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Luis Eduardo Magalhães, Barreiras e região - Tudo que é notícia do Oeste Baiano você encontra aqui.
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Enquanto Lula (PT) aposta no impasse, até impedindo diplomatas de negociar o tarifaço de 50%, o presidente Donald Trump fez oferta tentadora a brasileiros que desejem internacionalizar sua empresa, instalando-se nos Estados Unidos com tarifa zero de importação. A oferta é tentadora: ao contrário do Brasil, onde é hostilizado, nos EUA o empreendedor é reconhecido, o mercado próspero e estável, ninguém é esfolado com taxações injustas e não há insegurança jurídica.
A oferta é clara: quem retirar o Brasil do seu dinheiro ou o dinheiro do Brasil, tem a garantia de segurança e crescimento nos EUA.
Trump tenta atrair empreendedores de vários tamanhos, como os mais de 6 mil importadores de produtos brasileiros no país.
A oferta de Trump já movimenta várias empresas brasileiras que dão suporte na imigração e identificam oportunidades de investimento.
Na avaliação desses especialistas, internacionalizar a empresa, a carreira ou o patrimônio é agora uma necessidade urgente.

O Brasil anda tão desmoralizado que até o ditador Nicolas Maduro, espécie de ídolo de Lula, que tem imitado seu discurso e padrão de comportamento, resolveu impor super-tarifaço de até 77% a produtos brasileiros importados pela Venezuela. No Itamaraty diplomatas avaliam que, na cabeça labiríntica do tirano, ao prejudicar produtores e exportadores brasileiros, que correm riscos fazendo negócios com seu pais, a rigor, ele estaria ajudando Lula em sua imaginária “revolução”.
Curioso será observar a reação do petista Lula, que, com certeza, não fará ao amigo Maduro os mesmos insultos que fez a Donald Trump.
Segundo o economista Ricardo Amorim, o super-tarifaço de Maduro ignora o acordo bilateral de 2014 que estabelece isenção de tarifas.
O super-tarifaço de Maduro começa em 15% para alguns produtos, em uma escalada que chega à taxa sideral de 77%.
Empresários brasileiros sugeriram minerais como nióbio e lítio na mesa de negociação do tarifaço, assim como o Brasil exporta minério de ferro e petróleo. A sugestão gerou gritos de Lula contra “Trump malvadão”.
No comércio internacional, países compram comodities uns dos outros, incluindo produtos minerais. Assim como a China importa minério de ferro brasileiro, o Brasil compra fertilizantes e óleo diesel da Rússia.
A primeira-dama Janja deu novo vexame, constrangendo até os petistas mais fanáticos, ao dar risada enquanto olhava para o caixão onde estava o corpo da cantora Preta Gil, no velório. Ria de quê?
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro manifestou apoio à candidatura do senador Efraim Filho (União), ontem, durante a inauguração da sede do PL na Paraíba. Ela preside o PL Mulher.
O deputado estadual baiano estadual Vitor Bonfim (PV), que posa para fotos com o governador Jerônimo Rodrigues (PT), obriga o pagador de impostos a ressarcir R$21,6 mil que gastou em viagem… a Paris.
A Latam continua fiel à atitude da aviação comercial brasileira de maltratar a clientela. Ontem, o vôo 3761 (Maceió-Brasília) decolou com atraso de mais de 1 hora. Não foi falta de avião, foi falta de tripulação,
O presidente do PL de Pernambuco, Anderson Ferreira, afirmou que “o Brasil não parou, andou para trás”. Para ele, Lula, o governo e o STF parecem mais preocupados em perseguir Bolsonaro.
A juíza Graziela Tarpani, da 7ª Vara do Trabalho de Santos (SP), mandou bem endossando a demissão por justa causa um sujeito que apresentou sete atestados para não trabalhar, mas chegou à audiência a bordo de uma moto. E ainda tentou arrancar algum do empregador.
…o tarifaço aos brasileiros, decretados por aqui, já começou há muito tempo.
Coluna de Cláudio Humberto/Diário do Poder
Centro Integrado de Comando e Controle (CICC) dá suporte às equipes e monitora os cumprimentos de ordens judiciais

As Operações Ponto Cego, Dinamus e Barricada, deflagradas na capital baiana e na cidade de Porto Seguro nesta sexta-feira (25), são acompanhadas pela Secretaria da Segurança Pública, Polícias Militar e Civil, além dos setores de Inteligência.
O Centro Integrado de Comando e Controle (CICC) dá suporte às equipes e monitora os cumprimentos de ordens judiciais nas operações de combate às facções envolvidas com tráficos de drogas e armas, homicídios, lavagem de dinheiro, roubos e corrupção de menores.
As ordens judiciais são cumpridas na localidade de Arraial D’Ajuda, na cidade de Porto Seguro. Em Salvador, as ações ostensivas e de inteligência foram reforçadas nos bairros da Federação, São Gonçalo e Tancredo Neves.
“O combate às facções, principais responsáveis pelas mortes violentas no nosso estado, continuará intensificado em todo o estado. Nesta sexta estamos com uma operação integrada da PM, PC, PF e MP em Porto Seguro e também com ações na capital baiana”, destacou o secretário da Segurança Pública, Marcelo Werner.
Acrescentou ainda que as operações continuarão integradas e orientadas pelas unidades de Inteligência. “Atuaremos sempre pautados pela legalidade”, completou Werner.

Na noite desta sexta-feira (25), uma caminhonete modelo Chevrolet S10 foi tomada pelo fogo enquanto trafegava por uma rodovia que liga Luís Eduardo Magalhães à comunidade da Muriçoca, zona rural do município, no oeste da Bahia.
De acordo com as informações obtidas até o momento, o incêndio teve início na parte do motor e se espalhou rapidamente pelo veículo.
As circunstâncias do ocorrido ainda estão sendo apuradas, e nossa equipe permanece em contato com as autoridades para trazer atualizações assim que novas informações forem confirmadas.
Reportagem de Weslei Santos/ Blog do Sigi Vilares

A Venezuela começou a taxar produtos brasileiros com alíquotas que variam ente 15% e 77%. A decisão do regime de Nicolas Maduro recai inclusive sobre produtos com certificação de origem que estariam isentos da taxação. A informação sobre a taxação foi veiculada pela Folha de Boa Vista, de Roraima, e confirmada pela Federação das Indústrias do Estado de Roraima (Fier), segundo publicação da Revista Veja desta sexta-feira (25).
Roraima é o estado mais afetado com a medida, uma vez que faz fronteira com a Venezuela. Segundo a Veja, a Fier não conseguiu confirmar os percentuais das alíquotas aplicadas, pois elas variam a depender de quem seja o exportador e o produto vendido ao país vizinho.
A decisão de Nikolas Maduro descumpre Acordo de Complementação Econômica firmado em 2014 entre Brasil e Venezuela que estabeleceu livre mercado a praticamente todos os produtos comercializados entre os países.
“O Centro Internacional de Negócios (CIN) da Federação das Indústrias do Estado de Roraima (FIER) informa que já iniciou apurações internas para identificar as dificuldades quanto à aceitação dos Certificados de Origem de produtos brasileiros por parte das autoridades venezuelanas. Paralelamente, está em contato direto com as autoridades competentes do Brasil e da Venezuela, em busca de esclarecimentos e soluções rápidas que visem a normalização do fluxo comercial bilateral”, diz nota da Fier.
A Fier ainda “esclarece que, até o momento, os processos de emissão e reconhecimento dos certificados seguem rigorosamente as normas da Associação Latino-Americana de Integração (ALADI) e os termos previstos no Acordo de Complementação Econômica nº 69 (ACE 69), firmado entre os dois países. Reitera o compromisso da FIER com a transparência, a celeridade e o diálogo permanente com os setores envolvidos, a fim de preservar e fortalecer as relações comerciais.”
BNews
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