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Pastora Carine Carvalho foi atingida por disparo na cabeça
O carro onde estava pastora Carine Carvalho, que foi atingida por um tiro na cabeça enquanto dava carona para um conhecido na Engomadeira, na madrugada deste sábado (5), mesmo após o seu marido, o pastor Manoel Carvalho, ter mostrado a bíblia por homens armados que estavam na Rua Direta quando o casal entrou com o carro no bairro.

Quem confirma a informação é uma fonte policial consultada pela reportagem, que prefere não ser identificada. “Eles estavam dando carona a uma pessoa que mora ali dentro e até se identificaram, informando que eram religiosos e o pastor até mostrou a bíblia para os criminosos. Por isso, conseguiram entrar, mas, na volta, os traficantes atiraram contra eles”, informa.

Apesar da Engomadeira ter atuação do Comando Vermelho (CV), neste caso, os responsáveis pelos disparos seriam criminosos do grupo rival. “Os traficantes de São Gonçalo, do Bonde do Maluco (BDM), estavam tentando um ataque, chamando inclusive os rivais da localidade da Lage e da Candelária, que são do CV. Tudo indica que foram eles que atiraram no carro dos pastores”, completa o policial.

O disparo que atingiu a pastora entrou pela nuca e saiu pela testa, deixando a vítima em estado grave. Por isso, Carine foi conduzida ao Hospital Roberto Santos, onde foi atendida e está internada. Após a ocorrência, a igreja Batista Casa de Oração, fundada pela pastora e pelo marido, pediu orações por ela. “Pedimos que orem por nossa Apóstola Carine! Não cessem de orar porque quanto mais oração, mais PODER!”, escreve a Igreja em publicação.A tragédia, no entanto, não foi pior por pouco. Isso porque os filhos do casal, de 15 e 20 anos, estavam no carro quando os traficantes atiraram. No entanto, os dois e o pastor Manoel Carvalho não foram atingidos.
Jb Notícias/com Correio da Bahia



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Foram R$ 766 milhões captados no primeiro semestre de 2025

O Ministério da Cultura (MinC) informou que a Lei Rouanet captou mais de R$ 765,9 milhões no primeiro semestre de 2025, montante 37,8% maior em comparação com o mesmo período em 2024, quando o valor foi de R$ 556,5 milhões. Trata-se de um recorde histórico para o semestre desde 1993.
A pasta ainda comunicou que foram R$ 223,8 milhões somente no mês de junho, o que representa o maior volume registrado desde a criação da principal política pública de incentivo à cultura no Brasil. Os meses de maio e junho também tiveram captação recorde, com R$ 128 milhões e R$ 226,2 milhões, respectivamente.
Os dados podem ser consultados por meio da plataforma Salic (Sistema de Apoio às Leis de Incentivo à Cultura).
Segundo o governo, há mais 4,6 mil projetos em execução por meio da lei em todo o território nacional. Cada estado e o Distrito Federal contam com ao menos sete projetos culturais beneficiados pela Rouanet.
A ministra da Cultura, Margareth Menezes, afirma que a pasta está nacionalizando e democratizando o “acesso aos recursos de fomento à cultura, sem ultrapassar os limites definidos pela Lei Orçamentária Anual”.
– Estamos cumprindo nosso papel de articular com os setores público e privado em prol do desenvolvimento do setor produtivo cultural do país – assinalou a ministra.
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Empresas teriam recebido recursos desviados de bancos

O Banco Central (BC) suspendeu cautelarmente do Pix três instituições financeiras suspeitas de ter recebido recursos desviados no ataque cibernético contra a provedora de serviços tecnológicos C&M Software. Foram desconectadas do sistema a Transfeera, a Soffy e a Nuoro Pay.
O BC vai apurar se as três empresas têm relação com o ataque, que desviou recursos de contas que os bancos mantêm como reserva na autoridade monetária. A Empresa Brasil de Comunicação (EBC) confirmou que pelo menos R$ 400 milhões foram desviados.
Com duração máxima de 60 dias, a suspensão é prevista pelo Artigo 95-A da Resolução 30 do Banco Central, de outubro de 2020, que regulamentou o Pix. Pela resolução, o BC pode “suspender cautelarmente, a qualquer tempo, a participação no Pix do participante cuja conduta esteja colocando em risco o regular funcionamento do arranjo de pagamentos”.
Sociedade de capital fechado autorizada pelo Banco Central, a Transfeera confirmou que a funcionalidade do Pix foi suspensa. No entanto, a companhia, que atua na gestão financeira de empresas, ressaltou que os demais serviços oferecidos continuam a funcionar normalmente.
– Nossa instituição, tampouco nossos clientes, foram afetados pelo incidente noticiado no início da semana e estamos colaborando com as autoridades para liberação da funcionalidade de pagamento instantâneo – destacou a companhia em nota.
As outras duas instituições suspensas do Pix são as fintechs (empresas financeiras digitais) Soffy e Nuoro Pay. As companhias não são autorizadas pelo BC a fazer parte do Pix, mas participam do sistema instantâneo de transferências em parcerias com outras instituições financeiras. Nenhuma das duas empresas se manifestou até o fechamento da reportagem.
Segundo o Banco Central, a suspensão das instituições do Pix tem como objetivo proteger a integridade do sistema de pagamentos e garantir a segurança do arranjo, até que as investigações sobre o desvio de recursos do sistema financeiro sejam concluídas.
Na noite da última terça-feira (1º), um ataque cibernético nos sistemas da empresa C&M Software, que presta serviços tecnológicos a instituições financeiras, resultou no desvio de recursos de contas reservas que os bancos mantêm no BC para cumprirem exigências legais. O dinheiro foi transferido por Pix e convertido em criptomoedas.
Embora não opere transações financeiras, a C&M conecta várias instituições financeiras ao Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB), operado pelo Banco Central. Na quinta-feira (3), o BC autorizou a empresa alvo do ataque a retomar as operações Pix.
A Polícia Federal, a Polícia Civil de São Paulo e o Banco Central investigam o caso. Em comunicado na página da companhia na internet, a C&M informou que nenhum dado de cliente foi vazado.
Nesta sexta-feira (3), a Polícia Civil de São Paulo prendeu um funcionário da C&M que recebeu R$ 15 mil para dar aos criminosos acesso aos sistemas da empresa. O suspeito confessou ter fornecido a senha de acesso R$ 5 mil e ter recebido mais R$ 10 mil para criar um sistema de acesso aos hackers.
*Com informações da Agência Brasil
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