Secretaria de Infraestrutura é parte fundamental no Programa Meu Lar

O secretário de Infraestrutura e Urbanismo, Agnaldo Antunes, em frente a uma casa em reforma

Responsável pelos projetos, acompanhamento, fiscalização e gerência das obras do Programa Meu Lar da Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães, a Secretaria Municipal de Infraestrutura e Urbanismo, que tem hoje no comando o secretário Agnaldo Antunes, é peça fundamental no andamento do programa.

Atualmente, com 71 casas entregues e quatro em obras, o programa gera direta e indiretamente 20 empregos diretos e indiretos para moradores do município. São pedreiros, ajudantes de pedreiros, pintores, eletricistas, dentre outros trabalhadores (as), que participam do processo de reforma das casas populares.

“É importante ressaltar como nós da infraestrutura estamos presentes nos diversos setores da gestão. No caso da Cidadania, por exemplo, a nossa equipe, por meio do nosso engenheiro Renato Almeida acompanha de perto o programa Meu Lar, garantindo que as pessoas que mais precisam tenham uma reforma de qualidade, com bons materiais, conforto e dignidade”, comentou o secretário Agnaldo Antunes.

Saiba quem é o presidente do Irã que sofreu acidente aéreo

Conheça o perfil de Ebrahim Raisi, apontado como político linha-dura e ultraconservador

Presidente do Irã, Ebrahim Raisi Foto: EFE/EPA/PAVEL BEDNYAKOV / KREMLIN POOL

O presidente do Irã, Ebrahim Raisi, que estava em um helicóptero que sofreu um acidente próximo a Jolfa, na fronteira do país do Azerbaijão, neste domingo (19), há muito tempo é uma figura proeminente no país. Como presidente, ele supervisiona todo o trabalho do governo e é a segunda pessoa mais poderosa na estrutura política do Irã, depois do líder supremo, o aiatolá Ali Khamenei, do qual é apontado como protegido e possível sucessor para sua posição na teocracia xiita do país. Ele é visto como um político linha-dura e ultraconservador.

Raisi, de 63 anos, é um clérigo religioso linha-dura que foi eleito presidente do Irã em 2021. Em seu mandato como presidente, ele supervisionou uma estratégia para expandir a influência regional de seu país – apoiando militantes por procuração em todo o Oriente Médio, acelerando o programa nuclear do país e levando o país à beira da guerra com Israel.

No entanto, no mesmo período, o Irã passou por seus maiores protestos contra o governo em décadas e por uma grave desaceleração econômica causada por sanções internacionais e alto índice de desemprego.

DUAS ELEIÇÕES
Em 2017, ele concorreu sem sucesso à presidência do país contra Hassan Rouhani, um clérigo relativamente moderado que, como presidente, chegou ao acordo nuclear de Teerã em 2015 com as potências mundiais.

Em 2021, Raisi concorreu novamente em uma eleição em que todos os seus adversários potencialmente proeminentes foram impedidos de concorrer pelo sistema de verificação do país. Ele obteve quase 62% dos 28,9 milhões de votos, no menor comparecimento às urnas na história da República Islâmica. Milhões de pessoas ficaram em casa e outras anularam suas cédulas.

GUERRA COM O IRAQUE E SANÇÃO
Em 1988, execuções em massa aconteceram no Irã, com estimativa de cerca de 5 mil mortes, de acordo com grupo internacionais de direitos humanos. Falsos julgamentos de prisioneiros políticos – conhecidas como comissões da morte – aconteceram no país, no final da guerra entre Irã e Iraque. Raisi participou das comissões.

Depois que Khomeini aceitou um cessar-fogo mediado pela ONU, os membros do grupo de oposição iraniano Mujahedeen-e-Khalq, fortemente armados por Saddam Hussein, atravessaram a fronteira iraniana do Iraque em um ataque surpresa. O Irã neutralizou o ataque.

Os julgamentos começaram por volta dessa época, quando os réus foram solicitados a se identificar. Aqueles que responderam “mujahedeen” foram enviados para a morte, enquanto outros foram questionados sobre sua disposição de “limpar campos minados para o exército da República Islâmica”, de acordo com um relatório da Anistia Internacional de 1990.

Em 2019, o Tesouro dos EUA sancionou Raisi “por sua supervisão administrativa sobre as execuções de indivíduos que eram jovens na época do crime e a tortura e outros tratamentos ou punições cruéis, desumanos ou degradantes de prisioneiros no Irã, incluindo amputações”.

URÂNIO E REPRESSÃO A OPOSITORES
Como presidente, Raisi foi favorável ao enriquecimento de urânio do país até níveis próximos ao de armas, bem como o impedimento de inspetores internacionais como parte de seu confronto com o Ocidente. Na prática, no entanto, o Irã é governado por Khamenei.

Raisi também apoiou os serviços de segurança do país quando reprimiram opositores, inclusive após a morte de Mahsa Amini, em 2022, e os protestos nacionais que se seguiram. A repressão à segurança, que durou um mês, matou mais de 500 pessoas e mais de 22.000 foram detidas.

Em março, um painel investigativo das Nações Unidas concluiu que o Irã era responsável pela “violência física” que levou à morte de Amini após sua prisão por não usar um hijab, ou lenço de cabeça, como ordena a política ultraconservadora do país.

*AE

Pleno News

2ª edição do Evangeliza LEM vai reunir artistas locais em noite de louvor e adoração

A festa cristã que entrou para o calendário comemorativo de Luís Eduardo Magalhães, o Evangeliza LEM, terá a sua segunda edição no dia 25 de maio, próximo sábado, na Praça da Bíblia, no bairro Santa Cruz, com uma noite dedicada ao louvor e adoração.

A programação inicia às 18h, e vai reunir bandas locais de estilos como Rock, Hip Hop, dentre outros. E este ano uma novidade, com a encenação do espetáculo A Paixão de Cristo.

O evento é uma realização da Prefeitura, através da Secretaria de Cultura e Esportes, com organização da Ankora e apoio da Associação de Ministros Evangélicos de Luís Eduardo Magalhães (AMELEM), e da Associação Paixão de Cristo.

Confira a programação:
18h – Ministério FT;
18h40 – Junior Nogueira;
19h20 – Endel Barros;
20h – Paixão de Cristo;
20h20 – Leve Fardo;
21h – Sara Cardoso
21h40 – Bispo Adriano Moura
22h – Banda Ankora

Serviço
O quê: 2° edição Evangeliza LEM.
Quando: 25 de maio, a partir das 18h.
Onde: Praça da Bíblia, Av. Tancredo Neves, bairro Santa Cruz.
Quanto: Gratuito.

Opinião: Marcha dos Prefeitos vai consolidar protagonismo de baianos na causa municipalista

Opinião: Marcha dos Prefeitos vai consolidar protagonismo de baianos na causa municipalista

Foto: Divulgação/ UPB

Na semana da Marcha dos Prefeitos, em Brasília, a Bahia deve consolidar o protagonismo na chamada “causa municipalista”, em meio a um cabo de guerra envolvendo o governo federal e o Congresso Nacional. Após muita tensão, o acordo pela desoneração das folhas de municípios foi firmado e os prefeitos ganharam um fôlego no ano eleitoral, depois que a Advocacia-Geral da União (AGU) protocolou uma ação que gerou a renoneração para diversos setores, inclusive para os Executivos municipais. E ao menos três baianos ganharam visibilidade no processo: os senadores Angelo Coronel e Jaques Wagner e o presidente da União dos Municípios da Bahia (UPB), Quinho, de Belo Campo.

A causa municipalista sempre imbuiu parlamentares baianos. No Senado, a primeira voz a ser ouvido sobre o tema, durante muito tempo, era a de Otto Alencar. Todavia, ao longo da tramitação do projeto de lei sobre a desoneração das folhas, coube ao correligionário levantar o tom. Ele foi relator do texto na Câmara Alta e, frequentemente, um crítico à forma como o governo federal tentava tratar o assunto. Coronel assumiu tal protagonismo trazendo o gancho dos municípios como a grande motivação para manter o que o Congresso havia aprovado, com redução da alíquota de contribuição para 8%. Em algumas situações, o baiano fez um confronto direto com interlocutores do Ministério da Fazenda e saiu como um “defensor dos prefeitos”.

Wagner, líder do governo, manteve-se com a habilidade de tentar encontrar um meio termo entre os interesses do governo Luiz Inácio Lula da Silva e os setores atingidos. Agora, assume a relatoria do acordo, cuja insatisfação de Fernando Haddad foi sentida e noticiada. O ministro perdeu a disputa e se viu obrigado a recuar, mas Wagner vai mitigar os efeitos da dura negociação, numa tramitação célere, exatamente para aproveitar a ocasião da Marcha dos Prefeitos para que Lula lucre politicamente com o entendimento. Algo bem típico do Galego, como já estamos acostumados.

Foi nessa disputa dura com Haddad, inclusive, que surge o nome de Quinho como também protagonismo do processo. A troca de farpas gerou moções de apoio ao presidente da UPB depois que o ministro sugeriu que ele mentia sobre as conversas em torno do texto em discussão no Senado. O representante do “sindicato dos prefeitos da Bahia” conseguiu então engajar um discurso pró-municipalismo que contribuiu para que Haddad se tornasse menor no embate. Ganhou uma batalha contra um dos principais homens de Lula e controlador das chaves do cofre, algo essencial no arrocho das contas que ainda lidamos.

Para quem olha a grande fotografia desse processo, é possível observar o quão atores políticos da Bahia foram relevantes para a conquista de uma reoneração gradual dos setores atingidos pela matéria. Os prefeitos têm muito a agradecer, bem como os representantes dos outros setores beneficiados. Como esses baianos vão aproveitar o capital adquirido, todavia, ainda é uma resposta que o futuro vai dar. Wagner e Coronel podem tentar a reeleição em 2026. Quinho, até aqui, manifestou o interesse em governar uma cidade maior que Belo Campo para então crescer mais na política. Mas isso ficaria só para 2028. Ou seja, muita água vai rolar até lá.

bn

LEM: Grupo Santo Antônio inaugura Restaurante Popular no bairro Florais Léa II.

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Luís Eduardo Magalhães ganhou seu primeiro Restaurante Popular. A inauguração ocorreu na manhã deste sábado (18/05), na rua Irara n° 1351, bairro Florais Léa II, em frente a Praça Santo Antônio.

A população que esteve presente ainda contou com um delicioso almoço de forma gratuita.

O restaurante irá funcionar de Segunda a Sábado, das 11:00 as 14:00 horas, com o custo de R$ 15,00, comendo a vontade.

Estiveram presentes, Leandro de Jesus, Deputado Estadual, Claudemir Pereira, Juiz da Comarca de LEM, Joaquim Rodrigues, Delegado de Polícia Civil e os vereadores, Sandra da ONG, irmão Deusdete.

Agricultura sustentável no oeste da Bahia é pauta no II Congresso Brasileiro de Direito e Sustentabilidade

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O agronegócio e as práticas sustentáveis adotadas na agricultura do oeste da Bahia foram destaque na primeira tarde de palestras do II Congresso Brasileiro de Direito e Sustentabilidade, realizado de quinta (16) até sexta-feira (17), em Salvador. Representando a Associação Baiana de Produtores de Algodão (Abapa) e a Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), Júlio Cézar Busato foi um dos palestrantes do terceiro painel do evento.

Busato compartilhou o palco com Carminha Missio, vice-presidente da Federação de Agricultura do Estado da Bahia (Faeb), e Gracinha Caiado, advogada e primeira-dama de Goiás, abordando o tema “Produção Sustentável: o caso do Oeste baiano”. A mediação foi realizada por Rodrigo Justus, consultor jurídico da Confederação Nacional da Agricultura (CNA).

Em sua apresentação, Busato destacou a evolução da agricultura no oeste baiano, ressaltando que as altas produtividades em soja e milho, assim como os resultados expressivos no algodão, são fruto do trabalho dos produtores, investimentos em pesquisa e tecnologia, e práticas sustentáveis como o plantio direto na palha, rotação de culturas e preservação dos recursos naturais. Na região Oeste, os produtores mantêm 35% das áreas de reserva legal, excedendo os 20% exigidos pelo Código Florestal Brasileiro.

“A grande maioria dos produtores tem buscado produzir e preservar, e estamos conseguindo ao longo do tempo. Nossa missão é deixar para nossos filhos uma terra melhor do que recebemos e ensiná-los a fazer o mesmo”, destacou Busato. Ele finalizou afirmando que “o oeste baiano possui um potencial inacreditável para o desenvolvimento da agropecuária e da agroindústria. Os projetos que realizamos visam à longevidade e sustentabilidade”.

O II Congresso Brasileiro de Direito e Sustentabilidade, coordenado pela advogada e empresária Isabela Suarez, vice-presidente de Sustentabilidade da ACB e presidente da Fundação Baía Viva, e pelo presidente do Ibrades, o advogado, professor e pós-doutor em Direito e Sustentabilidade Georges Humbert, reuniu especialistas para discutir e analisar a sustentabilidade à luz do Estado Democrático de Direito, com a participação de cientistas, agentes políticos, empresários e formadores de opinião de todo o país.

 Araticum Comunicação