Diretoria da Barra AgroShow realiza reunião de alinhamento para próxima edição do evento

Encontro reuniu organizadores e parceiros técnicos para avaliar resultados, mapear melhorias com base na experiência do público e antecipar o planejamento das próximas edições

Na noite desta sexta-feira (21), a diretoria da Barra AgroShow esteve reunida para uma rodada de alinhamento e avaliação de resultados.

Além do balanço da edição atual, que chega ao seu último dia, nesse sabádo (22), o encontro serviu para levantar oportunidades de melhorias com base nos feedbacks e experiências de expositores, visitantes e prestadores de serviços.

A reunião ocorreu logo após um dia movimentado na programação oficial, que contou com a realização do 3º Seminário de Fruticultura Irrigada, visitas técnicas e ampla troca de conhecimento entre os participantes.

O encontro contou com a presença de representantes do Sindicato dos Produtores Rurais de Barra (SPRBarra) e demais empresas realizadoras: a Plus Feiras e Eventos Agro, a CS Engenharia, e Marca Comunicação.

A reunião teve ainda a participação da A.N Produções e Eventos, empresa responsável pelo projeto e montagem da estrutura visual do evento.
Incentivada pela resposta do público e do setor corporativo, a organização já voltou suas atenções para o projeto em 2027.

Para Leilson Soares, diretor da Marca Comunicação, a feira superou as expectativas, o que levou a equipe a antecipar o planejamento das próximas edições com base no forte engajamento de todos os envolvidos.

“Finalizamos hoje o penúltimo dia desta edição, e o balanço que fazemos é que entregamos uma feira muito maior e ainda melhor que a edição anterior, isso aumenta ainda mais a nossa responsabilidade e compromisso em corrigirmos as falhas, aprimorar o que deu certo e proporcionarmos aos nossos expositores, e produtores rurais, todas as condições, inovações e tecnologias que impulsionaram os negócios aqui realizados.”, pontuou Leilson Soares, diretor da Marca Comunicação.

Regiane Oliveira, diretora da Plus Feiras e Eventos Agro, disse que o alinhamento foi importante para a implementação de mudanças para a próxima edição.

_“Foi importante porque esse alinhamento de pontos já identificados com a feira acontecendo e a gente já trabalhando e pensando na próxima edição. Mudanças de crescimento, horário, infraestrutura e outros pontos. Ano que vem teremos muitas novidades!”, pontuou a diretora.

Em 2026, “A Frontreira Agrícola do Brasil” conta com o apoio da Prefeitura Municipal de Barra e Sicredi, e o patrocínio do Banco do Brasil, Banco do Nordeste (Onde tem patrocínio do Banco do Nordeste, tem Governo do Brasil); Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae Bahia); Senar Bahia; Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf); Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (CONFEA), Conselho Regional de Engenharia e Agronomia da Bahia (CREA-BA) e Caixa de Assistência dos Profissionais do CREA (Mútua); Cooperativa de Trabalho, Assessoria Técnica e Educacional para o Desenvolvimento da Agricultura Familiar (Cootraf), Secretaria de Turismo (SETUR), Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE) e Secretaria da Agricultura (SEAGRI).

SERVIÇO

Evento: Barra AgroShow – A Fronteira Agrícola do Brasil
Data: 19 a 22 de agosto de 2026
Local: Barra (BA)
Realização: Sindicato dos Produtores Rurais de Barra (SPRBarra), Marca Comunicação, Plus Feiras e Eventos Agro e CS Engenharia
Contato para a imprensa: Leilson Soares – Diretor de Comunicação | Telefone/WhatsApp: (77) 99926-6268

Gestão Lula registra mais mortes Yanomami que gestão Bolsonaro

O governo federal refuta os dados que foram passados pelo Ministério da Saúde ao Congresso

Yanomamis na Casa de Saúde Indígena (Casai) em 2023 Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

Entre 2023 e 2025, o governo Lula registrou 1.121 mortes de indígenas na Terra Yanomami, segundo dados do Ministério da Saúde enviados ao Congresso. O número supera os 951 óbitos contabilizados entre 2019 e 2022, durante o governo Jair Bolsonaro. O governo federal, porém, refutou os dados e afirmou que a comparação desconsidera o contexto de cada período. (Leia a nota abaixo)

A atual gestão criou o Ministério dos Povos Indígenas, antes comandado por Sonia Guajajara (PSOL-SP), e prometeu ampliar os serviços de saúde, a assistência social e o combate ao crime organizado nas terras indígenas. Apesar das medidas adotadas, os números apresentados no levantamento apontam mais mortes no período.

A situação levou o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, a procurar Damares Alves (Republicanos-DF), presidente da Comissão de Direitos Humanos do Senado. Os dois devem participar de uma missão ao território Yanomami nas próximas semanas para acompanhar a situação.

O governo Lula também destinou recursos e ampliou estruturas voltadas aos povos indígenas. As ações incluem atendimento de saúde, proteção territorial e medidas contra o garimpo ilegal. O aumento dos registros de mortes, contudo, passou a ser discutido dentro do próprio governo.

Com a repercussão dos dados, o governo refutou as informações e enviou a seguinte nota à Veja:

NOTA DO GOVERNO FEDERAL
O Governo Federal considera grave a divulgação de análises inverídicas sobre a situação na Terra Indígena Yanomami a partir de dados apresentados sem a devida contextualização epidemiológica, histórica e operacional.

A comparação entre períodos é especialmente problemática porque desconsidera que, entre 2019 e 2022, houve grave deterioração da assistência à saúde, com subnotificação de adoecimentos e óbitos. A rede chegou a um nível de precariedade que comprometia a própria capacidade do Estado de identificar e registrar mortes, com unidades e polos-base fechados ou destruídos e comunidades sem atendimento regular. Desde 2023, foram ampliados o atendimento, a busca ativa, os diagnósticos e a vigilância epidemiológica. Comparar registros desses períodos como se fossem equivalentes produz uma conclusão enganosa. Também distorce a realidade o uso de uma imagem de 2023 para ilustrar uma situação atual.

Os dados mais recentes mostram evolução concreta: o número de óbitos caiu 29,5% entre o primeiro semestre de 2023 e o mesmo período de 2026, de 224 para 158 registros. No mesmo intervalo, foram zeradas as mortes por malária, enquanto os óbitos por desnutrição caíram 75,7% e por infecção respiratória aguda, 40,8%. As doses de vacinas praticamente dobraram, de 11.273 para 20.267, a proporção de crianças menores de um ano com esquema vacinal completo passou de 28% para 57,6% e o acompanhamento nutricional chegou a 84%.

Esses resultados decorrem de uma operação permanente, com atuação de mais de 20 órgãos federais. O número de profissionais de saúde mais que triplicou, de 690 para mais de 2,1 mil. Foram reabertos sete polos-base e hoje estão em funcionamento os 37 polos-base, as 40 Unidades Básicas de Saúde e o Centro de Referência de Surucucu, destinado ao atendimento de casos mais graves no próprio território.

Também é incorreto afirmar que a realidade permanece a mesma. Entre março de 2024 e agosto de 2026, houve redução de cerca de 99% na abertura de novas áreas de garimpo na Terra Indígena Yanomami. No mesmo período, as operações impuseram prejuízo estimado em R$ 768 milhões à atividade ilegal. Desde 2023, foram distribuídas mais de 205 mil cestas de alimentos, paralelamente à recuperação da produção tradicional, do acesso à água e da autonomia alimentar das comunidades.

Os recursos mobilizados pelo Governo Federal financiam ações de saúde, segurança, proteção territorial, fiscalização ambiental, logística e assistência às comunidades. A atual gestão tem atuado com transparência e prestação de contas. O STF encerrou por unanimidade a ADPF 709 ao reconhecer o cumprimento das medidas determinadas. Os créditos extraordinários, que totalizam R$ 1,8 bilhão e foram aprovados pelo Congresso Nacional, tiveram os recursos empenhados e vinculados às ações previstas. Gestores federais também prestaram esclarecimentos ao Senado, atendendo a convite da Subcomissão Yanomami.

Portanto, não há qualquer elemento que sustente suspeitas sobre a destinação dos recursos. Eventuais irregularidades devem ser demonstradas por fatos concretos e apuradas pelos órgãos competentes, não por insinuações.

Com a presença permanente do Estado e o monitoramento ampliado, os dados mostram uma mudança concreta: a assistência à saúde foi reconstruída, o garimpo foi drasticamente reduzido e os indicadores de saúde melhoraram de maneira expressiva. A situação no Território Yanomami ainda exige atenção contínua, e o Governo Federal seguirá atuando de forma integrada em saúde, proteção territorial e das comunidades, segurança alimentar, enfrentamento às atividades ilegais e recuperação da autonomia dos povos Yanomami.

Pleno News

Excelência em fruticultura e atividades em campo marcam penúltimo dia da Barra AgroShow

Programação destacou o avanço das culturas de cacau, uva e mirtilo no Médio São Francisco; último dia de feira terá foco nas mulheres do agro e na agricultura familiar

Em meio a máquinas modernas e expositores, do agro ao comércio regional, a excelência em fruticultura em pleno crescimento na região pautou a agenda do penúltimo dia da Barra AgroShow 2026 com a realização do 3º Seminário de Fruticultura Irrigada, evento que deu origem à feira.

Assim como no 1º Seminário da Pecuária, a programação do dia começou pela manhã com visita às fazendas São José, modelo de sucesso na produção de uvas do Grupo Kamesq, e São Roque, do Grupo Peirot Agrícola, referência em produção de cacau em áreas não tradicionais.

“Pra gente é primordial que as pessoas além de toda a troca de conhecimento e toda a interação e abordagem que é feita lá ela seja desdobrada no campo visual, na experiência, no dia de campo, então hoje a gente trouxe todos esses convidados, com bastante carinho para mostrar o que estamos fazendo aqui no nosso fazendo, como começamos e onde queremos chegar”, destacou Gleise de Mello, gerente de sustentabilidade da Peirot Agrícola.

Ao todo, 365 pessoas participaram das visitas técnicas em campo e 465 passaram pelo auditório. “Viemos mostrar a realidade da produção que aqui na região a gente consegue ter com qualidade, com brix (medida do teor de açúcar), com muito amor, pela produção e pelo povo da região”, disse Antônio Mesquita, conhecido na região como Jiló, CEO da Kamesq.

Conteúdo de qualidade
À tarde, com auditório cheio, a programação técnica de palestras detalhou as questões de algumas das culturas mais promissoras desenvolvidas na região de Barra: cacau, uva e mirtilo.

Além disso, temas como fertirrigação e polinização também foram abordados no auditório. Desde sua criação em 2024, o seminário atua como vetor de aproveitamento e aprofundamento de debates sobre os desafios, oportunidades e avanços da fruticultura tropical em regiões irrigadas, especialmente no contexto do semiárido brasileiro, com a utilização de exemplos práticos da região do Médio São Francisco.

União que movimenta o do Brasil
Em todas as edições, a execução da Barra AgroShow só foi possível por conta do apoio de parceiros importantes que fazem parte da cadeia de fomento e impulsionamento do agro.

Em 2026, a “A Frontreira Agrícola do Brasil” conta com o apoio da Prefeitura Municipal de Barra e Sicredi, e o patrocínio do Banco do Brasil, Banco do Nordeste (Onde tem patrocínio do Banco do Nordeste, tem Governo do Brasil); Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae Bahia); Senar Bahia; Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf); Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (CONFEA), Conselho Regional de Engenharia e Agronomia da Bahia (CREA-BA) e Caixa de Assistência dos Profissionais do CREA (Mútua); Cooperativa de Trabalho, Assessoria Técnica e Educacional para o Desenvolvimento da Agricultura Familiar (Cootraf), Secretaria de Turismo (SETUR), Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE) e Secretaria da Agricultura (SEAGRI).

A Barra AgroShow é uma realização do Sindicato dos Produtores Rurais de Barra, Marca Comunicação, Plus Feiras e Eventos Agro e CS Engenharia, com montagem oficial de A.N Guimarães Produções e Eventos.

Programação do último dia
Neste sábado (22), último dia, a agenda será dedicada ao Encontro Mulheres do Agro, em parceria com o Senar para Elas, e à Agricultura Familiar a partir das 7h30 da manhã.
Além disso, também estão na programação oficinas no período da tarde, com um momento de encerramento e show com bandas locais à noite.
A cobertura em tempo real da Barra AgroShow, com atualizações de tudo o que acontece no evento, pode ser acompanhada no Instagram: @barragroshow.


Serviço


Evento: Barra AgroShow – A Fronteira Agrícola do Brasil
Data: 19 a 22 de agosto de 2026
Local: Barra (BA)
Realização: Sindicato dos Produtores Rurais de Barra (SPRBarra), Marca Comunicação, Plus Feiras e Eventos Agro e CS Engenharia
Contato para a imprensa: Leilson Soares – Diretor de Comunicação | Telefone/WhatsApp: (77) 99926-6268

Colisão entre duas carretas provoca interdição parcial na BR-242, em Barreiras

Uma colisão traseira envolvendo duas carretas provocou uma interdição parcial da BR-242, na altura do km 784, em Barreiras. O acidente ocorreu na noite de sexta-feira (21), por volta das 22h.

Segundo as informações, a batida aconteceu no sentido crescente da rodovia e, na sequência, uma das carretas tombou.

A equipe da PRF de Barreiras esteve no local, registrou a ocorrência e realizou a sinalização da pista para garantir a segurança dos usuários da rodovia e orientar o fluxo de veículos.

Após os trabalhos no local, a via foi totalmente liberada por volta das 1h25 deste sábado (22).

Jadiel Luiz/Blog do Sigi Vilares

“Pingadinho”: como Jaques Wagner enxerga os municípios baianos

Em vídeo recente que circula na imprensa, o senador Jaques Wagner falou em tom de desdém sobre os recursos enviados diretamente às prefeituras. Em uma reunião com prefeitos baianos e lideranças municipiais, ao justificar por que concentrou emendas no Governo do Estado, chamou a destinação municipal de “pingadinho”, deboche que ataca diretamente a bandeira levantada pelo também senador, Angelo Coronel.

Levantamento com base no Portal da Transparência mostra o tamanho real desse “pingadinho”. De R$ 310,8 milhões em emendas de Wagner, só 1% aparece nas categorias ligadas aos municípios baianos, entre Múltiplo e Salvador. Os outros 99%, R$ 290,4 milhões, foram para o Governo do Estado, recurso que passa pelo caixa estadual, não pela prefeitura que atende o cidadão na ponta.

STF usou documento falso para prender Filipe Martins, diz EUA

Juiz norte-americano tirou o sigilo da investigação

Filipe Martins
Filipe Martins Foto: Rosinei Coutinho/STF

Um juiz federal dos Estados Unidos afirmou, em audiência realizada em março, que o documento de imigração usado pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para prender Filipe Martins era falso. A decisão é do juiz Gregory A. Presnell, indicado ao cargo pelo ex-presidente democrata Bill Clinton.

Presnell também mandou o governo americano entregar os documentos que mostram quem criou o registro falso. A ordem veio depois que as agências dos Estados Unidos se recusaram a explicar como o erro aconteceu.

Filipe Martins foi assessor de assuntos internacionais do ex-presidente Jair Bolsonaro. Em fevereiro de 2024, Moraes decretou a prisão preventiva dele com base nesse registro de imigração falso.

O documento indicava que Martins tinha entrado nos Estados Unidos em 30 de outubro de 2022, no mesmo dia em que Bolsonaro viajou para Orlando. Moraes usou essa informação para dizer que o ex-assessor havia fugido do Brasil.

Martins ficou preso por quase seis meses em 2024. A defesa dele apresentou provas de que ele estava no Brasil durante todo esse período, entre elas um bilhete de voo doméstico do dia seguinte à suposta viagem.

A própria Procuradoria-Geral da República, que havia pedido a prisão no início, defendeu a soltura de Martins logo depois. Moraes negou o pedido na primeira vez, mas soltou o ex-assessor em agosto, após um segundo pedido da PGR.

Em outubro do ano passado, a Alfândega e Proteção de Fronteiras dos Estados Unidos, conhecida como CBP, admitiu em nota pública que Martins não entrou no país na data do registro. A agência reconheceu que Moraes usou uma informação errada para justificar a prisão.

Na audiência de março, o juiz Presnell criticou os advogados do governo americano pela recusa em entregar os dados. Segundo ele, ninguém contesta que o documento é falso, e o próprio governo já admitiu isso.

– Houve um registro falso feito nos sistemas da Patrulha de Fronteira que afetou uma pessoa de forma considerável. O governo reconhece a falsidade e a gravidade disso – declarou o juiz.

Ele acrescentou que Martins foi “preso em decorrência” desse dado incorreto e, portanto, tem o direito de saber como isso aconteceu e quem deu causa a isso.

Presnell disse ainda que, se alguém no governo agiu de propósito para prejudicar outra pessoa, esse é justamente o tipo de caso que a lei de acesso à informação (Foia) foi feita para esclarecer. Para o juiz, o registro falso causou danos sérios a Martins.

O magistrado também disse estar preocupado com o fato de o governo americano guardar todos os documentos sobre o caso. Ele classificou os argumentos usados pelos advogados do governo para não entregar o material como sem sentido.

No fim da audiência, Presnell determinou que a CBP entregue todos os papéis que identifiquem quem participou do registro falso e onde essas pessoas moram. A CBP não respondeu aos pedidos de posicionamento.

As primeiras notícias sobre a suposta viagem de Martins surgiram em outubro de 2023, em reportagens do portal Metrópoles que depois foram retratadas. Um dos textos dizia que nem Moraes sabia do paradeiro do ex-assessor.

Semanas depois dessas reportagens, Moraes decretou a prisão com base na suspeita de fuga. Em dezembro passado, Martins foi condenado pela Primeira Turma do STF a 21 anos de prisão por participação na suposta trama golpista.

Ele cumpria prisão domiciliar enquanto esperava o julgamento de recursos. Mas em janeiro deste ano, Moraes determinou nova prisão preventiva, ao considerar que o uso do LinkedIn por advogados de Martins violou a proibição de acessar redes sociais, a própria plataforma confirmou que o ex-assessor não fez login. As informações são da Folha de S.Paulo.

Pleno News

Oeste abandona os Henriques após articulações erradas e certeza de fracasso eleitoral

Após sucessivas articulações equivocadas feitas por Danilo Henrique (MDB), alguns prefeitos do Oeste da Bahia decidiram abandonar a campanha dos Henriques, Danilo e Antônio Henrique Junior (PV). Na melhor das negociações, Danilo tem conseguido manter parte dos votos dividindo espaço com outros candidatos, como foi o caso de São Desidério.

A mais recente perda de espaço ocorreu no município de Angical, após a aproximação da prefeita Quinha de Mezo (Avante) com a ex-prefeita de Wanderley, Fernanda Sá Teles (Avante), e com o deputado federal Neto Carleto (Avante) que busca sua reeleição.

Para quem sonhava com uma reeleição apertada do deputado estadual Antônio Henrique Junior, hoje acorda com a certeza de uma derrota e uma verdadeira aula de ‘como não se fazer política’.

Apontado como responsável pela derrocada eleitoral da família, Danilo Henrique parece ter assumido uma candidatura sem identidade e nem rumo. Apoiador do PT na região, onde disputa espaço com Tito e Jusmari Oliveira, Danilo tenta a todo custo esconder Lula nas suas peças de campanha.

Talvez a sua falta de identidade seja revertida numa grande falta de votos. O fato é que se a família Henrique não assumir de vez Lula na campanha, não adiantará nada estar servindo de cabo eleitoral do governador Jerônimo Rodrigues. Urna tem memória, mas o PT também tem gente de olho.

Articulações de Danilo Henrique isolam Toinho e favorecem rivais

Inconsistências estratégicas do candidato a federal provocam saída de prefeitos; avanço de nomes como Fernanda Sá Teles, Tito, Jusmari e João Felipe acirra disputa interna na Federação.

A presença política de Antônio Henrique Júnior e Danilo Henrique no Oeste baiano atravessa um momento de retração. O que deveria ser uma dobradinha estratégica entre pai e filho resultou em um isolamento crescente, motivado por falhas na condução de Danilo (MDB). Ao tentar viabilizar sua candidatura à Câmara Federal, o filho acabou desgastando as bases do pai, o deputado estadual Antônio Henrique Júnior (PV), facilitando a entrada de concorrentes em territórios antes consolidados.

A conta política chegou em Angical. A prefeita Quinha de Mezo (Avante) distanciou-se do grupo para apoiar Fernanda Sá Teles (Avante) e o deputado Neto Carleto (Avante), sinalizando que a articulação da família já não garante a mesma coesão de antes. Esse desgaste também é visível em São Desidério, onde o campo político agora é compartilhado com nomes como Jusmari Oliveira (PSD).

Quinha de Mezo distanciou-se de Danilo e Toinho para apoiar Fernanda Sá Teles e Neto Carleto – Imagem da internet

Pressão interna na Federação

Dentro da Federação Brasil da Esperança (PT, PCdoB e PV), a pressão sobre Antônio Henrique Júnior aumentou. Enquanto o grupo Henrique adota uma postura de neutralidade seletiva, Tito (PT) e João Felipe (PCdoB) avançam com posicionamentos mais nítidos. Tito, que também concorre à Assembleia Legislativa, tem absorvido apoios que Danilo deixou de consolidar ao evitar nomes e símbolos da base aliada em suas peças de campanha.

Talvez a sua falta de identidade seja revertida numa grande falta de votos. O fato é que se a família Henrique não assumir de vez o projeto que representa na campanha, não adiantará nada estar servindo de cabo eleitoral do governador Jerônimo Rodrigues. Urna tem memória, mas o PT também tem gente de olho.

Caso de Política | Luís Carlos Nunes