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Luis Eduardo Magalhães, Barreiras e região - Tudo que é notícia do Oeste Baiano você encontra aqui.
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Virgolino de Lima Pinto, formado em Administração de Empresas com ênfase em Comércio Exterior, pós-graduado em Recursos Humanos e Marketing, CEO do Bloco Carnavalesco Kimarrei. Autor da festa mais tradicional e desejada da cidade e região: Lavagem, no dia 1º de janeiro.
Integrante e colaborador do Movimento Cultural do Nazaro; fomentador de cantores locais; incentivador de atletas e esportistas; apoiador de eventos populares como O Divino, quadrilhas juninas, Senhor dos Aflitos, fanfarras etc.
Colunista Social; ganhador do Troféu Imprensa; portador do Título de Cidadão Barreirense por relevantes serviços prestados à cultura, e ator amador do outrora grupo de teatro GTA do Colégio Padre Vieira.

Gislaine César de Carvalho Souza Barbosa, brasileira, divorciada, advogada, natural de Barreiras – Bahia; Pós-Graduada em Direito do Estado pela Faculdade Católica de Salvador (2015); Pós-Graduada em Direito Civil e Processo Civil, pela Faculdade São Francisco de Barreiras – FASB (2007); trabalhou como Analista Jurídica na Secretaria de Educação de Salvador – CAD (2014); trabalhou na Procuradoria da ALBA (2015–2016); Secretária de Administração e Planejamento da Prefeitura de Barreiras (2018–2021) e atualmente, Secretária de Administração do Município de Barreiras, desde julho de 2021.
Ascom Prefeito Otoniel

De ‘cara’ nova! Em celebração aos seus seis anos, recém-completados no último mês de novembro, a Agência de Conteúdo Eco Nordeste lançou, neste mês de dezembro, o seu novo site. Com leiaute moderno e adaptado às diferentes necessidades dos leitores, a mudança é fruto do amadurecimento profissional da agência que se destaca pela cobertura de pautas sustentáveis na região Nordeste e acontece em um ano repleto de desafios e conquistas. Em 2024 a Agência brilhou à frente de projetos como o Nordestinidades, série de podcasts que retratou as peculiaridades do falar do povo nordestino, em cada um dos seus nove estados e do ma.to.pi.ba., iniciativa que destacou como os biomas e a população da região da maior fronteira agrícola brasileira vêm lidando com o avanço do agronegócio.

Ano desafiador
Este ano foi marcado pela intensificação da crise climática global. Com eventos extremos que reafirmaram a urgência de ações concretas, a Eco Nordeste fortaleceu o seu compromisso com o desenvolvimento sustentável e a preservação dos biomas nordestinos. Vale destacar que o ano de 2024 entra para a história como aquele em que o aquecimento global ultrapassou, pela primeira vez, a marca de 1,5°C durante os 12 meses, conforme relatado pelo Observatório do Clima.
No Brasil, desastres naturais como enchentes no Rio Grande do Sul e queimadas severas na Amazônia e no Pantanal trouxeram à tona as consequências do desequilíbrio ambiental. Apesar do cenário desafiador, a Eco Nordeste criou e executou projetos que reafirmam a importância de buscar soluções locais para o enfrentamento de situações anormais.

O projeto ma.to.pi.ba., por exemplo, foi desenvolvido com foco na preservação ambiental e nos saberes tradicionais da região que abrange Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia. A iniciativa mostrou os desafios da sobrevivência da biodiversidade e vida local com o avanço do desmatamento e dos venenos ligados ao agronegócio. O projeto contou com o apoio do Instituto Clima e Sociedade (iCS).
Ainda em 2024, outro projeto impactante foi concluído. O Nordestinidades fechou uma série de dez episódios de podcast, apoiado pelo International Center for Journalists (ICFJ) e Meta. A iniciativa focou no jeito de falar dos nordestinos que nada tem a ver com o que normalmente vemos em novelas e filmes de grandes produtoras e emissoras.
Essas e outras ações fortaleceram a equipe da Eco Nordeste e culminaram no lançamento de um site reformulado, alinhado ao novo momento da organização. Desde 2022, quando se transformou em Instituto Eco Nordeste, a entidade ampliou o seu alcance e reforçou seu papel como promotor de um jornalismo transformador.
“O ano de 2024 nos trouxe muitos desafios, mas também reafirmou nosso compromisso com a construção de um Nordeste mais justo e inclusivo. Em 2025, continuaremos a destacar a riqueza cultural e ambiental da nossa região, sempre com um olhar para soluções sustentáveis”, afirma Maristela Crispim, editora-chefe da Eco Nordeste e diretora executiva do Instituto Eco Nordeste.
A organização entra em recesso entre os dias 21 de dezembro e 5 de janeiro, mas promete muitas novidades para o próximo ano.
Sobre a Eco Nordeste
O Instituto Eco Nordeste é uma organização não governamental que se dedica a promover o desenvolvimento sustentável e desconstruir estereótipos sobre o Nordeste brasileiro. Por meio de jornalismo de soluções, a ONG busca proteger a biodiversidade, valorizar as culturas locais e inspirar ações que beneficiem tanto o meio ambiente quanto as comunidades.

Ontem, quarta-feira, 24, uma operação conjunta entre a 83ª e a 84ª Companhias Independentes de Polícia Militar (CIPM) frustrou um encontro ilegal de motociclistas, denominado “Rolê de Natal”. O evento tinha como objetivo a prática de infrações penais e crimes de trânsito, incluindo direção perigosa e perturbação do sossego público.
Durante a ação, o Reforço Operacional apreendeu nove motocicletas. Um homem foi preso pelos crimes de desobediência, direção perigosa em via pública e condução de veículo sem possuir Carteira Nacional de Habilitação (CNH), configurando perigo de dano.
A polícia destacou que práticas conhecidas popularmente como “grau” e “racha” são consideradas infrações gravíssimas de trânsito. Em algumas circunstâncias, essas atividades podem ser enquadradas como crimes de trânsito, passíveis de prisão.
As penalidades para esse tipo de infração incluem:
A 83ª CIPM ressaltou a importância das denúncias feitas pela população e reafirmou seu compromisso em combater essas condutas ilegais com rigor e dentro dos limites da lei.
83ª CIPM

O prefeito de Luís Eduardo Magalhães, Junior Marabá, encerra o ano de 2024 cumprindo mais um compromisso com o desenvolvimento do Município. No último dia 23 a Câmara Municipal aprovou a Lei nº 1.152/2024, onde “autoriza o Poder Executivo Municipal a conceder incentivos fiscais e benefícios tributários, à empresa INPASA Agroindustrial, visando a instalação e operação de uma planta industrial voltada para a produção de etanol de cereais”.

Segundo o texto da Lei aprovada, a “contrapartida ao incentivo fiscal autorizado, a empresa INPASA Agroindustrial S.A. investirá no empreendimento o valor aproximado de R$1.300.000.000,00 (um bilhão e trezentos milhões de reais), e se obrigará a ofertar até 2.000 (duas mil) vagas de emprego indiretos na fase de construção e 250 (duzentos e cinquenta) vagas de empregos diretos após a implantação e efetivo funcionamento da ampliação da unidade industrial”.
“Deixamos claro no texto da lei que nós poderemos exigir da empresa a apresentação de relatórios ou documentos, com objetivo de comprovar a geração de empregos a fim de deixar clara a nossa intenção, que é empregar a mão de obra disponível em nosso município”, disse o prefeito Marabá.
Segundo a lei aprovada, a fim garantir os interesses da população, “o incentivo fiscal previsto nesta Lei poderá ser revogado a qualquer tempo, caso a empresa INPASA Agroindustrial S.A. não cumpra com as obrigações estabelecidas, principalmente no que diz respeito ao investimento total previsto e à geração de empregos diretos”.
“Temos certeza de que essa parceria é a primeira de muitas que deverão acontecer. É muito bom sermos o maior exportador de grãos do Estado. Mais é melhor ainda poder beneficiar estes grãos aqui e gerar mais empregos e renda para o nosso município”, concluiu o prefeito Junior Marabá.

Josafá Arnaldo é especialista em direito de trânsito. Ele trouxe para para LEM e região diversos cursos de trânsito. A Auto Escola Nova visão te ajuda ainda a recorrer de multas de trânsito, CNH cassada, bloqueada ou suspensa.



Um jovem morreu e uma mulher ficou ferida após a motocicleta em que eles estavam bater no fundo de um caminhão na Rua Manoel Novais, Luís Eduardo Magalhães-Ba. O acidente aconteceu na noite de quarta-feira (25).
O condutor da moto, identificado como Deivid Cunha Lopes, de 20 anos, não resistiu aos ferimentos e veio a óbito no local do acidente. A passageira, esposa dele, foi socorrida e encaminhada para o Hospital do Oeste, em Barreiras. Não há informações sobre o estado de saúde dela.
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Jinjang Construction Brazil, construtora terceirizada contratada pela BYD diz que a acusação é inconsistente e que fere seriamente a dignidade do povo chinês
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A Jinjang Construction Brazil Ltda, construtora terceirizada responsável pelos trabalhadores chineses resgatados em situação de trabalho análogo à escravidão, que prestavam serviço para a BYD em Camaçari (BA), comentou que as acusações são inconsistentes com os fatos.
“Serem injustamente rotulados como ‘escravizados’ fez com que nossos funcionários se sentissem com sua dignidade insultada e seus direitos humanos violados, ferindo seriamente a dignidade do povo chinês. Assinamos uma carta conjunta para expressar nossos verdadeiros sentimentos”, disse a empresa em uma rede social chinesa.
A publicação faz referência ao resgate de 163 trabalhadores chineses na fábrica da BYD em Camaçari (BA), após denúncia ao Ministério do Trabalho e Emprego.
De acordo com as informações da equipe de auditores fiscais do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), os trabalhadores foram encontrados em alojamentos de uma empresa terceirizada, prestadora de serviços para a indústria automobilística.
Os funcionários estavam distribuídos em quatro alojamentos principais. A fiscalização resultou em embargos e interdições, já que os espaços apresentavam situações degradantes para os trabalhadores. O MTE informou ter encontrado as seguintes irregularidades:
A fiscalização também comunicou ter encontrado refeitório sem condições mínimas de higiene, banheiros químicos insuficientes e em estado deplorável, exposição à radiação solar sem proteção, além do registro de acidentes recorrentes devido às condições de alojamento e jornadas exaustivas:
Também foram constados indícios de trabalho forçado, segundo o MPT. Os trabalhadores pagavam caução, tinham 60% dos salários retidos, recebiam apenas 40% em moeda chinesa, enfrentavam ônus excessivo para rescisão contratual e tinham passaportes retidos. Esses fatores impediam a saída ou o retorno ao país de origem, configurando confisco de valores recebidos.
As jornadas eram de 10h diárias, com folgas irregulares. Os trabalhadores descansavam em condições inadequadas, sobre materiais de construção, por exemplo.
Também havia restrições de movimento e contratos não formalizados ou de difícil compreensão agravavam a situação, caracterizando violações sistemáticas aos direitos trabalhistas.
Em nota, a BYD diz que rompeu o contrato com a construtora terceirizada e alojou os 163 trabalhadores em hotéis da região.
JbNotícias/com G1