Colégio Constantino Catarino de Souza divulga nota oficial após morte de vigilante.

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Na tarde deste sábado (19), o Colégio Estadual Constantino Catarino de Souza, localizado no bairro Santa Cruz, em Luís Eduardo Magalhães, emitiu uma nota oficial à comunidade escolar e à população em geral, após a trágica morte do vigilante Alef Moura, ocorrida na noite da última quinta-feira (17), em frente à unidade de ensino.

No comunicado, o colégio lamenta profundamente a perda do servidor e destaca que, até o momento, não há qualquer suspeito oficialmente identificado pelas autoridades responsáveis pela investigação do homicídio. A direção da escola esclarece ainda que não existe, até agora, qualquer indício de que o crime tenha sido praticado por aluno do Colégio Estadual Constantino Catarino de Souza.

A nota alerta para a disseminação irresponsável de imagens e nomes de pessoas nas redes sociais, associando-as ao crime sem qualquer comprovação, o que pode gerar sérias consequências no âmbito cível e criminal. “Põe-se em risco, irresponsavelmente, a integridade física de pessoa à qual se atribui equivocadamente a prática de crime tão grave”, destaca o comunicado.

Por fim, a instituição pede respeito à memória do servidor Alef Moura e reforça a confiança no trabalho das autoridades competentes para a devida apuração e responsabilização do verdadeiro culpado. “Neste momento, devemos prestar as últimas homenagens a nosso querido amigo Alef e deixar que as autoridades façam seu trabalho de forma profissional”, conclui a nota.

Reportagem de Weslei Santos/ Blog do Sigi Vilares

Controle biológico reduz em 80% o uso de defensivos agrícolas em viveiros de eucalipto

Empresa utiliza agentes microbiológicos, como fungos e bactérias, que atacam as pragas de maneira natural.

viveiro de ecaliptos em Eunápolis, utiliza controle biológico, no sul da Bahia
Viveiro de eucaliptos em Eunápolis, no Sul da Bahia | Foto: Divulgação

Uma indústria com operação no Sul da Bahia e base florestal de mais de 200 mil hectares, alcançou 80% de redução no uso de defensivos agrícolas no viveiro de mudas de eucalipto com a adoção do controle biológico.

sustentável, reduzindo a dependência de produtos químicos e preservando o equilíbrio ecológico de suas florestas desde o início de seu cultivo.

Desde 2021, a companhia utiliza agentes microbiológicos, como fungos e bactérias, que atacam as pragas de maneira natural.

Em novembro de 2024, reforçou a estratégia com a introdução de crisopídeos, insetos predadores que se alimentam de pragas como pulgões e ácaros, ajudando a controlar infestações sem necessidade de pesticidas.

Essa abordagem nos permite proteger as mudas de maneira eficaz, sem comprometer o meio ambiente e com ganhos importantes na produção florestal”, explica Jessica Josefa Sanches, especialista em Sanidade Florestal da Veracel.

O viveiro próprio da empresa, com participação de terceiros, no município de Eunápolis (BA), possui capacidade nominal para produzir até 20 milhões de mudas ao ano.

Controle biológico no campo

Controle biológico reduz em 80% o uso de defensivos agrícolas em viveiros de eucalipto
Foto: Divulgação

Além do viveiro, o controle biológico também é aplicado nas florestas. Atualmente, 80% das áreas com lagartas desfolhadoras já são tratadas sem defensivos químicos, usando microrganismos como o Bacillus thuringiensis e a liberação de inimigos naturais, como Palmistichus elaeisis e Tetrastichus howardi, que atacam as pragas diretamente.

Na operação de controle, drones já foram utilizados para espalhar esses insetos no campo, no entanto, novas tecnologias estão sendo avaliadas para tornar o processo mais eficiente.

“Lançamos e patenteamos esta inovação em 2021 e agora estamos evoluindo em novas soluções para que os drones liberem os insetos com ainda mais precisão”, explica Jessica.

O tempo de vida dos insetos liberados varia conforme as condições ambientais, como temperatura, umidade e disponibilidade de hospedeiros.

Em média, permanecem ativos de 5 a 20 dias, parasitando pragas e contribuindo para o controle sustentável das plantações.

Redução do impacto ambiental

Além de reduzir o impacto ambiental, o controle biológico também traz vantagens econômicas. A diminuição no uso de defensivos agrícolas reduz custos e torna as florestas mais saudáveis e produtivas.

É uma solução que une sustentabilidade, eficiência e inovação, reforçando o compromisso com o meio ambiente”, conclui Jessica.

A empresa considera a experiência bem-sucedida com uso de inimigos naturais e reforça que esse tipo de combate de pragas é uma tendência crescente no setor florestal, ajudando a equilibrar produção e responsabilidade ambiental.

Canal Rural

Estudo: Fim da escala 6×1 pode cortar 18 milhões de empregos

Pesquisa foi feita pela Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais

Erika Hilton Foto: Mario Agra / Câmara dos Deputados

Um estudo apontou que o fim da escala 6×1 pode causar o corte de até 18 milhões de empregos, caso não haja um aumento proporcional de produtividade. O levantamento feito pela Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG) foi apresentado na última quarta-feira (16).

A pesquisa indica um risco de retração no Produto Interno Bruto (PIB) e de alta da informalidade.

A proposta que prevê o fim da tradicional escala 6×1 — seis dias de trabalho para um de descanso — é de autoria da deputada Érica Hilton (PSOL-RJ). O projeto visa uma jornada de quatro dias de trabalho por semana, com três dias de folga.

O estudo aponta que os custos operacionais das empresas aumentariam de forma significativa, comprometendo a competitividade da indústria e ampliando a informalidade — que já representa 38,3% da força de trabalho no Brasil.

A projeção mais crítica aponta para uma retração de até 16% no faturamento dos setores produtivos, o que equivale a R$ 2,9 trilhões. A massa salarial sofreria uma queda de R$ 480 bilhões, mesmo com as atuais 40 horas semanais de trabalho. As informações são da Oeste.

Pleno News

No Peru, jornais criticam asilo de Nadine Heredia no Brasil

Ex-primeira-dama chegou a Brasília na última quarta-feira

    Nadine Heredia Foto: EFE/ Paolo Aguilar

    Jornais do Peru criticaram o asilo que o Brasil concedeu à ex-primeira-dama peruana Nadine Heredia, mulher do ex-presidente Ollanta Humala. Condenada a 15 anos de prisão junto com o marido, ela chegou a Brasília, na última quarta-feira (16).

    Heredia veio em um avião da Força Aérea Brasileira (FAB), enviado a Lima depois que as autoridades peruanas concederam o salvo-conduto necessário, negociado com o governo brasileiro.

    Na quarta-feira, o Diario Correo escreveu: “Uma ri da Justiça e o outro vai para a prisão”. No mesmo dia, o jornal El Comercio destacou que “Humala vai para a cadeia e Heredia se asila no Brasil”.

    Já nesta quinta-feira (17), o Diario Trome publicou o caso com a manchete: “Entre os corruptos eles se protegem”. A publicação aponta que é “vergonhoso que Lula dê asilo a Nadine depois que ela foi condenada a 15 anos por lavagem de dinheiro”.

    O jornal La Razón destacou, também nesta quinta, que Nadine viverá em mansão em São Paulo, conforme informações do Poder360.

    Pleno News

    PM prende em LEM homem procurado por crime de homicídio

    Na tarde desta sexta-feira, 18, uma guarnição da 85ª CIPM prendeu um homem procurado pela prática do crime de homicídio.

    A ação se deu após informações do CICOM-Barreiras dando conta de um alerta do sistema de reconhecimento facial emitido pela central de vídeo monitoramento da SSP-BA.

    O foragido de 42 anos foi apresentado na Delegacia de Polícia Civil local onde foi cumprido a ordem judicial expedida pela Vara de Exceções Plena da Comarca de Serra Dourada/BA.

    85ª CIPM