A Prefeitura Municipal de Luís Eduardo Magalhães, por meio da Secretaria de Saúde, realiza nesta semana mais uma campanha de doação de sangue em parceria com o Hemoba, reforçando o compromisso com a vida e com a solidariedade.
As coletas – que iniciarão neste dia 12, quarta-feira, acontecerão até sexta-feira, dia 14 de novembro, no Posto de Saúde Ceni dos Santos Fraga, ao lado do Hospital Municipal, das 8h30 às 12h e das 13h às 16h30.
A ação é uma parceria da Secretaria de Saúde com a Hemoba, cooperativas locais e o Banco Sicredi, e tem como meta coletar cerca de 300 bolsas de sangue durante os três dias de campanha. A iniciativa contribui para manter os estoques do Banco de Sangue do município e de toda a região.
O Diretor de Assistência à Saúde, Jerri Adriano, destacou a importância do banco de sangue local. “Com a chegada do nosso Hospital tivemos o aumento do uso de sangue para os nossos mais de 110 leitos. Com isso tivemos também a chegada do nosso Banco de Sangue, que nos garante um estoque de até 300 bolsas.”
“Isso é muito importante na questão da celeridade do atendimento, considerando que anteriormente, tínhamos que destinar uma ambulância para Barreiras, que na logística, levaria de 4h a 5h para chegar com a bolsa de sangue. Hoje, tendo essa reserva aqui no município, temos uma celeridade no tratamento e a melhora da qualidade da assistência”, disse o diretor Jerri Adriano.
A Secretaria de Saúde vem intensificando as campanhas de doação, com o objetivo de estimular o hábito da doação voluntária e habitual entre os moradores. Cada doador pode ajudar até quatro pessoas e o gesto simples de doar pode salvar vidas.
A programação prevê que em 2026 as campanhas sejam realizadas com ainda mais frequência em Luís Eduardo Magalhães, fortalecendo essa corrente de solidariedade que já é marca da população luiseduardense.
Na noite desta terça-feira, 11, policiais militares do 27º BPM prenderam um homem de 47 anos foragido da Justiça do Estado da Bahia por possuir mandado de prisão expedido pela Vara do Júri da Comarca de Feira de Santana por possuir pena restante de 16 anos e seis meses de prisão pela prática do crime de homicídio.
A ação ocorreu em Luís Eduardo Magalhães e se deu após informações do CICOM-Barreiras dando conta de alerta do sistema de reconhecimento facial emitido pelo vídeo monitoramento da SSP-BA.
Nessa terça-feira (11), a Delegacia Territorial de Riachão das Neves, com o apoio do GATTI/Oeste, cumpriu o Mandado de Busca, Apreensão e Internação Provisória nº 8001002-29.2025.8.05.0210, expedido pelo juízo competente, em desfavor de um menor de 14 anos de idade, residente no povoado de Areias, zona rural do município de Riachão das Neves/BA.
O mandado teve origem em fato ocorrido no mês de outubro do corrente ano, quando o adolescente teria conectado um fio de energia elétrica à corrente da porta da residência de seu avô paterno, de 84 anos, com a provável intenção de provocar choque elétrico na vítima.
O menor já possuía outras ocorrências registradas, envolvendo disparo de arma de fogo, furtos e ameaças, o que motivou a representação pela medida de internação provisória.
Após o cumprimento do mandado, o adolescente foi encaminhado ao Complexo Policial de Barreiras, onde permanece à disposição da Justiça para as providências cabíveis.
A Polícia Civil da Bahia reafirma seu compromisso com a aplicação da lei, a proteção das vítimas e a preservação da ordem pública.
Crime ocorreu na noite de terça-feira (11); vítima possuía diversas passagens pela polícia
Na noite desta terça-feira (11), um homem identificado como Alex Reis, de 35 anos, foi morto a tiros dentro de sua residência, localizada na Rua Comandaru, no bairro Vila Brasil, em Barreiras (BA).
De acordo com informações da Polícia Militar, por volta das 22h30, a guarnição da 83ª CIPM foi acionada pelo CICOM após denúncias de disparos de arma de fogo na região. Ao chegar ao local, os policiais encontraram a vítima já sem vida, com múltiplas perfurações provocadas por arma de fogo.
Testemunhas relataram que dois homens em uma motocicleta de cor preta, com placa não identificada, chegaram ao local, efetuaram os disparos e fugiram logo em seguida.
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) esteve na residência e confirmou o óbito. O Departamento de Polícia Técnica (DPT) foi acionado para realizar a perícia e remover o corpo.
Ainda segundo informações policiais, Alex Reis possuía 17 registros de ocorrências anteriores, incluindo roubos, furtos, arrombamentos de lojas, tráfico de drogas e roubo a coletivo urbano.
O caso será investigado pela Delegacia de Homicídios de Barreiras.
Homem de 25 anos confessou o crime e indicou o local onde havia enterrado o corpo da vítima, desaparecida desde abril de 2025
Em mais uma operação de inteligência e integração entre forças policiais, agentes do GATTI Oeste (Grupo de Apoio Técnico e Tático à Investigação), da DIRPIN Oeste/Chapada (Diretoria Regional de Polícia do Interior) e do Grupo de Investigação de Homicídios da Polícia Civil de Goiás, em conjunto com a 11ª Coorpin (Coordenadoria Regional de Polícia do Interior) da Polícia Civil da Bahia, prenderam na tarde desta terça-feira, 11, um homem de 25 anos suspeito de homicídio e ocultação de cadáver.
O crime, que ocorreu em abril de 2025, vitimou um idoso na cidade de Novo Gama (GO) e teve grande repercussão à época. O investigado, havia sido ouvido durante as investigações, mas negou qualquer envolvimento.
Com o avanço das apurações, a polícia constatou diversas contradições em seu depoimento e reuniu provas concretas de sua participação no desaparecimento da vítima. Diante disso, o Tribunal de Justiça de Goiás expediu um mandado de prisão temporária contra o suspeito.
Após o mandado ser emitido, o homem fugiu e passou a se esconder na região oeste da Bahia. Um intenso trabalho de inteligência foi conduzido pelas polícias civis de Goiás e da Bahia, culminando na localização do suspeito em uma empresa na zona rural de Barreiras. Ele foi preso sem oferecer resistência.
Durante novo interrogatório, o acusado confessou o crime e indicou o local onde havia enterrado o corpo da vítima. Por volta das 17h, equipes da Polícia Civil de Goiás confirmaram a localização do cadáver, que foi encontrado nos fundos da residência onde o homicídio ocorreu, enterrado próximo a um muro.
O preso foi apresentado no plantão da 1ª Delegacia Territorial de Barreiras e permanece à disposição da Justiça.
Na segunda-feira (10), por volta das 17h00, a guarnição de Serra Dourada recebeu informação de que o suspeito do feminicídio de M. M. da S., ocorrido em Sítio do Mato às 15h00, havia sido visto no povoado de Traíras conduzindo uma motocicleta.
A equipe deslocou-se até o local e, após novas informações, chegou ao povoado de Siríaco, onde localizou um indivíduo com as características repassadas. Ao perceber a presença policial, o suspeito tentou se esconder em uma residência, mas foi cercado e abordado.
Identificado como L. O. dos S., o homem confessou o crime, informando ter descartado a arma às margens da estrada, sem que esta fosse localizada. O suspeito também indicou o local onde havia deixado a motocicleta HONDA/CG 125 Titan que foi usada na fuga.
Com apoio do PETO, o veículo foi encontrado no povoado de Vila Nova, apresentando sinais de identificação adulterados.
Diante dos fatos, o autor e a motocicleta foram conduzidos à Delegacia de Polícia de Santa Maria da Vitória para as medidas cabíveis.
A ação foi realizada pela Cippa Lençóis após denúncia de caça ilegal
Uma guarnição da Companhia Independente de Polícia de Proteção Ambiental (Cippa) Lençóis apreendeu seis armas de fogo no povoado de Vila Quixaba, no município de Morpará.
Os militares realizavam rondas, quando receberam uma denúncia de que um indivíduo estaria praticando caça ilegal de animais silvestres. Um suspeito foi localizado e admitiu o crime.
Com ele, foram apreendidos um revólver calibre 32, cinco espingardas, sendo três de fabricação caseira, uma de calibre 12 e outra de calibre 36, além de uma espingarda de pressão, munições de diversos calibres e mais de 6kg de carne de caça ilegal.
O indivíduo foi encaminhado para a delegacia que atende à região, onde a ocorrência foi registrada.
Precisamos falar com seriedade sobre como o Estado se rendeu ao medo, à omissão e à ideologia
CPI do Crime Organizado Foto: Andressa Anholete/Agência Senado
Se eu dissesse “nada”, talvez bastasse para resumir o sentimento geral de quem acompanha a política brasileira. Mas a verdade é que não posso encerrar o artigo assim. Precisamos falar com seriedade em relação ao crime organizado no Brasil e sobre como o Estado se rendeu ao medo, à omissão e à ideologia.
Falo com a autoridade de quem esteve, há 25 anos, na linha de frente da CPI do Narcotráfico, na Câmara dos Deputados. Naquele tempo, o tráfico era, essencialmente, comércio de drogas
No entanto, o que aquela CPI revelou, pela primeira vez, foi que o problema não era apenas policial, mas também político, econômico e social. Já havia infiltração do crime no Estado, no financiamento de campanhas e na corrupção em delegacias. O diagnóstico foi feito, mas o tratamento nunca veio.
Afinal, o Brasil é um país que investiga, mas não corrige. A CPI de 1999/2000 cumpriu seu papel. O Estado, não.
O tempo passou, e o que antes eram facções se transformou em organizações criminosas com estrutura empresarial: dominam presídios, comunidades e até instâncias de poder. O que antes era tráfico, hoje é poder paralelo. O crime governa territórios, cobra impostos, impõe regras, regula o comércio, o transporte, o gás e até a internet. Criou-se um “Estado dentro do Estado”
Hoje, o tráfico é apenas a vitrine. A verdadeira fonte de renda das facções está no domínio territorial. Elas cobram pedágio de motoboys e vans, exploram ambulantes, controlam o preço do gás e até da conexão de internet.
Além do narcotráfico, expandiram-se para o roubo de cargas, fraudes financeiras, pirataria digital e lavagem de dinheiro. Trata-se de uma economia subterrânea multibilionária.
Por isso, combater o crime organizado deixou de ser um problema policial. É uma questão de soberania nacional. Afinal, quando o Estado perde o controle sobre partes do seu território, perde também a sua autoridade. E o cidadão comum torna-se refém.
Em muitas comunidades, o morador precisa pedir autorização para abrir o comércio, receber uma visita ou simplesmente viver. O tráfico virou autoridade. É ele quem dita as regras, pune, mata, decide quem vive e quem morre. A ausência do Estado foi o convite para a instalação de outro poder: cruel, armado e sem lei.
Como bem escreveu Luiz Eduardo Soares, especialista em segurança pública, “a violência prospera quando o Estado se mostra incompetente ou cúmplice”. E o Brasil, infelizmente, tem sido os dois.
Enquanto isso, o discurso ideológico segue invertendo papéis. O mesmo sistema que enfraquece as polícias glamouriza o criminoso e transforma o bandido em vítima social.
Diante desse cenário, vale olhar para um exemplo fora das nossas fronteiras. Um pequeno país da América Central, El Salvador, mostra que a vontade política muda tudo. O presidente Nayib Bukele decidiu enfrentar as maras, as temidas gangues, com pulso firme, estratégia de Estado e coragem para bancar decisões impopulares.
O resultado é que o país, antes um dos mais violentos do mundo, hoje ostenta índices históricos de redução da criminalidade. Bukele provou que, onde há vontade política, há transformação real.
No Brasil, falta exatamente isso: vontade política.
E é com esse espírito que chegamos à CPI do Crime Organizado, instalada no Senado Federal. Sou membro titular e, desde o início, sabíamos o jogo político que se desenhava. O PT, que sequer assinou o requerimento da CPI, acabou emplacando o presidente da comissão: o senador Fabiano Contarato, aliás, do meu estado.
Abro aqui um parêntese…
Contarato chegou ao Senado em 2019 com discurso de direita, mas rapidamente se alinhou ao PT. É delegado, sim, mas sua atuação sempre esteve ligada à Delegacia de Trânsito, ou seja, lidava com ocorrências envolvendo motoristas embriagados. Não tem histórico de enfrentamento ao crime organizado. E é claro que não será independente ou imparcial. Quem acredita nesse discurso de ser implacável com o crime? Agirá conforme o manual partidário: o de proteger o discurso e esconder os fatos.
Mas nós, parlamentares de direita, estaremos ali para garantir que a verdade não será silenciada. Podem até tentar varrer os fatos para debaixo do tapete, mas o povo vai saber o que está acontecendo. Seremos a voz da coerência dentro dessa comissão. E, sem medo da palavra, seremos os paladinos da verdade
Magno Malta é senador da República. Foi eleito por duas vezes o melhor senador do Brasil.
6ª edição do Ópera LEM é realizada em Luís Eduardo Magalhães
Na manhã desta terça-feira (11), foi realizada em Luís Eduardo Magalhães a 6ª edição do Ópera LEM, no Hospital Municipal Miriam Borges.
O evento, que vem se consolidando como um sucesso desde sua primeira edição, contou com a presença do prefeito Junior Marabá, que fez questão de agradecer a toda a sua equipe pelo empenho e dedicação.
Durante seu discurso, o prefeito destacou de forma especial o trabalho do chefe de gabinete e vereador licenciado Adê Cerrado, ressaltando sua importância na gestão municipal. Em meio ao público, um participante chegou a comentar: “Adê hoje é mais que chefe de gabinete, é o verdadeiro conselheiro do prefeito Junior Marabá.”
A 6ª edição do Ópera LEM reforça o compromisso da administração municipal com a saúde pública e com o bem-estar da população de Luís Eduardo Magalhães.
Na manhã desta terça-feira (11), o prefeito Júnior Marabá, acompanhado do secretário municipal de Saúde, Dr. Pedro Henrique, deu início à 6ª edição do programa Ópera LEM, iniciativa que tem transformado a vida de muitos moradores do município.
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O evento contou com a presença dos vereadores Daniel Farias, Tuxa e Luan Teixeira; do secretário de Sustentabilidade, Kenny Henk; do secretário de Educação, Jefferson Café; do ex-vereador, Nei Vilares e atual Secretario Municipal de Desenvolvimento Econômico; do chefe de Gabinete Adê Cerrado; secretária e primeira-dama Sinthya Borges; secretário de Segurança Pública , João Paulo com sua equipe, secretário de agricultura, Jaime Cappellesso.
Durante a ação, foi possível observar a grande quantidade de pacientes que aguardavam com expectativa pelo procedimento cirúrgico, demonstrando a importância e o alcance social do programa.
A equipe do JB Notícias conversou com alguns pacientes, que expressaram gratidão e alegria por participarem da iniciativa. “Estou muito feliz por estar aqui e realizar esse sonho com o apoio da Prefeitura e da Secretaria de Saúde”, relatou uma das pacientes. Outros também agradeceram ao prefeito Júnior Marabá e ao secretário Dr. Pedro Henrique pelo empenho e compromisso com a saúde pública.
Nesta edição, estão previstas 48 laqueaduras e 77 vasectomias, a serem realizadas ao longo de três dias.
O Ópera LEM já se consolida como um marco em Luís Eduardo Magalhães, contribuindo para reduzir a fila de espera por cirurgias eletivas e fortalecendo o compromisso da gestão municipal com uma saúde pública de qualidade e acessível a todos.