Extinção do TSE entra no radar do debate político, após sinais de irrelevância na eleição

Não há Justiça Eleitoral em democracias sólidas como os EUA

O palácio espelhado da sede do Tribunal Superior Eleitoral, onde atuam sete ministros duas vezes por semana – Foto: Secom TSE

O desrespeito à Lei na campanha e crimes eleitorais escandalosos de abuso de poder político e econômico, de 2026, mas com ministros mais preocupados em atender interesses dos candidatos preferidos, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) demonstrou na prática que passou da hora de o Brasil discutir sua extinção.

Nos Estados Unidos, por exemplo, não existe um TSE, nem órgão semelhante com sede suntuosa e custo bilionário. E na maior democracia do mundo também há eleições a cada dois anos.

Existe apenas o Federal Election Commission (FEC), que regula só o financiamento de campanhas federais, sem administrar a votação em si.

Lá, não há propaganda gratuita obrigatória em rádio e TV. Se querem se promover, candidatos pagam anúncios nos veículos de comunicação.

A lei federal obriga apenas que emissoras que cedam espaço a um candidato devem oferecer a mesma oportunidade a outros na disputa.

Diário do Poder