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Luis Eduardo Magalhães, Barreiras e região - Tudo que é notícia do Oeste Baiano você encontra aqui.
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Na noite deste domingo (10), durante operação conjunta entre os Pelotões Táticos das 83ª e 84ª CIPM, foi deflagrada uma ação no bairro Flamengo, em Barreiras, que resultou na apreensão de drogas, dinheiro, balanças de precisão e uma arma de fogo do tipo espingarda.
A ação integrada reforça o combate ao tráfico de entorpecentes e a retirada de armas ilegais das ruas.
MATERIAL APREENDIDO:
Todo o material apreendido foi encaminhado à 11ª COORPIN, onde as medidas cabíveis foram adotadas.
Ascom CPR-O


A abertura da 23ª OILEM (Olimpíadas Intercolegiais de Luís Eduardo Magalhães) aconteceu na noite desta sexta-feira (08), no Ginásio Poliesportivo José Queiroz Barreto Neto, reunindo 45 delegações de escolas da rede pública municipal, estadual e particular, incluindo a APAE.
O evento, que celebrou o espírito esportivo, evidenciou a força da maior competição intercolegial do Norte e Nordeste do País, realizada pela Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Educação e da Gerência de Desporto Escolar, com o apoio da Liga Desportiva.
A cerimônia contou com o tradicional acendimento da pira olímpica, o juramento do atleta e uma apresentação especial de balé da Class Escola de Dança. Neste ano, a competição reúne 8.400 alunos, de 45 escolas, com o envolvimento de mais de 140 profissionais de Educação Física. Os jogos acontecem entre 18 de agosto e 9 de outubro.


O secretário municipal de Educação, Jefferson Café, destacou a importância do evento para a formação dos jovens: “A OILEM é muito mais que uma competição. É um momento de aprendizado, convivência e superação. Aqui, nossos estudantes desenvolvem valores que vão muito além das quadras e campos”.
O prefeito Junior Marabá também celebrou a abertura: “Ver esse ginásio lotado, com energia e alegria, mostra que o esporte é um grande transformador social. A OILEM é motivo de orgulho para Luís Eduardo Magalhães e vamos continuar investindo para que ela cresça cada vez mais”.
Sobre a OILEM
As Olimpíadas Intercolegiais de Luís Eduardo Magalhães têm como objetivo promover a integração e a inclusão por meio do desporto educacional, envolvendo diversas modalidades esportivas e oferecendo a oportunidade de participação a muitos estudantes. A proposta é despertar o gosto pela prática esportiva, com foco em valores educativos e formativos.


SECOM, Prefeitura de LEM
Texto é assinado pel prestigiada colunista Mary Anastasia O’Graddy

O norte-americano Wall Street Journal, um dos mais influentes do mundo, publicou artigo editorial neste domingo (10), assinado pela colunista Mary Anastasia O’Grady, em que acusa o Supremo Tribunal Federal (STF) de aplicar um golpe de estado no Brasil e o ministro Alexandre de Moraes, principal instrumento dessas decisões, de estar “censurando críticos e prendendo oponentes sem nenhum controle político”. As acusações estão já no título da publicação, “Um golpe de Estado da Suprema Corte do Brasil”, e no subtítulo, onde se refere a censura e prisões políticas.
“A liberdade nas Américas enfrenta um grau de perigo nunca visto desde a Guerra Fria”, escreveu a colunista no artigo publicado no site do WSJ às 16h39 deste domingo, horário de Washington, que menciona vários fatos autoritários no continente, desde o coronel golpista Hugo Chávez, que implantou a ditadura na Venezuela.
“O maior risco não é, como ocorreu nas décadas de 1970 e 1980, a repentina tomada do poder pelos militares”, lembra O’Grady. “Os ditadores do século XXI estão copiando Hugo Chávez , que consolidou seu governo tomando o controle das instituições democráticas enquanto era popular e depois prendeu seus oponentes ou os exilou.”
Ela também afirma que o presidente conservador de de El Salvador, Nayib Bukele, “criou sua própria versão do chavismo”, demitindo e substituindo todos os membros da mais alta corte constitucional do país em 2021. “O devido processo legal, a liberdade de expressão e a liberdade de reunião não existem mais”, diz a colunista, observando que Bukele agora controla inclusive o tribunal eleitoral.
Mary Anastasia O’Grady pondera que “desenvolvimentos recentes oferecem esperança de que uma tomada de poder gradual, construída ao longo de seis anos, possa ser revertida”, disse referindo-se ao endurecimento do regime no Brasil.
“O problema em Brasília começou em 2019, quando o Supremo Tribunal Federal alegou ser vítima de calúnias e ameaças, invocando uma regra interna que lhe dava o poder de abrir ‘inquéritos’ secretos sobre supostos crimes contra seus membros”, disse a jornalista, que há anos acompanha de perto a situação política no País.
“Primeiro veio o ‘inquérito das fake news’, no qual a Corte se colocou simultaneamente como iniciadora, investigadora e julgadora — uma violação dos direitos constitucionais dos brasileiros, que têm direito a ver seus casos criminais julgados nos tribunais locais e estaduais, com acusações feitas por promotores locais e estaduais”, historia.
“Alexandre de Moraes, conhecido por sua oposição ao então presidente Jair Bolsonaro, foi escolhido a dedo pelo então presidente do STF, José Antonio Dias Toffoli, para conduzir o inquérito, apesar de o sorteio aleatório ser a regra”, disse, demonstrando estar bem informada também sobre questões próprias do Supremo.
O artigo no Wall Street Journal cita as violações à Lei diante da omissão do Senado Federal, que tem o papel constitucional de impor limites ao STF.
“Investigadores passaram a vigiar contas de redes sociais de pessoas politicamente incorretas, criminalizar suas opiniões e prendê-las preventivamente. Alguns juristas acusaram a Corte de violar a imparcialidade, a liberdade de expressão e o sistema adversarial de justiça. O Senado, no entanto, se omitiu diante do dever de disciplinar o tribunal.”
“A decisão do STF, em março de 2021, de anular a condenação por corrupção de 2017 do ex-presidente Luiz Inácio “Lula” da Silva — confirmada duas vezes em instâncias superiores — inflamou ainda mais a direita brasileira”, diz o artigo.
“Os ‘deploráveis’ recorreram às redes sociais”, diz a jornal, e “a Corte tentou silenciá-los, mas alguns influenciadores estavam fora do país e fora do alcance dos ministros. Em julho de 2021, veio o “inquérito das milícias digitais”, mirando empresas de tecnologia e suas plataformas, obrigando-as a censurar conteúdo e desmonetizar brasileiros com opiniões consideradas inaceitáveis. O não cumprimento resultaria na proibição de operar no Brasil.
Para O’Grady, “Moraes também presidiu o Tribunal Superior Eleitoral durante a eleição presidencial de 2022, que colocou Lula contra o então presidente Bolsonaro. O ministro tornou o tribunal significativamente mais político, monitorando e censurando discursos de partidos, candidatos e cidadãos com quem discordava.”
Na conclusão do seu relato em que resume os acontecimentos dos últimos anos no Brasil, a articulista diz que, “quando Lula foi declarado vencedor, a polarização se agravou. Parte dos apoiadores de Bolsonaro se recusou a aceitar o resultado, pedindo intervenção militar e organizando protestos pacíficos em frente a quartéis por meses.”
DIÁRIO DO PODER
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Mais de 400 crianças e adolescentes do bairro Santa Cruz e regiões vizinhas participam, semanalmente, dos treinos de futsal do projeto Super Campeões. A iniciativa é promovida pela Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães, por meio da Secretaria de Cultura e Esporte, em parceria com a Liga Desportiva, e vem mudando realidades através do esporte.
Entre os participantes está Hitally Cássio, de 14 anos, que resume em poucas palavras o significado do projeto para sua vida:
“O projeto é muito importante para mim, porque, além de aprender futsal, eu também aprendo disciplina, a respeitar os mais velhos e sou muito feliz aqui.”
A professora de Educação física, Elidiene Rodrigues, reforça o papel social da iniciativa:
“A maioria deles tem o sonho de ser jogador profissional. Eles poderiam estar na rua, mas, por meio do projeto da prefeitura, estão aqui aprendendo, socializando, porque o esporte tem o poder de transformar vidas.”
Para o secretário de Cultura e Esporte, Lisvan Vasconcelos, a ação vai muito além das quatro linhas:
“Nosso objetivo é oferecer oportunidades, formar cidadãos e incentivar a prática esportiva como ferramenta de inclusão social. Ver esses jovens se dedicando e crescendo dentro e fora das quadras é motivo de orgulho para todos nós.”