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Vereador Nelton Castro Cobra do Governo do Estado a Implantação do IML em Luís Eduardo Magalhães

O vereador Nelton Castro (PODEMOS) voltou a cobrar com firmeza do Governo do Estado a urgente implantação de um Instituto Médico Legal (IML) em Luís Eduardo Magalhães. A cidade, que vem crescendo de forma acelerada e consolidando-se como uma das mais pujantes do oeste baiano, ainda sofre com a ausência desse serviço essencial, dependendo do deslocamento de equipes de Barreiras para realizar procedimentos periciais sempre que há um óbito no município.

Para o parlamentar, essa dependência é incompatível com a realidade atual de Luís Eduardo Magalhães, que já ultrapassa os 100 mil habitantes e possui grande relevância econômica e social para a Bahia.
— “Estamos falando de uma cidade com peso, com relevância estadual, que cresce ano após ano e que não pode mais ficar à mercê da boa vontade e da disponibilidade logística de outro município. A implantação do IML em nossa cidade é uma necessidade urgente, que impacta diretamente na dignidade das famílias e na agilidade da justiça”, afirmou Nelton Castro durante a sessão desta semana na Câmara Municipal.


A presença de um IML em Luís Eduardo Magalhães traria inúmeros benefícios para a população, entre os quais se destacam:

Agilidade nas Investigações Policiais: Exames de corpo de delito e necropsias poderiam ser feitos imediatamente, acelerando o andamento de inquéritos e processos judiciais.

Dignidade para as Famílias: Evita-se a longa espera para liberação de corpos, que muitas vezes chega a durar mais de 24 horas, causando sofrimento adicional às famílias enlutadas.

Autonomia Administrativa: A cidade passaria a ter independência para tratar de casos locais, sem depender da agenda de Barreiras, que também enfrenta sua própria demanda.

Eficiência nos Casos de Acidentes e Crimes Violentos: A presença de peritos no próprio município garante a preservação da cena do crime e a coleta rápida de evidências, fundamentais para elucidação de casos.

Economia de Recursos Públicos: Reduz-se o custo de deslocamentos frequentes entre os municípios e otimiza-se o trabalho das forças de segurança.

Nelton Castro afirmou que seguirá mobilizando a sociedade civil, lideranças políticas e instituições locais para reforçar essa pauta junto ao Governo da Bahia:
— “Luís Eduardo não pode mais esperar. A implantação do IML é uma questão de respeito, de justiça e de saúde pública. Nossa cidade exige e merece esse serviço”, concluiu o vereador.
A expectativa é de que o apelo do legislativo municipal encontre respaldo no Governo do Estado e que medidas concretas sejam anunciadas.

Ascom Vereador Nelton Castro

Programa Meu Lar beneficia mais duas famílias com casas totalmente reformadas

A primeira-dama e secretária da Cidadania, Cinthya Borges e a família de Elza Rodrigues

O Programa Meu Lar, desenvolvido pela Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães, através da Secretaria da Cidadania,  entregou mais duas residências totalmente reformadas a famílias em situação de vulnerabilidade social.

Nesta quarta-feira (07), Elza Rodrigues recebeu sua casa completamente revitalizada e celebrou o novo momento ao lado das duas filhas. “É uma grande alegria para mim e minhas duas meninas! Agora vamos viver em um lar abençoado, aconchegante. Sou só alegria”, declarou emocionada.

Além de ser mãe solo, Elza enfrenta limitações decorrentes de uma deficiência, o que torna a conquista ainda mais significativa.

O prefeito e a secretária com a Dona Ivanilde

Outra moradora contemplada foi dona Ivanilde, de 63 anos, que teve sua casa entregue no dia 29 de abril. “É uma alegria, porque eu não sabia quando conseguiria fazer essa reforma. Orei muito, sempre pedindo a Deus”, afirmou.

A primeira-dama e secretária da Cidadania, Cinthya Borges, celebrou os avanços do programa, que está próximo de atingir a marca de 100 moradias reformadas. “Já são 91 casas entregues. Estamos muito felizes com essa iniciativa que, além de garantir melhorias estruturais, devolve dignidade e autoestima às famílias atendidas”, destacou.

O Programa Meu Lar é uma das principais ações sociais da gestão municipal, promovendo inclusão e qualidade de vida por meio da requalificação de moradias em diversos bairros da cidade.

Copom eleva juros para 14,75% ao ano, maior valor desde 2006

Decisão foi tomada por unanimidade

Copom Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) decidiu, nesta quarta-feira (7), elevar a taxa básica de juros do Brasil, a Selic, para 14,75 ponto percentual. O número representa o maior valor para a taxa desde outubro de 2006.

Ao decidir elevar a Selic, o Copom apontou que o “ambiente externo mostra-se adverso e particularmente incerto em função da conjuntura e da política econômica nos Estados Unidos, principalmente acerca de sua política comercial e de seus efeitos. A política comercial alimenta incertezas sobre a economia global, notadamente acerca da m​agnitude da desaceleração econômica e sobre o efeito heterogêneo no cenário inflacionário entre os países, com repercussões relevantes sobre a condução da política monetária. Além disso, o comportamento e a volatilidade de diferentes classes de ativos também têm sido afetados, com fortes reflexos nas condições financeiras globais. Tal cenário segue exigindo cautela por parte de países emergentes em ambiente de maior tensão geopolítica”.

O comitê explicou ainda que em “relação ao cenário doméstico, o conjunto dos indicadores de atividade econômica e do mercado de trabalho ainda tem apresentado dinamismo, mas observa-se uma incipiente moderação no crescimento. Nas divulgações mais recentes, a inflação cheia e as medidas subjacentes mantiveram-se acima da meta para a inflação”. Disse também que “as expectativas de inflação para 2025 e 2026 apuradas pela pesquisa Focus permanecem em valores acima da meta, situando-se em 5,5% e 4,5%, respectivamente”.

Além disso, o Copom comentou os fatores de risco para a inflação. Entre os que poderiam gerar alta estão a “desancoragem das expectativas de inflação por período mais prolongado; uma maior resiliência na inflação de serviços do que a projetada em função de um hiato do produto mais positivo; e uma conjunção de políticas econômicas externa e interna que tenham impacto inflacionário maior que o esperado, por exemplo, por meio de uma taxa de câmbio persistentemente mais depreciada”.

Já nos fatores que poderiam gerar baixa inflação estão os “uma eventual desaceleração da atividade econômica doméstica mais acentuada do que a projetada, tendo impactos sobre o cenário de inflação; uma desaceleração global mais pronunciada decorrente do choque de comércio e de um cenário de maior incerteza; e uma redução nos preços das commodities com efeitos desinflacionários”.

– O Copom decidiu elevar a taxa básica de juros em 0,50 ponto percentual, para 14,75% a.a., e entende que essa decisão é compatível com a estratégia de convergência da inflação para o redor da meta ao longo do horizonte relevante. Sem prejuízo de seu objetivo fundamental de assegurar a estabilidade de preços, essa decisão também implica suavização das flutuações do nível de atividade econômica e fomento do pleno emprego – destacou o comitê.

A taxa Selic é utilizada como referência para as taxas de juros de outras instituições financeiras no Brasil e para remuneração de investimentos.

Pleno News

Governador da Bahia é alvo de pedido de impeachment

Em evento, Jerônimo Rodrigues sugeriu que o ex-presidente Jair Bolsonaro e seus eleitores poderiam ser todos levados “para a vala”.

Governador Jerônimo Rodrigues Foto: Feijão Almeida/GOVBA

Um pedido de impeachment do governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), foi enviado à Procuradoria Geral da Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), na terça-feira (6). O chefe do Executivo estadual sugeriu em evento, na última sexta-feira (2), que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e seus eleitores poderiam ser todos levados “para a vala”.

O governador é acusado de cometer crime de responsabilidade ao “incitar violência política”, em requerimento de autoria do deputado estadual Leandro de Jesus (PL).

– A declaração do governador, ao incitar a eliminação de cidadãos com base em suas escolhas políticas, afronta diretamente a dignidade da pessoa humana e o pluralismo político, princípios basilares do ordenamento estadual”, diz trecho do pedido. O requerimento ainda afirma que a intimidação de eleitores se trata de um “ataque à cidadania e à soberania popular – disse.

E completou.

– A retórica empregada, que desumaniza milhões de cidadãos e ameaça a convivência democrática, é incompatível com a dignidade, a honra e o decoro exigidos do chefe do Executivo estadual – complementa o texto.

A presidente da Assembleia Legislativa, deputada Ivana Bastos (PSD), afirmou que agora deve esperar a análise do órgão. A deputado afirmou que reconhece que Jerônimo Rodrigues “se excedeu” em declaração, mas que fala foi também “mal interpretada”.

– Ele se desculpou. Ele se excedeu. Foi uma fala que foi mal interpretada. Todo mundo sabe que o governador Jerônimo é católico. Ele é um homem religioso. Jamais seria essa a sua intenção – disse Ivana, complementando que não teve acesso ao requerimento.

Relembre o caso
O comentário de Jerônimo Rodrigues foi feito durante a cerimônia de inauguração da Escola Estadual Nancy da Rocha Cardoso, localizada em América Dourada, e provocou reações, inclusive, do ex-presidente.

– Tivemos um presidente que sorria daqueles que estavam na pandemia sentindo falta de ar. Ele vai pagar essa conta dele e quem votou nele podia pagar também a conta. Fazia no pacote. Bota uma ‘enchedeira’. Sabe o que é uma ‘enchedeira’? Uma retroescavadeira. Bota e leva tudo para vala – afirmou o petista

No X na segunda (5), Bolsonaro afirmou que a declaração se trata de discurso de ódio.

– Um discurso carregado de ódio, que em qualquer cenário civilizado deveria gerar repúdio imediato e ações institucionais firmes. Mas nada aconteceu – escreveu Bolsonaro.

O deputado federal Sanderson (PL-RS), protocolou uma solicitação à PGR para que Jerônimo Rodrigues seja investigado por incitação ao crime. Para Sanderson, as declarações do governador extrapolam o debate político aceitável, adotando um tom agressivo e ameaçador.

O deputado federal Otoni de Paula (MDB-RJ) também acionou a PGR contra o governador. O parlamentar afirmou que o governador ultrapassou os limites da liberdade de expressão, e as declarações configuram incitação à violência contra um grupo ideológico específico.

Retratação de Jerônimo Rodrigues

Ainda na segunda-feira, Jerônimo Rodrigues se retratou. Durante uma visita às obras de reforma do Teatro Castro Alves, em Salvador, o governador da Bahia afirmou ser contrário a qualquer forma de violência e alegou que suas palavras foram tiradas do contexto.

– Foi descontextualizada [a declaração]. Eu apresentei minha inconformação de como o País estava sendo tratado e dei o exemplo da pandemia. Se o termo vala foi pejorativo ou forte, eu peço desculpas – disse o governador.

*AE

Pleno News

Justiça dá 48 horas para governo Lula explicar fraudes no INSS

Decisão foi proferida em ação popular do deputado Nikolas Ferreira e do vereador Guilherme Kilter

Presidente Lula Foto: EFE/EPA/MINH HOANG/POOL

Um juiz federal determinou que o governo Lula (PT) e o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) se pronunciem em até 48 horas sobre as irregularidades em descontos na folha de pagamento de aposentados. A decisão foi proferida pelo juiz Waldemar Claudio de Carvalho, da 14ª Vara Federal Cível da Seção Judiciária do Distrito Federal, nesta quarta-feira (7).

A ordem judicial foi emitida no âmbito de uma ação popular movida pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e pelo vereador Guilherme Kilter (Novo), de Curitiba (PR), contra a União e o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Na ação, os políticos pedem explicações sobre as fraudes e questionam o ex-ministro da Previdência, Carlos Lupi.

Ao decidir que o poder público se pronuncie, o juiz Waldemar de Carvalho também determinou que o Ministério Público Federal se manifeste sobre a questão. Nos pedidos, Nikolas e Kilter querem que o governo, o INSS e Lupi sejam condenados a ressarcir os cofres públicos em ao menos R$ 6,3 bilhões, além de restituir os valores aos aposentados afetados.

Pleno News