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Luis Eduardo Magalhães, Barreiras e região - Tudo que é notícia do Oeste Baiano você encontra aqui.
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Por volta das 19h de ontem, sexta-feira, 12, uma Guarnição da 85ª CIPM empregada em Catolândia foi solicitada para averiguar o crime de ameaça onde em um bar estariam dois indivíduos de posse de arma de fogo. Na aproximação da guarnição um dos indivíduos passou a efetuar disparos contra os policiais atingindo o veículo utilizado pela guarnição.
Os policiais de pronto, revidaram a injusta agressão momento que o resistente de 38 anos evadiu sendo localizado após informações de populares e foi socorrido pata UPA de São Desiderio.
O Auto de resistência foi lavrado no Plantão Regional da Delegacia de Polícia Civil em Barreiras e o resistente encaminhado para o Hospital do Oeste onde está a disposição da Justiça.
Ascom/85ª CIPM


No final da tarde de ontem, sexta-feira, 12, um piloto identificado por Guilherme Purnhagen, de 48 anos, natural de Rio do Sul/SC, morreu após cair com um avião esportivo tipo planador que ele conduzia na localidade de São Pedro, em Formosa do Rio Preto.
O piloto estava sozinho, Equipes do SAMU e do Corpo de Bombeiros Militares foram ao local, mas Guilherme não resistiu aos ferimentos e veio a óbito.
O corpo foi encaminhado para o Morgue na UPA em LEM e posteriormente foi removido para o IML de Barreiras para necropsia.
Não há detalhes do que teria provocado o acidente aéreo, que será investigado pelas autoridades competentes.
Jbnoticias.com.br/reportagem de Jadiel Luiz/Blog do Sigi Vilares



Na manhã de ontem, sexta-feira, 12, foi realizada a parada geral instrutiva do mês de abril da 83ª CIPM. Na ocasião, a Perita Criminal, Taiana Araujo, coordenadora do Departamento de Polícia Técnica (DPT), pode passar um pouco do seu vasto conhecimento através de uma PALESTRA onde o tema foi Cadeia de Custória e importância da preservação do local de crime.
Tema esse, onde o efetivo teve a oportunidade de abranger ainda mais o conhecimento relacionado aos assuntos, fazer perguntas e sanar dúvidas, com o propósito de melhor servir a sociedade e a cidade de Barreiras.
ASCOM/83ª CIPM


Proporcionar bem-estar e mais qualidade de vida aos munícipes da Capital do Oeste são objetivos da Prefeitura de Barreiras, dentro dos projetos Barreiras Mais Bonita e Mais Humana e Barreiras 100% Pavimentada. Nesta quinta-feira (11), essas metas foram novamente alcançadas no bairro Vila Rica com a inauguração da Praça Edson Alves de Souza e a entrega das Ruas Rosa de Saron, São Gabriel, São Geraldo e a Rua Santa Bárbara pavimentadas.

O momento foi celebrado pelos moradores do bairro que recepcionaram o prefeito Zito Barbosa, a primeira-dama Marisete Bastos, presidente da Câmara de Vereadores, Alcione Rodrigues; os vereadores Otoniel Teixeira, Yure Ramon, Eurico Queiroz, Teteia Chaves e Valdimiro José, também o secretário e subsecretário de Infraestrutura, João Sá Teles e Luzeni Santos, respectivamente, demais secretários e subsecretários municipais, e ainda, dona Sandra dos Santos, Alzira Cardoso e demais familiares do homenageado Edson Alves de Souza.
“Um dia de muita alegria em poder acompanhar de perto essa justa homenagem dedicada ao meu tio. Um homem que morou aqui na Vila Rica, nesta Rua Santa Bárbara, ajudava sempre aqueles que precisavam. Muita gratidão à Prefeitura de Barreiras por entregar esse equipamento público que eterniza o nome de Edson Alves de Souza”, disse Edna Clara de Souza, que no ato esteve acompanhada dos demais familiares.

A construção da Praça Edson Alves de Souza foi coordenada pela Secretaria de Infraestrutura, Obras, Serviços Públicos e Transportes. O ambiente atrativo conta com parquinho infantil, academia ao ar livre, uma nova iluminação em LED, pintura, piso intertravado, paisagismo completo e sistema de irrigação. Em dezembro do ano passado, os moradores do bairro Vila Rica também foram contemplados com a entrega da Praça Cícero Avelino da Silva que segue esse mesmo padrão, garantindo mais conforto e bem-estar para a população.

A festa de comemoração contou com a participação especial do cantor Jeferson Fernandes, em contrapartida ao Edital de Credenciamento de Artistas João do Biriba (Lei 14.399/2022 – PNAB). Na oportunidade, o gestor municipal autorizou mais uma obra, assinando a ordem de serviço para a requalificação da Praça dos Sentidos, na Vila dos SAS em Barreirinhas. Ele relatou ainda, os avanços realizados na infraestrutura de Barreiras, na sede e zona rural do município.
“Hoje foi mais uma noite de muita alegria e emoção em entregar mais um espaço de convivência no bairro Vila Rica, aqui famílias inteiras poderão desfrutar dos ambientes preparados com muito cuidado e carinho. Também entregamos, concluídas, a pavimentação dessas quatro ruas que interligam à Praça Edson Alves de Souza, e nos próximos dias, daremos sequência na pavimentação asfáltica das demais ruas que ainda não foram pavimentadas. O nosso compromisso é continuar trabalhando, por isso, também já autorizamos a requalificação de mais uma praça, desta vez no bairro Barreirinhas, reforçando nosso compromisso com o bem-estar da nossa população, tanto na cidade, quanto na zona rural”, frisou o gestor Zito Barbosa.
DIRCOM PMB

Fonte:Publicidade
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Ministros se posicionam contra o chamado perfilamento racial; elementos como posse de arma proibida devem ser requisitos para buscas sem mandado

O STF (Supremo Tribunal Federal) estabeleceu, nesta quinta-feira (11), que abordagens policiais devem estar fundamentadas em elementos objetivos, não sendo lícita a realização da medida com base na raça, o chamado perfilamento racial, nem por sexo, orientação sexual, cor da pele ou aparência física.
A corte definiu que a busca pessoal sem mandado judicial deve estar embasada em critérios objetivos, como se a pessoa estiver na posse de arma proibida, objetos ou papéis que constituam corpo de delito.
O julgamento ocorreu na análise de um caso específico em que a corte discutiu se provas colhidas pela polícia durante uma abordagem policial motivda pela cor da pessoa podem ser consideradas inválidas.
Os ministros convergiram em relação às premissas de que o perfilamento racial deve ser abolido da prática policial. No caso concreto em exame, no entanto, os ministros por maioria decidiram que não foi o caso de perfilamento racial. Ficou vencido, neste sentido, o relator do caso, o ministro Edson Fachin.
No habeas corpus em análise, a Defensoria Pública do Estado de São Paulo sustentava que o auto de prisão em flagrante que resultou na condenação de um homem por tráfico de drogas é nulo, porque a busca policial foi baseada em filtragem racial, ou seja, na cor da pele do suspeito.
O homem negro, preso com 1,5 g de cocaína, foi condenado a quase oito anos de prisão e alegou ter sido vítima de busca pessoal por perfilamento racial. No inquérito, os agentes de segurança afirmam ter avistado “ao longe um indivíduo de cor negra, que estava em cena típica de tráfico de drogas, uma vez que ele estava em pé junto ao meio-fio da via pública e um veículo estava parado junto a ele como se estivesse vendendo algo”.
Os ministros entenderam que não ficou caracterizado que a busca ocorreu motivada pela cor da pele do réu e mantiveram as provas.
Em seu voto, o presidente do STF, Luís Roberto Barro, afirmou que há um racismo estrutural no país que exige a tomada de posições em relação ao tema. Também disse que, se fosse prender todos os portadores de 1,5 gramas de cocaína e condená-los a dois anos e 11 meses na zona sul do Rio de Janeiro, mesma cidade do episódio do caso concreto, “o sistema carcerário ficaria mais lotado ainda do que já está”.
“A prisão por 1,5 grama de cocaína é muito reveladora de um perfilhamento que, se não for racial, pelo menos é social. Revela o tratamento desequiparado em partes diferentes da cidade. É possível que em alguns lugares de Ipanema e de Leblon sejam mais suspeitos do que o bairro de Santa Teresa para este fim”, afirmou.
Ele também afirmou que a política de drogas consistente em prender pessoas pobres de periferia com poucas quantidades de droga “não serve para absolutamente nada, salvo engrossar a legião do crime organizado que se instalou nos presídios brasileiros”.
“Não há nenhum proveito em prender um jovem primário e de bons antecedentes por 1,5 grama de maconha. Não faz bem a ninguém essa política pública”, afirmou.
Já o ministro Gilmar Mendes lembrou que há discrepâncias no tratamento de ações policiais na zona sul e nas comunidades, que têm realidades muito complexas. Ele afirmou que há situações de perfilamento racial e também problemas no contexto do desenvolvimento social.
“Talvez a nossa contribuição mais efetiva seja conseguir formular balizas, normas de organização, e procedimentos que ajudem na mitigação desses fenômenos”, afirmou.
Álvaro Palma de Jorge, professor de direito constitucional na FGV (Fundação Getúlio Vargas), diz ser a decisão da Supremo uma garantia dos direitos constitucionais. “O julgamento de hoje reforça uma série de decisões do STF contra preconceitos. Ela passa uma mensagem de que o Estado não deve tolerar qualquer prejulgamento”, avalia.
Porém, o professor diz ter dúvidas quanto à real capacidade de a nova jurisdição mudar a conduta de policiais.
“Toda vez que você impõe restrições com consequências, isso gera novas avaliações sobre como fazer as coisas. Acontece que é fácil burlar algo tão subjetivo. Os agentes podem aprender meios de burlar. Isso deve ser observado”, diz.
Já Marina Dias, diretora-executiva do IDDD (Instituto de Defesa do Direito de Defesa), é mais categórica. Para ela, a decisão do Supremo “muda muito pouco”.
Folha de São Paulo