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Luis Eduardo Magalhães, Barreiras e região - Tudo que é notícia do Oeste Baiano você encontra aqui.
👍 Curtir páginaEscola Municipal Luzia Gonçalves de Sousa foi a mais recente a receber visita da comitiva do projeto

A Escola Municipal Luzia Gonçalves de Sousa recebeu a visita das integrantes do Núcleo das Mulheres do Agro do Oeste da Bahia nesta quinta-feira (22), em uma manhã marcada por diversão, cultura e aprendizado. Professores e coordenação se envolveram durante a ação do projeto ‘Algodão que Aquece’, que se estende para dentro e fora de sala da aula.

A unidade de ensino foi uma das 31 escolas beneficiadas pelo projeto este ano, que se baseia na realização de um projeto pedagógico específico relacionado à agricultura no oeste da Bahia, utilizando de ciência, arte e cultura como linguagens principais. Mesmo aderindo só agora ao projeto, a unidade está desenvolvendo toda a proposta educativa junto aos alunos. “O projeto representa uma motivação a mais para o grupo pedagógico”, afirma Luiza Alves Gomes, diretora da escola.

Símbolo do projeto educacional, o agasalho 100% algodão também é entregue às crianças e jovens, junto com materiais impressos e informações qualificadas acerca da cadeia produtiva do agro na região.
Os conteúdos programáticos desenvolvidos junto aos alunos são adaptados às necessidades da Educação Infantil, Fundamental I, Fundamental II e EJA, desenvolvidos em parceria com professores de cada unidade.
O projeto deve continuar acontecendo até o fim do ano, quando escolas, professores e estudantes receberão premiações pelos melhores trabalhos realizados.
Assessoria de Imprensa Núcleo Mulheres do Agro

O município de Luís Eduardo Magalhães conta atualmente com três ecopontos, espaços para a entrega voluntária de pequenos volumes de resíduos.

O ecopontos funcionam de segunda a sexta, das 7h às 17h e no sábado das 7h às 12h.
No local, a população do entorno pode realizar a entrega voluntária de pequenos volumes de entulho (resíduos da construção civil).
Resíduos recicláveis, como plástico, papel, metal e vidro.
Resíduos domésticos especiais como pilhas e baterias.
Resíduos de poda, como galhadas, capina e folhagens.
A iniciativa tem como objetivo combater o descarte irregular de resíduos sólidos; promover a reciclagem e dar suporte ao aterro sanitário municipal.
O Ecoponto veio para trazer mais facilidade aos pequenos geradores de resíduos que apresentam dificuldade em acessar o aterro sanitário, localizado a 18km do centro da cidade.
Confira os endereços

Foto: Reprodução
Um homem de 58 anos levou uma jararaca nas mãos até uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) na cidade de Guarujá, no litoral de São Paulo. O homem foi mordido na mão direita e chegou ao local segurando o animal, que estava com a boca aberta.
A vítima relatou que, enquanto estava trabalhando, percebeu a presença da serpente e tentou retirar o réptil do local, quando foi mordido. Como não sabia a espécie, levou a cobra até a unidade de saúde para que o médico identificasse e aplicasse o soro antiofídico correto.
A prefeitura do Guarujá informou que o paciente deu entrada na UPA por meios próprios e que transportou o animal vivo em uma sacola plástica. Após o incidente, o Grupamento de Defesa Ambiental (GDA) da Guarda Civil Municipal (GCM) do Guarujá foi acionado para recolher o animal.
O caso ocorreu no dia 5 de agosto, mas imagens do homem segurando o réptil só foram divulgadas nesta quinta-feira (22). O paciente foi encaminhado a um hospital da região enquanto a equipe da GDA recolheu o animal e realizou a sua soltura em um morro da região.
Continue após propaganda do eletricista

SERPENTE COMUM NO BRASIL
De acordo com o biólogo Daniel Monteiro Bortone, em entrevista ao portal G1, o animal é muito comum na região da baixada santista. “Esse grupo das jararacas é o que mais causa acidentes no Brasil”, afirmou o biólogo.
A jararaca é uma serpente peçonhenta que usa o veneno para se defender quando se sente ameaçada. O biólogo mencionou que, em caso de mordida, deve-se beber muita água, lavar bem o local com sabão e procurar pronto socorro. Quanto ao que não fazer, ele mencionou: cortes ao redor da ferida; sucção do veneno e torniquete na área da picada.
BN
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Grupo criminoso operava nas regiões de Irecê, Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e Ibotirama.

Uma operação na região de Irecê, cidade do centro-norte da Bahia, realizou a maior apreensão de cocaína na Bahia em 2024. Durante a ação, a Polícia Civil desmantelou um laboratório de refino da droga, cujo valor foi estimado em R$ 11 milhões. Além das substâncias ilícitas, dois homens foram presos em flagrante, e um adolescente, apreendido.
As investigações começaram há um ano e revelaram que o grupo criminoso operava nas regiões de Irecê, Luís Eduardo Magalhães, Barreiras e Ibotirama. O laboratório era utilizado para o refino da droga, que posteriormente era distribuída tanto na capital baiana, quanto em diversas cidades do interior.
No local, as autoridades encontraram centenas de tabletes de cocaína, uma pistola calibre 9 mm carregada, um veículo com dezenas de tabletes prontos para serem enviados a Salvador, uma balança importada, quatro liquidificadores industriais, duas prensas hidráulicas avaliadas em R$ 36 mil, centenas de quilos de sílica pirogênica (utilizada na produção da cocaína) e fitas adesivas para embalar os entorpecentes.

A operação contou com a participação de equipes da Coordenação de Apoio Técnico à Investigação (CATTI/Chapada), CATTI/Diamantina, Serviço de Investigação (SI) das unidades territoriais de Xique Xique, Lapão e Ibipeba e da Delegacia de Tóxicos e Entorpecentes (DTE/Irecê).
Correio da Bahia