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Agora, contamos com planos de até 900 MEGA de velocidade e um benefício exclusivo chamado: Telemedicina E-Saúde
 
O que é Telemedicina?
Telemedicina  é a prática de oferecer serviços médicos e de saúde à distância, ela permite que médicos e outros profissionais da saúde atendam seus pacientes por meio de chamadas de vídeo, telefone ou aplicativos. Ou seja, você pode falar com um médico, tirar dúvidas, receber orientações e até receitas médicas, tudo isso sem precisar sair de casa.
 
Conheça o Telemedicina E- Saúde:
O telemedicina é um benefício onde os clientes da WZnet que possuem planos a partir de 300 MEGA poderão fazer consultas de pronto atendimento com um clínico geral ou pediatra sem sair de casa. Essas consultas são ilimitadas, podendo ser realizadas 24h por dia e 7 dias por semana, de forma totalmente gratuita.
Além das consultas gratuitas, o telemedicina conta com o plano individual, onde o cliente tem direito a 2 consultas agendadas com direito a retorno.

Barreiras: Polícia Civil da Bahia e de Goiás cumprem mandado temporário contra suspeito de ter assassinado e ocultado corpo de idoso

Homem de 25 anos confessou o crime e indicou o local onde havia enterrado o corpo da vítima, desaparecida desde abril de 2025

Em mais uma operação de inteligência e integração entre forças policiais, agentes do GATTI Oeste (Grupo de Apoio Técnico e Tático à Investigação), da DIRPIN Oeste/Chapada (Diretoria Regional de Polícia do Interior) e do Grupo de Investigação de Homicídios da Polícia Civil de Goiás, em conjunto com a 11ª Coorpin (Coordenadoria Regional de Polícia do Interior) da Polícia Civil da Bahia, prenderam na tarde desta terça-feira, 11, um homem de 25 anos suspeito de homicídio e ocultação de cadáver.

O crime, que ocorreu em abril de 2025, vitimou um idoso na cidade de Novo Gama (GO) e teve grande repercussão à época. O investigado, havia sido ouvido durante as investigações, mas negou qualquer envolvimento.

Com o avanço das apurações, a polícia constatou diversas contradições em seu depoimento e reuniu provas concretas de sua participação no desaparecimento da vítima. Diante disso, o Tribunal de Justiça de Goiás expediu um mandado de prisão temporária contra o suspeito.

Após o mandado ser emitido, o homem fugiu e passou a se esconder na região oeste da Bahia. Um intenso trabalho de inteligência foi conduzido pelas polícias civis de Goiás e da Bahia, culminando na localização do suspeito em uma empresa na zona rural de Barreiras. Ele foi preso sem oferecer resistência.

Durante novo interrogatório, o acusado confessou o crime e indicou o local onde havia enterrado o corpo da vítima. Por volta das 17h, equipes da Polícia Civil de Goiás confirmaram a localização do cadáver, que foi encontrado nos fundos da residência onde o homicídio ocorreu, enterrado próximo a um muro.

O preso foi apresentado no plantão da 1ª Delegacia Territorial de Barreiras e permanece à disposição da Justiça.

11ª COORPIN

SERRA DOURADA: 30ª CIPM PRENDE AUTOR DE FEMINICÍDIO E APREENDE MOTOCICLETA COM ADULTERAÇÃO DO SINAL IDENTIFICADOR DE VEÍCULO

Na segunda-feira (10), por volta das 17h00, a guarnição de Serra Dourada recebeu informação de que o suspeito do feminicídio de M. M. da S., ocorrido em Sítio do Mato às 15h00, havia sido visto no povoado de Traíras conduzindo uma motocicleta.

A equipe deslocou-se até o local e, após novas informações, chegou ao povoado de Siríaco, onde localizou um indivíduo com as características repassadas. Ao perceber a presença policial, o suspeito tentou se esconder em uma residência, mas foi cercado e abordado.

Identificado como L. O. dos S., o homem confessou o crime, informando ter descartado a arma às margens da estrada, sem que esta fosse localizada. O suspeito também indicou o local onde havia deixado a motocicleta HONDA/CG 125 Titan que foi usada na fuga.

Com apoio do PETO, o veículo foi encontrado no povoado de Vila Nova, apresentando sinais de identificação adulterados.

Diante dos fatos, o autor e a motocicleta foram conduzidos à Delegacia de Polícia de Santa Maria da Vitória para as medidas cabíveis.

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ASCOM/ 30ª CIPM

Morpará: Polícia Militar apreende seis armas de fogo após denúncia de caça ilegal

A ação foi realizada pela Cippa Lençóis após denúncia de caça ilegal

Uma guarnição da Companhia Independente de Polícia de Proteção Ambiental (Cippa) Lençóis apreendeu seis armas de fogo no povoado de Vila Quixaba, no município de Morpará.

Os militares realizavam rondas, quando receberam uma denúncia de que um indivíduo estaria praticando caça ilegal de animais silvestres. Um suspeito foi localizado e admitiu o crime.

Com ele, foram apreendidos um revólver calibre 32, cinco espingardas, sendo três de fabricação caseira, uma de calibre 12 e outra de calibre 36, além de uma espingarda de pressão, munições de diversos calibres e mais de 6kg de carne de caça ilegal.

O indivíduo foi encaminhado para a delegacia que atende à região, onde a ocorrência foi registrada.

Imagens: Cippa Lençóis

PMBA – DCS

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O que esperar da CPI do Crime Organizado? 

Precisamos falar com seriedade sobre como o Estado se rendeu ao medo, à omissão e à ideologia

CPI do Crime Organizado Foto: Andressa Anholete/Agência Senado

Se eu dissesse “nada”, talvez bastasse para resumir o sentimento geral de quem acompanha a política brasileira. Mas a verdade é que não posso encerrar o artigo assim. Precisamos falar com seriedade em relação ao crime organizado no Brasil e sobre como o Estado se rendeu ao medo, à omissão e à ideologia.

Falo com a autoridade de quem esteve, há 25 anos, na linha de frente da CPI do Narcotráfico, na Câmara dos Deputados. Naquele tempo, o tráfico era, essencialmente, comércio de drogas

No entanto, o que aquela CPI revelou, pela primeira vez, foi que o problema não era apenas policial, mas também político, econômico e social. Já havia infiltração do crime no Estado, no financiamento de campanhas e na corrupção em delegacias. O diagnóstico foi feito, mas o tratamento nunca veio.

Afinal, o Brasil é um país que investiga, mas não corrige. A CPI de 1999/2000 cumpriu seu papel. O Estado, não.

O tempo passou, e o que antes eram facções se transformou em organizações criminosas com estrutura empresarial: dominam presídios, comunidades e até instâncias de poder. O que antes era tráfico, hoje é poder paralelo. O crime governa territórios, cobra impostos, impõe regras, regula o comércio, o transporte, o gás e até a internet. Criou-se um “Estado dentro do Estado”

Hoje, o tráfico é apenas a vitrine. A verdadeira fonte de renda das facções está no domínio territorial. Elas cobram pedágio de motoboys e vans, exploram ambulantes, controlam o preço do gás e até da conexão de internet.

Além do narcotráfico, expandiram-se para o roubo de cargas, fraudes financeiras, pirataria digital e lavagem de dinheiro. Trata-se de uma economia subterrânea multibilionária.

Por isso, combater o crime organizado deixou de ser um problema policial. É uma questão de soberania nacional. Afinal, quando o Estado perde o controle sobre partes do seu território, perde também a sua autoridade. E o cidadão comum torna-se refém.

Em muitas comunidades, o morador precisa pedir autorização para abrir o comércio, receber uma visita ou simplesmente viver. O tráfico virou autoridade. É ele quem dita as regras, pune, mata, decide quem vive e quem morre. A ausência do Estado foi o convite para a instalação de outro poder: cruel, armado e sem lei.

Como bem escreveu Luiz Eduardo Soares, especialista em segurança pública, “a violência prospera quando o Estado se mostra incompetente ou cúmplice”. E o Brasil, infelizmente, tem sido os dois.

Enquanto isso, o discurso ideológico segue invertendo papéis. O mesmo sistema que enfraquece as polícias glamouriza o criminoso e transforma o bandido em vítima social.

Diante desse cenário, vale olhar para um exemplo fora das nossas fronteiras. Um pequeno país da América Central, El Salvador, mostra que a vontade política muda tudo. O presidente Nayib Bukele decidiu enfrentar as maras, as temidas gangues, com pulso firme, estratégia de Estado e coragem para bancar decisões impopulares.

O resultado é que o país, antes um dos mais violentos do mundo, hoje ostenta índices históricos de redução da criminalidade. Bukele provou que, onde há vontade política, há transformação real.

No Brasil, falta exatamente isso: vontade política.

E é com esse espírito que chegamos à CPI do Crime Organizado, instalada no Senado Federal. Sou membro titular e, desde o início, sabíamos o jogo político que se desenhava. O PT, que sequer assinou o requerimento da CPI, acabou emplacando o presidente da comissão: o senador Fabiano Contarato, aliás, do meu estado.

Abro aqui um parêntese…

Contarato chegou ao Senado em 2019 com discurso de direita, mas rapidamente se alinhou ao PT. É delegado, sim, mas sua atuação sempre esteve ligada à Delegacia de Trânsito, ou seja, lidava com ocorrências envolvendo motoristas embriagados. Não tem histórico de enfrentamento ao crime organizado. E é claro que não será independente ou imparcial. Quem acredita nesse discurso de ser implacável com o crime? Agirá conforme o manual partidário: o de proteger o discurso e esconder os fatos.

Mas nós, parlamentares de direita, estaremos ali para garantir que a verdade não será silenciada. Podem até tentar varrer os fatos para debaixo do tapete, mas o povo vai saber o que está acontecendo. Seremos a voz da coerência dentro dessa comissão. E, sem medo da palavra, seremos os paladinos da verdade

Magno Malta é senador da República. Foi eleito por duas vezes o melhor senador do Brasil.

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