Junior Marabá participa de evento no primeiro shopping do Oeste da Bahia

Prefeito Junior Marabá participou do evento ‘Festa da Cumeeira’, promovida pelo Shopping Parque Oeste, que reuniu empresários, investidores, autoridades e franqueadoras interessados em fazer parte do primeiro shopping do Oeste da Bahia.

O evento, que aconteceu ontem, 06 de agosto, celebrou o avanço da obra para a fase final de implantação e marca o início da entrega dos espaços aos lojistas para a montagem das operações. Mais do que celebrar um marco da construção, o encontro serviu como uma vitrine de oportunidades de negócios que o empreendimento oferece.

“Este é um importante passo que está sendo dado para o crescimento da nossa cidade. Um shopping une três coisas importantes para o município; o comércio, o lazer e a geração de empregos e renda. Parabéns a NIAD por essa iniciativa”, disse o prefeito Junior Marabá.

Shopping Parque Oeste
Com inauguração prevista para o final de 2026, o Shopping Parque Oeste já apresenta forte adesão do mercado, com aproximadamente 70% da Área Bruta Locável (ABL) já comercializada e a presença confirmada de grandes marcas nacionais e regionais, como: Renner, Riachuelo, Cineplex, Smart Fit, Vivo, O Boticário, Morana, Burger King, Spoleto, Giraffas, Bob´s, Divino Fogão, Milk Moo, Chiquinho Sorvetes, Racco e Ótica Karmél, entre outras.

De acordo com Eduardo Borges, CEO da NIAD, “ainda há oportunidades para novas operações, especialmente de marcas nacionais, franquias e empreendedores locais que desejam fazer parte do primeiro shopping center da região Oeste da Bahia, ampliando a oferta de produtos, serviços, gastronomia e entretenimento para um mercado em plena expansão”.

Com investimento de R$ 120 milhões, o empreendimento está sendo construído em um terreno de 60 mil m² e contará com 13 mil m² e terá ampla praça de alimentação, dois restaurantes, 12 operações de fast food, cinema, duas lojas âncoras, três megalojas, mais de 60 lojas satélites, espaço para jogos eletrônicos e mais de 800 vagas de estacionamento.

Casou na quinta, matou no domingo: o policial que executou a esposa três dias após subir no altar na Bahia

Defesa alegou insanidade mental durante anos, mas novo exame concluiu que o acusado tem capacidade para responder por crime

O casamento foi celebrado na quinta-feira. A cerimônia foi simples, restrita à família, mas cercada de planos para o futuro. O casal acabava de oficializar uma relação de pouco mais de seis meses, mas a comemoração aconteceu no domingo em um sítio, em Dias d’Ávila, na Região Metropolitana de Salvador.

Horas depois da festa, porém, a alegria virou tragédia. Na madrugada de 24 de janeiro de 2010, a estudante de Direito Luciana Machado Souza, 29 anos, foi assassinada a tiros dentro da própria casa, no loteamento Solar União, em Portão, Lauro de Freitas. O autor confesso foi o marido, o policial civil Evaristo Santana Filho, então com 40 anos.

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O crime aconteceu apenas três dias após o casamento e diante das três crianças que estavam na residência, entre elas as duas filhas da vítima. O caso teve enorme repercussão na Bahia pela brutalidade do assassinato praticado por um policial considerado disciplinado pelos colegas e ocorrido poucos dias após o casamento.

Dezesseis anos depois, o caso finalmente caminha para o desfecho judicial. Depois de uma sucessão de recursos, perícias psiquiátricas e incidentes de insanidade mental que suspenderam o processo por anos, a Justiça marcou para 15 de outubro de 2026 a sessão do Tribunal do Júri que decidirá se Evaristo será condenado pelo crime.

O casamento que terminou em tragédia

Luciana e Evaristo haviam se conhecido durante o curso de Direito da Faculdade Maurício de Nassau. Segundo familiares, os dois eram inseparáveis. Sentavam juntos nas primeiras fileiras das salas de aula e planejavam construir uma nova vida. A mudança para uma casa em Buraquinho já estava marcada para a semana seguinte. O casal também falava em ter um filho.

Para parte da família, no entanto, havia sinais de alerta. Um dos irmãos de Luciana dizia que não gostava do relacionamento e chegou a afirmar que Evaristo “tinha a morte nos olhos”. Outros parentes, porém, acreditavam que ele era um homem educado, disciplinado e dedicado à companheira.

“Se ele é tão bom filho, certamente será um bom marido”, chegou a comentar uma irmã de Luciana antes da tragédia. Depois do crime, a mesma familiar resumiu o sentimento da família. “Minha irmã estava com um monstro e não sabia.”

No domingo, familiares dos dois passaram o dia reunidos em um sítio, em Dias d’Ávila, celebrando o casamento. Segundo relatos da família publicados pelo CORREIO, a primeira discussão aconteceu ainda durante a viagem de volta para casa. O motivo teria sido o trajeto escolhido para retornar a Lauro de Freitas.

Na ocasião, Evaristo teria insultado Luciana dentro do carro. Ela pediu que ele demonstrasse respeito porque as mães dos dois estavam presentes. O policial permaneceu em silêncio durante o restante do percurso. Já em casa, porém, a discussão recomeçou.

Segundo parentes, Evaristo abriu uma garrafa de uísque e continuou bebendo. A filha mais velha de Luciana contou que ouviu a mãe dizer que, se aquele seria o início do casamento, talvez fosse melhor pedir o divórcio. Foi nesse momento que o policial sacou a pistola.

Tiros diante das crianças

Luciana foi atingida por disparos à queima-roupa. Segundo a cobertura do CORREIO, ela foi baleada em uma das mãos, no peito, em uma das pernas e também na região genital. Toda a cena foi presenciada pelas três crianças que estavam na residência: as duas filhas de Luciana, de cinco e 12 anos, e a filha de Evaristo, também de 12 anos.

Em uma das passagens mais marcantes do processo, a filha da vítima afirmou ter visto o acusado apontar a arma para a mãe enquanto dizia: “Se sua mãe não for minha, não será de mais ninguém.” Logo depois vieram os disparos. Desesperada, a menina correu para a rua pedindo ajuda.

“Pelo celular, ela gritava: ‘Tia Pat, socorro’. Pedia uma ambulância”, recordou uma irmã da vítima na época. Depois de atirar na esposa, Evaristo fugiu em um Corsa Sedan preto. Como o período para prisão em flagrante já havia terminado, Evaristo apresentou-se espontaneamente depois na Corregedoria da Polícia Civil.

Ele confessou o crime. Naquele momento, porém, não havia mandado judicial contra ele. Por isso, foi ouvido e liberado. A decisão provocou revolta na família de Luciana. Dias depois, a Justiça decretou sua prisão preventiva. O policial foi localizado em um sanatório de Salvador, onde havia sido internado após alegar problemas psiquiátricos.

Linha da defesa

Segundo o advogado, ele dizia ouvir vozes e apresentava quadro depressivo. A prisão foi cumprida por colegas do próprio Centro de Operações Especiais (COE), unidade onde ele trabalhava. O policial exemplar que escondia um histórico de violência. A prisão revelou informações até então desconhecidas.

Evaristo era descrito pelos superiores como um servidor disciplinado, pontual e sem registros de problemas funcionais. O delegado Jardel Peres, coordenador do COE à época, afirmou ter ficado perplexo com o crime. Professores da faculdade também disseram que o casal parecia viver um relacionamento tranquilo.

As investigações, porém, mostraram outro lado da história. Familiares afirmaram que o policial era extremamente ciumento e tentava controlar todos os passos da esposa. Uma ex-companheira revelou ao CORREIO que também havia sido vítima do comportamento possessivo.

Além disso, veio à tona que Evaristo respondia a um processo por violência doméstica envolvendo outra mulher.

Reprovado em psicotestes

Outro aspecto chamou ainda mais atenção. Antes de ingressar na Polícia Civil, Evaristo havia sido reprovado duas vezes nos exames psicológicos exigidos para a carreira. Os testes apontaram inaptidão para o exercício da função policial. Mesmo assim, ele conseguiu assumir o cargo graças a uma decisão judicial que anulou o resultado dos psicotestes.

A revelação abriu um amplo debate sobre a eficácia da seleção de policiais. A Academia da Polícia Civil informou que ele foi novamente considerado inapto durante as avaliações psicológicas e só ingressou no curso por determinação da Justiça.

Especialistas ouvidos pelo CORREIO defenderam que o caso deveria servir para discutir os limites da revisão judicial dos exames psicológicos em concursos para carreiras policiais. Dezesseis anos de disputa sobre a sanidade mental Se o crime aconteceu em poucos minutos, o processo se arrastou por mais de uma década.

Ainda em 2010, a defesa pediu um exame de sanidade mental. A perícia concluiu que Evaristo era plenamente imputável quando matou Luciana, ou seja, tinha condições de compreender o caráter ilícito de seus atos.

Batalha judicial

Em março de 2014, a Justiça decidiu que havia provas suficientes para levá-lo ao Tribunal do Júri por homicídio qualificado. O juiz manteve as qualificadoras de motivo fútil e recurso que dificultou a defesa da vítima e criticou a sucessão de pedidos de perícia apresentados pela defesa, afirmando que a estratégia aparentava ter caráter protelatório.

Depois que a decisão foi confirmada pelo Tribunal de Justiça da Bahia e pelo Superior Tribunal de Justiça, novos laudos médicos mudaram novamente o rumo do processo. Em 2017, a Justiça determinou outra perícia, desta vez para avaliar a condição psiquiátrica atual do acusado.

No ano seguinte, os médicos concluíram que Evaristo desenvolveu transtorno de personalidade e depressão grave com sintomas psicóticos. Com base nesse laudo, a prisão preventiva foi substituída por medida de segurança, permitindo que ele deixasse o sistema prisional para realizar tratamento ambulatorial,

A discussão sobre a saúde mental do acusado permaneceu por vários anos, com recursos e novos exames. Somente em fevereiro deste ano um novo exame concluiu que Evaristo possuía plena capacidade para compreender tanto os fatos relacionados ao crime quanto os atos processuais atuais, afastando a alegação de incapacidade.

Julgamento marcado

Com isso, a Justiça determinou o prosseguimento da ação penal. Poucos meses depois, em maio, foi marcada a sessão do Tribunal do Júri para 15 de outubro de 2026, no Fórum Criminal de Lauro de Freitas.

Mais de 16 anos depois dos quatro tiros que interromperam um casamento que durou apenas três dias, caberá agora aos jurados decidir o destino do policial acusado de matar a mulher diante das filhas em um dos crimes que mais chocaram a Bahia na última década.

Do Correio da Bahia

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Prefeito Junior Marabá recebe CEO da Claro

O prefeito de Luís Eduardo Magalhães recebeu em seu Gabinete a CEO da Claro Roberta Godoi, para tratar sobre os novos investimentos e parcerias da Claro Operadora no município, com foco no fortalecimento do Agronegócio e do Comércio local.

“Recebemos a CEO da Claro Roberta Godoy onde durante uma reunião bem produtiva foi demonstrada a grande condição de investimentos para Luiz Eduardo Magalhães e toda região oeste ampliando a cobertura de sinal e oferta de serviços para seus clientes. Estes investimentos da Claro significam expansão de conectividade tanto para a pessoa física e quanto jurídica”, disse o prefeito Junior Marabá, após a reunião.

Representando a Operado, além da Roberta Godoi, CEO Claro Empresas, também estiveram presentes a Roberta Alonso, diretora segmento agro, o Marco Aurélio, diretor regional RBS e o Valdenilson Ferreira, gerente claro empresas RBS.

Estavam presentes, como representantes do município, o prefeito Junior Marabá, o presidente da AIBA, Moisés Schimidt, o presidente da ACELEM, Vanoli Kuntz, o diretor executivo da ABAPA, Gustavo Prado, além do empresário Luiz Henrique Gaban e do chefe de gabinete, Jaime Cappellesso.

Jovem é morto a facadas em frente à Escola Estadual de Barreirinhas, em Barreiras

Um jovem foi morto a facadas no início da tarde desta quinta-feira (6), por volta das 12h30, em frente à Escola Estadual de Barreirinhas, em Barreiras. O crime mobilizou equipes da Polícia Militar, do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), da Polícia Civil e do Departamento de Polícia Técnica (DPT).

Segundo as primeiras informações, uma briga teria começado nas dependências da unidade escolar. Durante a confusão, a vítima teria tentado intervir para separar os envolvidos, mas acabou sendo atingida por golpes de faca.

O jovem não resistiu aos ferimentos e morreu ainda em frente à escola, antes da chegada da equipe do SAMU. Até o momento, sua identidade não foi oficialmente divulgada pelas autoridades.

Após o crime, o autor fugiu do local e, até a última atualização desta matéria, não havia sido localizado. A motivação e as circunstâncias do homicídio ainda são desconhecidas e serão apuradas pela Polícia Civil.

Policiais militares isolaram a área para a preservação da cena do crime, enquanto o delegado plantonista acompanhou os procedimentos iniciais da investigação. Após a realização da perícia, o corpo foi removido pelo Departamento de Polícia Técnica (DPT) e encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML), onde passará por exames de necropsia.

A Polícia Civil instaurou inquérito para investigar o caso e identificar o autor do homicídio.

Reportagem de Jadiel Luiz/Blog do Sigi Vilares

Alta produtividade já não basta: futuro da cotonicultura depende de gestão e inovação

Liderança do agro, Cristina Gross defende que a competitividade do algodão brasileiro será definida cada vez mais pela capacidade de transformar conhecimento em decisões estratégicas no campo

A cotonicultura brasileira alcançou um novo patamar de produtividade e reconhecimento internacional. Mas, para manter esse protagonismo nos próximos anos, será preciso ir além da produção recorde. Na avaliação da produtora rural Cristina Gross, o futuro do setor dependerá da capacidade de unir gestão, inovação e conhecimento técnico para tomar decisões cada vez mais assertivas dentro das propriedades.

A análise ganha relevância em um momento de expansão da cultura no país. Segundo estimativas da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Brasil deve colher uma das maiores safras de algodão de sua história, consolidando-se entre os maiores produtores e exportadores mundiais da fibra. Na Bahia, segundo maior produtor nacional, a cotonicultura segue como uma das principais cadeias do agronegócio, impulsionada pelos investimentos em tecnologia, pesquisa e sustentabilidade. A ABAPA, Associação Baiana dos Produtores de Algodão, estima cerca de 900 mil toneladas de pluma produzidas na safra 25/26.

“Durante muitos anos, o grande desafio era produzir mais. Hoje, isso já não basta. O produtor precisa entender de gestão, acompanhar a evolução da pesquisa, interpretar dados e transformar informação em estratégia. É essa capacidade que vai diferenciar quem continuará competitivo nos próximos anos”, afirma Cristina.

Para ela, um dos fatores que explicam a força da cotonicultura baiana é justamente a cultura de inovação construída ao longo das últimas décadas. “A Bahia se tornou referência porque aprendeu que conhecimento gera resultado. Existe uma conexão muito forte entre produtores, pesquisadores, consultores e entidades do setor. Essa troca constante de experiências acelera a adoção de tecnologias e fortalece toda a cadeia produtiva”.

Estratégia no campo
Advogada e produtora rural, Cristina destaca que a agricultura moderna exige um olhar cada vez mais estratégico sobre indicadores de desempenho, custos de produção, agricultura de precisão, sustentabilidade e gestão de pessoas.

“Investir em tecnologia continua sendo fundamental. Mas a tecnologia, sozinha, não resolve. O diferencial está na capacidade de interpretar informações e tomar a decisão certa no momento certo. Esse é o caminho para produzir com mais eficiência e rentabilidade.”

Outro aspecto considerado decisivo é a sustentabilidade. Segundo a liderança do agro, produzir com responsabilidade ambiental deixou de ser apenas uma exigência do mercado e passou a representar uma vantagem competitiva para o algodão brasileiro.

“O consumidor quer saber como aquele produto foi produzido. Isso exige rastreabilidade, responsabilidade e compromisso com boas práticas. O produtor brasileiro já mostrou que é capaz de conciliar produtividade e sustentabilidade, e isso fortalece nossa posição no mercado internacional.”

Sobre Cristina Gross
Cristina Gross é liderança do agronegócio baiano e produtora rural no Oeste da Bahia. Ocupa atualmente a diretoria financeira da AIBA, a Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia, e atua em uma das regiões mais produtivas do país e acompanha de perto os principais debates relacionados à cotonicultura, irrigação, sustentabilidade, inovação e desenvolvimento do Matopiba. Defensora de uma agricultura baseada em ciência, gestão e responsabilidade socioambiental, tem se consolidado como uma voz ativa em discussões sobre os desafios e as oportunidades do agro brasileiro.

Assessoria de Imprensa CACAU Comunicação

Lula veta anistia a caminhoneiros por protestos após eleições 2022

Presidente converteu em lei a MP do Frete

Protesto de caminhoneiros em 2022 Foto: EFE/ André Coelho

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou nesta quarta-feira (5) a lei originada da MP do Frete. A nova legislação endurece a fiscalização sobre o transporte rodoviário de cargas no Brasil. A medida surgiu após ameaças de greve da categoria em março devido à alta do diesel.

Um dos principais vetos do presidente barrou a anistia a caminhoneiros punidos por bloqueios de rodovias realizados após as eleições de 2022. O governo justificou que o perdão geraria tratamento desigual, insegurança jurídica e renúncia de receita.

Lula também vetou mudanças nas regras de fiscalização de excesso de peso, que contrariavam práticas internacionais. Dispositivos que transformavam multas sobre o piso mínimo do frete em advertências foram igualmente barrados para manter o rigor da fiscalização.

A lei mantém o Código Identificador da Operação de Transporte (CIOT) como ferramenta obrigatória para garantir o piso mínimo do frete. O documento deve registrar valores, forma de pagamento e o prazo máximo de 30 dias úteis para a quitação do serviço contratado.

As punições para operações realizadas abaixo do piso mínimo ficaram mais rígidas. Os infratores estão sujeitos a multas que podem atingir até R$ 1 milhão. Além disso, poderão sofrer a suspensão ou o cancelamento definitivo do seu registro nacional (RNTRC).

A nova regra proíbe anúncios de frete com valores inferiores ao piso ou sem a indicação clara do preço. Essa proibição se estende a embarcadores, intermediários e plataformas digitais. A fiscalização de todas essas medidas ficará a cargo da ANTT.

A legislação também cria regras para caminhoneiros autônomos. Eles poderão fechar contratos com o governo federal sem abrir empresa. A administração pública deverá buscar destinar até 30% de suas contratações anuais de transporte a esses profissionais.

Pleno News