Confronto com a PM deixa dois mortos em Mulungu do Morro durante operação policial

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Operação da Polícia Militar apreendeu armas, drogas e veículos com restrição na região de Irecê/BA

Uma operação da Polícia Militar realizada na manhã desta segunda-feira (25), em Mulungu do Morro, na região de Irecê, terminou com dois homens mortos após um confronto com equipes de segurança. A ação faz parte das estratégias de combate ao crime organizado e reforço do policiamento ostensivo no interior da Bahia. A informação é da Polícia Militar.

Segundo a PM, as guarnições realizavam diligências na cidade quando os suspeitos teriam reagido à abordagem policial, iniciando uma troca de tiros. Durante o confronto, os dois homens foram baleados. Eles chegaram a ser socorridos para uma unidade hospitalar da região, mas não resistiram aos ferimentos.

Na operação, os policiais apreenderam armas de fogo, drogas e recuperaram veículos com restrição. Todo o material recolhido foi encaminhado para a delegacia responsável pelo caso.

Reportagem de Luciano Kastro do Central Notícia

Pedi a Trump que classifique PCC e CV como terroristas, diz Flávio

Senador participou de encontro com o presidente dos Estados Unidos nesta terça-feira

Senador Flávio Bolsonaro

Nesta terça-feira (26), o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou que pediu ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que o governo norte-americano classifique as facções criminosas Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas. Ele se encontrou com Trump no Salão Oval da Casa Branca.

Flávio, pré-candidato à Presidência da República, falou sobre o assunto durante conversa com jornalistas.

– Eu fui exatamente fazer esse pedido expresso a ele para que ele declare PCC e CV como organizações terroristas, que são o que elas são – afirmou.

O governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é contrário à medida por entender que a mudança iria permitir interferência internacional no Brasil.

Pleno News

Senado aprova piso salarial de R$ 5.130 para professores

O Senado aprovou nesta terça-feira (26) a Medida Provisória (MP) 1.334/2026, que reajusta o piso salarial dos professores da educação básica para R$ 5.130,63 em 2026. O texto vai à sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A medida representa um aumento de 5,4% sobre o valor anterior, de R$ 4.867,77, com um ganho real de 1,5 ponto percentual acima da inflação.

A MP foi editada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em janeiro, quando as regras entraram em vigor. Pelo texto, o novo cálculo será a soma do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) e 50% da média de crescimento real das receitas do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).

Segundo o governo, a fórmula anterior teria resultado em recomposição de apenas 0,37% — a nova garante 5,4%.

De acordo com a senadora Professora Dorinha Seabra (União-TO), relatora da proposta, a nova regra deve gerar um impacto de R$ 6,4 bilhões em 2026.

A MP também estabelece um teto e um piso para as correções futuras: o reajuste não pode superar a variação da receita nominal do Fundeb entre os dois anos anteriores, nem ser inferior ao INPC.

Terrenos de marinha
A relatora incorporou ao texto um pedido do governo para prorrogar até o fim de 2028 o prazo para a União identificar terrenos de sua propriedade às margens de rios e no litoral.

A proposta consta de outra medida provisória, a MP 1.332/25, que havia estabelecido esse prazo anteriormente. A MP ainda não teve comissão instalada e perderá validade em 1º de junho.

Editada pelo governo em 22 de janeiro, a MP entrou em vigor imediatamente. Para se tornar lei em definitivo, precisava ser aprovada pelo Congresso. O texto passou por uma comissão mista de deputados e senadores, depois pelo Plenário da Câmara e, nesta terça, pelo Plenário do Senado.

*Com informações da Agência Senado e Agência Brasil

frigorífico Flor de Lis fornece carnes para comércio e produtores em LEM e Barreiras O frigorífico Flor de Lis, localizado em Luís Eduardo Magalhães, no oeste da Bahia, atua no abate e fornecimento de suínos, ovinos, atendendo restaurantes, supermercados e cantinas de fazenda.

Jbnoticias.com.br

O frigorífico Flor de Lis fornece carnes para comércio e produtores em LEM e Barreiras
O frigorífico Flor de Lis, localizado em Luís Eduardo Magalhães, no oeste da Bahia, atua no abate e fornecimento de suínos, ovinos, atendendo restaurantes, supermercados e cantinas de fazenda.

Os produtos do frigorífico flor de Lis são comercializados suínos inteiros, suínos fatiados e diversos cortes, em qualquer quantidade, conforme a necessidade do cliente.

O frigorífico também trabalha com ovinos.

O atendimento acontece em loja própria, instalada junto ao frigorífico, na Chácara Flor de Lis, com acesso pela Avenida ACM, no bairro Jardim das Acácias.

Para mais informações, os contatos disponíveis são (77) 9 9819-1625/ 9 9810-9802 (vendas externas), (77) 9 9948-2716 (vendas na loja e no frigorífico).

STF determina fim de aposentadoria compulsória para juízes condenados.

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta terça-feira (26) confirmar a decisão individual do ministro Flávio Dino que acabou com a aposentadoria compulsória como pena máxima a juízes condenados por faltas disciplinares graves, como venda de sentenças, corrupção, assédio sexual e moral, entre outras.

O colegiado negou um recurso apresentado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) e por dois magistrados que foram aposentados compulsoriamente e perderam o benefício.

No dia 16 de março, Dino determinou o fim da aposentadoria compulsória e alegou que a Emenda Constitucional n° 103, a última reforma da previdência, deixou de prever o benefício.

Pelo entendimento, após condenação à pena máxima pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a Advocacia-Geral da União (AGU) deverá entrar com uma ação no Supremo para que o magistrado tenha a perda do cargo decretada.

Na sessão desta terça-feira, Flávio Dino reafirmou sua posição sobre a impossibilidade de condenação de magistrados à aposentadoria compulsória como pena administrativa mais grave. Nesses casos, o juiz recebe aposentadoria proporcional ao tempo de serviço.

“Se um juiz vende uma decisão judicial ou se um juiz mata alguém, esse juiz tem que ser punido. Se a punição é uma aposentadoria compulsória, quem está suportando o ônus da punição dele? A sociedade. A punição é para o contribuinte. O magistrado que cometeu um homicídio será sustentado pela coletividade”, afirmou.

O fim da aposentadoria compulsória foi também foi chancelado pelos ministros Cristiano Zanin, Alexandre de Moraes e Cármen Lúcia.

Moraes afirmou que não tem sentido punir um juiz corrupto, por exemplo, com aposentadoria compulsória.

“A aposentadoria compulsória paga pelo contribuinte não é sanção”, completou.

Punições

Em 20 anos, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) condenou 126 magistrados à aposentadoria compulsória. 

O CNJ foi criado em 2005 e é responsável pelo julgamento de faltas disciplinares cometidas por juízes e desembargadores.

Ao longo da história, o CNJ aplicou a Lei Orgânica da Magistratura Nacional (Loman). A norma definiu que são penas disciplinares a advertência, censura, remoção compulsória, disponibilidade com vencimentos proporcionais ao tempo de serviço e aposentadoria compulsória com vencimentos proporcionais ao tempo de serviço, a punição mais grave. 

Agência Brasil

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Seis das 10 cidades mais violentas do Brasil ficam na Bahia, diz estudo

Seis das 10 cidades mais violentas do Brasil ficam na Bahia, apontou o Atlas da Violência 2026, produzido pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), e divulgado nesta terça-feira (26). O estudo, que traz dados de 2024, analisou índices de todos os estados do Brasil.

Em 2024, o Brasil registrou 42.590 homicídios e uma taxa de 20,1 homicídios por 100 mil habitantes. Em Jequié, no sudoeste da Bahia, a taxa ficou em 79,4 por 100 mil habitantes, ou seja, mais de três vezes a média nacional.

Além de Jequié, as cidades de Camaçari e Simões Filho, ambas na Região Metropolitana de Salvador, apareceram no ranking das mais violentas. Veja abaixo:

Taxas de homicídios estimados nos municípios com mais de 100 mil habitantes

RankingMunicípioTaxa de homicídio estimada
Maranguape (CE)87,2
Jequié (BA)79,4
Maracanaú (CE)74,1
Itapipoca (CE)74
Caucaia (CE)72,9
Juazeiro (BA)71,1
Feira de Santana (BA)67
Porto Seguro (BA)64,6
Simões Filho (BA)64
10ºCamaçari (BA)62,9

Todas as cidades baianas citadas no ranking acima também integraram a lista das 20 cidades mais violentas do país do Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2024, divulgado em julho de 2025.

No ranking divulgado nesta terça-feira, Salvador aparece em 20º na lista das mais violentas, com uma taxa de 52,7 homicídios por 100 mil habitantes. A cidade é considerada a capital mais violenta de todo o país, seguida de Maceió (45,9), Macapá (45,6), Recife (45,5) e Fortaleza (42,2).

Os índices da capital e das outras cidades do estado colocaram a Bahia como o segundo estado mais violenta do Brasil, com uma taxa de 40,9, ficando atrás apenas do Amapá, com que teve o índice de 45,7.

A Bahia também tem índices altos quando o assunto são os homicídios de mulheres. Enquanto a taxa do Brasil é de 3,4 a cada 100 mil habitantes, a da Bahia é de 5,4. Apesar da média acima da nacional, houve redução de 10% entre 2023 e 2024.

Neste tema, os estados de Roraima, Rondônia e Ceará lideram o ranking com taxas de 12,6, 5,7 e 5,7, respectivamente.

G1 BA