A Companhia Independente de Policiamento Especializado (CIPE) Semiárido prestou apoio à Secretaria de Administração Penitenciária (SEAP) na revista das celas do Conjunto Penal de Irecê. A operação, que teve início às 6h, foi conduzida por 15 agentes penitenciários sob a liderança do Sr. Leonardo Cabral.
A revista ocorreu na Ala A, que abriga cerca de 200 detentos, de um total de 549 na unidade prisional. Os 12 policiais da CIPE/Semiárido, formando um pelotão de Controle de Distúrbios Civis (CTDC), desempenharam um papel importante na contenção e custódia dos detentos no pátio, seguindo rigorosamente o protocolo de revistas em estabelecimentos prisionais.
A tropa estava preparada e equipada para lidar com qualquer eventualidade que pudesse surgir, garantindo a segurança e a ordem durante a operação. A revista foi concluída às 10h sem o registro de apreensão de objetos proibidos ou incidentes de comportamento inadequado por parte dos detentos.
A ação, realizada em cumprimento à OPO CIPE/Semiárido nº 060/2024 e determinada pelo Comandante de Policiamento em Missões Especiais, reforça o compromisso da Polícia Militar da Bahia (PMBA) em manter a segurança e a ordem nos estabelecimentos prisionais.
Iniciativa será realizada em parceria com os Governos Estadual e Federal. Sugestão foi citada nos 4 encontros já realizados do PGP de Tito (PT) e Emerson (Avante)
A partir de um projeto de engenharia bem elaborado e com a parceria com os Governos Estadual e Federal, o pré-candidato a prefeito Tito (PT) inclui em seu Plano de Governo Participativo (PGP) uma inciativa para resolver os constantes alagamentos na Vila dos Funcionários e em outros bairro da cidade na época das chuvas. A proposta foi levantada pela população em todos os quatro encontros do Plano de Governo Participativo (PGP) já realizados, como na noite desta terça-feira (16), na Vila dos Funcionários, e através do site www.fazermuitomais.com.
Tito destacou a necessidade de resolver um problema antigo do bairro: os alagamentos durante os períodos de chuva. Comprometendo-se a desenvolver uma política de micro e macrodrenagem, Tito afirmou que buscará parcerias com o Governo Estadual e Federal para solucionar essa questão, que aflige os moradores há décadas.
“Vamos priorizar as obras de micro e macrodrenagem, formatar projetos de engenharia bem fundamentados tecnicamente e, através da parceria com o Governo Estadual e Federal, vamos buscar os recursos para resolver esse problema que aflige a nossa população há muito tempo”, afirmou Tito.
Participação ativa
Segundo Emerson Cardoso, pré-candidato a vice-prefeito, a equipe técnica que está organizando o Plano de Governo de Participativo, a partir das propostas recebidas da população, já está em contato com engenheiros capacitados que estão prestando assessoria técnica para a elaboração dos projetos de engenharia. “Com uma boa equipe e bons projetos, com certeza, vamos conseguir os recursos necessários para resolver esse problema estrutural de Barreiras. Não adianta asfaltar ruas sem fazer antes as obras estruturais de macrodrenagem, por exemplo, porque na primeira forte chuva o asfalto é levado pelas águas”, explica Emerson
O evento no PGP na Vila dos Funcionários contou com a participação ativa dos moradores, que compartilharam suas preocupações e sugestões. Maria de Fátima, moradora do bairro, ressaltou a necessidade de melhorias na saúde e na organização do trânsito.
“A questão da saúde precisa melhorar e muito na nossa cidade, as pessoas ficam na fila para poder conseguir uma consulta médica, a população precisa de mais respeito. Além disso, aqui para o nosso bairro, precisamos de uma passarela e uma organização do trânsito, aqui são constantes os acidentes”, disse.
Povo para dentro do governo
Já a professora Michele Aparecida dos Santos sugeriu a inclusão de uma creche noturna no PGP, destacando a importância desse serviço para mães que trabalham à noite. “Muitas mulheres que trabalham a noite, como garçonetes, por exemplo, não têm com quem deixar seus filhos. O PGP é muito importante, é assim que deve ser feito, colocar o povo para dentro do governo”, afirmou Michele.
A pré-candidatura de Danilo Henrique (PP) à prefeitura de Barreiras recebeu a nova adesão nesta terça-feira (16): o Solidariedade. Danilo agradeceu ao presidente municipal do partido, Binho Novais, e aos pré-candidatos a vereador da sigla pelo apoio. Já o Solidariedade, ressaltou a juventude, experiência e competência de Danilo Henrique para o futuro político local.
“Além de demonstrar força e representatividade da nossa pré-candidatura, o apoio do Solidariedade é de extrema importância para nossa campanha porque o partido conta com nomes de peso como Dra. Graça, Mônica Patrícia, Reca, e o presidente Binha Novais. Esse reforço fortalece nosso projeto político e administrativo para Barreiras, pois eu acredito que juntos podemos trazer grandes melhorias e desenvolvimento para Barreiras”, afirmou.
Para o presidente do Solidariedade, Danilo Henrique é o maior nome apresentado que Barreiras tem neste pleito eleitoral. “Ele ainda não foi candidato e, mesmo sendo novo, tem uma vasta experiência como secretário de Luís Eduardo Magalhães. Ele é uma pessoa nova, com ideias inovadoras. Por isso, o Solidariedade está apostando em Danilo, pela sua experiência e competência”, disse Binha.
“O Solidariedade vai chegar forte nestes eleições e pode fazer de dois a três vereadores. E isso vai ser de grande ajuda para nosso projeto de uma Barreiras melhor daqui pra frente”, reforçou Danilo.
Ela compartilhou uma caricatura sugerindo que o sangue de Trump era ketchup
Gleisi Hoffmann Foto: Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
A presidente do Partido dos Trabalhadores (PT), deputada Gleisi Hoffmann (PT-RS), debochou da tentativa de assassinato sofrido pelo ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump pelas redes sociais, nesta terça-feira (16). A postura de Gleisi, que compartilhou uma caricatura que sugere que o sangue de Trump era ketchup.
Gleisi publicou no seu Instagram, na tarde desta terça, uma caricatura feita pelo desenhista Cris Vector que satiriza um registro do fotógrafo Evan Vucci, da agência Associated Press, durante o atentado no último sábado (13). Trump aparece como o Pato Donald, personagem de desenho animado da Disney. O sangue, que saiu da orelha de Trump após ele ter sido atingido por um tiro de raspão, aparece como manchas de ketchup.
Horas após o ataque, o deputado federal André Janones (Avante-MG) relacionou o ataque a Trump com o atentado sofrido pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) na campanha eleitoral de 2018 e disse que a “fakeada” fez escola. O termo é usado para sugerir que o ocorrido em Juiz de Fora (MG) foi uma armação.
– Agora sabemos o que o miliciano foi fazer nos EUA assim que deixou a presidência. É a “Fakeada” fazendo escola – disse Janones.
O parlamentar disse mais:
– Pelos menos dessa vez lembraram de providenciar o “sangue”.
Ex-presidente do Partido dos Trabalhadores (PT), Ricardo Berzoini usou suas redes sociais, no último sábado (13), para tentar desacreditar a opinião pública acerca do atentado contra o ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump.
– Acreditar no “atentado” contra Trump é o mesmo que crer na facada (fake ada) de Juiz de Fora em 2018 – disse o ex-ministro de Lula e Dilma.
Ele disse ainda que “foi uma encenação mal ensaiada” e provocou.
– O golpista fascista quer derrotar o genocida do povo palestino com essa canastrice?
Governador afirmou que “isso incomoda porque está em descompasso com a vida real das pessoas”
Eduardo Leite, governador do RS Fotos: Mauricio Tonetto/Secom/Governo RS
O governador do Rio Grande do Sul (RS), Eduardo Leite, lamentou o descumprimento, pelo governo federal, das medidas de ajuda ao estado após as enchentes de maio. Em entrevista ao programa Amarelas On Air, da Revista Veja, Leite afirmou que há um interesse em ajudar, mas que essa ajuda “não chega como a propaganda mostra”.
A tragédia no Rio Grande do Sul deixou mais de 180 mortos.
– Se sucederam vários anúncios por parte do governo federal, sempre com muitos bilhões sendo envolvidos nos anúncios e muita propaganda também. Muito comercial. Eu vejo diálogo, sensibilidade, vejo interesse em ajudar, mas a ajuda efetivamente não chega como a propaganda mostra. Isso incomoda porque está em descompasso com a vida real das pessoas – explicou o Leite à jornalista Marcela Rahal.
Durante a entrevista, o governador também explicou uma das iniciativas do governo federal que não está funcionando como foi anunciada.
– Insistimos muito para que tivesse um programa de manutenção de emprego e renda. Poderia pegar o que foi feito na pandemia. Funcionou bem (…) Não quiseram. Resolveram criar uma coisa diferente (…) Chegaram lá e anunciaram um programa para atender 400 mil trabalhadores, ao custo de R$ 1,2 bilhão. As informações que tenho é que o programa contemple 80 mil trabalhadores com cerca de R$ 100 a R$ 130 milhões – explicou.