Na tarde desta quarta-feira (9), por volta das 16h40, equipes da 2ª Companhia do 17º Batalhão de Bombeiros Militar (17º BBM) foram acionadas para combater um incêndio em vegetação na Rua Alagoinhas, no bairro Santa Cruz, em Luís Eduardo Magalhães, Oeste da Bahia.
A ocorrência foi registrada nas proximidades de um ferro-velho. Ao chegar ao local, a guarnição empregou um caminhão de combate a incêndio e utilizou linhas de mangueira para debelar as chamas.
A ação rápida evitou que o fogo se alastrasse e atingisse áreas próximas, reforçando o comprometimento do 17º BBM com a segurança da população, especialmente neste período de estiagem e altas temperaturas, quando o risco de queimadas aumenta consideravelmente.
O presidente Lula (PT) convocou uma reunião de emergência, na noite desta quarta-feira (9), para definir os próximos passos do governo brasileiro após a tarifa de 50% imposta pelo presidente Donald Trump sobre as exportações do Brasil para os Estados Unidos.
Segundo informações, o Ministério das Relações Exteriores foi surpreendido com a decisão, já que se esperava uma tarifa de apenas 10% até então. Há a expectativa de que seja feita uma retaliação proporcional do Brasil contra os produtos os norte-americanos.
Devem participar do encontro o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, entre outros integrantes do primeiro escalão do governo.
A quadrilha junina Tira o Pé da Brasa, representante de Luís Eduardo Magalhães, conquistou o 3º lugar no concurso estadual de quadrilhas juninas, realizado na cidade de Mansidão, nos dias 5 e 6 de julho.
O evento reuniu 12 grupos culturais de diferentes municípios baianos, promovendo o intercâmbio cultural e a valorização das tradições juninas no estado.
Composta por 80 integrantes, a quadrilha Tira o Pé da Brasa foi a grande vencedora do concurso municipal de quadrilhas juninas 2025, promovido pela Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães, e representou o município na competição estadual com grande destaque.
Segundo a proposta, os novos cargos serão custeados com recursos já previstos no Orçamento Geral da União para o STF
A Câmara dos Deputados aprovou no início da madrugada desta quarta-feira, 9, o texto-base de um projeto de lei que cria 160 funções comissionadas de nível FC-6 e 40 cargos de técnico judiciário para atuação como agentes da polícia judicial no Supremo Tribunal Federal (STF).
A proposta ainda depende da análise de destaques, que podem modificar trechos do texto. A matéria aprovada é um substitutivo do relator, deputado Defensor Stélio Dener (Republicanos-RR), ao Projeto de Lei 769/2024, de autoria do próprio Supremo.
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Segundo a proposta, os novos cargos serão custeados com recursos já previstos no Orçamento Geral da União para o STF. Pelo texto, a criação das funções será gradual, a partir de 2025, e estará condicionada à autorização expressa na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e ao quadro específico da Lei Orçamentária Anual (LOA).
Para o relator, a medida fortalece a atuação do Judiciário. “Um Judiciário eficiente, moderno e comprometido com a prestação jurisdicional de excelência é essencial para a garantia dos direitos fundamentais dos cidadãos e para a manutenção do Estado Democrático de Direito”, afirmou Dener.
A proposta gerou críticas de parlamentares da oposição. O deputado Cabo Gilberto Silva (PL-PB) classificou a medida como “imoral e injusta” com os contribuintes. “Aumentar cargos? Aumentar despesas? Só tem 11 ministros com todas essas despesas que já gastam”, afirmou.
Na mesma linha, Carlos Jordy (PL-RJ) disse que a aprovação do projeto representa um “péssimo exemplo”, ao criar um impacto estimado de R$ 8 milhões anuais.“Estamos criando mais despesas para os nossos algozes, que estão violando nossas prerrogativas, perseguindo parlamentares, cometendo abusos, rasgando a Constituição”, declarou.
Até o PSOL foi contrário ao texto. “O projeto não demonstra necessidade de mais 160 funções comissionadas. Os órgãos públicos precisam ter o tamanho necessário para atender bem à população, e defendemos o concurso público como forma de acesso. Este projeto não atende a nenhum dos dois critérios.”
Em defesa da proposta, o deputado Tadeu Veneri (PT-PR) rebateu o argumento de que a criação dos cargos implicaria aumento indevido de despesas. Ele apontou contradição em parlamentares que criticam os novos cargos no STF, mas aprovaram a ampliação do número de deputados na Casa.“Se queriam não aumentar despesa, deveriam ter votado contra o aumento de 513 para 531 deputados”, afirmou.
A Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães instituiu, por meio da Lei Municipal nº 1.172/2025, o Programa de Regularização de Transações Imobiliárias, que concede 50% de desconto no ITBI, o Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis, por um período de 90 dias.
O objetivo do programa é incentivar os proprietários a regularizarem juridicamente a propriedade de seus imóveis, garantindo segurança jurídica e valorização patrimonial.
“Essa é uma oportunidade única para quem ainda não formalizou a transferência definitiva do imóvel. A redução de 50% no ITBI representa um incentivo direto à regularização fundiária, com benefícios para o contribuinte e para o município, que passa a ter um cadastro mais atualizado e regularizado”, destacou o secretário da Fazenda, Willton Novaes.
Como vai funcionar Para se beneficiar do desconto, o proprietário deve emitir a guia do imposto no Setor de Tributos da Prefeitura até o dia 16 de setembro de 2025, e concluir a regularização da transferência no Cartório de Registro de Imóveis até 30 de dezembro de 2025.
Como fazer a adesão Os interessados devem procurar a Diretoria de Tributos, localizada na sede da Prefeitura (Avenida Octogonal, Praça dos Três Poderes – 1º andar), no horário das 8h às 12h e das 14h às 18h. Mais informações podem ser obtidas também pelo site luiseduardomagalhaes.saatri.com.br ou pelo WhatsApp: (77) 3628-9000.
Nesta terça-feira (8), o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse que vai comprovar ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, a necessidade de assegurar o aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). Ele deu declarações durante entrevista a jornalistas, edifício-sede do Ministério da Fazenda, em Brasília (DF).
Haddad afirmou que a equipe econômica está preparando “todos os documentos técnicos” para tratar do assunto.
– Vamos comprovar para o ministro Alexandre que nós estamos evitando planejamento tributário, elisão fiscal, evasão fiscal, que nós atingimos patamares absurdos. São R$ 800 bilhões que estão favorecendo determinados grupos econômicos em detrimento do empresariado nacional – falou Haddad.
Segundo ele, isso “compromete as metas fiscais, a taxa de juros fica alta” e “prejudica o país inteiro”. As informações são do Poder360.
– Qual o sentido de favorecer uns empresários e prejudicar todos? Não faz sentido nenhum – questionou.