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O prefeito de Luís Eduardo Magalhães recebeu em seu Gabinete a CEO da Claro Roberta Godoi, para tratar sobre os novos investimentos e parcerias da Claro Operadora no município, com foco no fortalecimento do Agronegócio e do Comércio local.
“Recebemos a CEO da Claro Roberta Godoy onde durante uma reunião bem produtiva foi demonstrada a grande condição de investimentos para Luiz Eduardo Magalhães e toda região oeste ampliando a cobertura de sinal e oferta de serviços para seus clientes. Estes investimentos da Claro significam expansão de conectividade tanto para a pessoa física e quanto jurídica”, disse o prefeito Junior Marabá, após a reunião.
Representando a Operado, além da Roberta Godoi, CEO Claro Empresas, também estiveram presentes a Roberta Alonso, diretora segmento agro, o Marco Aurélio, diretor regional RBS e o Valdenilson Ferreira, gerente claro empresas RBS.
Estavam presentes, como representantes do município, o prefeito Junior Marabá, o presidente da AIBA, Moisés Schimidt, o presidente da ACELEM, Vanoli Kuntz, o diretor executivo da ABAPA, Gustavo Prado, além do empresário Luiz Henrique Gaban e do chefe de gabinete, Jaime Cappellesso.

Um jovem foi morto a facadas no início da tarde desta quinta-feira (6), por volta das 12h30, em frente à Escola Estadual de Barreirinhas, em Barreiras. O crime mobilizou equipes da Polícia Militar, do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), da Polícia Civil e do Departamento de Polícia Técnica (DPT).
Segundo as primeiras informações, uma briga teria começado nas dependências da unidade escolar. Durante a confusão, a vítima teria tentado intervir para separar os envolvidos, mas acabou sendo atingida por golpes de faca.
O jovem não resistiu aos ferimentos e morreu ainda em frente à escola, antes da chegada da equipe do SAMU. Até o momento, sua identidade não foi oficialmente divulgada pelas autoridades.
Após o crime, o autor fugiu do local e, até a última atualização desta matéria, não havia sido localizado. A motivação e as circunstâncias do homicídio ainda são desconhecidas e serão apuradas pela Polícia Civil.
Policiais militares isolaram a área para a preservação da cena do crime, enquanto o delegado plantonista acompanhou os procedimentos iniciais da investigação. Após a realização da perícia, o corpo foi removido pelo Departamento de Polícia Técnica (DPT) e encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML), onde passará por exames de necropsia.
A Polícia Civil instaurou inquérito para investigar o caso e identificar o autor do homicídio.
Reportagem de Jadiel Luiz/Blog do Sigi Vilares
Liderança do agro, Cristina Gross defende que a competitividade do algodão brasileiro será definida cada vez mais pela capacidade de transformar conhecimento em decisões estratégicas no campo

A cotonicultura brasileira alcançou um novo patamar de produtividade e reconhecimento internacional. Mas, para manter esse protagonismo nos próximos anos, será preciso ir além da produção recorde. Na avaliação da produtora rural Cristina Gross, o futuro do setor dependerá da capacidade de unir gestão, inovação e conhecimento técnico para tomar decisões cada vez mais assertivas dentro das propriedades.

A análise ganha relevância em um momento de expansão da cultura no país. Segundo estimativas da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Brasil deve colher uma das maiores safras de algodão de sua história, consolidando-se entre os maiores produtores e exportadores mundiais da fibra. Na Bahia, segundo maior produtor nacional, a cotonicultura segue como uma das principais cadeias do agronegócio, impulsionada pelos investimentos em tecnologia, pesquisa e sustentabilidade. A ABAPA, Associação Baiana dos Produtores de Algodão, estima cerca de 900 mil toneladas de pluma produzidas na safra 25/26.
“Durante muitos anos, o grande desafio era produzir mais. Hoje, isso já não basta. O produtor precisa entender de gestão, acompanhar a evolução da pesquisa, interpretar dados e transformar informação em estratégia. É essa capacidade que vai diferenciar quem continuará competitivo nos próximos anos”, afirma Cristina.
Para ela, um dos fatores que explicam a força da cotonicultura baiana é justamente a cultura de inovação construída ao longo das últimas décadas. “A Bahia se tornou referência porque aprendeu que conhecimento gera resultado. Existe uma conexão muito forte entre produtores, pesquisadores, consultores e entidades do setor. Essa troca constante de experiências acelera a adoção de tecnologias e fortalece toda a cadeia produtiva”.
Estratégia no campo
Advogada e produtora rural, Cristina destaca que a agricultura moderna exige um olhar cada vez mais estratégico sobre indicadores de desempenho, custos de produção, agricultura de precisão, sustentabilidade e gestão de pessoas.
“Investir em tecnologia continua sendo fundamental. Mas a tecnologia, sozinha, não resolve. O diferencial está na capacidade de interpretar informações e tomar a decisão certa no momento certo. Esse é o caminho para produzir com mais eficiência e rentabilidade.”
Outro aspecto considerado decisivo é a sustentabilidade. Segundo a liderança do agro, produzir com responsabilidade ambiental deixou de ser apenas uma exigência do mercado e passou a representar uma vantagem competitiva para o algodão brasileiro.
“O consumidor quer saber como aquele produto foi produzido. Isso exige rastreabilidade, responsabilidade e compromisso com boas práticas. O produtor brasileiro já mostrou que é capaz de conciliar produtividade e sustentabilidade, e isso fortalece nossa posição no mercado internacional.”
Sobre Cristina Gross
Cristina Gross é liderança do agronegócio baiano e produtora rural no Oeste da Bahia. Ocupa atualmente a diretoria financeira da AIBA, a Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia, e atua em uma das regiões mais produtivas do país e acompanha de perto os principais debates relacionados à cotonicultura, irrigação, sustentabilidade, inovação e desenvolvimento do Matopiba. Defensora de uma agricultura baseada em ciência, gestão e responsabilidade socioambiental, tem se consolidado como uma voz ativa em discussões sobre os desafios e as oportunidades do agro brasileiro.
Assessoria de Imprensa CACAU Comunicação
Presidente converteu em lei a MP do Frete

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou nesta quarta-feira (5) a lei originada da MP do Frete. A nova legislação endurece a fiscalização sobre o transporte rodoviário de cargas no Brasil. A medida surgiu após ameaças de greve da categoria em março devido à alta do diesel.
Um dos principais vetos do presidente barrou a anistia a caminhoneiros punidos por bloqueios de rodovias realizados após as eleições de 2022. O governo justificou que o perdão geraria tratamento desigual, insegurança jurídica e renúncia de receita.
Lula também vetou mudanças nas regras de fiscalização de excesso de peso, que contrariavam práticas internacionais. Dispositivos que transformavam multas sobre o piso mínimo do frete em advertências foram igualmente barrados para manter o rigor da fiscalização.
A lei mantém o Código Identificador da Operação de Transporte (CIOT) como ferramenta obrigatória para garantir o piso mínimo do frete. O documento deve registrar valores, forma de pagamento e o prazo máximo de 30 dias úteis para a quitação do serviço contratado.
As punições para operações realizadas abaixo do piso mínimo ficaram mais rígidas. Os infratores estão sujeitos a multas que podem atingir até R$ 1 milhão. Além disso, poderão sofrer a suspensão ou o cancelamento definitivo do seu registro nacional (RNTRC).
A nova regra proíbe anúncios de frete com valores inferiores ao piso ou sem a indicação clara do preço. Essa proibição se estende a embarcadores, intermediários e plataformas digitais. A fiscalização de todas essas medidas ficará a cargo da ANTT.
A legislação também cria regras para caminhoneiros autônomos. Eles poderão fechar contratos com o governo federal sem abrir empresa. A administração pública deverá buscar destinar até 30% de suas contratações anuais de transporte a esses profissionais.
Pleno News