Danilo Henrique usa humor nas redes sociais e dar pistas do seu ou sua possível vice.

O pré-candidato a prefeito de Barreiras, Danilo Henrique (PP), inovou mais uma vez e, de forma bem humorada e usando tecnologia, deu dicas de quem pode ser o nome do pré-candidato ou pré-candidata a vice da sua chapa. Nos stories do perfil dele no Instagram, postou os quatro possíveis candidatos, mas usou inteligência artificial para criar um ar de mistério. A pista é o calçado dos quatro pretendidos, pois ambos posaram para a foto oficial de campanha ao lado de Danilo.

“Já fiz a foto oficial de campanha ao lado do nosso vice, ou da nossa vice, e só quem sabe é nosso amigo Williano [o fotógrafo], mas ele não vai falar nada”, brincou Danilo.

Nos vídeos de bastidores da sessão de fotografia, a equipe de Danilo deixa à mostra apenas os sapatos calçados pelos possíveis vices. Primeiro, um homem, aparentemente mais alto que o pré-candidato a prefeito e usando tênis preto com detalhes em vermelho.

Depois uma mulher, com sapatos pretos e detalhes em prata. Mais um homem, também com tênis preto e detalhes brancos e outra mulher, com uma sandália de salto na cor bege.

Danilo Henrique prometeu manter o clima de “suspense” até o dia da convenção partidária, no dia 29 de julho, provavelmente no estacionamento do estádio municipal. Até lá, os internautas tem dado pitacos sobre os possíveis nomes.

Abapa recebe homenagem no encerramento do 19º Encontro Nacional do Sistema Plantio Direto

O 19º Encontro Nacional do Sistema Plantio Direto encerrou, nesta quinta-feira (11), em Luís Eduardo Magalhães (BA), com homenagens especiais, reconhecendo a contribuição e dedicação de diversas entidades ao desenvolvimento da agricultura sustentável no Brasil. Entre os homenageados, a Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa) destacou-se ao receber a certificação “Mérito O Conservacionista” na categoria Empresas, Instituições e Entidades, concedida pela Federação Brasileira do Sistema Plantio Direto (Febrapdp).

Representando a entidade, a primeira vice-presidente da Abapa, Alessandra Zanotto, expressou sua gratidão e destacou a importância da produção sustentável. “Receber essa homenagem é uma grande honra e representa a consolidação do nosso trabalho em promover a agricultura sustentável. A sustentabilidade é um dos pilares fundamentais da Abapa, e o Programa ABR – Algodão Brasileiro Responsável, do qual o Plantio Direto é uma das bases, reforça nosso compromisso. Agradeço a todos os envolvidos neste grande evento e reafirmo que nossas portas continuam abertas”, declarou.

O evento ocorreu durante três dias, realizado no Centro de Treinamento da Abapa, cedido pela associação de cotonicultores para sediar o Encontro Nacional. Palestras, visitas técnicas e difusão de conhecimento foram a marca da 19ª edição que contou com a presença de 32 expositores e um público de quase 900 inscritos. Os participantes tiveram a oportunidade de interagir com renomados especialistas do Brasil e do exterior, durante os debates e compartilhamento de conhecimentos sobre as práticas do Sistema Plantio Direto (SPD).

 Esta foi a primeira edição do evento realizada no Nordeste e na região do Matopiba. “A nossa avaliação é super positiva, tivemos grande participação de um público dessa região e de outros países como Argentina e Paraguai. Além de renomados palestrantes nacionais e também internacional, no caso do Rattan Lal. Esse encontro trouxe muita bagagem e conhecimentos que vão enriquecer e estimular cada vez mais a produção de alimentos com sustentabilidade, que foi o tema deste encontro”, avaliou o presidente da Federação Brasileira, Jonadan Ma. O próximo Encontro está agendado para 2026.

Assessoria de imprensa – Abapa

Brasil tem mais de 300 mil pessoas em situação de rua

Levantamento realizado pelo Observatório Brasileiro de Políticas Públicas apontou que em dezembro de 2023, total atingiu cerca de 240 mil

Moradores de rua no Pátio do Colégio, na região central de São Paulo

A capital paulista, especificamente, tem 80.369 pessoas vivendo nas ruas

Um levantamento realizado pelo Observatório Brasileiro de Políticas Públicas revelou que 300.868 mil pessoas vivem atualmente em situação de rua em todo o Brasil. Em dezembro de 2023, esse número era de 242.756. O estudo destaca a situação crítica em São Paulo, que concentra quase metade dessa população. O estado de São Paulo registra 126.112 pessoas em situação de rua, o que representa um em cada três indivíduos nessa condição em todo o país. A capital paulista, especificamente, tem 80.369 pessoas vivendo nas ruas, um aumento de 24% em relação ao ano passado, quando o número era de 64.818.

Os pesquisadores enfatizam a necessidade de políticas públicas voltadas para essa população, mas apontam que tais medidas não têm sido implementadas de forma eficaz. Eles alertam que é crucial que parlamentares, governantes e o Poder Executivo e Legislativo prestem atenção a essa questão, pois os índices de pessoas em situação de rua têm aumentado continuamente. A situação é agravada pelas condições climáticas adversas, como o frio intenso que tem sido registrado na capital paulista nos últimos dias.

Jovem Pam

Casos de coqueluche ressurgem; Entenda como prevenir!

Doença respiratória é altamente contagiosa

Coqueluche é uma doença respiratória Foto: Stefamerpik/Freepik

A coqueluche, uma doença respiratória altamente contagiosa, voltou a ser motivo de preocupação para as autoridades de saúde. Profissionais alertam para o aumento de casos e a importância da vacinação e medidas de higiene para prevenir a doença.

A coqueluche, também conhecida como pertussis, ataca o trato respiratório e é causada pela bactéria Bordetella pertussis. A transmissão ocorre por meio de gotículas respiratórias expelidas por tosse, espirro ou fala de pessoas infectadas.

Os sintomas variam de acordo com a idade e o estado imunológico do paciente. Em adultos, podem ser leves, incluindo tosse seca, febre baixa, coriza e mal-estar geral. Em casos mais graves, a tosse se torna intensa e persistente, podendo gerar sons agudos, vômitos, cansaço extremo e dificuldade para respirar.

As autoridades de saúde estão intensificando as campanhas de vacinação e conscientização sobre a coqueluche. A colaboração da população é fundamental para conter o surto da doença.

– A coqueluche pode ser grave, especialmente em bebês menores de 1 ano, podendo levar à pneumonia, convulsões e até mesmo à morte – alerta a Dra. Fabrizia Tavares, professora da Universidade Tiradentes (UNIT).

– É fundamental que a população esteja ciente dos sintomas, busque atendimento médico em caso de suspeita e mantenha a vacinação em dia – completa.

PREVENÇÃO E TRATAMENTO:
A vacinação é a principal forma de prevenção contra a coqueluche. A vacina DTPa (difteria, tétano e coqueluche) é recomendada para crianças e adultos, especialmente aqueles que têm contato com bebês.

O tratamento da coqueluche é feito com antibióticos, além de cuidados de suporte como hidratação e oxigênio, quando necessário. O isolamento da pessoa infectada também é crucial para evitar a transmissão da doença.

MEDIDAS DE CONTROLE:
Além da vacinação, outras medidas importantes para prevenir a coqueluche incluem:

– Lavar as mãos frequentemente com água e sabão;
– Cobrir a boca e o nariz ao tossir ou espirrar;
– Evitar contato com pessoas doentes;
– Manter os ambientes ventilados.

DOENÇAS REEMERGENTES:
Doenças como febre amarela, dengue, chikungunya e zika também estão reemergindo em algumas regiões do Brasil. O monitoramento constante e a adoção de medidas de controle são essenciais para prevenir a proliferação dessas doenças.

A Dra. Fabrizia Tavares também alerta para o risco de ressurgimento de outras doenças, como sarampo e poliomielite, devido à baixa cobertura vacinal e à hesitação vacinal.

– É fundamental que a população se vacine de acordo com o calendário vacinal e busque informações confiáveis sobre as doenças – reforça.

Pleno News

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Boulos diz que, se eleito, poderá tomar imóveis para fim social

Pré-candidato à Prefeitura de São Paulo foi coordenador do MTST

Guilherme Boulos Foto: Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados

O pré-candidato à Prefeitura de São Paulo e deputado federal Guilherme Boulos (PSOL-SP) disse que, se for eleito, poderá tomar imóveis abandonados para fazer moradias populares, se baseando, segundo ele, na legislação. A declaração foi dada nesta sexta-feira (12) em sabatina promovida pelo site UOL e pelo jornal Folha de S. Paulo, ao ser questionado sobre a política habitacional que planeja implementar na cidade caso se torne prefeito.

– A ocupação acontece porque a lei não é cumprida. Eu vou cumprir a lei – disse.

– Estatuto da Cidade, lei federal aprovada em 2001. A lei diz que um imóvel subutilizado, ocioso, abandonado – muitos daqueles prédios no centro estão abandonados há 20, 30 anos, gerando insegurança para quem passa, gerando ali criminalidade, uso de droga, insegurança para as mulheres, especialmente – (o dono) tem que ser notificado. Se não cumpre função social, IPTU progressivo (tem que ser aplicado) e a Prefeitura pode tomar para fazer habitação de interesse social.

Boulos também defendeu sua atuação de duas décadas no movimento por moradia, o Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), mas afirmou que aprendeu na Câmara dos Deputados, onde cumpre seu primeiro mandato parlamentar, a dialogar com quem pensa diferente.

O histórico de Boulos à frente do MTST lhe coloca em condição desconfortável. Quando indagado se, como prefeito, vai liberar invasões antes de autorização judicial, o pré-candidato disse que começaria sua política habitacional pelos prédios públicos, em que não há processo de desapropriação.

– A ocupação acontece justamente porque não houve política nesse sentido. Nós vamos fazer a política começando pelos imóveis públicos, que não têm essa burocracia – respondeu. Segundo ele, há mais de 30 prédios abandonados no centro expandido da capital paulista pertencentes ao INSS e que poderiam fazer parte do projeto.

*Com informações AE

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