Na noite de terça-feira (21), por volta das 22h58, um condutor foi preso por embriaguez ao volante após se envolver em um sinistro de trânsito na Avenida Eduardo Campos, em Luís Eduardo Magalhães.
O acidente envolveu uma caminhonete e um ciclomotor, onde estavam a condutora e duas crianças. As vítimas foram socorridas pelo SAMU. A condutora e uma criança foram encaminhadas à UPA e ao Hospital do Oeste. Uma criança de 8 anos não resistiu aos ferimentos e foi a óbito.
O condutor da caminhonete recusou o teste do etilômetro e, diante dos sinais visíveis de embriaguez, foi conduzido ao DISEP, onde foram adotadas as medidas legais cabíveis.
Os órgãos de trânsito reforçam que dirigir sob efeito de álcool é crime e coloca vidas em risco.
Em atendimento às demandas apresentadas pelos moradores do bairro Luar do Oeste, e conforme autorização do Prefeito Júnior Marabá, a Secretaria de Segurança e Cidadania realizou a entrega das demandas já solucionadas aos prepostos da comunidade.
As ações executadas refletem o compromisso da gestão municipal com a escuta ativa da população, a eficiência administrativa e o cumprimento das determinações superiores, reforçando o princípio de que missão dada é missão cumprida.
A iniciativa visa garantir melhorias contínuas na qualidade de vida dos moradores, fortalecer a presença institucional do poder público no bairro e assegurar respostas concretas às necessidades apresentadas.
Por fim, a Secretaria de Segurança e Cidadania reafirma seu compromisso em manter o diálogo permanente com a comunidade e seguir atuando de forma integrada para atender às demandas da população.
Agora, contamos com planos de até 900 MEGA de velocidade e um benefício exclusivo chamado: Telemedicina E-Saúde
O que é Telemedicina? Telemedicina é a prática de oferecer serviços médicos e de saúde à distância, ela permite que médicos e outros profissionais da saúde atendam seus pacientes por meio de chamadas de vídeo, telefone ou aplicativos. Ou seja, você pode falar com um médico, tirar dúvidas, receber orientações e até receitas médicas, tudo isso sem precisar sair de casa.
Conheça o Telemedicina E- Saúde: O telemedicina é um benefício onde os clientes da WZnet que possuem planos a partir de 300 MEGA poderão fazer consultas de pronto atendimento com um clínico geral ou pediatra sem sair de casa. Essas consultas são ilimitadas, podendo ser realizadas 24h por dia e 7 dias por semana, de forma totalmente gratuita. Além das consultas gratuitas, o telemedicina conta com o plano individual, onde o cliente tem direito a 2 consultas agendadas com direito a retorno.
A Secretaria de Segurança, por meio da Defesa Civil, em conjunto com a Secretaria de Cidadania e Assistência Social, realizou visita técnica a moradores de Luís Eduardo Magalhães após as chuvas, com o objetivo de avaliar os impactos, prestar orientações e encaminhar as medidas necessárias de apoio e assistência.
Uma mulher, identificada como, Alana Pamela Souza Toudao de 22 anos, foi vítima de disparos de arma de fogo na tarde desta quarta-feira (21), na Rua Ilhéus, no bairro Santa Cruz, em Luís Eduardo Magalhães, nos fundos do Colégio Militar.
De acordo com informações preliminares, dois indivíduos armados efetuaram diversos disparos contra a vítima, que tentou fugir correndo, mas acabou caindo em frente a um mercado, já na Rua América Dourada.
Conforme informações, esta não é a primeira vez que a vítima sofre uma tentativa de homicídio. No dia 06 de abril de 2024, ela foi baleada na rua Seabra, no bairro Florais Léa IV, ficando em estado gravíssimo. Após receber alta médica, ela teria deixado Luís Eduardo Magalhães, retornando à cidade há poucos dias.
A Polícia Militar, por meio do 27º BPM, esteve no local realizando o isolamento da área e colhendo informações para investigação. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) prestou socorro à mulher, que foi encaminhada em estado gravíssimo para HO em Barreiras.
O caso será investigado pelas autoridades competentes.
Muitos mistérios rondam a vida de Cleópatra, a rainha mais famosa do Egito. Há até dúvida sobre sua beleza, retratada nos livros e filmes. Mas, uma coisa é certa: ela estava à frente do seu tempo. Quando o mundo ainda contava o tempo Antes de Cristo, ela já usava batom vermelho e tomava banhos de leite de jumenta. O bicho ameaçado de extinção no Nordeste banhava a pele de uma das mulheres mais importantes da história com a composição que pode ser a salvação do semiárido nordestino. Já conhecido como “ouro branco”, o leite de jumenta é rentável e muito mais nutritivo que o leite de vaca. É, inclusive, o que mais se aproxima do leite materno de nós, os seres humanos.
Se você fez cara de nojinho, imaginando beber leite de jumenta ou, pior, disse um sonoro “lá ele”, saiba que você está muito enganado. Só para se ter uma ideia, o próprio Hipócrates, o Pai da Medicina, dava leite de jumenta a seus pacientes na Grécia Antiga.
Na Europa, não é nenhuma novidade. O consumo é cada vez mais comum e caro: o leite pode custar 50 euros, cerca de R$ 314. Imagine, então, o Nordeste exportando esta iguaria. Imaginou?
No Brasil, é quase impossível conseguir um vendedor. Não existe um comércio formal. Contudo, 2026 promete virar essa chave, inclusive, para abastecer os bancos de leite das UTIs neonatais pelo país, já que o leite se assemelha ao humano. Na Universidade do Agreste de Pernambuco (Ufape), em Garanhuns, cientistas trabalham para que, ainda este ano, o leite de jumenta possa ser utilizado com segurança em unidades de terapia intensiva pediátrica, graças ao seu potencial terapêutico. À frente do grupo de pesquisa, o professor Jorge Lucena explica que todo o processo segue um rígido controle sanitário e de produção. Mas, está bem avançado.
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“Tudo é desenvolvido com base nas boas práticas. Temos um rebanho controlado, vacinado contra as principais enfermidades, além das boas práticas de ordenha e da pasteurização do leite”, diz. Segundo ele, a expectativa é que os testes finais em humanos sejam concluídos em breve, possibilitando o uso do alimento em UTIs neonatais de hospitais pernambucanos ainda no primeiro semestre.
Leite de Jumenta por Divulgação
O leite de jumenta apresenta baixo teor de gordura e calorias, alto teor de lactose e whey proteins, que são proteínas solúveis que facilitam a digestão, além de uma baixa proporção de caseína, a principal responsável pelas reações alérgicas ao leite de vaca. Essa combinação explica porque, em diversos estudos clínicos, entre 82,6% e 98,5% das crianças com alergia à proteína do leite de vaca toleram bem o consumo do leite de jumenta.
Esse perfil nutricional faz dele um candidato valioso como alternativa para indivíduos com alergias alimentares e sensibilidades digestivas, em especial crianças pequenas que não toleram o leite bovino e precisam de uma fonte de nutrientes de fácil digestão. Pesquisas apontam ainda que o leite de jumenta pode modular o microbioma intestinal, aumentar a defesa antioxidante e exercer efeitos anti-inflamatórios, embora a maior parte desses efeitos ainda esteja sendo estudada em modelos experimentais e ainda precisem de ensaios clínicos em larga escala para confirmar benefícios terapêuticos amplos. Mas, convenhamos, é um avanço.
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Cosméticos
O leite de jumenta também é um bom produto para a confecção de cosméticos, sendo benéfico em outro aspecto: não precisa abater o animal, como ocorre atualmente e está dizimando a espécie na região Nordeste.
Os pesquisadores destacam ainda que essa experiência já é realidade em países como a Itália, que serviu de inspiração para o modelo adotado por aqui. “Além do consumo direto, o leite pode ser transformado em derivados cosméticos e alimentos funcionais, contribuindo para o desenvolvimento de cadeias produtivas locais e para a geração de renda complementar aos produtores rurais”, afirma o professor de veterinária Gustavo Carneiro, da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE).
O leite de jumenta é rico em vitaminas (incluindo C e diversas do complexo B) e minerais, e os estudos apontam que esses constituintes podem favorecer hidratação, elasticidade e reparação cutânea (cicatrização), razão pela qual já é ingrediente de cremes, sabonetes e máscaras faciais usados especialmente no mercado europeu e asiático.
Nas plataformas de comércio eletrônico, o leite de jumenta começa a ganhar espaço no nicho fora do país. Consumidores interessados em versões liofilizadas (em pó) ou embaladas para consumo direto já encontram opções em marketplaces globais e em sites especializados em produtos naturais, embora a oferta ainda não é continuada e frequentemente envolve importação.
O interesse crescente também alimenta uma revalorização da asinocultura, a criação de jumentos voltada para produção de leite, como componente de uma economia rural mais diversificada. Com a possibilidade de transformar não apenas o leite, mas também subprodutos como colágeno, gelatina, queijos e biofármacos, a cadeia produtiva associa sustentabilidade, inovação e geração de valor agregado aos pequenos produtores. E, repetimos, preservando a espécie, que não precisa ser abatida – as principais causas para o abate da espécie são a exportação de pele e o desuso do trabalho do jumento no campo por causa da mecanização.
Segundo o zootecnista Alex Bastos, responsável técnico da Nordeste Pecuária, essa mudança de cenário remodela a importância do animal que, apesar de ser um símbolo do Nordeste, é oriundo da África, mais precisamente, da região da Etiópia. “Sem valor econômico e social, o animal doméstico tende ao abandono. Quando passa a ser valorizado, recebe cuidado, manejo adequado e passa a integrar um ciclo produtivo sustentável. O clima, a vegetação da caatinga e a rusticidade do animal formam uma combinação altamente favorável. Com manejo zootécnico adequado, o semiárido se torna uma região extremamente competitiva para a asinocultura”, pondera.
O Brasil pode estar diante de uma nova fronteira na alimentação funcional e na saúde pública, com o leite de jumenta desempenhando um papel que vai muito além da curiosidade histórica de Cleópatra. Luiz Gonzaga, o Rei do Baião, já cantava a importância do animal: “O jumento sempre foi o maior desenvolvimentista do sertão! O jumento é nosso irmão”. Tomando como base que nosso leite se assemelha ao deles, Gonzagão estava certo mesmo.