
Formação reforça compromisso com a leitura e a escrita na educação infantil em Luís Eduardo Magalhães

Na tarde desta segunda-feira, 7 de julho, a Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães, por meio da Secretaria Municipal de Educação, realizou no auditório da Unifaahf a cerimônia de encerramento da formação do curso Leitura e Escrita na Educação Infantil (LEEI). A iniciativa integra a política pública Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, do Ministério da Educação (MEC), e tem como foco o fortalecimento da prática pedagógica das professoras que atuam com crianças da pré-escola, entre 4 e 5 anos.

Entre julho de 2024 e julho de 2025, 160 professores da rede municipal participaram da formação, voltada para o letramento e o desenvolvimento de múltiplas linguagens, respeitando as especificidades das faixas etárias atendidas.

Para o secretário municipal de Educação, Jefferson Café, a formação continuada é uma das prioridades da gestão.
“Cuidar da leitura é cuidar do futuro. Investir na formação dos nossos educadores é garantir que as nossas crianças tenham acesso ao aprendizado de forma lúdica, estruturada e respeitosa. A base começa na Educação Infantil, e é nela que concentramos nossos esforços”, afirmou.

A articuladora do programa no município, professora Talita Silva, celebrou o envolvimento das educadoras e a importância da iniciativa para o fortalecimento da prática docente.
“Essa formação valoriza a escuta, a troca de saberes e o protagonismo das professoras da pré-escola. É um processo que reflete diretamente no desenvolvimento das nossas crianças, ampliando as possibilidades de linguagem, expressão e leitura de mundo”, destacou.
A professora Eryneide Ferreira, da Escola Municipal Ivo Hering, uma das formandas, falou com emoção sobre o impacto da formação na sua prática diária.
“Voltar para a sala de aula com novos olhares e estratégias é transformador. A formação nos empodera e nos inspira a fazer a diferença desde os primeiros anos da vida escolar das crianças”, compartilhou.


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Grande indústria de aço chega em Luís Eduardo Magalhães

Luís Eduardo Magalhães acaba de receber um novo reforço para sua economia: a Cedisa, uma grande beneficiadora e distribuidora de aço , acaba de inaugurar sua unidade na cidade. Com 50 anos de atuação no mercado, a empresa é referência nacional no setor e tem papel estratégico no fornecimento de aço para a indústria, construção civil e agronegócio.

A chegada da Cedisa ao município representa um marco importante para o desenvolvimento da região oeste da Bahia. Com uma estrutura moderna e capacidade de atendimento em larga escala, a nova unidade fortalece a cadeia produtiva local e amplia o acesso a materiais essenciais para obras, projetos industriais e atividades agrícolas.

A escolha por Luís Eduardo Magalhães não foi por acaso. A cidade está no centro de uma das regiões mais produtivas do Brasil, com forte presença do agronegócio e grande potencial logístico. A presença da Cedisa promete impulsionar ainda mais o crescimento local, gerando empregos, movimentando a economia e oferecendo soluções que atendem às demandas de diferentes segmentos produtivos.

Com a nova operação em funcionamento, a expectativa é de que a cidade fortaleça ainda mais sua posição como polo de desenvolvimento regional. A chegada de uma indústria desse porte reforça a atratividade de Luís Eduardo Magalhães para novos investimentos e sinaliza um momento positivo para diversos setores da economia local.
Blog do Sigi Vilares
Juízes vão ganhar aumento de 20% em Barreiras e outras cidades baianas onde colegas não querem trabalhar
Em ao menos oito cidades baianas, quase nenhum juiz federal quer trabalhar. Por isso, aqueles que se mudarem para os municípios do interior ganharão benefícios: aumento de 20% do salário e prioridade quando vagas de transferência surgirem. Os incentivos foram aprovados pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e pelo Conselho da Justiça Federal (CJF), que determinam os requisitos que as cidades devem cumprir para receber os magistrados com salários turbinados em, pelo menos, R$ 8 mil.

Em ao menos oito cidades baianas, quase nenhum juiz federal quer trabalhar. Por isso, aqueles que se mudarem para os municípios do interior ganharão benefícios: aumento de 20% do salário e prioridade quando vagas de transferência surgirem. Os incentivos foram aprovados pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e pelo Conselho da Justiça Federal (CJF), que determinam os requisitos que as cidades devem cumprir para receber os magistrados com salários turbinados em, pelo menos, R$ 8 mil.
As resoluções dos conselhos estabelecem como critérios a dificuldade de acesso aos municípios, baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e o fato de a cidade estar sem juiz titular há três anos. Os juízes federais que assumirem as comarcas baianas com essas características terão direito aos benefícios. A medida também vale para servidores com outros cargos.
Cabe às segundas instâncias decidir quais cidades serão contempladas. Na última quinta-feira (3), o Tribunal Federal da 1ª Região (TRF1) listou os municípios baianos onde os juízes federais receberão os aumentos. São elas: Barreiras, Bom Jesus da Lapa, Campo Formoso, Eunápolis, Guanambi, Irecê, Jequié e Teixeira de Freitas – que passam a ser reconhecidas como localidades de difícil provimento.
Na prática, os juízes federais serão mais bem remunerados se concordarem em se mudar e atuar nas cidades onde os colegas não querem trabalhar por motivos que vão desde a distância da capital até o acúmulo de funções. “Em teoria, cada comarca deveria ter um juiz titular. Quando isso não acontece, o magistrado de outra cidade acumula as funções e também despacha os processos do município vizinho”, explica o juiz Tardelli Boaventura, que integra a diretoria da Associação dos Magistrados da Bahia (Amab).
Tardelli já viveu essa situação na pele. Ele é juiz titular da comarca de Senhor do Bonfim e assumiu os processos da cidade de Itiúba, localizada a 60 quilômetros de distância, quando o cargo ficou vago depois que a juíza titular foi promovida. “Eu tirava um dia da semana para ir até a cidade, fazer as audiências e despachos. Neste dia, era fila de advogados e de pessoas para atender”, conta. Nos outros quatro dias da semana, os 33,8 mil habitantes do municípios ficavam desassistidos.
Para evitar situações como essa, foi elaborada a Política Pública de Estímulo à Lotação e à Permanência de Magistradas(os), que vai garantir os pagamentos extras e outros benefícios aos servidores. “A política busca garantir maior eficiência na prestação jurisdicional em áreas remotas e vulneráveis, oferecendo incentivos à interiorização da Justiça Federal”, diz o TRF1, em nota. A reportagem entrou em contato com o tribunal, que não se manifestou sobre a escolha das oito cidades baianas.
Vai funcionar?
Um juiz federal em início de carreira recebe por mês R$ 39.753,21, segundo informações do Conselho da Justiça Federal. Portanto, o valor extra recebido para atuar nas oito cidades baianas citadas chega próximo aos R$ 8 mil. Porém, na visão de Tardelli Boaventura, outro benefício deve atrair mais juízes para o interior da Bahia.
Trata-se da preferência na lista de remoção (NR). Isso significa que quando surgirem oportunidades de transferência, os juízes beneficiados sairão na frente. “Muitas vezes, no início das carreiras, os magistrados não têm família constituída e, com incentivos assim, podem ser estimulados a ir para o interior”, pontua. Para ter prioridade na mudança de comarcas, os juízes federais deverão permanecer nas cidades por, no mínimo, três anos seguidos.
Eles também deverão residir nas cidades onde vão trabalhar. O CNJ prevê, na resolução 620/2025, que os pagamentos sejam interrompidos caso os juízes deixem de morar nos municípios. A residência fora da comarca só é permitida se for por razões de segurança física e se for por necessidade de filhos com até 12 anos.
Quando um juiz é nomeado, a escolha da comarca (cidade ou região onde atuará) é feita com base em critérios como classificação em concurso público ou na ordem de antiguidade, dependendo da legislação específica de cada tribunal.
Amazonas: Tabatinga
Amapá: Laranjal do Jari e Oiapoque
Piauí: Corrente e São Raimundo Nonato
Mato Grosso: Cáceres e Juína
Rondônia: Ji-Paraná e Vilhena
Tocantins: Araguaína
Acre: Cruzeiro do Sul
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Seleção de LEM vence Serra Talhada e avança para a próxima etapa da Copa do Brasil de Futsal Feminino

A Seleção de Futsal Feminino de Luís Eduardo Magalhães venceu a equipe de Serra Talhada neste sábado (05), pelo placar de 5 a 2, em partida realizada no Ginásio José Queiroz Barreto Neto. Com o resultado, a equipe de LEM garantiu sua classificação para a próxima fase da competição.
A data dos próximos confrontos será divulgada em breve.
Sobre a Copa
A Copa do Brasil de Futsal Feminino reúne 15 clubes de 11 estados brasileiros e vem se consolidando como uma das principais vitrines do esporte feminino no país.




