CIPRv/Barreiras apreende duas armas de fogo e prende homem durante operação na Vaquejada de Formosa do Rio Preto

ma ação da Companhia Independente de Polícia Rodoviária (CIPRv/Barreiras) resultou na apreensão de duas armas de fogo e na prisão em flagrante de um homem por porte ilegal de arma, na manhã da última sexta-feira (30), na BA-225, zona rural de Formosa do Rio Preto, nas proximidades do trevo da Coarceral.

A ocorrência foi registrada por volta das 11h30, durante a Operação Vaquejada de Formosa do Rio Preto, que reforça o policiamento ostensivo e as ações de fiscalização de trânsito e combate à criminalidade durante os festejos do tradicional evento.

De acordo com a polícia, equipes do Tático Ostensivo Rodoviário (TOR), sob coordenação da CIPRv/Barreiras, abordaram uma caminhonete MMC/L200 Triton durante fiscalização de rotina. No decorrer da abordagem, os policiais constataram que o condutor não possuía Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

Durante a vistoria no veículo, foi encontrado um revólver calibre .22 carregado. Em seguida, durante busca pessoal, os policiais localizaram um segundo revólver calibre .38 Special com a numeração de identificação suprimida, além de munições sobressalentes.

Diante da ausência de autorização legal para o porte das armas, o homem recebeu voz de prisão e foi conduzido à 11ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (COORPIN), onde foram apresentados o suspeito e todo o material apreendido.

Ao todo, a operação resultou na apreensão de:

  • 01 revólver Taurus calibre .22, número de série 95585;
  • 01 revólver Taurus calibre .38 Special com numeração suprimida;
  • 11 munições intactas calibre .38, marca CBC;
  • 06 munições intactas calibre .22, marca CBC.

CIPRv/Barreiras

PRF apreende carga de cigarros contrabandeados escondida em caminhão na BR-349, em Correntina (BA)

Fiscalização identificou mais de 460 mil maços de cigarros de origem paraguaia transportados sem documentação fiscal

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu, na tarde da última quarta-feira (27), uma grande carga de cigarros contrabandeados durante fiscalização no km 941 da BR-349, no município de Correntina, oeste da Bahia.

A equipe realizava comando de fiscalização na Unidade Operacional da PRF quando abordou um caminhão com avarias na parte frontal e placa danificada. Durante os procedimentos de fiscalização, o condutor informou que transportava uma carga de produtos diversos, como copos plásticos, flocão, biscoitos e papel higiênico, saindo de Juazeiro (BA) com destino ao estado de Goiás.

No entanto, algumas inconsistências chamaram a atenção dos policiais. Ao realizarem a vistoria no compartimento de carga, os policiais encontraram diversos volumes incompatíveis com a nota fiscal apresentada. Após a verificação, foi constatado que o caminhão transportava 925 caixas de cigarros de origem estrangeira, totalizando aproximadamente 462.500 maços.

Os cigarros apreendidos eram da marca GIFT, de origem paraguaia, cuja comercialização é proibida no Brasil por não atender às regulamentações sanitárias da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA).

Diante dos fatos, foi constatada, em princípio, a prática do crime de contrabando. O motorista foi encaminhado, juntamente com o veículo e a carga apreendida, à Delegacia da Polícia Civil para os procedimentos legais cabíveis.

PRF

Os síndicos e o poder: até onde vai a autoridade dos administradores de condomínios?

Cobrar CPF de visitantes, vigiar moradores por câmeras, dificultar acesso a documentos: moradores questionam e especialistas explicam onde termina a gestão e começa o abuso

O celular vibra no meio do jantar. No grupo do condomínio, o síndico anuncia uma nova regra: visitantes agora devem informar CPF na portaria. Um morador questiona. Outro lembra que ninguém foi consultado. Alguém pergunta se isso é legal. Em poucos minutos, surgem mensagens atravessadas e o silêncio constrangido de quem prefere não comprar briga com a administração do prédio. Em muitos condomínios, decisões que afetam diretamente a vida dos moradores são tomadas assim, como se o síndico ocupasse um cargo sem limites, onde a convenção interna, a vontade pessoal e o exercício de poder são os únicos parâmetros.

Nas últimas semanas, o podcast “A Síndica”, do jornalista Chico Felitti, trouxe à luz uma pergunta familiar para milhões de brasileiros: até onde vai, afinal, a autoridade de quem administra um condomínio? Entre câmeras usadas para vigiar moradores, assembleias esvaziadas, perseguições, obras sem transparência e multas arbitrárias, especialistas alertam, em primeiro lugar, que a convenção condominial não está acima da Constituição nem do Código Civil.

Mas quem fica atento a isso? A advogada e administradora de condomínios, Rose Smera, que atua na área há 30 anos, explica que o distanciamento dos moradores é a primeira e necessária condição do autoritarismo: “Temos um estigma de que reunião de condomínio é uma coisa insuportável e muita gente não desce. Então, os síndicos muitas vezes acham que podem fazer o que desejarem”, afirma.

O debate também ganha força porque os conflitos condominiais cresceram nos últimos anos junto com a verticalização das cidades no Brasil. Em 2025, o IBGE indicou que cerca de 15% da população brasileira vive em apartamentos, o que equivale a aproximadamente 25 milhões de pessoas. Atualmente, o setor condominial movimenta algo entre R$ 165 e R$ 300 bilhões por ano – segundo estimativas de entidades do mercado imobiliário, associações do setor e levantamentos da imprensa especializada – administrando estruturas que, em muitos casos, funcionam como pequenas empresas privadas. E, potencialmente, rentáveis.

BONSAI BRASIL

Para entender a importância e complexidade desses espaços, vale lembrar que todo condomínio funciona como um microcosmo onde tensões sociais aparecem em escala reduzida. A jornalista Arla Coqueiro define: “Em muitos condomínios existem problemas de racismo, preconceitos diversos e até o autoritarismo de os moradores mais antigos acharem que mandam mais”. A convivência cotidiana ainda expõe, muitas vezes, uma intolerância velada contra inquilinos, alimentada pela ideia de que “proprietários têm mais direitos”. Nessa sopa de erros, o status muitas vezes passa até pelo “modelo do carro”, mesmo quando o morador atrasa a própria taxa condominial. “Quem tem um carro melhor na garagem, às vezes está com o condomínio atrasado, mas a pose não revela isso”, afirma Arla.

Essa distorção de valores é terreno fértil para gestões autoritárias. Se ao ambiente, hostil entre condôminos, soma-se o clássico desinteresse coletivo pelas assembleias, abre-se um vácuo de participação que permite a ascensão de pequenos “ditadores”, figuras que confundem o cargo de gestor com “líderança irrestrita”. Gina Leite, produtora cultural que foi síndica de um prédio na Graça por mais de dez anos, concorda que essa é a raiz do problema: “Isso (as gestões autoritárias) é por causa de um vazio, porque se tivesse maior interesse em participação, não teria esses casos que são aberrações”.

O surgimento dessas figuras é tão comum que aparece frequentemente em fóruns jurídicos e comunidades online voltadas ao direito condominial, onde moradores relatam perseguições, constrangimentos em grupos de WhatsApp, dificuldade de acesso a documentos financeiros e sensação de isolamento diante de administrações consideradas abusivas. O portal SíndicoNet, uma das principais referências nacionais em gestão condominial, tem ampliado a cobertura de temas relacionados a conflitos de convivência, assédio e judicialização em condomínios.

Profissionais do direito condominial também observam crescimento de disputas relacionadas à hipervigilância e ao uso de regras internas para controlar hábitos privados dos moradores. A entrada em vigor da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) ampliou os debates sobre privacidade em condomínios, tema que também aparece em análises e orientações jurídicas da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec).

PODER LIMITADO

Nesse cenário, especialistas insistem em um ponto central: a convenção do prédio não é soberana. Rose esclarece a hierarquia legal que deve ser respeitada: “Primeiro Constituição Federal. Depois Código Civil, depois leis esparsas, depois vale a convenção registrada e depois o seu regimento interno”. Por exemplo, se a convenção prevê multas de 20% por atraso de pagamento de taxas, o Código Civil de 2002 invalida a regra e limita a cobrança a 2%. A advogada reforça: “Pode olhar o seu boleto, que o seu condomínio não pode mais cobrar esse valor porque o Código Civil proíbe”.

Rose também comenta a hipervigilância, contando o caso de uma síndica que monitorava a vida pessoal de vizinhos por câmeras acessadas dentro do próprio apartamento e aponta uma regra clara: “O sistema de monitoramento não pode ser na casa do síndico. Ele tem que estar numa sala específica da área comum”, alerta a advogada. Rose recorda que o monitoramento virava fofoca: “ela passava o dia inteiro monitorando a vida das pessoas, não conseguia manter a língua dentro da boca e dizia coisas do tipo ‘tá de namorado novo, né?’”.

Em comunidades online, moradores também relatam conflitos envolvendo compartilhamento excessivo de informações pessoais. Rose é taxativa sobre a coleta de dados para permissão de entrada, especialmente a tentativa de controle sobre a quem cada condômino permite acesso: “No momento em que eu começo a exigir diferentes nomes e CPFs para cadastrar tags vinculadas a uma unidade, por exemplo, aí eu já ultrapassei o meu limite administrativo”, afirma.

GESTÃO TÓXICA

O desgaste emocional provocado por administrações autoritárias pode ter impacto na saúde mental de moradores. João viveu um desses pesadelos em Salvador, com uma síndica que, segundo ele, via o controle como missão de vida: “sofri todo tipo de assédio. Ela procurava a dona do apartamento onde eu morava para questões cotidianas, sempre importunando e tentando me desqualificar perante a comunidade e a proprietária. Eu adoeci psicologicamente e entendi que administrações condominiais podem funcionar como quadrilhas que cometem todo tipo de abusos”, desabafa.

Segundo ele, a perseguição era sustentada pelo conselho que funcionava como uma “panelinha”, protegendo a síndica e isolando moradores que discordassem de qualquer ação. Para lidar com as arbitrariedades, ele precisou contratar um advogado.

Já Nicole relata viver uma rotina semelhante em um condomínio onde, segundo ela, o síndico transformou a vigilância em instrumento de controle cotidiano. “Ele chega nos lugares como se fosse o dono. Tem câmera na área da piscina apontada para as mulheres de biquíni, câmera na academia, tudo para ficar olhando a vida dos outros”, afirma. A moradora diz ainda que os equipamentos foram instalados sem debate transparente com os condôminos e que muitos sequer sabem que há captação de áudio nas áreas comuns. “Ele falou que ia botar câmera na piscina, mas não disse que tinha áudio. Ninguém sabe direito como essas câmeras funcionam”, reclama.

Ainda segundo Nicole, o sistema de monitoramento pode ser acessado diretamente pelo síndico no celular pessoal dele, sem compartilhamento com os demais moradores. “Ninguém tem acesso, só ele”, relata. Nicole, assim como João, são nomes fictícios de pessoas reais que temem represálias.

Especialistas em mediação apontam que condomínios passaram a concentrar problemas típicos das relações de trabalho e da política institucional: perseguição, isolamento social, humilhação pública e uso seletivo de regras para punir desafetos. Em muitos casos, essa atuação é sustentada pela crença de que moradores comuns não têm conhecimento jurídico, tempo ou dinheiro para enfrentar a estrutura administrativa do prédio.

A hipervigilância é uma queixa recorrente Crédito: Thainá Dayube

BOLSO APERTADO

A falta de transparência financeira é outra das principais fontes de tensão. Obras sem explicações claras, cobranças extras pouco detalhadas e resistência em apresentar contratos ou extratos bancários estão entre as reclamações mais comuns de moradores em disputas condominiais. Prestação de contas e obras aparecem de forma recorrente como focos de conflito em condomínios, segundo análises publicadas pelo portal SíndicoNet.

Ainda no quesito “obras e serviços”, uma prática controversa e corriqueira é a contratação de empresas “amigas do síndico”. Rose sugere um caminho para blindar a gestão honesta de desconfianças: “Eu sempre aconselho que os meus síndicos peguem pelo menos quatro a cinco empresas e na hora da escolha, ele não vote, porque na qualidade de gestor, ao meu ver, você já está suspeito ali naquele momento”. Ela também lembra que cobrar laudos e acompanhar contratos é uma das formas mais eficazes de fiscalização por parte dos moradores.

DEMOCRACIA VIVA

Na direção oposta das gestões autoritárias, experiências bem-sucedidas apostam no fortalecimento das relações humanas. A ex-síndica Gina define o condomínio como a “matriz mínima da democracia”. Sua gestão, amplamente aprovada por moradores, foi baseada em participação e inclusão, transformando as reuniões em espaços acolhedores: “lá no prédio a gente acredita que tá construindo também uma comunidade e já tivemos até assembleia com pizza, com cachorro, com cerveja (risos)”, se diverte.

Ainda em sua administração, grupos de trabalho analisavam previamente as contas do condomínio e discutiam cortes de despesas antes das assembleias, criando um ambiente de confiança que praticamente eliminou a inadimplência. Ela recorda que, quando os moradores participam, o compromisso aumenta: “A questão da inadimplência, eu acho que tá muito ligada ao compromisso que as pessoas têm com esse bem que é comum”.

TRANSPARÊNCIA TOTAL

A tecnologia também pode ser uma aliada da transparência. Iêda Marques, síndica e moradora do Edifício Módulo (Barra), envia relatórios mensais de receitas e despesas junto com o boleto da taxa condominial, “permitindo o acompanhamento claro e responsável da situação financeira”, explica ela, que mantém canais abertos por WhatsApp pessoal para sugestões e dúvidas. “Prezamos pela transparência e pela comunicação contínua com os moradores”, completa.

Mesmo em administrações que não prezam pela transparência, a advogada Rose reforça que todo morador adimplente tem o direito de consultar a pasta de documentos do condomínio. “Pelo menos solicitar a pasta mensal e folhear para saber que despesas foram feitas”, aconselha.

COMUNIDADE SÃ

Além de evitar processos e “climões”, a gestão saudável também colabora para a formação de vínculos entre vizinhos. Rose, militante dessa corrente de pensamento, costuma perguntar em suas assembleias: “se hoje você tiver qualquer problema dentro da sua unidade, quem é que vai lhe socorrer primeiro? O seu vizinho ou seu familiar que não mora no prédio?”.

Depois da experiência em um prédio de muitos apartamentos, Arla vive, hoje, em um pequeno condomínio no Costa Azul, com gestão saudável. Lá, a convivência positiva aparece no cotidiano: “Todos são muito acolhedores, então se você tem um idoso na família, todos cuidam, se preocupam. Vizinhos trocam chaves reservas, as pessoas se importam umas com as outras”, resume a jornalista.

Enquanto isso, em outros endereços, o autoritarismo avança alimentado pela distância entre vizinhos e pela preguiça de descer para a assembleia. Ou, em casos mais graves, pela falta de coragem de reagir e fazer as denúncias necessárias.

O QUE O SÍNDICO NÃO PODE FAZER

10 limites legais que ajudam a identificar se a gestão do seu condomínio é abusiva

1. Criar regras que violem a lei ou a convenção

O síndico não pode inventar normas próprias acima do Código Civil ou da convenção condominial.

2. Aplicar multas sem previsão ou sem devido processo

Toda penalidade precisa estar prevista nas regras e respeitar direito de defesa.

3. Expor inadimplentes publicamente

Divulgar nomes, apartamentos ou dívidas em murais, grupos ou comunicados pode gerar dano moral.

4. Negar acesso a documentos do condomínio

Prestação de contas, balancetes e contratos são de acesso dos condôminos.

5. Usar imagens de câmeras de forma indevida

Monitoramento não pode virar vigilância pessoal nem exposição de moradores.

6. Coletar dados pessoais sem justificativa adequada

Exigir informações excessivas de moradores ou visitantes pode violar a LGPD.

7. Tomar decisões financeiras sozinho em situações que exigem aprovação

Obras relevantes e despesas extraordinárias devem passar por assembleia, salvo urgência prevista em lei.

8. Favorecer empresas ou contratos sem critério transparente

Contratações devem seguir critérios objetivos e, idealmente, processo comparativo.

9. Impedir indevidamente o uso de áreas comuns

Restrições precisam estar previstas em convenção e não podem ser arbitrárias.

10. Exceder seu papel de gestor e agir como “dono” do condomínio

O síndico administra bens coletivos e não exerce poder pessoal sobre os moradores.

Por @flaviaazevedoalmeida
Correio da Bahia

Barreiras: Mulher é ferida por arma branca em tentativa de homicídio na Feira Livre na Vila Rica

Barreiras: Mulher é ferida por arma branca em tentativa de homicídio na Feira Livre na Vila Rica

Uma mulher foi vítima de uma tentativa de homicídio na tarde deste domingo (31), na Feira Livre do bairro Vila Rica, em Barreiras, no oeste da Bahia.

De acordo com informações preliminares, a vítima foi atingida por um objeto perfurocortante. Até o momento, não há detalhes sobre o tipo de arma branca utilizada na ação criminosa.

Após o ocorrido, uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi acionada e prestou os primeiros socorros à mulher, que foi encaminhada para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da cidade para receber atendimento médico.


Equipes da Guarda Civil Municipal e da Polícia Militar estiveram no local para registrar a ocorrência e realizar os procedimentos necessários.

As circunstâncias do crime ainda estão sendo investigadas. Até o fechamento desta matéria, não haviam sido divulgadas informações sobre a autoria ou a motivação da tentativa de homicídio.

Jadiel Luiz/Blog do Sigi Vilares

27º Batalhão da Polícia Militar recupera motocicleta com restrição de furto em Luís Eduardo Magalhães.

Acesse jbnoticias.com.br

Na tarde deste domingo (31), uma guarnição do 27º Batalhão de Polícia Militar (BPM) recuperou uma motocicleta com restrição de furto/roubo no bairro Jardim Paraíso II, em Luís Eduardo Magalhães.

De acordo com informações da Polícia Militar, a ação ocorreu após denúncias indicarem que o veículo estaria circulando nas proximidades do bairro. Com base nas informações recebidas, os policiais realizaram rondas na região e localizaram a motocicleta abandonada.

Após consulta aos sistemas de segurança, foi constatado que se tratava de uma motocicleta Honda Bis com registro de furto ocorrido na última quinta-feira (28).

O veículo foi encaminhado e apresentado na Delegacia de Polícia Civil, onde serão adotadas as medidas cabíveis para a continuidade das investigações e posterior devolução ao proprietário.

Material recuperado:

  • 01 motocicleta Honda Bis.

ASCOM – 27º BPM.

Três pessoas são baleadas em Luís Eduardo Magalhães

Uma tripla tentativa de homicídio por disparos de arma de fogo foi registrada na noite deste sábado (30), por volta das 20h, no bairro Sol do Cerrado, em LEM.

Até o fechamento desta matéria, não haviam sido divulgadas informações oficiais sobre o estado de saúde das vítimas. Também permanecem desconhecidas a autoria e a motivação do crime.

A Polícia Militar realizou diligências na região na tentativa de localizar suspeitos. O caso deverá ser investigado pela Polícia Civil, que buscará esclarecer as circunstâncias do atentado

Jadiel Luiz/Blog do Sigi Vilares

PM RECUPERA VEÍCULO COM RESTRIÇÃO DE ROUBO/FURTO EM BOM JESUS DA LAPA

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A Polícia Militar da Bahia, por meio da 38ª CIPM, recuperou um veículo com restrição de roubo/furto na manhã desta sexta-feira (29), no município de Bom Jesus da Lapa.

Por volta das 11h00, durante averiguação, a guarnição constatou, por meio de consulta à placa do veículo, um registro de circulação na cidade de Salvador-BA no mesmo dia, o que levantou suspeitas de possível clonagem. Em contato com a proprietária registrada, esta informou que o veículo original encontrava-se em sua posse.

Diante da fundada suspeita, a guarnição deslocou-se até o local onde o automóvel estava e realizou a verificação dos números do chassi e do motor. Após consulta, foi confirmada a restrição de roubo/furto, constatando-se ainda que a placa ostentada pertencia a outro veículo da mesma marca e modelo.

O veículo e o responsável foram apresentados na Delegacia Territorial para adoção das medidas legais cabíveis.

Material apreendido:

* Automóvel Citroën C4 Cactus, cor prata, placa RDI1F80.

A Polícia Militar reafirma seu compromisso com a segurança da população e o combate à criminalidade.

PMBA, uma Força a serviço do cidadão!

38ª CIPM

Barreiras: 17º BBM auxilia retirada de veículo que obstruía via após colisão na Prainha

Equipes do 17º Batalhão de Bombeiros Militar (17º BBM) foram acionadas na madrugada deste sábado (30), por volta da 1h12, para prestar apoio à Polícia Militar em uma ocorrência na Rua da Prainha, no bairro Morada Nobre, em Barreiras.

De acordo com as informações repassadas à central de emergência, um veículo colidiu contra a estrutura de proteção lateral da ponte (guard rail), fazendo com que parte da ferragem atravessasse o automóvel e o deixasse preso à estrutura. Apesar da gravidade do acidente, não houve vítimas.

No local, os bombeiros realizaram o corte do guard rail para possibilitar a retirada segura do veículo, que estava obstruindo a via. Após a conclusão dos trabalhos, o automóvel foi removido da pista, permitindo a liberação do tráfego na região.

A atuação rápida das equipes garantiu a segurança da operação e a normalização do fluxo de veículos no trecho.

17º BBM

ATUAÇÃO DOS BOMBEIROS SEGUE FIRME NA 40ª VAQUEJADA DE FORMOSA DO RIO PRETO!

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Enquanto a festa continua reunindo competidores, visitantes e grandes atrações musicais, equipes do 17º Batalhão de Bombeiros Militar (17º BBM) permanecem atuando todas as noites para garantir mais segurança e tranquilidade ao público.

Posicionados em pontos estratégicos do evento, os militares estão preparados para prestar atendimento pré-hospitalar e responder rapidamente a situações de emergência.

Para reforçar a prontidão operacional, a equipe conta com um caminhão Auto Bomba Tanque (ABT), viatura essencial para o combate a incêndios e o atendimento de diversas ocorrências que possam surgir durante o evento.

A presença dos bombeiros contribui para a realização segura de um dos maiores e mais tradicionais eventos culturais e esportivos do oeste baiano, proporcionando mais tranquilidade para participantes, organizadores e visitantes.

17º BBM

Brasileiro trabalhou de janeiro até hoje, 30 de maio, só para pagar impostos ao governo

Termina neste sábado (30) os 150 dias de trabalho que o esfolado brasileiro tem que trabalhar exclusivamente para pagar tributos. Os números são do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT). A última vez que o percentual de dias trabalhados no ano ficou abaixo de 40% foi em 2006. Desde que Lula assumiu e Fernando Haddad, que até ficou conhecido como “Taxxad”, controlava a Fazenda, a quantidade de dias trabalhados para bancar o obeso estado brasileiro só aumentou.

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Só subindo

Em 2023, o brasileiro passava 40,27% do ano ralando para bancar impostos. Passou para 40,71% (2024), 40,82%, aos atuais 41,10%.

Tudo em vão

O presidente do IBPT, João Eloi Olenike, diz que a carga é alta, mas a população não percebe um retorno proporcional em serviços públicos.

Labuta dobrada

Em 1986, início da série histórica, eram 82 dias trabalhados, número que chegou a cair para 74 (1987) e até 73 (1988). Hoje, são 150 dias.

Herança de Haddad

O instituto destaca alguns dos vilões que turbinaram a arrecadação, como aumento de tributação sobre fintechs e a taxa das blusinhas.

Para Lula, guerra é contra os EUA, não PCC e CV

Em sua paralisia deliberada diante da escalada do crime, o governo Lula (PT), recusou cooperação internacional contra facções que dominam favelas, fronteiras e presídios. E insiste em proteger PCC e o Comando Vermelho da classificação de organizações terroristas. Em nota, atacou opositores, rotulando-os de “traidores da pátria”, como se o Brasil estivesse em guerra contra Washington, e não contra PCC, Comando Vermelho ou qualquer outra estrutura que sequestra a soberania popular.

Ajuda recusada

O antiamericanismo fora de moda de Lula recusou a oferta dos EUA de inteligência compartilhada, bloqueio de recursos e ações coordenadas.

Inimigo é outro

Em vez de combater os bandidos, tentando tomar dos opositores a poderosa bandeira do combate ao crime, Lula ataca quem cobra atitude.

O fuzil virou lei

Lula finge ignorar que o governo perdeu o controle sobre extensas áreas do território nacional, onde quem manda não é a lei e sim o fuzil.

Espantalho petista

O advogado americano Martin de Lucca, que processa Alexandre de Moraes e acompanha a vida brasileira, disse que a designação de PCC e CV como terroristas não torna o Brasil alvo, nem prevê intervenção militar no País. É uma invencionice petista que ele chama de espantalho.

Imprevisível

O Instituto Não Aceito Corrupção manifestou “forte preocupação” com pedido de vista de Gilmar Mendes (STF) na ação que julga mudanças na Ficha Limpa. Diz que a interrupção traz grave insegurança jurídica.

Nada por acaso

Para o senador Sergio Moro (PL-PR), a nota de Lula põe o governo ao lado do CV e PCC, a pretexto de fantasiosa intervenção externa: “Não é à toa que o crime organizado prosperou nos anos de governos do PT”.

Prioridades

“Soberana” foi a sexta palavra na nota oficial de Lula (PT) condenando a classificação das facções criminosas como grupo terroristas. “Terrorismo” ficou para a terceira linha do texto. “Democracia” nem apareceu.

No relógio

A designação dos EUA das facções criminosas Comando Vermelho e Primeiro Comando da Capital como Organizações Terroristas Estrangeiras (FTOs) começa a valer a partir da próxima sexta-feira (5).

Organizações globais

Segundo o comunicado do secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, os “milhares de membros, a influência e redes ilícitas das facções criminosas brasileiras se estendem “muito além das fronteiras do Brasil”.

Salto alto

Foi um banho de água fria na pré-campanha de João Campos (PSB) ao governo de Pernambuco a virada de Raquel Lyra (PSD), registrada pelo Datafolha. Os socialistas já estavam no maior clima de já ganhou.

Plano B

Consolidada a desistência de Rodrigo Pacheco (PSB) ao governo de Minas Gerais, o PT corre para se alinhar a Alexandre Kalil (PDT), outrora preterido. Edinho Silva, presidente petista, chega hoje (30) em Minas.

Pensando bem…

…o pesadelo de projetos de ditador no continente é imaginar o presidiário Maduro avisando: “eu sou você amanhã”.