Na manhã desta segunda-feira, 18, por volta das 8h50, policiais da Base Comunitária de Segurança (BCS) do bairro Santa Luzia, em Barreiras, cumpriram um mandado de prisão em aberto contra um indivíduo identificado pelas câmeras de monitoramento da Secretaria de Segurança Pública (SSP).
A guarnição seguia em deslocamento para a realização da Blitz Educativa alusiva ao Agosto Lilás – campanha de combate à violência contra a mulher – em apoio à Ronda Maria da Penha, quando avistou o suspeito.
Após a abordagem, foi realizada consulta ao sistema, que confirmou a pendência judicial. O homem recebeu voz de prisão e foi conduzido à Delegacia de Polícia, onde foram adotadas as medidas cabíveis.
A ação reforça a integração entre as atividades de conscientização e o trabalho de segurança pública, evidenciando a importância do monitoramento e da atuação preventiva das forças policiais.
Quarta edição do evento, e momento alto da programação de celebrações ao aniversário de 25 anos da Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), o Dia do Algodão 2025 já entra para a série histórica não apenas como o maior em público – cerca de 1,7 mil pessoas este ano, contra aproximadamente 1,4 mil em 2024 – como também o mais inovador e emocionante dentre todos já realizados.
Com novo formato, mais dinâmico e interativo, o Dia do Algodão teve a programação estendida ao longo de todo o dia, e os participantes puderam circular entre estações temáticas simultâneas, em uma estrutura que integrou tecnologia, sustentabilidade, gestão, educação, moda, inovação e mercado. O evento ocorreu na fazenda Santana do Grupo Franciosi, em Riachão das Neves (BA), reunindo entre produtores rurais, pesquisadores, estudantes, empresários e autoridades.
Entre as autoridades presentes, o governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues; o secretário estadual de Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Agricultura (Seagri), Pablo Barrozo; a secretária estadual de Desenvolvimento Urbano, Jusmari Oliveira; o diretor da Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab), Vinícius Videira; o presidente da Associação dos Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), Moisés Schmidt; o prefeito de Riachão das Neves, Moab Santana; o presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), Gustavo Piccoli; o presidente da Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea), Dawid Wajs; e o presidente da Federação das Indústrias do Estado da Bahia (Fieb), Carlos Henrique Passos.
“Esse Dia de Campo representa o que somos: uma cadeia conectada, que se apoia na ciência, na cooperação e na busca constante por excelência. Ao celebrarmos 25 anos da Abapa, reconhecemos o trabalho de quem construiu essa história e renovamos o compromisso com o futuro da cotonicultura baiana e brasileira”, afirmou Alessandra Zanotto Costa, presidente da entidade.
Na noite anterior, em uma cerimônia para convidados, a Abapa celebrou a passagem do seu Jubileu de Prata. O evento homenageou os pioneiros do algodão na Bahia, relembrando a trajetória dos que, com coragem, ousaram transformar uma região sem tradição para a cotonicultura no segundo maior estado produtor do Brasil, no último quarto de século.
Num ato simbólico, os ex-presidentes da Abapa receberam uma placa comemorativa, enquanto um novelo de linha representativo do legado e do futuro da entidade era passado de mão em mão, entre antecessores e sucessores, desde o primeiro presidente, João Carlos Jacobsen Rodrigues, até a atual, Alessandra Zanotto Costa.
Além deles, receberam a deferência, em ordem cronológica de gestão, Walter Horita, Isabel da Cunha, Celestino Zanella, Júlio Cézar Busato (representado pelo filho Cézar Busato), e Luiz Carlos Bergamaschi, que também não pôde estar presente. O encontro também marcou a inauguração oficial do novo auditório da sede da Abapa, localizado ao lado da Bahia Farm Show, em Luís Eduardo Magalhães.
Na ocasião, o presidente da Anea, Dawid Wajs, prestou uma homenagem à associação. “O Oeste baiano, hoje é um polo de produção moderna, sustentável e tecnológica. E isso só foi possível porque houve visão. Porque houve investimento. Porque houve coragem. A cotonicultura se transformou em vetor de desenvolvimento para a Bahia e para o Brasil. A história que vocês e a Abapa estão escrevendo nesta região é um orgulho para o Brasil inteiro.”
Um dos primeiros entusiastas da cotonicultura no Oeste da Bahia, Luiz Antônio Cansanção, falecido em 2019, recebeu in memoriam, uma homenagem através da família, durante o evento. O pioneiro também foi enfaticamente celebrado no discurso de João Carlos Jacobsen, que leu uma carta assinada em grupo por amigos do homenageado.
Baianidade e brasilidade
Na noite do jantar comemorativo e no próprio Dia do Algodão, dois vídeos deram o tom de emoção às celebrações: o primeiro um documentário resgatando a história do algodão no Oeste da Bahia, e o outro, o jingle “Nosso Algodão”, interpretado pela cantora Ana Mammeto, com participação da Banda Didá e do músico Yacoce Simões. Mais do que peças audiovisuais, eles expressaram a baianidade, conectando o Oeste às tradições culturais da Bahia, e a brasilidade, reafirmando a identidade do algodão como símbolo de origem e de expressão cultural do país.
Mais que um dia de campo
No dia seguinte, na abertura do 4º Dia do Algodão, o governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, reiterou o compromisso com o desenvolvimento do setor e defendeu a atuação conjunta entre governo e produtores. “O papel do governo é não atrapalhar quem produz. Estamos aqui para apoiar, ouvir e construir soluções junto com o setor. A Bahia precisa industrializar, agregar valor, gerar renda e empregos com base em tudo que já produz com excelência. Essa é uma pauta que não pode mais ser adiada”, afirmou.
Durante o evento, o chefe do executivo recebeu um documento com as principais demandas do setor, entregue pela Abapa em conjunto com a Aiba, contendo pautas como infraestrutura logística, energia, licenciamento ambiental e segurança jurídica.
“O agronegócio é, sim, aliado do meio ambiente. Crescemos com sustentabilidade, inovação e tecnologia, e o Oeste dá aula disso. Todos os pedidos apresentados são legítimos e serão analisados com responsabilidade e dentro da legalidade. Tenho plena convicção de que podemos ampliar a produção com uso cada vez mais eficiente da água, gerando mais empregos, renda e desenvolvimento para a região. Essa carta entregue ao governador expressa exatamente isso: um compromisso firme com o futuro do agro baiano”, disse Pablo Barrozo, secretário da Seagri.
O prefeito de Riachão das Neves, Moab Santana, destacou a relevância do agronegócio para o desenvolvimento regional. “O crescimento do município tem a marca do agro em todos os cantos do nosso território. Temos, atualmente, uma cidade que se desenvolve com o apoio direto de famílias e empresas que acreditaram nessa terra.” Já o presidente da Federação das Indústrias do Estado da Bahia (Fieb), Carlos Henrique Passos, reforçou a importância da conexão entre agro e indústria, lembrando que a valorização do algodão passa também pelo avanço na cadeia de transformação. “O que vimos no Dia do Algodão é a força de um setor organizado, que valoriza a tecnologia, o capital humano e o associativismo. O futuro passa pela agregação de valor à produção, e a indústria é um elo essencial nesse processo.”
Reconhecimento aos anfitriões
A família Franciosi, do Grupo Franciosi, também pioneiros no Oeste da Bahia e já com novas gerações assumido posições de comando nos negócios, foi especialmente reverenciada na solenidade de abertura do evento, por ceder a área da fazenda que sediou o Dia do Algodão em 2025. “Temos muito orgulho de abrir as portas da nossa casa para esse encontro. O sucesso do Dia do Algodão é resultado do esforço coletivo, e nossos colaboradores são parte essencial dessa trajetória”, disse, Valentina Franciosi, responsável por planejar e gerenciar os investimentos estruturais e de longo prazo da empresa em nome da família (Capital Expenditure).
Conhecimento aplicado
O Dia do Algodão da Abapa vai além do formato de um dia de campo técnico. Em estações temáticas simultâneas, reúne um amplo leque de assuntos — que incluem tecnologia, sustentabilidade, gestão, educação, moda e mercado — promovendo um espaço de troca de conhecimento entre todos os elos da cadeia do algodão. Pela manhã, os participantes tiveram acesso a três Estações do Conhecimento, estruturadas para abordar temas dedicados à evolução da cotonicultura: mercado, inovação e agricultura regenerativa. Com dinâmicas simultâneas, o formato permitiu aos visitantes personalizar sua jornada, escolhendo os assuntos de maior relevância para sua atuação no campo ou na indústria.
Entre os destaques, a Estação 1 contou com a participação de Rodrigo Iafelice dos Santos, ex-CEO da Solinftec e cofundador da AgTrace, que tratou dos modelos de exportação ancorados em tecnologia e novos padrões de consumo. “O consumidor está mais exigente e veloz em suas escolhas, e o algodão produzido no Oeste da Bahia tem tudo para atender essa demanda, com qualidade, rastreabilidade e inteligência. O Dia do Algodão mostra que o agro brasileiro está pronto para esse novo ciclo”, destacou.
A Estação 2, dedicada às “Soluções efetivas para a Agricultura Regenerativa”, foi conduzida por Rodrigo Buffon, da SPD Soil Diagnostic, que apresentou práticas de manejo baseadas em diagnósticos de solo, uso de plantas de cobertura e estratégias de resiliência agronômica. “É um privilégio poder aprender e compartilhar com produtores e técnicos de altíssimo nível. A agricultura regenerativa conversa diretamente com produtividade e bem-estar. E isso se reflete na ousadia dos produtores do Oeste baiano, que buscam inovação com responsabilidade ambiental. Com diagnósticos adequados, conseguimos regenerar solos em pouco tempo, promovendo equilíbrio químico, físico e biológico”, explicou.
Na Estação 3, a Abrapa promoveu o painel “Estratégia para o algodão brasileiro”, com mediação de Luciano Thomé de Castro, da Markestrat. O debate reuniu representantes de grandes grupos e entidades da cadeia da fibra, como Gustavo Piccoli (Abrapa), Dawid Wajs (Anea / Louis Dreyfus Company), Miguel Prado (Santa Colomba) e Aurélio Pavinato (SLC Agrícola), em uma discussão sobre os rumos estratégicos do algodão no Brasil, com foco em competitividade, agregação de valor, sustentabilidade e presença global.
“Iniciativas como esta são fundamentais para o fortalecimento da cotonicultura brasileira, pois proporcionam troca de conhecimento, atualização técnica e integração do setor. Tenho certeza de que os produtores saíram daqui mais preparados para aplicar novas soluções em suas propriedades”, afirmou o presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), Gustavo Piccoli.
Cultivares em destaque
Em paralelo às estações temáticas, os visitantes também puderam acompanhar as Estações de Cultivares, conduzidas pelos especialistas Luís Kasuya (Kasuya Inteligência Agronômica) e Eleusio Curvelo Freire (Embrapa). O objetivo foi oferecer uma visão aprofundada sobre novas variedades de algodão, seu desempenho em campo, resistência a pragas, qualidade da fibra e aspectos relacionados à produtividade sustentável.
Mercado Têxtil
No período da tarde, os debates se deslocaram para o Espaço Principal, com discussões sobre os rumos do setor têxtil e de confecção, conectando a produção da fibra no campo com os desafios da moda, do consumo e da sustentabilidade no varejo.
O painel “A visão de futuro – Setor têxtil e de confecção”, conduzido por Marcelo Ramos, gerente de Desenvolvimento Estratégico Sustentável do Senai CETIQT, trouxe reflexões sobre as transformações em curso na indústria têxtil e os novos paradigmas que moldam o comportamento do consumidor e os modelos de produção. “Quando falamos de algodão, falamos de uma agricultura cada vez mais regenerativa, tecnológica e conectada com os anseios do consumidor moderno. É necessário mostrar de forma transparente o impacto e a origem da peça. É isso que vai diferenciar o produto e fortalecer toda a cadeia, do campo à loja”, destacou.
A diretora de Relações Institucionais da Abrapa e gestora do Movimento Sou de Algodão, Silmara Ferraresi, apresentou a iniciativa que mira o posicionamento do algodão brasileiro no mercado nacional por meio da moda e do engajamento com o consumidor. “Não se trata apenas de falar sobre o nosso trabalho, mas de construir reputação a partir da atitude, da consistência e do olhar de quem nos acompanha. Engajamos todos os elos da cadeia, desde o produtor até o consumidor final, com ações concretas e presença contínua”, afirmou.
Com ativa presença institucional no evento, o estande do movimento Sou de Algodão celebrou os 25 anos da Abapa com a exposição de looks assinados por estilistas baianos e camisetas da campanha SouABR, produzidas com algodão rastreável cultivado por produtores da Bahia, sendo comercializadas para o público presente.
Legado
Um dos momentos simbólicos da programação foi o painel “A força da conexão: o legado e os próximos capítulos da Abapa”, moderado por Alessandra Zanotto Costa, com a participação dos ex-presidentes Celestino Zanella, Walter Horita e João Carlos Jacobsen. O encontro promoveu uma reflexão coletiva sobre os marcos estratégicos que consolidaram a cotonicultura na Bahia, os aprendizados acumulados ao longo de 25 anos e os caminhos que se desenham para o futuro da atividade.
Logo na abertura, Alessandra lançou aos ex-dirigentes uma provocação: qual teria sido a decisão mais estratégica da Abapa nas últimas duas décadas e meia?
Para Jacobsen, a criação do Programa de Incentivo à Cultura do Algodão na Bahia (Proalba) foi o ponto de inflexão. “Foi um passo determinante no início dessa trajetória. Com apoio técnico e estrutura institucional, conseguimos colocar o algodão em posição de destaque e gerar segurança para os produtores investirem”, relembrou.
Walter Horita, por sua vez, destacou o papel do clima e da organização dos produtores na construção da reputação da fibra baiana. “Somos o segundo maior produtor do país, mas com o algodão de melhor qualidade. Isso é resultado não apenas do ambiente, mas da postura dos produtores e da conexão entre tecnologia e gestão que sempre guiou o setor. O que estamos colhendo hoje é fruto de trabalho coletivo e visão de longo prazo”, afirmou.
Já Celestino Zanella reforçou que a identidade da Abapa sempre esteve ancorada na capacidade de antecipar desafios. “A decisão mais importante da entidade foi justamente ser quem ela é. Manter o olhar voltado para o futuro, com coragem para inovar e responsabilidade com o presente”, disse. Zanella ainda fez um alerta sobre a concorrência crescente das fibras sintéticas e o papel do Brasil na construção de uma oferta estável e confiável para o mercado internacional: “Temos que mostrar ao mundo que podemos entregar algodão com qualidade, rastreabilidade e responsabilidade. Essa é a nossa vantagem competitiva.”
Alessandra Zanotto encerrou o painel com um agradecimento aos antecessores e um compromisso com os próximos ciclos da entidade. “A força da Abapa está justamente na conexão entre as gerações, na continuidade de princípios e na construção coletiva de um setor que acredita no associativismo como motor de desenvolvimento. Seguimos comprometidos com inovação, sustentabilidade e responsabilidade com cada elo dessa cadeia que ajudamos a fortalecer”, concluiu. “Celebrar os 25 anos da Abapa é reconhecer o esforço coletivo que construiu essa história. São produtores, técnicos, instituições, empresas e entidades que acreditaram no poder da organização, da representatividade e da conexão como base para o crescimento sustentável do setor”, afirmou Alessandra.
Durante rondas ostensivas no bairro Santa Cruz, a GCM prendeu um indivíduo que conduzia uma motocicleta em alta velocidade, sem capacete, e possuía mandado de prisão em aberto.
Ao tentar se esconder em um bar, o homem resistiu à abordagem e, com apoio de outras pessoas que tentaram protegê-lo, houve tumulto e danos ao patrimônio público. A guarnição conteve a situação e realizou a prisão.
O conduzido foi apresentado à autoridade policial para adoção das medidas cabíveis.
Uma jovem de 20 anos foi presa após confessar ter matado o namorado a facadas na noite de sábado (16), na cidade de Formosa do Rio Preto, no oeste da Bahia. Segundo a Polícia Militar, a suspeita contou que cometeu o crime após ter tido um pedido para acessar o aplicativo de mensagens do companheiro negado.
O crime aconteceu na Rua Eliezer Rabelo Santiago, no bairro Novo Horizonte. Jonas Ferreira Nunes, de 32 anos, foi atingido na região do tórax, socorrido e levado para o Hospital Municipal Doutor Altino Lemos Santiago, mas não resistiu aos ferimentos.
A Polícia Militar informou que a jovem, identificada como Cleidiane Alves Ferreira, foi encontrada na casa de familiares dela, na avenida Pompílio Mendes, no bairro Santa Helena.
Cleidiane foi levada para a Central de Flagrantes, onde está à disposição da Justiça.
Inscrições vão até 19 de agosto; oportunidades são na área de Manutenção com formação teórica no SENAI e prática no Complexo Industrial
A Galvani, empresa brasileira de mineração e líder na produção e entrega de fertilizantes fosfatados no MATOPIBA – região que abrange trechos dos estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia –anuncia a abertura das inscrições para o Programa Jovem Aprendiz 2025, em Luís Eduardo Magalhães (BA). São 15 vagas voltadas à área de Manutenção, com o objetivo de capacitar jovens para o mercado de trabalho por meio de uma formação que combina teoria e prática. As inscrições ficam abertas até 19 de agosto, exclusivamente online, no site da Galvani – https://trabalheconosco.vagas.com.br/galvani/oportunidade/jovem-aprendiz-manutencao/2753559
“O Jovem Aprendiz é uma porta de entrada para a indústria e para o desenvolvimento profissional. Na Galvani, unimos a sala de aula do SENAI com a prática no dia a dia da operação para que o jovem aprenda um ofício e desenvolva competências valorizadas pelo mercado”,afirma Lúcio Costa gerente de Recursos Humanos da empresa.
Como funciona
Com duração de um ano, o programa é dividido em duas etapas que ocorrem ao mesmo tempo. A fase teórica presencial acontece no SENAI de LEM, com carga horária de quatro horas por dia, de segunda a sexta-feira, no período noturno. Já a fase prática é realizada no Complexo Industrial de Luís Eduardo Magalhães, também com duração de quatro horas diárias em turnos da manhã ou da tarde, de segunda a sexta-feira.
Quem pode se inscrever
Podem se candidatar jovens de 18 até 21 anos na data da inscrição, que estejam cursando ou tenham concluído o Ensino Médio ou Técnico, residentes em Luís Eduardo Magalhães, e com disponibilidade para cumprir as cargas horárias teórica e prática pelo período de um ano.
Na tarde do último domingo (17), por volta das 17h10, durante patrulhamento de rotina nas proximidades do Hotel LG, na BR-242, Km 885, uma equipe realizou a abordagem de uma motocicleta Honda Pop.
Durante a vistoria, foi constatado que os elementos identificadores do veículo estavam suprimidos. Além disso, a placa ostentada (JQE-5774) pertencia a outra motocicleta, uma Honda CG 150 de cor preta, com restrição de furto registrada em 2018.
Diante da irregularidade, o condutor e a motocicleta foram encaminhados ao DISEP, onde ficaram à disposição das autoridades para as medidas cabíveis e devidas investigações.
A Superintendência de Transporte e Trânsito reforça que, qualquer situação de segurança viária ou denúncias podem ser informadas pelo telefone 156 ou pelo WhatsApp (77) 99963-0238.
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Segurança viária é nossa
“Nenhum de nós é tão bom quanto todos nós juntos”.
As autoridades identificaram as três vítimas do triplo homicídio registrado na madrugada do último domingo (17), durante uma festa no povoado Conquista, localizado na zona rural de Barreiras, oeste da Bahia.
Segundo informações do Departamento de Polícia Técnica (DPT), as vítimas são:
Neura Lima de Brito, de 58 anos, natural de Wanderley (BA);
João Lucas Ramos Barbosa, de 24 anos, natural de Barreiras (BA);
Felipe Soares Brandão, de 20 anos, natural de Gurupi (TO).
Os corpos passaram por exames de necropsia e, posteriormente, foram liberados às famílias para os procedimentos de sepultamento.
A Polícia Civil segue investigando o caso para esclarecer as circunstâncias e possíveis motivações do crime.
Barreiras/Bahia: três mortos e outro baleado numa festa próximo a prainha
A madrugada deste domingo (16) foi marcada por uma tragédia em Barreiras, no Oeste da Bahia. Por volta das 4h da manhã, uma festa que acontecia no povoado de Conquista, próximo à Prainha, terminou em violência e mortes.
Segundo informações apuradas pela equipe do Blog da Cultura, um homem que havia saído do evento tentou retornar, mas foi impedido pelos seguranças da portaria. Diante da negativa, iniciou-se uma confusão e o homem sacou uma arma de fogo, disparando contra os presentes.
O ataque resultou na morte imediata de um dos seguranças e de mais duas pessoas que estavam no local — dois homens e uma mulher. Uma quarta vítima foi atingida e socorrida para o hospital de Barreiras, mas o estado de saúde ainda não foi divulgado.
A Polícia Militar foi acionada e realizou diligências na tentativa de localizar o autor dos disparos. Até a última atualização desta reportagem, não havia confirmação se ele já havia sido preso.
A perícia técnica esteve no local e realizou a remoção dos corpos para o Instituto Médico Legal (IML). O caso será investigado pela Polícia Civil, que vai apurar as circunstâncias do crime e identificar responsabilidades.
A violência do episódio chocou moradores da região, transformando um momento de lazer em uma madrugada de dor e luto.
Um crime brutal abalou a zona rural de Ilhéus, no Extremo Sul da Bahia, na manhã desta terça-feira (12). Pedro Nascimento dos Santos, de 60 anos, foi morto a pauladas na cabeça por um amigo, em circunstâncias ainda não esclarecidas.
De acordo com relatos de testemunhas, após o ataque, o autor teria consumido parte da massa encefálica da vítima. O corpo foi encontrado por vizinhos dentro da Fazenda Baixinho.
A Polícia Civil esteve no local, mas o suspeito já havia fugido antes da chegada das autoridades. Desde a segunda-feira (11), equipes das polícias Civil e Militar realizam buscas na região, que é cercada por várias propriedades rurais.
Pedro, natural de Santa Luzia, era conhecido na comunidade. Até o momento, não há informações sobre a motivação do crime nem sobre a localização do autor.
Na manhã desta sexta-feira (15) por volta das 6h, um homem foi preso após esfaquear o próprio pai dentro de uma residência localizada na rua E, quadra 6, lote 12, no bairro Jardim das Oliveiras, em Luís Eduardo Magalhães.
De acordo com informações, a Polícia Militar (85ª CIPM) foi acionada pela central para apoiar o SAMU em uma ocorrência de tentativa de homicídio. Ao chegar ao local, os agentes encontraram um homem de 52 anos deitado em um sofá, com perfurações no tórax.
Na residência também estava a esposa do autor, que relatou ter acordado durante a discussão entre o marido, de 30 anos, e o sogro. Segundo ela, o sogro já estava ferido quando tentou intervir e acabou atingida com um golpe no nariz.
Questionado pelos policiais, o autor confessou ter desferido as facadas contra o próprio pai após uma discussão motivada pelo consumo de bebidas alcoólicas. Ele ainda mostrou à guarnição o local, onde havia escondido a faca utilizada no crime.
A vítima recebeu os primeiros socorros da equipe do SAMU e foi encaminhada para o Hospital do Oeste, em Barreiras, devido à gravidade dos ferimentos.
O autor e a testemunha foram conduzidos para a Delegacia de Polícia Civil, onde foram adotadas as medidas cabíveis.