicial, o acusado foi conduzido a uma unidade policial, passará por exames de lesões corporais no Departamento de Polícia Técnica (DPT) e ficará à disposição do Poder Judiciário, aguardando a audiência de custódia, que deve ocorrer nos próximos dias.

PCBA- sigi vilares