LEM: Na Mimoaço tem tudo o que você precisa — e muito mais do que ferro e aço!.

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Na Mimoaço tem tudo o que você precisa — e muito mais do que ferro e aço.

Precisa de ferro, aço, máquinas de solda, arames, carrinhos de mão, telas e muito mais?
Então venha para a Mimoaço! A empresa é referência em qualidade, bom atendimento e os melhores preços da região.


A Mimoaço trabalha com uma linha completa de materiais em aço e metal, incluindo telhas, perfis enrijecidos, telha metalon, barras, cantoneiras, aço em geral, entre outros produtos.


Além disso, oferece painéis para fechamento de obras, arames, arame de solda e tudo o que você precisa para sua construção ou reforma.

A empresa também conta com telha ondulada e telha trapézio 25, disponíveis nas espessuras 0,40 | 0,43 | 0,47.


Endereços:
A Mimoaço está localizada na Rua Rondônia, em frente ao escritório da Coelba, em Luís Eduardo Magalhães.


A empresa também possui unidades no Setor Industrial, em Formosa do Rio Preto (BA), e em Rosário.


Mimoaço — sempre com você, fortalecendo seus projetos!

Lula sanciona lei que autoriza funcionamento de farmácias dentro de supermercados no Brasil.

Foto: Pillar Pedreira/Agência Senado

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a lei que permite a instalação de farmácias e drogarias dentro de supermercados em todo o país. A norma foi publicada no Diário Oficial da União nesta segunda-feira (23).

Pela legislação, as unidades devem funcionar de forma independente dos demais setores, com estrutura própria para recebimento, armazenamento e controle de temperatura e umidade dos medicamentos.

A lei também proíbe a exposição de remédios em gôndolas externas ou áreas de livre acesso fora do espaço da farmácia e torna obrigatória a presença de um farmacêutico habilitado durante todo o horário de funcionamento.

No caso de medicamentos de controle especial, a entrega ao consumidor só poderá ocorrer após o pagamento ou com o produto devidamente lacrado e identificado até o caixa.

Além disso, a legislação autoriza o uso de canais digitais e plataformas de comércio eletrônico para logística e entrega, desde que respeitadas as normas sanitárias.

Relator da proposta, o senador Humberto Costa afirmou que o objetivo é ampliar a concorrência e facilitar o acesso da população a medicamentos com preços mais acessíveis.

Mulher é morta ao sair de carro no bairro Serra do Mimo; em Barreiras

Uma mulher identificada por Fabiola Alves Sales, 34 anos, foi morta a tiros por volta do meio-dia desta segunda-feira (23 de março de 2026), na Rua Deputado Sebastião Ferreira, localizada no bairro Serra do Mimo, na cidade de Barreiras.

De acordo com informações, a vítima saía de uma residência a bordo de veículo modelo Toyota SW4, quando foi surpreendida por dois indivíduos que chegaram ao local a bordo de uma motocicleta. Os suspeitos efetuaram disparos de arma de fogo, sendo que alguns atingiram a região da cabeça da mulher.

A mesma que conduzia o veículo, acabou ao ser atingida pelos tiros, perdendo o controle da direção e colidindo a caminhonete na porta de um imóvel, próximo.

Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi acionada e esteve no local, onde apenas pôde atestar a morte da vítima que estava no interior da caminhonete.

Guarnições da Polícia Militar e equipes da Polícia Civil também compareceram à ocorrência, realizando o isolamento da área e os primeiros levantamentos investigativos. Após a realização da perícia, o corpo foi removido para o Instituto Médico Legal (IML) de Barreiras, onde passará por exames de necropsia.

Até o momento, não há informações sobre a motivação do crime nem sobre a identidade dos autores. As primeiras informações apontam que os suspeitos fugiram utilizando uma motocicleta. O caso será investigado pela Polícia Civil.

Jadiel Luiz/Blog do Sigi Vilares

Rondesp CPR-Oeste conduz indivíduo por trafico de drogas em Barreiras

Rondesp CPR-Oeste conduz indivíduo por trafico de drogas em Barreiras

Na noite deste domingo, 22, por volta das 20h30, a Rondesp CPR-oeste prendeu um indivíduo no bairro Cascalheira acusado por tráfico de drogas, na cidade de Barreiras.

As guarnições da RONDESP CPROeste realizavam policiamento ostensivo, quando avistaram um indivíduo do sexo masculino, vestindo camisa preta e bermuda preta com detalhes vermelhos, portando uma bolsa tiracolo preta e branca.

Ao perceber a presença da viatura, o suspeito demonstrou atitude suspeita ao levar a mão à cintura, momento em que os policiais visualizaram o punho de um objeto semelhante a uma arma de fogo sob a camisa. Diante do indício de porte ilegal de arma, foi iniciada a abordagem, porém o indivíduo fugiu em direção a uma edificação, mantendo a mão na cintura.

A guarnição realizou acompanhamento imediato e contínuo, alcançando e contendo o suspeito dentro da edificação, que não lhe pertencia. Durante a busca pessoal, foi encontrado um simulacro de arma de fogo. Na bolsa que ele portava, foram localizadas três porções de substância análoga à cocaína (aproximadamente 30g), quatro pedras de substância semelhante ao crack e uma balança de precisão de pequeno porte.

Diante dos fatos, foi dada voz de prisão ao indivíduo, que, juntamente com o material apreendido, foi conduzido à Delegacia de Polícia Civil para a adoção das medidas legais cabíveis.

MATERIAIS APREENDIDOS:

✅4 Pedras de substância análoga a crack;
✅3 trouxinhas com substância análoga a cocaína;
✅1 simulacro de arma de fogo tipo pistola de cor preta;
✅ 1 balança de precisão.

Ascom CIPT-O

LEM: Mulher é vítima de tentativa de estupro e sofre agressão física no bairro Santa Cruz

Mulher é vítima de tentativa de estupro e sofre agressão física no bairro Santa Cruz

No final da noite de ontem, domigo, 23, por volta das 22h30, uma mulher identificada apenas pelo vulgo “Índia” foi vítima de uma tentativa de estupro seguida de agressão física no bairro Santa Cruz, em Luís Eduardo Magalhães, no oeste baiano.

De acordo com informações apuradas no local, um homem ainda não identificado abordou a vítima na rua Paulo Afonso, onde tentou cometer o crime e passou a agredi-la com golpes de madeira e tijolo. A maior parte das agressões atingiu o rosto da mulher.

Mesmo ferida, a vítima conseguiu fugir do agressor e correu até a rua Lençóis, onde pediu ajuda a moradores que estavam em frente a uma residência.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência foi acionado, juntamente com a Polícia Militar do 27º Batalhão, que prestaram atendimento à ocorrência. A vítima conseguiu repassar algumas características do suspeito aos policiais.

Guarnições realizaram buscas na região onde o crime ocorreu, porém o autor não foi localizado até o momento. No local, foram encontrados vestígios de sangue, uma sandália da vítima e uma sacola contendo cigarros e carnes, possivelmente pertencentes da vítima.

O caso deve ser investigado pelas autoridades competentes.

JB notícias/blog sigi vilares

Cientistas brasileiros são premiados por pesquisas sobre Alzheimer

Investigações avançam na busca por diagnóstico precoce e prevenção

pesquisador da UFRJ Mychael Lourenço, que estuda Alzheimer e recebeu o prêmio ALBA-Roche Prize for Excellence in Neuroscience Reserach em 2026
Pesquisador da UFRJ Mychael Lourenço, que estuda Alzheimer e recebeu o prêmio ALBA-Roche Prize for Excellence in Neuroscience Reserach em 2026 Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Cientistas de todo o mundo tentam encontrar novas abordagens para a doença de Alzheimer, e dois laboratórios brasileiros têm se destacado nessa corrida. Recentemente, os pesquisadores Mychael Lourenço, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), e Wagner Brum, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), foram premiados por organizações internacionais por suas contribuições ao tema.

Lourenço foi contemplado com o ALBA-Roche Prize for Excellence in Neuroscience Research, oferecido pela organização Alba a cientistas em meio de carreira que já alcançaram conquistas excepcionais. Já Brum foi escolhido como o Next “One to Watch” (“O próximo para ficar de olho”, em tradução livre), prêmio concedido pela organização americana Alzheimer’s Association a jovens cientistas promissores.

A doença de Alzheimer é considerada um dos grandes desafios da medicina, já que até hoje poucos tratamentos se mostraram eficazes para retardar a sua evolução, e nenhuma cura foi encontrada.

O sintoma mais reconhecido é a perda de memória recente, mas, conforme a doença progride, o paciente adquire dificuldades de raciocínio, comunicação e até de movimentação, se tornando completamente dependente.

DADOS SOBRE OS BRASILEIROS
O professor da UFRJ Mychael Lourenço estuda o Alzheimer desde a sua graduação em Biologia, e foi apurando esse interesse durante o mestrado, doutorado e pós-doutorado, até assumir a docência e fundar o Lourenço Lab, grupo de pesquisa dedicado às demências.

– Eu sempre me interessei por coisas misteriosas. Por exemplo: ‘como é que o cérebro funciona?’. Não tenho resposta até hoje, mas continua sendo um objeto de interesse bastante grande – ele brinca.

Mas Lourenço não é movido apenas pela curiosidade.

– Nós temos hoje no mundo em torno de 40 milhões de pessoas com doença de Alzheimer. Dessas, umas 2 milhões devem estar no Brasil, um número que pode ser subestimado por causa de problemas de acesso à saúde e diagnóstico. E nós temos uma população que está envelhecendo cada vez mais, mas a maior parte dos estudos são feitos no Norte global. Nós precisamos de dados para entender a doença no Brasil – destaca Lourenço.

O pesquisador explica que, desde quando Alois Alzheimer descreveu a doença, em 1906, já se sabia que ela causava placas no cérebro, mas somente na década de 80 cientistas descobriram que essas placas são compostas por beta-amiloide, fragmentos de proteína que se acumulam por alguma razão.

Contudo, drogas eficazes na remoção dessas placas não conseguiram reverter a doença, mostrando que há um hiato entre causa e efeito que a ciência ainda precisa preencher.

– A gente continua tentando entender o que faz com que o cérebro se torne vulnerável e desenvolva a doença, inclusive olhando para o que a gente chama de resiliência para o Alzheimer. Tem pessoas como a Fernanda Montenegro, por exemplo, com 96 anos, e completamente lúcida e ativa. E tem pessoas que desenvolvem a placa de beta-amiloide no cérebro e não apresentam sintoma cognitivo. O que elas têm de diferente? – indagou Lourenço.

Em paralelo, o Lourenço Lab também está testando em animais substâncias que podem evitar o acúmulo da beta-amiloide e de outra proteína, chamada tau, que também está envolvida na formação das placas.

– Possivelmente, essas proteínas têm tendência a se acumular, mas as células têm um sistema natural de degradação que a gente chama de proteassoma. Mas, no Alzheimer, é como se a companhia de lixo parasse de funcionar. Então, aumentar a atividade desse sistema seria uma forma de tentar melhorar esse fluxo – concluiu.

DIAGNÓTICO PRECOCE
Outra linha de pesquisa é voltada para o diagnóstico precoce da doença, o que pode possibilitar que ela seja controlada antes de causar danos irreversíveis ao cérebro.

Lourenço coordena uma pesquisa que busca identificar se marcadores biológicos encontrados no sangue de pessoas com Alzheimer em outros países também são válidos para os brasileiros, e se a nossa população apresenta algum marcador específico.

– A doença de Alzheimer não aparece quando os sintomas aparecem: ela começa a se desenvolver muito tempo antes. Então, a gente está tentando pegar essa janela, em que a doença está se desenvolvendo, mas os sintomas ainda não apareceram tão claramente. Talvez a gente nunca vai conseguir curar o paciente que já está num estágio muito avançado. Mas a gente pode conseguir interromper a doença antes disso – ele acrescenta.

As pesquisas com biomarcadores também foram responsáveis por colocar o médico Wagner Brum sob os holofotes. Hoje, ele faz doutorado na UFRGS e é pesquisador do Zimmer Lab, grupo de pesquisa sobre Alzheimer. Sua verve científica se manifestou desde cedo.

– Eu estudei numa escola pública bem tradicional do Rio Grande do Sul, chamada Fundação Liberato, que organiza uma feira de ciências que é a maior da América Latina. Eu cresci com a minha mãe me levando nessa feira, então, quando eu entrei no ensino médio, eu já comecei a trabalhar com pesquisa. Na faculdade, eu escolhi a UFRGS por ser uma faculdade com muita tradição em pesquisa, onde eu ia poder me desenvolver como médico pesquisador – disse.

O trabalho de maior projeção de Brum foi o desenvolvimento de protocolos para a implementação clínica de um exame de sangue que consegue diagnosticar a doença de Alzheimer, a partir da presença da proteína p-tau217, um dos principais biomarcadores da doença.

Apesar de o teste ter se mostrado preciso durante as pesquisas, era preciso criar os padrões de leitura para que ele fosse adotado na rotina diagnóstica. E foi isso que Brum fez.

– Em pacientes com medição muito alta ou muito baixa, claramente a gente poderia saber, apenas com o exame de sangue, se a pessoa tem ou não a doença. Mas tem cerca de 20% a 30% que ficam numa faixa intermediária, e esses precisam de um exame adicional – destacou.

DO LABORATÓRIO PARA O SUS
De acordo com Brum, o protocolo aumenta a confiabilidade do exame, e já está sendo usado por laboratórios na Europa e Estados Unidos. Infelizmente, no Brasil, apenas poucos laboratórios privados já incorporaram a tecnologia. Mas o Zimmer Lab continua suas pesquisas, almejando facilitar o diagnóstico da doença em larga escala.

– Para ele ser implementado no SUS, que é o nosso grande objetivo, são necessários estudos mostrando que a introdução desses exames pode melhorar tanto a confiança diagnóstica quanto mudar o tratamento do paciente. O que se tem visto em outros países é que esses exames fazem isso – disse.

Testes com essa pretensão já estão sendo feitos no Rio Grande do Sul e depois serão expandidos para outras cidades do Brasil. Brum ressalta que, atualmente, o diagnóstico do Alzheimer é feito principalmente a partir dos sintomas, com a análise clínica feita pelo médico e o auxílio de exames não totalmente precisos.

– O que se acaba fazendo, mais comumente, são exames de imagem estrutural, tomografia ou ressonância, que conseguem informar quais partes do cérebro já apresentam uma atrofia. Mas até o processo do envelhecimento causa atrofia natural, assim como outras doenças neurodegenerativas. Existem padrões mais típicos ao Alzheimer, mas esses exames não são específicos – reforçou.

Os dois testes precisos já existentes são o exame de líquor, que examina material retirado da coluna vertebral, e a Tomografia por Emissão de Positrons (PET-CT), mas ambos são caros e pouco acessíveis.

Brum acredita que a adoção do exame de sangue poderia não só facilitar o diagnóstico, como aumentar a confiança dos médicos em suas condutas. No futuro, exames de biomarcadores também podem detectar a doença, antes que os sintomas apareçam.

– É muito bom ver que a comunidade de pesquisa internacional presta atenção no que a gente faz e valoriza o que a gente faz. Tem muita gente fazendo pesquisa de excelência no Brasil, em muitas áreas diferentes, e que merece visibilidade – finalizou.

Os dois pesquisadores premiados trabalham com recursos de instituições de pesquisa como a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj), Fundação Serrapilheira e Instituto Idor de Pesquisas.

*Agência Brasil

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