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As Olimpíadas Intercolegiais de Luís Eduardo Magalhães (OILEM) seguem movimentando a comunidade escolar do município, com uma programação esportiva que reúne estudantes em diferentes modalidades.
Na Semana 05, entre os dias 5 e 9 de outubro, as disputas incluem pesagem para judô e jiu-jitsu, lutas e atletismo, realizadas em espaços esportivos do município.
A programação começou nesta segunda-feira (5), com a pesagem das modalidades de judô e jiu-jitsu. Na terça-feira (6), acontecem as disputas de lutas, com atividades a partir das 7h45 e das 13h45, também no Ginásio da JK.
Na quarta-feira (7), a programação será dedicada ao atletismo, a partir das 7h45 e das 13h45, na Pista de Atletismo do Jardim Europa. As competições continuam na quinta-feira (8), nos mesmos horários e local. Na sexta-feira (9), o atletismo encerra a programação da semana, com início às 7h45.
A iniciativa é promovida pela Prefeitura Municipal de Luís Eduardo Magalhães, por meio da Secretaria Municipal de Educação. Com o tema “A OILEM é Massa”, a competição reforça o esporte como ferramenta de educação, convivência e desenvolvimento dos estudantes no município.
O resultado da eleição para governador desenhou duas Bahias distintas nas urnas. Enquanto ACM Neto (União) mostrou força nos maiores centros urbanos do estado, o governador Jerônimo Rodrigues (PT) construiu sua vitória a partir de uma ampla vantagem territorial, vencendo em 376 dos 417 municípios baianos.
Na prática, Jerônimo ficou na frente em 90,2% das cidades do estado, enquanto ACM Neto venceu em apenas 41, o equivalente a 9,8%. A diferença ajuda a explicar como o petista conseguiu superar o adversário por mais de 1 milhão de votos no resultado estadual, apesar do desempenho expressivo do ex-prefeito de Salvador nos principais colégios eleitorais.
Entre as 20 maiores cidades da Bahia, por exemplo, o cenário se inverte. ACM Neto venceu em 13, contra sete de Jerônimo. O candidato do União Brasil levou Salvador, Feira de Santana, Vitória da Conquista, Camaçari, Lauro de Freitas, Itabuna, Ilhéus, Porto Seguro, Barreiras, Teixeira de Freitas e Luís Eduardo Magalhães, entre outros importantes centros urbanos.
Jerônimo, por sua vez, venceu em grandes municípios como Juazeiro, Alagoinhas, Paulo Afonso, Guanambi, Valença e Simões Filho.
O mapa eleitoral mostra que a força de ACM Neto ficou concentrada principalmente nos grandes centros e em determinadas regiões, sobretudo onde aliados governam. Além de Salvador e parte da Região Metropolitana, o ex-prefeito teve bom desempenho no Sul e Extremo Sul, onde venceu em cidades como Itabuna, Ilhéus, Porto Seguro, Eunápolis, Teixeira de Freitas, Itamaraju, Itabela, Prado, Nova Viçosa, Mucuri, Canavieiras, Camacan, Buerarema, Ibicaraí, Ubaitaba e Ubatã.
No Oeste, ACM Neto também conquistou municípios importantes, a exemplo de Barreiras, Luís Eduardo Magalhães e Formosa do Rio Preto. Luís Eduardo Magalhães, inclusive, foi um de seus maiores redutos entre as grandes cidades baianas: o candidato do União Brasil recebeu 72,17%, contra 27,46% de Jerônimo.
Do outro lado, Jerônimo compensou com ampla capilaridade pelo interior. O petista venceu na esmagadora maioria das cidades pequenas e médias e conseguiu manter importantes centros regionais. Em Paulo Afonso, por exemplo, ocorreu praticamente o inverso de Luís Eduardo Magalhães: Jerônimo chegou a 72,02%, contra 27,64% de Neto.
O governador também ampliou seu domínio territorial em relação à eleição de 2022. Naquele primeiro turno, Jerônimo havia vencido em 352 municípios, contra 65 de ACM Neto. Agora, o placar municipal passou para 376 a 41, o que representa uma redução de 24 cidades no mapa de vitórias do ex-prefeito.
Disputas no detalhe – Apesar da polarização territorial, em algumas cidades a eleição foi decidida por margem mínima. Em Ubaitaba, ACM Neto obteve 49,85%, contra 49,82% de Jerônimo — diferença de apenas 0,03 ponto percentual.
Camaçari, um dos maiores colégios eleitorais da Bahia, também praticamente dividiu seus votos ao meio: ACM Neto marcou 49,75%, enquanto Jerônimo chegou a 49,71%, diferença de apenas 0,04 ponto.
O equilíbrio também apareceu em Tremedal, onde ACM Neto ficou com 50,01%, contra 49,92% de Jerônimo, e em Conceição do Coité, com 49,97% para o candidato do União Brasil e 49,79% para o petista.
Em Simões Filho, foi Jerônimo quem ganhou no limite. O governador obteve 50,01%, contra 49,57% de ACM Neto, uma diferença de apenas 274 votos.
Pela primeira vez na história do Oeste da Bahia uma deputada estadual – que nunca havia sido testada nas urnas, foi eleita com uma votação que chegou próximo a 90 mil votos. A pergunta é: como isso pode acontecer, quando sabemos que espaços políticos vazios não existem e eles precisam que ser conquistados? A resposta é simples: tenha um líder ao seu lado.
Estamos falando da eleição da primeira-dama de Luís Eduardo Magalhães, Cinthya Marabá, eleita deputada estadual com 89.063 votos, pelo Partido Liberal, representando o Oeste baiano, que teve ao seu lado – como o principal arquiteto da sua vitória, o prefeito reeleito Junior Marabá.
Surgindo como o grande líder da região Oeste da Bahia após mais essa vitória, Junior Marabá vem fazendo direitinho o seu dever de casa. Eleito em 2020 com 59,29% dos votos – uma margem de 10 mil votos à frente do então prefeito – ele começou a trabalhar e mudar Luís Eduardo Magalhães já nos primeiros dias de 2021.
Atravessou a pandemia trabalhando e transformou a cidade com entregas e grandes resultados sociais. Atualizou o perfil do seu secretariado a cada etapa vencida e fez da comunicação, uma importante ferramenta de informação das suas realizações, mantendo sua média de 75% de aprovação do seu governo.
Em 2024 Junior Marabá foi reeleito com 83,5% dos votos, depositando na urna 46.212 votos. A responsabilidade dos números fez com que o prefeito aumentasse ainda mais as suas entregas, com investimentos em infraestrutura, saúde, educação e entrega social.
Dois anos após sua reeleição as urnas falaram alto mais uma vez – entregando a Cinthya Marabá 51% dos votos válidos em Luís Eduardo Magalhães, afirmando sua liderança e força política no Oeste. Junior Marabá consolidou 89.063 votos para sua deputada estadual, distribuídos por 375 municípios da Bahia.
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Impulsionada pelo dinamismo do agronegócio e por um perfil demográfico singular, a capital do agronegócio baiano destoa do restante do estado nas urnas, ostentando recordes percentuais expressivos de voto conservador e uma Câmara Municipal sem representantes da esquerda.
Quando se analisa o mapa eleitoral da Bahia – tradicionalmente marcado pela forte capilaridade de partidos de centro-esquerda e pela base governista -, um ponto salta aos olhos e desafia a lógica estadual: Luís Eduardo Magalhães (LEM). Mais do que um polo de desenvolvimento econômico, a cidade jovem, emancipada no ano 2000 e construída pelo suor de produtores, empreendedores e trabalhadores vindos majoritariamente do Sul e do Centro-Oeste do país, consolida-se de forma inquestionável como o verdadeiro “centro de gravidade” e o epicentro da direita no território baiano.
Atribuir esse status a Luís Eduardo Magalhães não é preciosismo geográfico, mas o reflexo de fatores estruturais e eleitorais muito sólidos. O DNA socioeconômico da cidade, alicerçado no agronegócio de exportação de alta tecnologia (soja e algodão), molda um eleitorado historicamente avesso às diretrizes da esquerda tradicional, encontrando forte sintonia com o liberalismo econômico, o antipetismo e pautas de forte apelo conservador.
Nas urnas, esse comportamento destoa radicalmente do padrão nordestino. Nas principais disputas majoritárias, LEM registra sistematicamente algumas das maiores taxas proporcionais de voto em candidatos da oposição e do campo conservador em todo o estado. Exemplo cabal disso ocorreu na contagem final das Eleições 2026, onde o município entregou marcas expressivas e históricas, como os 72,17% dos votos para ACM Neto e 62,03% para Flávio Bolsonaro, suplantando com folga o desempenho de qualquer outra grande zona urbana baiana para a direita.
Essa hegemonia, contudo, não se restringe à disputa presidencial ou estadual; ela se reflete de maneira profunda e institucional na política local. Na Câmara de Vereadores de Luís Eduardo Magalhães, o reflexo nas urnas é absoluto: não há sequer um representante de partidos de esquerda em sua composição legislativa. O parlamento municipal é ocupado por uma coalizão de forças de centro, centro-direita e direita, consolidando a cidade como uma verdadeira ilha de alinhamento conservador na geopolítica baiana.
Para além dos números brutos, apelidar Luís Eduardo Magalhães de “o coração da direita na Bahia” é traduzir com precisão cirúrgica a realidade demográfica, econômica e o comportamento cívico de uma cidade que escolheu ser a vanguarda liberal do estado.
Radiografia das urnas no grande oeste baiano: O termômetro da região que desafia a hegemonia tradicional do Estado
O encerramento da apuração oficial das Eleições 2026 pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) permitiu mapear com exatidão como o eleitorado do Grande Oeste baiano se comportou nas urnas. Dividida em três territórios de identidade estratégicos, a região consolidou-se como o principal bastião de resistência e densidade da oposição e do voto conservador no estado, contrastando de maneira cirúrgica com o perfil de municípios menores e ribeirinhos mais atrelados à base governista tradicional.
Abaixo, a análise detalhada do comportamento eleitoral e a distribuição pormenorizada dos votos para Governo, Presidência e Senado, organizada território por território.
Território da Bacia do Rio Grande
Eixo dinâmico impulsionado pelo agronegócio de alta tecnologia e por polos demográficos pujantes, a Bacia do Rio Grande registrou as maiores taxas proporcionais de voto na oposição e no campo conservador em todo o estado, com destaque para as vitórias expressivas de ACM Neto e Flávio Bolsonaro em cidades como Luís Eduardo Magalhães e Barreiras.
Angelo Coronel: 83.187 votos | João Roma: 78.416 votos
Território daBacia do Rio Corrente
Conforme se avança para os municípios que compõem a Bacia do Rio Corrente, o perfil socioeconômico e a capilaridade da base estadual do governo passam a equilibrar a disputa, registrando margens mais competitivas, mas com leve vantagem para a base governista nas disputas executivas locais.
Angelo Coronel: 14.110 votos | João Roma: 14.850 votos
Território daVelho Chico
Situado no eixo do Rio São Francisco, o Velho Chico apresentou um comportamento tradicionalmente ligado às estruturas políticas municipais aliadas ao Palácio de Ondina, com vantagem consistente para a chapa governista presidencial e estadual, embora com presença expressiva de votos nominais para os candidatos proporcionais da oposição.
Caso de Política | Luís Carlos Nunes – Na política, costuma-se dizer que as urnas são o juiz mais implacável da realidade. E, no xadrez eleitoral do Oeste baiano deste ano, o veredito não deixou margem para dúvidas: Danilo Henrique (MDB) foi o grande derrotado do pleito. Alimentando a ambição e a obsessão incontrolável de superar e ser mais votado que o ex-prefeito de Barreiras, Zito Barbosa, Danilo tentou um voo mais alto rumo a Brasília apostando na cartada da polarização vazia. Descobriu, contudo, da maneira mais dura que palanques não se sustentam sobre bases de barro e delírios de grandiosidade.
Com 38.136 votos totais e 26.317 sufrágios em Barreiras, sua votação no reduto não chegou a ser propriamente pífia, mas escancara o seu principal calcanhar de Aquiles: esteve longe de repetir o fôlego e a capilaridade de sua disputa municipal anterior – e, claro, ficou a anos-luz de sua meta obsessiva contra Zito.
O resultado foi o naufrágio na bacia das almas, convertendo-o em mero 2º suplente em uma chapa liderada por nomes como Ricardo Maia. A derrocada ganha contornos ainda mais drásticos quando se observa que Danilo era o coordenador, marqueteiro e principal estrategista político não apenas de sua própria empreitada, mas também da campanha de seu pai, Antônio Henrique Júnior – que, sob sua tutela “intelectual” e de marketing, obteve 52.122 votos na disputa estadual e também ficou de fora, figurando como suplente.
Como o Caso de Política já apontava desde os primeiros passos em falso de sua pré-campanha em abril, passando pelos tropeços de articulação em julho até os acordos malfadados de agosto, a trajetória de Danilo foi a crônica de um naufrágio anunciado. Isolado por alianças de balcão e vítima de sua própria soberba gerencial, ele viu o império familiar ruir nas urnas.
A traição, a máscara e o troco na praça
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Se o desempenho matemático foi frustrante, a gestão de sua crise política beirou o colapso moral. O ponto de inflexão de sua derrocada ganhou ares de tragédia grega na véspera da votação, quando o prefeito de Luís Eduardo Magalhães, Júnior Marabá, veio a público em um desabafo histórico.
Ao denunciar a baixaria de fake news orquestrada contra sua esposa e recém-eleita deputada estadual, Cinthya Marabá, Júnior Marabá desnudou o ex-aliado com uma franqueza cortante: lembrou ser o artífice que o colocou na vida pública com espaço na poderosa Secretaria de Governo de sua administração e prometeu, sem meias-palavras, ser o executor de sua aposentadoria precoce.
Na praça pública, a fatura chegou salgada. Danilo Henrique tentou construir um castelo de areia baseado em bravatas, mas esqueceu que a política cobra juros altos de quem confunde ambição com competência. O resultado das urnas funciona, agora, como um atestado de inviabilidade temporária – ou de severo comprometimento de seu futuro político -, evidenciando que o ‘estrategista’ falhou em sua própria prancheta. Afinal, quem tenta transformar o tálio em terra rara sob os holofotes de um marketing professoral acaba, inevitavelmente, descobrindo da maneira mais cara que a política não perdoa a retórica oca.
O espelho retrovisor da derrota
Do outro lado do ringue que ele mesmo ajudou a incendiar, o ex-prefeito Zito Barbosa (União Brasil) também mordeu o pó da suplência federal com seus 65.830 votos (sendo 30.157 em Barreiras), provando que o clima de terra arrasada não poupou ninguém. No entanto, enquanto Zito coleciona décadas de palanques, para Danilo o revés – somado ao fracasso de sua obsessão pessoal – ameaça sepultar o ímpeto de sua renovação precoce.
Um político que sangra em seu próprio quintal e perde o bonde da história por mérito próprio – falhando inclusive na condução marqueteira do próprio clã e na tentativa vã de superar seus fantasmas políticos – raramente encontra vento favorável para reatar voo. As urnas de 2026 colocam-no na prateleira dos projetos que tentaram morder mais do que podiam mastigar, deixando em aberto se haverá fôlego político para cicatrizar tantas feridas no futuro.
PT elegeu a maior bancada do estado na Câmara, com 7 deputados; 6 dos 39 eleitos são mulheres
A Bahia definiu, no domingo (4), os 39 deputados federais que representarão o estado na Câmara dos Deputados a partir de 1º de fevereiro de 2027. Com 100% das urnas apuradas, Pastor Sargento Isidório (Avante) foi o candidato mais votado, com 248.147 votos.
Na distribuição por partidos, o PT elegeu sete deputados; PSD e União Brasil ficaram com seis cadeiras cada; PL conquistou quatro; Avante, Republicanos e PCdoB elegeram três parlamentares cada; PP e PSDB, dois cada; enquanto MDB, PSB e PDT conquistaram uma cadeira cada.
Dos 39 deputados eleitos, 28 conseguiram a reeleição. Ao todo, seis mulheres estarão entre os representantes da Bahia na Câmara a partir de 2027.
A abstenção no estado foi de 19,98% dos eleitores aptos a votar. Os votos brancos corresponderam a 4,48% do total, enquanto os nulos representaram 3,97%.
Cinthya Marabá foi eleita deputada estadual pelo Partido Liberal com 89.063 votos, ficando como a segunda mais votada do PL na Bahia, mostrando a força da liderança do prefeito de Luís Eduardo Magalhães, Junior Marabá (PP), no Oeste do Estado. O PL irá ocupar sete cadeiras na Assembleia Legislativa da Bahia.
“Essa vitória é fruto do trabalho de um Time que quando pega uma missão, ele cumpre. Esse é o Time Marabá. É gratificante trabalhar com uma equipe onde todo mundo que você olha, está dando o seu melhor. Isso dá coragem e termina dando nisso: mais de 89 mil motivos pra gente comemorar. Cumprimos nossa primeira missão. Agora é trabalhar para honrar cada um desses votos. Hoje é só gratidão e alegria”, disse a deputada eleita, Cinthya Marabá.
O Time Marabá fez o seu dever casa certinho ao entregar alta votação em todos os seus candidatos, em Luís Eduardo Magalhães. Cinthya foi a mais votada com 29.977 votos, Ditinho Avivip (UB) teve 9.310 votos, dos 107.264 que lhe garantiram uma cadeira na Câmara Federal. Os senadores João Roma (PL) e Ângelo Coronel (Republicanos), receberam mais de 38.000 votos cada, o que representa 36% dos eleitores.
O candidato ao governo do Estado, ACM Neto (UB), teve 72% dos votos e Flávio Bolsonaro (PL) teve 62% dos eleitores da capital do agronegócio da Bahia. Junior Marabá – que foi o primeiro prefeito da Bahia a declarar voto em Flávio, na reta final chegou a pedir ‘voto útil’ no candidato do PL.
Os resultados das urnas deste dia 04 de outubro demonstram o perfil direitista do município, que em 2022 foi a única cidade da Bahia, dentre os 417 municípios do Estado, na qual Jair Bolsonaro (PL) venceu Lula no primeiro e no segundo turno da eleição presidencial.