Homem acusado por diversos furtos e roubos em Barreiras permanecerá preso pela Justiça

A Polícia Civil da Bahia, através da 11° Coorpin-Barreiras-, prendeu o suspeito de ser o autor de inúmeros furtos residenciais ocorridos nos últimos meses na cidade de Barreiras-Ba e preso em flagrante na quinta-feira, 17, permanecerá preso por força de prisão preventiva representada pela Polícia Civil e decretada pela Justiça.

O mesmo foi conduzido ao Complexo Policial de Barreiras pela Polícia Militar na madrugada do dia 17 de julho de 2025. Diante da suspeita de envolvimento em uma tentativa de furto ocorrida naquela mesma madrugada, foi-lhe dada voz de prisão, sendo lavrado o auto de prisão em flagrante delito.

Apesar de, na data de ontem, sexta-feira, 18, a autoridade judiciária ter relaxado o flagrante,seguirá preso preventivamente, nos termos da representação formulada pela Polícia Civil dias antes, com base em um trabalho detalhado de investigação que revela sua suposta atuação reiterada em furtos praticados contra moradores de Barreiras, causando relevante intranquilidade social.

A prisão preventiva foi deferida na data de hoje pelo Poder Judiciário, e tem por finalidade garantir a ordem pública e a continuidade das investigações, além de evitar a reiteração4 criminosa. O custodiado permanece à disposição da Justiça.

11ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior – Barreiras

Corpo é encontrado boiando nas margens do Rio Grande, em Barreiras

Na manhã deste sábado (19), por volta das 10h40, um corpo foi encontrado boiando nas margens do Rio Grande, na zona rural de Barreiras, nas proximidades da ponte do anel viário.

A Polícia Militar foi acionada após denúncia feita por um homem que relatou ter localizado o cadáver e aguardava no local a chegada das autoridades.

A remoção do corpo foi realizada com extrema dificuldade por uma equipe do Corpo de Bombeiros, sendo posteriormente entregue ao Departamento de Polícia Técnica (DPT) para as medidas legais e identificação da vítima.

A ocorrência foi registrada como aparente morte natural. As causas e circunstâncias da morte serão investigadas.

Reportagem de Jadiel Luiz/Blog do Sigi Vilares

Condenado que fugiu do Salão do Tribunal do Júri antes da leitura de condenação é recapturado pela Polícia Civil de Baianópolis

A Polícia Civil da Bahia, através do Policial Civil da Delegacia Territorial de Baianópolis, integrante da 11ª Coorpin/Barreiras, informa que, no dia 15 de julho de 2025, (terça-feira), um indivíduo foi condenado na sessão plenária do Tribunal do Júri em Baianópolis – BA pelo delito de homicídio qualificado por motivo fútil. O condenado evadiu-se do Salão do Tribunal do Júri antes da leitura da sentença que o condenou.

Na tarde de hoje, 18 de julho de 2025, por volta das 13h45min, o condenado foi recapturado pela Polícia Civil de Baianópolis – BA, pelo Investigador de Polícia Civil lotado nesta Delegacia Territorial.

O condenado foi conduzido ao Complexo Policial de Barreiras pela Polícia Civil e será transferido ao Conjunto Penal de Barreiras – BA, onde sua reprimenda será executada. A recaptura do condenado foi lograda com êxito pela bravura dos policiais civis lotados nesta Unidade, garantindo assim a ordem pública e prestando uma resposta efetiva do Estado.

Delegacia Territorial de Baianópolis – BA

Bom Jesus da Lapa sediou o 11° Seminário Regional dos Agentes de Saúde

Aconteceu nos dias 15,16 e 17 de julho o 11° Seminario Regional dos Agentes de Saúde em Bom Jesus da Lapa, com a participação de 42 municípios do oeste da Bahia. O Seminário teve como tema principal “Novas Conquistas e Manutenção dos Direitos” e contou com os seguintes palestrantes:  Dra Ângela Ribeiro (Aposentadoria Urbana); Dr. Noildo Gomes (Aposentadoria própria); Roberto Lima (saude mental) e Zilar portela (importancia do trabalho dos ACS/Ace).


No centro, Leila Brotas, presidente do sindicatos dos agentes de saúde de LEM



O evento foi promovido pelo SINDACS/OESTE Presidente Gilvan Ferreira. Presença da FEDACS/BA (Federacao Bahiana ACS/ACE. Tivemos a participação de Ilda Angélica Presidenta da confederação nacional dos agentes comunitários de saúde e Endemias (conacs)Falando de direitos adquiridos e Aposentadoria especial.

Assessoria de Comunicação

Governo Trump anuncia revogação imediata do visto de Alexandre de Moraes

Familiares e aliados de Moraes também serão afetados

O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, anunciou nesta sexta-feira (18) que vai pedir a revogação dos vistos americanos concedidos ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, bem como aos seus familiares e aliados no tribunal.

De acordo com Rubio, o presidente Donald Trump deixou claro que seu governo responsabilizará estrangeiros que estejam envolvidos em restrições à liberdade de expressão nos Estados Unidos.

Na publicação, Rubio afirmou ter “determinado a revogação imediata” dos vistos de Moraes, de seus familiares diretos e de seus colegas no STF, em defesa da liberdade de expressão.

DIÁRIO DO PODER

Restrições a Bolsonaro têm soma de justificativas, mas tese sobre soberania é ponto frágil


Foto: O Globo

A recente atuação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) justifica a adoção de medidas cautelares como o uso de tornozeleira eletrônica, implementada nesta sexta-feira (18) depois de ordem do STF (Supremo Tribunal Federal), na opinião de especialistas ouvidos pela Folha.

Dentre os argumentos citados pelo ministro Alexandre de Moraes na decisão judicial, porém, o mais frágil é o de atentado à soberania, crime previsto no Código Penal.

A decisão judicial cita no terceiro parágrafo da peça os crimes de coação no curso do processo, obstrução de Justiça e abolição violenta ao Estado democrático de Direito. No texto, há também menção ao delito de atentado à soberania.

Os mesmos crimes são citados em inquérito aberto contra o deputado licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), filho do ex-presidente. Ele é investigado em razão de ofensiva no exterior contra Alexandre de Moraes e outras autoridades.

A ofensiva aumentou na última semana depois de manifestações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que associou a imposição de uma tarifa de 50% sobre produtos brasileiros ao julgamento de Jair Bolsonaro na ação penal a respeito da trama golpista de 2022.
Segundo a decisão do STF, Bolsonaro participaria dos mesmos delitos de Eduardo no exterior. A peça cita financiamento do ex-presidente à estadia do filho nos Estados Unidos, além de entrevistas e postagens feitas.

Por isso, o STF determinou que o ex-presidente use tornozeleira eletrônica, não se ausente da comarca e fique em recolhimento domiciliar durante o período noturno e nos fins de semana, feriados e dias de folga. O ex-presidente também ficou proibido de se aproximar de embaixadas e consulados, de usar as redes sociais e de falar com autoridades estrangeiras, réus e investigados.

Para a advogada criminalista Priscila Pamela Santos, a decisão apresenta indícios de autoria e provas de materialidade dos crimes de coação no curso do processo e obstrução de Justiça.

“Não é mais pelo risco de ocorrer uma prática criminosa, mas já por uma prática consumada em que ficou clara a ação dele [Bolsonaro], aliada ao Eduardo, de coagir o poder Judiciário a fazer uma anistia indevida a partir de ameaças vindas de um país estrangeiro”, diz.
Ela afirma que o crime de atentado à soberania, previsto no artigo 359-I do Código Penal, é mais complexo de avaliar e deve estar “sob apuração”.

Segundo Santos, todas as medidas cautelares impostas foram razoáveis, uma vez que o cenário poderia justificar, inclusive, a prisão preventiva do ex-presidente.

Para Marcelo Crespo, professor e coordenador do curso de direito da ESPM, as restrições a Bolsonaro se justificam em razão do contexto envolvendo o ex-mandatário.

Ele diz que tanto os crimes de abolição violenta do Estado democrático de Direito quanto o de atentado à soberania são os menos embasados na decisão. O primeiro é passível de ser questionado, mas pode ser entendido como plausível a depender da interpretação, avalia.

Já o crime de atentado à soberania seria mais frágil, uma vez que o tipo penal fala em negociar com governo estrangeiro com o fim de provocar atos típicos de guerra. “Não me parecem que são atos típicos de guerra”, diz o especialista.

Para Crespo, o STF avaliou haver risco de fuga em razão das movimentações recentes envolvendo Trump, Bolsonaro e Eduardo. “Estão entendendo que há uma jogada entre pai e filho”, diz, o que também justificaria a busca e apreensão realizada nesta sexta para obtenção de provas.

Tanto Santos quanto Crespo avaliam que a restrição ao contato com investigados e a proibição de uso das redes sociais também se justificam.

“Entendo que são adequadas as medidas, porque a principal forma de comunicação do ex-presidente tem sido pelas redes sociais, que tem um impacto muito grande e traz muita facilidade para se comunicar com a população, mas, em especial, com os seus apoiadores e com quem é que esteja orquestrando junto a ele as suas atividades contra o país”, diz Crespo.

Para o criminalista Guilherme Carnelós, sócio do escritório RCVA e presidente do IDDD (Instituto de Defesa do Direito de Defesa), a movimentação de Bolsonaro pode ser enquadrada como coação e até obstrução. Entretanto ele avalia como difícil falar em atentado à soberania e abolição violenta do Estado democrático de Direito.

Carnelós interpreta como justificáveis as medidas de restrição de horário e de contato com embaixadas e autoridades estrangeiras. Afirma, porém, que a proibição de usar as redes sociais pode ser entendida “como um grau de autoritarismo”.

Para o advogado Renato Vieira, ex-presidente do IBCCrim (Instituto Brasileiro de Ciências Criminais), o monitoramento de Bolsonaro pode ser encarado como necessário para garantir a permanência do réu no domicílio da ação penal, a fim de viabilizar a eventual aplicação da lei. Por isso, ele considera que as restrições impostas foram adequadas.

Vieira, entretanto, faz a ressalva de que considera excessiva a proibição do uso das redes e do contato com outros investigados.
O advogado avalia que as medidas impostas nesta sexta indicam cautela do STF para evitar tumulto em torno de uma eventual prisão do ex-presidente. O cenário de uma prisão preventiva, entretanto, pode acontecer se Bolsonaro descumprir as atuais medidas cautelares.

Folhapress