O jovem encontrado morto na madrugada deste sábado (17), na rua Juscelino Kubitscheck, no bairro Jardim Paraíso, em Luís Eduardo Magalhães, foi identificado como Rian Jesnney Souza Silva, de 20 anos, natural de Feira de Santana.
De acordo com as primeiras informações, Rian teria sido vítima de um possível acidente de trânsito ocorrido por volta das 5h, quando retornava do trabalho. Ele atuava como garçom em um bar no próprio bairro.
A ocorrência já havia sido noticiada anteriormente pelo JB Notícias, mas, maís cedo, a vítima ainda não havia sido identificada. As circunstâncias do caso serão investigadas pelas autoridades competentes.
Postagens de IA relacionadas a pré-candidatos já proliferam nas redes sociais
Prédio do TSE Foto: Antonio Augusto / Ascom / TSE
Entre a realização de audiências públicas e o final do prazo para definir as regras para as eleições de 2026, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) terá apenas um mês para analisar as sugestões da sociedade civil e de plataformas digitais, debater o texto internamente entre os ministros e aprovar as resoluções propostas pelo ministro Kássio Nunes Marques.
Enquanto as novas regras não saem, já proliferam nas redes sociais conteúdos adulterados relacionados aos pré-candidatos, como o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
Antes de cada eleição, o TSE edita resoluções para atualizar as normas que regem o pleito. As regras tratam sobre temas como propaganda e ilícitos eleitorais, além de atos gerais do processo, fiscalização e auditoria. Especialistas esperam atualizações sobre redes sociais e influenciadores digitais, mas a mudança mais aguardada está relacionada aos contornos do uso da inteligência artificial (IA) nas campanhas.
Em 2024, diante do avanço da IA, o TSE editou pela primeira vez regras que exigem a rotulagem de conteúdos criados com auxílio dessa tecnologia e proíbem o uso dos chamados deepfakes no contexto eleitoral. As resoluções foram relatadas pela ministra Cármen Lúcia, que hoje é presidente do Tribunal.
As regras valeram para as eleições municipais daquele ano e seguem em vigor até que o TSE edite novas normas. Para 2026, especialistas aguardam uma regulamentação mais precisa e tecnicamente atualizada, capaz de proteger o eleitor de conteúdos que possam de fato influenciar na liberdade de voto e conter a disseminação em massa dessas postagens.
As audiências públicas para receber sugestões da sociedade civil foram marcadas para os dias 3, 4 e 5 de fevereiro. O TSE vai divulgar as minutas das resoluções para consulta do público na próxima segunda-feira (19). De acordo com a lei eleitoral, o último dia para aprovação do texto é 5 de março.
O TSE nega qualquer atraso no processo de edição das resoluções eleitorais. A portaria que nomeou Nunes Marques como relator das resoluções saiu no dia 15 de dezembro, assinada por Cármen Lúcia. Nos quatro últimos pleitos (2018, 2020, 2022 e 2024), a designação do relator ocorreu antes, entre março e setembro do ano que antecedeu as eleições.
A aprovação das normas também costumava ocorrer no ano anterior, entre novembro e dezembro. Em 2024, a aprovação foi em 27 de fevereiro do ano eleitoral, mas as minutas estavam disponíveis para consulta desde o dia 4 de janeiro. O documento, assinado no dia 15 do mês passado, também criou um grupo de trabalho (GT) para iniciar os estudos sobre as regras do pleito de 2026.
Em nota, o Tribunal afirmou que “todos os trâmites e prazos observados pelo TSE estão rigorosamente dentro do cronograma legal”. Também ressaltou que a designação do relator é uma formalização, já que, como de praxe, o ministro que ocupa a vice-presidência é sempre o responsável por relatar as resoluções que regerão o pleito seguinte.
A assessoria da Corte eleitoral também afirmou que a portaria que criou um GT para discutir as regras das eleições de 2024 foi publicada somente em 19 de dezembro de 2023, “um dia antes do recesso forense e em data posterior à deste ano, o que reforça que não houve qualquer atraso no atual processo”.
CONTEÚDOS MANIPULADOS JÁ CIRCULAM Com a aproximação das eleições de outubro, imagens de pré-candidatos editadas ou geradas por IA já se tornaram recorrentes nas redes sociais. No início desta semana, uma foto manipulada do presidente Lula “musculoso” foi compartilhada por petistas na internet. Em um post no X, o deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) compartilhou a imagem.
Em novembro do último ano, circulou nas redes um vídeo falso que mostrava o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), dizendo que pediu a prisão do senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato ao Planalto.
Também circulam nas redes sociais diversas imagens de Lula adulteradas para sugerir que ele estaria alcoolizado. Em junho do ano passado, um vídeo manipulado digitalmente que mostrava o presidente embriagado na cúpula do G7 no Canadá alcançou centenas de milhares de visualizações no TikTok.
Um homem ainda não identificado foi encontrado morto na madrugada deste sábado (17), por volta das 5h40, na rua Juscelino Kubitschek, próximo a um posto de combustíveis, no bairro Jardim Paraíso, em Luís Eduardo Magalhães, no oeste da Bahia.
Segundo informações, funcionários de uma empresa que chegavam para trabalhar encontraram o corpo caído na calçada e acionaram o SAMU, que confirmou o óbito no local.
A Polícia Militar, por meio do 27º BPM, isolou a área e aguarda a chegada do Departamento de Polícia Técnica (DPT), responsável pela perícia e remoção do corpo ao IML. A causa da morte e a identidade da vítima ainda são desconhecidas. O caso será investigado pela Polícia Civil.
Pedido foi impetrado por advogado que não integra defesa oficial do ex-presidente
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
O ministro Alexandre de Moraes (foto), do Supremo Tribunal Federal (STF), encaminhou nesta sexta-feira, 16, ao ministro Gilmar Mendes, um habeas corpus apresentado em favor da prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Moraes se declarou impedido de analisar o pedido por exercer interinamente a Presidência da Corte durante o recesso do Judiciário, que vai até 31 de janeiro.
Na decisão, o ministro afirmou: “Uma vez que a autoridade apontada como coatora no presente habeas corpus é o próprio ministro responsável pela análise das urgências no período, inviável a apreciação dos pedidos formulados por esta vice-presidência.”
O habeas corpus foi impetrado pelo advogado Paulo Emendabili Souza Barros de Carvalhosa, que não integra a defesa oficial de Bolsonaro.
No pedido, ele solicita que o Conselho Federal de Medicina avalie as condições de atendimento médico no local da custódia e que o ex-presidente possa cumprir eventual pena em regime domiciliar.
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Risco de morte súbita
Como mostramos, a defesa de Jair Bolsonaro apresentou nesta sexta-feira, 16, uma nova petição a Moraes na qual menciona o risco de complicações graves de saúde, inclusive morte súbita do ex-presidente, para reforçar o pedido de prisão domiciliar humanitária.
No documento, os advogados indicam um médico assistente para acompanhar a perícia médica determinada por Moraes na decisão que autorizou a transferência de Bolsonaro para a Sala de Estado Maior do Complexo Penitenciário da Papuda, conhecida como Papudinha.
A defesa também encaminhou uma lista de quesitos à junta médica oficial, com o objetivo de avaliar se o estado de saúde do ex-presidente é compatível com o cumprimento da pena em uma unidade prisional comum.
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Uma operação de rotina da Companhia Independente de Policiamento Especializado (CIPE/Cerrado) resultou na prisão de uma mulher de 25 anos por tráfico de drogas na tarde desta quarta-feira (15). O flagrante aconteceu por volta das 16h40, na Rua Irecê, situada no bairro Santa Cruz, em Luís Eduardo Magalhães/BA.
A intervenção faz parte de uma estratégia contínua da Polícia Militar da Bahia (PMBA) para reduzir os índices de Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLI) na região.
De acordo com o boletim policial, a guarnição realizava rondas na localidade quando avistou a suspeita entregando substâncias ilícitas a uma segunda pessoa em frente a um estabelecimento comercial (prostíbulo).
Durante a abordagem imediata, os policiais encontraram com a mulher porções de cocaína já fracionadas e embaladas para a venda.
Ao ser questionada, a suspeita indicou o seu local de trabalho, onde os militares realizaram uma busca detalhada. No imóvel, foi encontrada uma quantidade significativa de drogas e apetrechos típicos da comercialização de entorpecentes.
Material Apreendido:
Ao todo, a operação retirou de circulação: 1,7 kg de maconha; 710 g de cocaína; 01 balança de precisão; 02 aparelhos celulares; R$ 386,00 em espécie.
A mulher, que não teve a identidade revelada pelas autoridades, foi conduzida juntamente com todo o material para o Distrito Integrado de Segurança Pública (DISEP). Ela permanece à disposição da Justiça e deve responder pelo crime de tráfico de drogas, conforme previsto na Lei 11.343/06.
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