A Assembleia Geral da ONU promove o terrorismo global

Em mais um espetáculo de horrores, contraditório com a realidade, a Assembleia Geral das Nações Unidas votou a favor de uma declaração (obscena e fantasiosa) que delineia uma solução de dois Estados entre Israel e os palestinos, coordenada pela França e pela Arábia Saudita, e endossada pelo Brasil de Lula.
A votação ocorreu antes de uma reunião de líderes mundiais no dia 22 de setembro – paralelamente à Assembleia Geral da ONU – na qual, União Europeia, Reino Unido, França, Canadá, Austrália, Bélgica, Brasil entre outros devem reconhecer formalmente um Estado palestino.
De forma estarrecedora, tal declaração também apela à reunificação de Gaza e da Cisjordânia sob o controle da Autoridade Palestina, ou seja, concederia o controle ao ditador Mahmoud Abbas, o mesmo que oferece pensões vitalícias a terroristas que atacam Israel.
Os Estados Unidos qualificaram o resultado da votação como “mais uma iniciativa propagandística falaciosa e inoportuna”, sustentando que tal medida erosiona os esforços diplomáticos sérios destinados à resolução do conflito.
Perante a Assembleia Geral, a diplomata norte-americana Morgan Ortagus emitiu um veemente e contundente: “Que não pairem equívocos: esta resolução configura um presente para o Hamas. À distância de um genuíno avanço para a pacificação, esta conferência não apenas protelou o fim das hostilidades como, ao legitimar a referida organização terrorista, prejudicou irremediavelmente as perspetivas de paz, imediatas e futuras”.
De forma estarrecedora, tal declaração também apela à reunificação de Gaza e da Cisjordânia sob o controle da Autoridade Palestina, ou seja, concederia o controle ao ditador Mahmoud Abbas, o mesmo que oferece pensões vitalícias a terroristas que atacam Israel.
Os Estados Unidos qualificaram o resultado da votação como “mais uma iniciativa propagandística falaciosa e inoportuna”, sustentando que tal medida erosiona os esforços diplomáticos sérios destinados à resolução do conflito.
Perante a Assembleia Geral, a diplomata norte-americana Morgan Ortagus emitiu um veemente e contundente: “Que não pairem equívocos: esta resolução configura um presente para o Hamas. À distância de um genuíno avanço para a pacificação, esta conferência não apenas protelou o fim das hostilidades como, ao legitimar a referida organização terrorista, prejudicou irremediavelmente as perspetivas de paz, imediatas e futuras”.
Israel, que historicamente impugna a postura da ONU pela abstenção em condenar nominalmente o Hamas pelos ataques de 7 de outubro, repudiou veementemente a declaração, caracterizando-a como unilateral e denunciando o processo votativo como um “espetáculo mísero”.
O embaixador de Israel junto à ONU, Danny Danon, acrescentou: “O único beneficiário é o Hamas… Quando os terroristas manifestam aprovação, a ação em curso não se inscreve na promoção da paz; inscreve-se na promoção do terror”.
A posição israelense foi reiterada de forma categórica pelo primeiro-ministro Benjamin Netanyahu: “Não se concretizará um Estado palestino.”
Em sintonia com essa posição, o principal aliado, os Estados Unidos, negou o visto ao ditador palestino, Mahmoud Abbas, para participar da Assembleia Geral da ONU em Nova Iorque.
Lawrence Maximus é cientista político, analista internacional de Israel e Oriente Médio, professor e escritor. Mestre em Ciência Política: Cooperação Internacional (ESP), Pós-Graduado em Ciência Política: Cidadania e Governação, Pós-Graduado em Antropologia da Religião e Teólogo. Formado no Programa de Complementação Acadêmica Mastership da StandWithUs Brasil: história, sociedade, cultura e geopolítica do Oriente Médio, com ênfase no conflito israelo-palestino e nas dinâmicas geopolíticas de Israel.
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