Agro inteligente: Fertilizante mineral ganha destaque com tema da Bahia Farm Show

Tema da Bahia Farm Show 2025, a agricultura sustentável e regenerativa é um dos assuntos mais discutidos atualmente no cenário nacional do agronegócio. Com mais de 160 mil visitantes em seis dias de Feira, o evento colocou em pauta a adoção de boas práticas no campo e o uso de insumos biológicos e naturais para a manutenção dos recursos, citando como última novidade entre eles o produto chamado de remineralizador de solo.

Chamado de tecnologia natural, o produto é utilizado como um fertilizante, alterando as propriedades físico-químicas do solo e ampliando sua capacidade produtiva. Fruto de discussões e debates sobre regeneração na agricultura, o pó de rocha remineralizador está sendo adotado em diversas propriedades e regiões pelo Brasil.

Representante da Vulcano Agrominerais, empresa responsável pela produção do insumo de mesmo nome, Gustavo Paes esteve presente na Bahia Farm Show, realizando reuniões institucionais e fomentando parcerias para a instituição.

“Aqui nós temos interação com produtores, consultores, técnicos e instituições. Essas relações são bem importantes para fortalecer o nosso propósito, que é contribuir com o futuro da agricultura”, afirmou o Diretor de Novos Negócios do Grupo Civil, dono da Vulcano Agrominerais.

A tecnologia
Extraído da rocha granulito, o remineralizador produzido pela empresa é adotado em mais de 12 estados brasileiros e foi testado por cerca de 100 produtores, sendo o único no Brasil certificado pelo Ministério da Agricultura.

Embasado no conceito de agricultura regenerativa, o remineralizador é essencial para promover a resiliência da produção agrícola, de acordo com Gustavo. “É um produto que oferece aumento de produtividade e redução de custo para o produtor, atrelado à sustentabilidade e ao compromisso em reduzir a nossa dependência do fertilizante tradicional”, enfatiza.

A empresa defende que a utilização de insumos de forma consorciada pode resultar em ganhos de produtividade expressivos e aumento de rentabilidade para o produtor. “Isto já foi comprovado em mais de 30 culturas e 8 mil hectares onde o Vulcano foi aplicado”, revela Gustavo Paes.

A Vulcano Agrominerais
A Vulcano Agrominerais é a empresa responsável pela produção do Vulcano, o primeiro remineralizador de solos do Norte e Nordeste brasileiro, produzido na Bahia. A mina de extração fica localizada em Salvador/BA, próxima aos principais portos nacionais, rotas de transporte e com logística privilegiada. A empresa distribui o Vulcano com foco no atendimento da demanda nacional por sustentabilidade e uso de produtos naturais, ampliando recentemente sua atuação nas principais regiões produtivas do País, a exemplo do oeste baiano.

Assessoria de Imprensa

Barreiras: 83ª CIPM apreende drogas no bairro Vila Brasil

Policiais militares realizavam rondas no bairro Vila Brasil, em Barreiras, quando abordaram um indivíduo em atitude suspeita. O homem estava agachado ao lado de uma mochila, na porta de uma residência, e, ao perceber a presença da guarnição, tentou se desfazer da mochila, arremessando-a para dentro do imóvel.

Durante a abordagem, os policiais perceberam um forte odor característico de substância entorpecente nas proximidades. Ao verificar a mochila, foram encontrados aproximadamente 146 gramas de material análogo à maconha e cerca de 338 gramas de substância semelhante ao crack, além de uma balança de precisão, duas facas tipo serra, um aparelho celular e uma quantia em dinheiro.

Diante dos fatos, o suspeito recebeu voz de prisão, foi informado sobre seus direitos constitucionais e conduzido à Delegacia de Polícia Civil, onde foram adotadas as medidas cabíveis. Toda a ação ocorreu sem a necessidade de uso de algemas.

Ascom CPR-O

Gleisi sobre taxar LCI: “Não pode pagar um pouco de imposto?”

Ministra chamou reclamações de “injustas”

Deputada Gleisi Hoffmann Foto: Lula Marques/ Agência Brasil

A ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, chamou de “gritaria” as manifestações de insatisfação sobre a taxação das LCA (Letras de Crédito do Agronegócio) e LCI (Letras de Crédito Imobiliário), como compensação para o recuo do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras). Em entrevista ao Valor Econômico, a petista descreveu as reclamações como “injustas” e questionou por que alguns setores “não podem pagar um pouco de imposto”.

– Não compreendo a gritaria sobre isso. Nós estamos falando de cobrar imposto de rentista. Hoje nós temos, entre esses fundos, R$ 1,7 trilhão [em benefícios]. Por que não pode pagar um pouco de imposto? Não é o agricultor que vai pagar imposto. Aliás, essas letras são interessantes. Porque o que elas captam, 50% vão para financiar a atividade produtiva e 50% ficam na instituição financeira. O rentista ganha dos 2 e não paga nada. O trabalhador médio, uma empregada, uma professora, pode pagar até 27,5% de Imposto de Renda. Então, é uma gritaria muito injusta – disse ela.

A ministra ainda descreveu as medidas como “estruturantes” porque “elas atacam privilégios tributários”.

– São medidas para que setores que não pagam nenhum tipo de imposto ou pagam pouco passem a pagar mais. E são setores com muito dinheiro. Combater privilégios, para mim, é estruturante, porque isso drena os recursos do Orçamento, além de ser uma injustiça do ponto de vista social e econômico – assinalou.

Gleisi também afirmou que, caso o Congresso decida derrubar as medidas tributárias tomadas pelo governo, a gestão federal fará um contingenciamento cortando emendas parlamentares.

– Nós estamos acreditando que as medidas que estamos enviando sejam aprovadas, se não integralmente como estão, em sua maioria. Mas sempre caberá ao Congresso 25% do contingenciamento, porque as emendas parlamentares são parte dos recursos discricionários. Eles [congressistas] já estão impactados com o corte que foi feito. O Congresso aprovou essas regras, então bate aqui e bate lá – assinalou.

Pleno News

Riachão das Neves: 86ª CIPM cumpre mandado de prisão por importunação sexual, estupro e ameaça

No final da manhã deste domingo, 15, por volta das 11h30, a 86ª CIPM cumpre mandado de prisão por importunação sexual, estupro e ameaça no Povoado da Baixa Grande, em Riachão das Neves.

A guarnição de motopatrulhamento do 2º Pelotão da 86ª CIPM em conjunto com o Pelotão de Emprego Tático Operacional recebeu informação sobre o paradeiro de um foragido da justiça, de 41 anos, que estaria homiziado no Povoado da Baixa Grande, zona rural de Riachão das Neves.

Contra ele havia mandado de prisão em aberto, expedido pela 1ª Vara de Execuções Penais/DF – TJDFT, em razão de condenação definitiva a 13 anos, 8 meses e 15 dias em regime inicialmente fechado pelos crimes de importunação sexual (art. 215 do Código Penal), estupro (art. 217 do Código Penal) e ameaça (art. 147 do Código Penal).

De posse das informações e do mandado judicial, a equipe deslocou-se ao local indicado e logrou êxito na localização do foragido, que foi imediatamente abordado e recebeu voz de prisão.

O indivíduo foi conduzido à Central de Flagrantes, onde foi formalizado o cumprimento da ordem judicial. Em seguida, será encaminhado ao Conjunto Penal de Barreiras, onde cumprirá pena

86ª CIPM

Abertas as inscrições para os programas CNH na Escola e CNH da Gente


Estão abertas as inscrições para os programas CNH na Escola e CNH da Gente, que oferecem a oportunidade de tirar a primeira habilitação totalmente gratuita. A informação foi divulgada nesta segunda-feira (16) pelo vereador Adê Cerrado, por meio de suas redes sociais.

Segundo o vereador, essa é uma grande chance para jovens e pessoas de baixa renda realizarem o sonho da carteira de motorista sem arcar com os custos do processo.

“Aproveite a oportunidade pode não bater duas vezes na mesma porta, destacou Adê Cerrado.

O edital com todos os detalhes, requisitos e prazos está disponível no site oficial do programa. As vagas são limitadas.


📌 Para acessar o edital e fazer a inscrição, acesse o link. http://www.ba.gov.br/comunicacao/editais/cnh.

Assessoria de comunicação

CPN Vilma Ramos Guerra é referência em parto humanizado; saiba como funciona a vinculação

O Centro de Parto Normal Vilma Ramos Guerra, da Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães, é um sucesso, resultado do trabalho constante de uma equipe comprometida. Desde a sua inauguração, em 19 de julho de 2022, 718 crianças nasceram de forma humanizada e natural na unidade.

“Nós temos percebido que a nossa casa tem sido muito bem-vista pela população de Luís Eduardo. Muito bem aceita e muito bem comentada. E o nosso objetivo é que cada vez mais nós continuemos atendendo com excelência, amor e carinho todos que aqui vão chegar”, ressaltou a coordenadora Silmara Regina Grisa.

Para que a futura mãe tenha o seu bebê no CPN, alguns critérios são levados em consideração no momento da vinculação, como idade, semanas de gestação, a realização de exames e ultrassons, dentre outros aspectos. Confira o passo a passo:

  • Agendamento de consulta na unidade a partir de 30 semanas;
  • Avaliação dos exames e ultrassons por parte das enfermeiras obstétricas da unidade;
  • Idade da mãe: entre 16 a 40 anos;
  • Gestação de risco habitual (baixo risco);
  • São aceitas gestantes independentemente da quantidade de gestações anteriores, porém, caso a mulher já tenha sido submetida a cesariana, será aceita uma única cesariana prévia, com idade maior ou igual a 3 anos na data da gestação a termo (37 semanas);
  • Gestantes que fizeram o pré-natal na rede particular também podem parir no CPN, desde que tenham o cartão do SUS atualizado.

Estrutura
O Centro de Parto Normal dispõe de cinco ambientes para os nascimentos, construídos visando o bem-estar da mãe, do recém-nascido e dos acompanhantes. No local são utilizados métodos não farmacológicos para alívio da dor. Além dos diversos tipos de acompanhamento, encontros e orientações, as mães recebem um plano de parto onde indicam quais procedimentos aceitam passar durante o nascimento do bebê.

Contatos

  • (77) 99956-5497
  • cpnlem2021@gmail.com                              – Endereço: Praça Arnaldo Horácio Ferreira, Quadra E, Lote 4-A – Bairro Mimoso (Próximo à UPA).