Deputada Federal, Rogéria Santos, realiza Audiência Pública para debater a criação do Dia Nacional da Policial Rodoviário Federal Feminina

O Plenário 14, da Câmara dos Deputados, foi o espaço reservado para a discussão da criação do Dia Nacional da Policial Rodoviário Federal Feminina, na tarde desta quinta, 9/5. A Audiência Pública foi uma iniciativa da deputada federal, Rogéria Santos, e conduzida pela parlamentar com muita alegria e leveza. Nesse ritmo, as participantes convidadas partilharam experiências, alegrias e desafios. Afinal, a primeira policial da PRF só conseguiu entrar 50 anos depois da criação da instituição.

O evento contou com a presença das policiais que fizeram e fazem história na Polícia Rodoviária Federal (PRF), Liege Lorenzett Vieira – Coordenadora Geral de Direitos Humanos da PRF, Adriana Pivato – Superintendente da PRF no Distrito Federal, Martha Maria dos Santos – Diretora de Direitos Humanos e Políticas Sociais da Federação Nacional dos Policiais Rodoviários Federais e Presidente do Sindicato da PRF na Bahia, Roseli Auler – uma das cinco primeiras mulheres a ingressarem no quadro funcional da PRF, Maria Alice Nascimento Souza – primeira Diretora Geral da Polícia Rodoviária Federal Feminina.



O debate, nessa audiência, tem como objetivo a criação de uma data para comemorar o Dia Nacional das Policiais Rodoviárias Federais, como uma forma de reconhecer o trabalho de destaque dessas mulheres e confirmar a importância do seu papel nas forças policiais do Brasil, bem como, notadamente, na Polícia Rodoviária Federal (PRF). “O simbolismo desse dia traz para nós a possibilidade de trazer visibilidade para o trabalho da mulher em todos os segmentos e, claro, nas forças policiais. Dessa forma, os homens que ocupam espaços de poder, abram as portas para levar essas mulheres também para esses espaços”, declarou a parlamentar.



Dentre as várias vivências, destacaram o amor ao trabalho, o orgulho de pertencerem a PRF, relataram a necessidade de entrada de mais mulheres em cargos de liderança no Brasil e, principalmente, nas forças policiais. A PRF caminha para esse intuito de reconhecimento do papel da mulher, pois possui mulheres em cargos de liderança e nomeou 2 Superintendentes, uma delas recentemente. No entanto, ainda há um caminho a ser percorrido, são 27 postos no total, pois há um para cada estado do Brasil, contando com o Distrito Federal (DF). Na capital do Brasil, inclusive, há uma dessas mulheres no cargo, a Adriana Pivato.



A proposta está prevista no Projeto de Lei 6040/2023 e continua os trâmites na Casa Legislativa. Possui uma data sugerida pela parlamentar, o dia 12 de setembro.

Assessoria de Comunicação da Parlamentar

Cidadania ganha veículo novo para ampliar políticas de inclusão


A secretária da Cidadania, Scheilla Bernardes e o prefeito de LEM, Junior Marabá

O município de Luís Eduardo Magalhães, através da Secretaria Municipal da Cidadania, foi contemplado com um veículo novo para auxiliar no dia a dia do trabalho da equipe do Bolsa Família. O equipamento, no valor de R$ 108 mil, foi entregue pelo prefeito Junior Marabá à secretária Scheilla Bernardes, em ato simbólico nesta quinta-feira (09), em frente à sede da Prefeitura.

Resultado de vínculo com o governo federal, por meio do Programa de Fortalecimento do Cadastro Único da Assistência Social (Procad-Suas), o veículo vem para ampliar as políticas de inclusão na cidade, como ressaltou o prefeito: “Com esse investimento, a equipe que atua junto ao cadastro único vai ter mais autonomia para aumentar o número de visitas às famílias contempladas em programas sociais, a exemplo do Bolsa Família, além de acompanhar de perto e fazer a regularização das famílias e seus integrantes, dessa forma, garantindo mais atenção e cuidado para quem mais precisa”.

SECOM, prefeitura de LEM

Polícial Militar da CIPE/Cerrado concluí a 16ª edição do Curso de Operador de Sistema de Aeronave Remotamente Pilotada promovido pelo GRAER

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O curso foi realizado no período de 02 a 10 deste mês, realizado na modalidade mista EAD e Presencial, tendo iniciado a fase à distância de 02 a 26/04/2024 e finalizado com a semana presencial de 06 a 10/05/2024, com carga horária de 120 (cento e vinte) horas/aula, tendo 63 (sessenta e três) alunos matriculados, entre policiais militares, policiais civis, policiais federais, militares das Forças Armadas, membros do Ministério Público, bem como militares do estado de Pernambuco.

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O curso visou capacitar os integrantes das organizações participantes a operarem as Aeronaves Remotamente Pilotas – RPA, conhecidas como “drone” durante as operações e levantamento de informações que auxiliaram a tropa no cumprimento da missão.

Ao final, 58 alunos lograram êxito no curso e 05 (cinco) foram reprovados.

ASCOM – CIPE/Cerrado

Projeto com aulas de judô realiza exame de faixa do projeto social Lutando Bem da 85ª CIPM

Na noite de quinta-feira, 09, aconteceu o exame de faixa do projeto social Lutando Bem da 85ª CIPM. O projeto disponibiliza aulas de judô para os filhos dos policiais, parceiros e pessoas de baixa renda da comunidade local.

Atualmente conta com 25 alunos e as aulas totalmente gratuitas são ministradas voluntariamente pelo Sd 1ª Cl PM e Sensei Cavalcante.
O projeto social Lutando Bem foi criado em 2022 pelo Sd 1ª Cl PM e Sensei Cavalcante que ingressou na PMBA em 2018, natural do Estado do Tocantins e sempre participou dos projetos sociais nas Bases Comunitárias da PM do Tocantins.



Segundo o Sd 1ª Cl PM e Sensei Cavalcante o projeto nasceu da vontade de retribuir de alguma maneira as experiências positivas que teve na PM de seu Estado trazendo para 85ª CIPM a mesma oportunidade para diversas crianças.

Para o Maj PM Barroso Neto, Comandante da 85ª CIPM, esse projeto reforça a importância do papel social da PMBA, uma vez que viabiliza e coloca à disposição da comunidade um espaço para prática esportiva voltada para crianças onde tem acesso aos mais nobres valores que vão formando cada indivíduo. A 85ª CIPM agradece a todos os participantes e colaboradores do projeto.

85ª CIPM

Imobiliária Residencial Noventa: Não importa se você prefere construir ou se mudar para uma casa pronta, estamos aqui para tornar seus sonhos uma realidade.

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Quase 90% das cidades do RS foram atingidas pelas fortes chuvas

Em todo o estado, cerca de 1,9 milhão de pessoas foram atingidas

Ao menos 116 pessoas perderam a vida e outras 143 estão desaparecidas em consequência das fortes chuvas que atingem o Rio Grande do Sul desde o último dia 26 – com maior intensidade a partir do dia 29.

Desde esta quinta-feira (9), a Defesa Civil estadual está divulgando os nomes de pessoas que morreram, bem como das cujo paradeiro é desconhecido. A lista já tem seis páginas. E não para de crescer.

Entre os nomes, estão os de Artemio Cobalchini, 72 anos, e Ivonete Cobalchini, 62 anos, cuja casa, em Bento Gonçalves, foi destruída pela força das águas. Os corpos de Seu Neco, como Artemio era conhecido, e da esposa, foram encontrados no último dia 3, por parentes e amigos. Uma das filhas do casal, Natália Cobalchini, está entre as 143 pessoas desaparecidas no estado.

A relação, contudo, não é completa, conforme reconhece a própria Defesa Civil estadual, que está a todo momento atualizando a lista com base nas informações que recebe das defesas civis municipais e da Polícia Civil. Ainda assim, não consta na relação de desaparecidos, por exemplo, o nome de Agnes da Silva Vicente.

Segundo a mãe de Agnes, Gabrielli Rodrigues da Silva, 24 anos, o bebê de sete meses caiu na água quando o barco usado para resgatar a família virou. Gabrielli e seus outros três filhos, incluindo a irmã gêmea de Agnes, Ágata, foram socorridos, mas a bebê não – embora, posteriormente, algumas pessoas tenham afirmado que Agnes também foi retirada da água.

Até o meio-dia de hoje (10), a Defesa Civil estadual contabilizava cerca de 1,9 milhão de pessoas de alguma foram afetadas, em 437 cidades, por efeitos adversos das chuvas, como inundações, alagamentos, enxurradas, deslizamentos, desmoronamentos e outros.

Em todo o estado, ao menos 337.346 pessoas desalojadas tiveram que, em algum momento, buscar abrigo nas residências de familiares ou amigos – muitas destas seguem aguardando que o nível das águas baixe para poderem retornar a suas casas. Outras 70.772 pessoas ficaram desabrigadas, ou seja, sem ter para onde ir, precisaram se refugiar em abrigos públicos ou de instituições assistenciais.

Frente a dimensão dos estragos, o governador Eduardo Leite reconheceu que não só o Rio Grande do Sul, mas todo o Brasil, terão que se ajustar a um novo contexto, no qual os eventos climáticos extremos têm se tornado cada vez mais frequentes – segundo especialistas, como consequência das mudanças climáticas e do aquecimento do planeta.

“Já temos uma série de políticas em andamento, mas está muito nítido que precisamos fazer [ações efetivas] em outro grau, em outro patamar”, disse Leite a jornalistas, esta manhã. “[No estado] Já existem estruturas [para lidar com as mudanças climáticas]. O que vamos ter que fazer é transformá-las, dando outra robustez para estas estruturas […] Precisamos passar a um nível excepcional de qualidade técnica, tecnológica e de recursos […] Precisamos ter preparo para conviver com situações excepcionais como esta. Preparo que envolve desde sistemas de proteção e defesa das cidades; realocação de espaços e novas técnicas construtivas resistentes a outro patamar de comportamento do clima; sistema de alertas e de informação à população, para que ela saiba lidar com estas situações [extremas]”, acrescentou Leite.

Agência Brasil