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Luis Eduardo Magalhães, Barreiras e região - Tudo que é notícia do Oeste Baiano você encontra aqui.
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Na segunda-feira (10), por volta das 17h00, a guarnição de Serra Dourada recebeu informação de que o suspeito do feminicídio de M. M. da S., ocorrido em Sítio do Mato às 15h00, havia sido visto no povoado de Traíras conduzindo uma motocicleta.
A equipe deslocou-se até o local e, após novas informações, chegou ao povoado de Siríaco, onde localizou um indivíduo com as características repassadas. Ao perceber a presença policial, o suspeito tentou se esconder em uma residência, mas foi cercado e abordado.
Identificado como L. O. dos S., o homem confessou o crime, informando ter descartado a arma às margens da estrada, sem que esta fosse localizada. O suspeito também indicou o local onde havia deixado a motocicleta HONDA/CG 125 Titan que foi usada na fuga.
Com apoio do PETO, o veículo foi encontrado no povoado de Vila Nova, apresentando sinais de identificação adulterados.
Diante dos fatos, o autor e a motocicleta foram conduzidos à Delegacia de Polícia de Santa Maria da Vitória para as medidas cabíveis.
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ASCOM/ 30ª CIPM

A ação foi realizada pela Cippa Lençóis após denúncia de caça ilegal
Uma guarnição da Companhia Independente de Polícia de Proteção Ambiental (Cippa) Lençóis apreendeu seis armas de fogo no povoado de Vila Quixaba, no município de Morpará.
Os militares realizavam rondas, quando receberam uma denúncia de que um indivíduo estaria praticando caça ilegal de animais silvestres. Um suspeito foi localizado e admitiu o crime.
Com ele, foram apreendidos um revólver calibre 32, cinco espingardas, sendo três de fabricação caseira, uma de calibre 12 e outra de calibre 36, além de uma espingarda de pressão, munições de diversos calibres e mais de 6kg de carne de caça ilegal.
O indivíduo foi encaminhado para a delegacia que atende à região, onde a ocorrência foi registrada.
Imagens: Cippa Lençóis
PMBA – DCS
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Precisamos falar com seriedade sobre como o Estado se rendeu ao medo, à omissão e à ideologia

Se eu dissesse “nada”, talvez bastasse para resumir o sentimento geral de quem acompanha a política brasileira. Mas a verdade é que não posso encerrar o artigo assim. Precisamos falar com seriedade em relação ao crime organizado no Brasil e sobre como o Estado se rendeu ao medo, à omissão e à ideologia.
Falo com a autoridade de quem esteve, há 25 anos, na linha de frente da CPI do Narcotráfico, na Câmara dos Deputados. Naquele tempo, o tráfico era, essencialmente, comércio de drogas
No entanto, o que aquela CPI revelou, pela primeira vez, foi que o problema não era apenas policial, mas também político, econômico e social. Já havia infiltração do crime no Estado, no financiamento de campanhas e na corrupção em delegacias. O diagnóstico foi feito, mas o tratamento nunca veio.
Afinal, o Brasil é um país que investiga, mas não corrige. A CPI de 1999/2000 cumpriu seu papel. O Estado, não.
O tempo passou, e o que antes eram facções se transformou em organizações criminosas com estrutura empresarial: dominam presídios, comunidades e até instâncias de poder. O que antes era tráfico, hoje é poder paralelo. O crime governa territórios, cobra impostos, impõe regras, regula o comércio, o transporte, o gás e até a internet. Criou-se um “Estado dentro do Estado”
Hoje, o tráfico é apenas a vitrine. A verdadeira fonte de renda das facções está no domínio territorial. Elas cobram pedágio de motoboys e vans, exploram ambulantes, controlam o preço do gás e até da conexão de internet.
Além do narcotráfico, expandiram-se para o roubo de cargas, fraudes financeiras, pirataria digital e lavagem de dinheiro. Trata-se de uma economia subterrânea multibilionária.
Por isso, combater o crime organizado deixou de ser um problema policial. É uma questão de soberania nacional. Afinal, quando o Estado perde o controle sobre partes do seu território, perde também a sua autoridade. E o cidadão comum torna-se refém.
Em muitas comunidades, o morador precisa pedir autorização para abrir o comércio, receber uma visita ou simplesmente viver. O tráfico virou autoridade. É ele quem dita as regras, pune, mata, decide quem vive e quem morre. A ausência do Estado foi o convite para a instalação de outro poder: cruel, armado e sem lei.
Como bem escreveu Luiz Eduardo Soares, especialista em segurança pública, “a violência prospera quando o Estado se mostra incompetente ou cúmplice”. E o Brasil, infelizmente, tem sido os dois.
Enquanto isso, o discurso ideológico segue invertendo papéis. O mesmo sistema que enfraquece as polícias glamouriza o criminoso e transforma o bandido em vítima social.
Diante desse cenário, vale olhar para um exemplo fora das nossas fronteiras. Um pequeno país da América Central, El Salvador, mostra que a vontade política muda tudo. O presidente Nayib Bukele decidiu enfrentar as maras, as temidas gangues, com pulso firme, estratégia de Estado e coragem para bancar decisões impopulares.
O resultado é que o país, antes um dos mais violentos do mundo, hoje ostenta índices históricos de redução da criminalidade. Bukele provou que, onde há vontade política, há transformação real.
No Brasil, falta exatamente isso: vontade política.
E é com esse espírito que chegamos à CPI do Crime Organizado, instalada no Senado Federal. Sou membro titular e, desde o início, sabíamos o jogo político que se desenhava. O PT, que sequer assinou o requerimento da CPI, acabou emplacando o presidente da comissão: o senador Fabiano Contarato, aliás, do meu estado.
Abro aqui um parêntese…
Contarato chegou ao Senado em 2019 com discurso de direita, mas rapidamente se alinhou ao PT. É delegado, sim, mas sua atuação sempre esteve ligada à Delegacia de Trânsito, ou seja, lidava com ocorrências envolvendo motoristas embriagados. Não tem histórico de enfrentamento ao crime organizado. E é claro que não será independente ou imparcial. Quem acredita nesse discurso de ser implacável com o crime? Agirá conforme o manual partidário: o de proteger o discurso e esconder os fatos.
Mas nós, parlamentares de direita, estaremos ali para garantir que a verdade não será silenciada. Podem até tentar varrer os fatos para debaixo do tapete, mas o povo vai saber o que está acontecendo. Seremos a voz da coerência dentro dessa comissão. E, sem medo da palavra, seremos os paladinos da verdade
Magno Malta é senador da República. Foi eleito por duas vezes o melhor senador do Brasil.
Pleno News
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6ª edição do Ópera LEM é realizada em Luís Eduardo Magalhães
Na manhã desta terça-feira (11), foi realizada em Luís Eduardo Magalhães a 6ª edição do Ópera LEM, no Hospital Municipal Miriam Borges.
O evento, que vem se consolidando como um sucesso desde sua primeira edição, contou com a presença do prefeito Junior Marabá, que fez questão de agradecer a toda a sua equipe pelo empenho e dedicação.

Durante seu discurso, o prefeito destacou de forma especial o trabalho do chefe de gabinete e vereador licenciado Adê Cerrado, ressaltando sua importância na gestão municipal. Em meio ao público, um participante chegou a comentar: “Adê hoje é mais que chefe de gabinete, é o verdadeiro conselheiro do prefeito Junior Marabá.”
A 6ª edição do Ópera LEM reforça o compromisso da administração municipal com a saúde pública e com o bem-estar da população de Luís Eduardo Magalhães.
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