Luís Eduardo Magalhães acaba de receber um novo reforço para sua economia: a Cedisa, uma grande beneficiadora e distribuidora de aço , acaba de inaugurar sua unidade na cidade. Com 50 anos de atuação no mercado, a empresa é referência nacional no setor e tem papel estratégico no fornecimento de aço para a indústria, construção civil e agronegócio.
A chegada da Cedisa ao município representa um marco importante para o desenvolvimento da região oeste da Bahia. Com uma estrutura moderna e capacidade de atendimento em larga escala, a nova unidade fortalece a cadeia produtiva local e amplia o acesso a materiais essenciais para obras, projetos industriais e atividades agrícolas.
A escolha por Luís Eduardo Magalhães não foi por acaso. A cidade está no centro de uma das regiões mais produtivas do Brasil, com forte presença do agronegócio e grande potencial logístico. A presença da Cedisa promete impulsionar ainda mais o crescimento local, gerando empregos, movimentando a economia e oferecendo soluções que atendem às demandas de diferentes segmentos produtivos.
Com a nova operação em funcionamento, a expectativa é de que a cidade fortaleça ainda mais sua posição como polo de desenvolvimento regional. A chegada de uma indústria desse porte reforça a atratividade de Luís Eduardo Magalhães para novos investimentos e sinaliza um momento positivo para diversos setores da economia local.
Em ao menos oito cidades baianas, quase nenhum juiz federal quer trabalhar. Por isso, aqueles que se mudarem para os municípios do interior ganharão benefícios: aumento de 20% do salário e prioridade quando vagas de transferência surgirem. Os incentivos foram aprovados pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e pelo Conselho da Justiça Federal (CJF), que determinam os requisitos que as cidades devem cumprir para receber os magistrados com salários turbinados em, pelo menos, R$ 8 mil.
Em ao menos oito cidades baianas, quase nenhum juiz federal quer trabalhar. Por isso, aqueles que se mudarem para os municípios do interior ganharão benefícios: aumento de 20% do salário e prioridade quando vagas de transferência surgirem. Os incentivos foram aprovados pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e pelo Conselho da Justiça Federal (CJF), que determinam os requisitos que as cidades devem cumprir para receber os magistrados com salários turbinados em, pelo menos, R$ 8 mil.
As resoluções dos conselhos estabelecem como critérios a dificuldade de acesso aos municípios, baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e o fato de a cidade estar sem juiz titular há três anos. Os juízes federais que assumirem as comarcas baianas com essas características terão direito aos benefícios. A medida também vale para servidores com outros cargos.
Cabe às segundas instâncias decidir quais cidades serão contempladas. Na última quinta-feira (3), o Tribunal Federal da 1ª Região (TRF1) listou os municípios baianos onde os juízes federais receberão os aumentos. São elas: Barreiras, Bom Jesus da Lapa, Campo Formoso, Eunápolis, Guanambi, Irecê, Jequié e Teixeira de Freitas – que passam a ser reconhecidas como localidades de difícil provimento.
Na prática, os juízes federais serão mais bem remunerados se concordarem em se mudar e atuar nas cidades onde os colegas não querem trabalhar por motivos que vão desde a distância da capital até o acúmulo de funções. “Em teoria, cada comarca deveria ter um juiz titular. Quando isso não acontece, o magistrado de outra cidade acumula as funções e também despacha os processos do município vizinho”, explica o juiz Tardelli Boaventura, que integra a diretoria da Associação dos Magistrados da Bahia (Amab).
Tardelli já viveu essa situação na pele. Ele é juiz titular da comarca de Senhor do Bonfim e assumiu os processos da cidade de Itiúba, localizada a 60 quilômetros de distância, quando o cargo ficou vago depois que a juíza titular foi promovida. “Eu tirava um dia da semana para ir até a cidade, fazer as audiências e despachos. Neste dia, era fila de advogados e de pessoas para atender”, conta. Nos outros quatro dias da semana, os 33,8 mil habitantes do municípios ficavam desassistidos.
Para evitar situações como essa, foi elaborada a Política Pública de Estímulo à Lotação e à Permanência de Magistradas(os), que vai garantir os pagamentos extras e outros benefícios aos servidores. “A política busca garantir maior eficiência na prestação jurisdicional em áreas remotas e vulneráveis, oferecendo incentivos à interiorização da Justiça Federal”, diz o TRF1, em nota. A reportagem entrou em contato com o tribunal, que não se manifestou sobre a escolha das oito cidades baianas.
Vai funcionar?
Um juiz federal em início de carreira recebe por mês R$ 39.753,21, segundo informações do Conselho da Justiça Federal. Portanto, o valor extra recebido para atuar nas oito cidades baianas citadas chega próximo aos R$ 8 mil. Porém, na visão de Tardelli Boaventura, outro benefício deve atrair mais juízes para o interior da Bahia.
Trata-se da preferência na lista de remoção (NR). Isso significa que quando surgirem oportunidades de transferência, os juízes beneficiados sairão na frente. “Muitas vezes, no início das carreiras, os magistrados não têm família constituída e, com incentivos assim, podem ser estimulados a ir para o interior”, pontua. Para ter prioridade na mudança de comarcas, os juízes federais deverão permanecer nas cidades por, no mínimo, três anos seguidos.
Eles também deverão residir nas cidades onde vão trabalhar. O CNJ prevê, na resolução 620/2025, que os pagamentos sejam interrompidos caso os juízes deixem de morar nos municípios. A residência fora da comarca só é permitida se for por razões de segurança física e se for por necessidade de filhos com até 12 anos.
Quando um juiz é nomeado, a escolha da comarca (cidade ou região onde atuará) é feita com base em critérios como classificação em concurso público ou na ordem de antiguidade, dependendo da legislação específica de cada tribunal.
A Seleção de Futsal Feminino de Luís Eduardo Magalhães venceu a equipe de Serra Talhada neste sábado (05), pelo placar de 5 a 2, em partida realizada no Ginásio José Queiroz Barreto Neto. Com o resultado, a equipe de LEM garantiu sua classificação para a próxima fase da competição.
A data dos próximos confrontos será divulgada em breve.
Sobre a Copa A Copa do Brasil de Futsal Feminino reúne 15 clubes de 11 estados brasileiros e vem se consolidando como uma das principais vitrines do esporte feminino no país.
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Há pouco mais de 20 anos, o algodão ainda era uma aposta incerta no Oeste da Bahia. A cultura exigiu investimentos em pesquisa, desenvolvimento de cultivares adaptadas ao clima e ao solo do Cerrado e persistência dos produtores rurais. Duas décadas depois, a Bahia ocupa o segundo lugar no ranking nacional de produção da fibra, e o Brasil reverteu seu papel de importador para se tornar o maior exportador mundial.
Hoje, o mesmo Cerrado baiano que se tornou referência na cotonicultura nacional vive um novo marco: o avanço acelerado da cultura do cacau. Introduzida na região há apenas sete anos, a cacauicultura já demonstra índices de produtividade muito superior à média mundial, e vem se destacando como a próxima grande força produtiva do agro brasileiro.
Para o presidente da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), Moisés Schmidt, o paralelo é inevitável. “O que estamos vendo com o cacau hoje lembra muito o início da cotonicultura no Oeste. Uma cultura desafiadora, que exigiu adaptação e conhecimento técnico, mas que encontrou no Cerrado baiano as condições ideais para se desenvolver. Assim como o algodão, o cacau tem potencial para colocar a Bahia e o Brasil em uma nova posição de destaque mundial”, afirma.
Produtividade e diferenciação: um cacau para o futuro
Enquanto o cacau tradicional é cultivado em áreas de sombra, o modelo adotado no Cerrado é o regenerativo, plantado em pastagens degradadas sendo a pleno sol, com uso intensivo de tecnologia, irrigação e manejo de precisão. Os resultados são expressivos: produtores já colhem entre 150 e 250 arrobas por hectare, produtividade que ultrapassa dez vezes mais do que a média nacional.
Além disso, a baixa perecibilidade da amêndoa — que pode ser armazenada por até seis meses sem perda de qualidade — e o potencial de cultivo em pequenas áreas com alta tecnologia tornam o cacau uma cultura acessível tanto a pequenos quanto a grandes produtores.
As condições climáticas da região, com estações bem definidas e abundância de recursos hídricos, somadas a boa fertilidade, criam o ambiente perfeito para o crescimento da cultura, favorecendo também a adoção de sistemas sustentáveis, como agroflorestas e integrações.
Diversificação produtiva e expansão territorial
Com os bons resultados, a cacauicultura já se expande para municípios como Riachão das Neves, Luís Eduardo Magalhães, Barreiras, São Desidério, Formosa do Rio Preto e o vale do rio Corrente e São Francisco, consolidando um novo polo de produção de cacau no Brasil. Essa diversificação representa um novo eixo econômico, e também uma estratégia de resiliência produtiva para os agricultores da região.
“Estamos construindo uma nova fronteira para o cacau, com qualidade, tecnologia e sustentabilidade. Esse movimento beneficia toda a cadeia produtiva, abre portas para novos mercados e fortalece a imagem da Bahia como potência agrícola”, destaca Moisés Schmidt.
Evento nacional reforça protagonismo da região
Para celebrar esse novo momento e aprofundar o debate técnico sobre o cultivo, a Aiba realiza, entre os dias 10 e 12 de julho, a quarta edição da Cacauicultura 4.0, considerado o maior evento do setor no Brasil.
A programação inclui abertura oficial em Barreiras, ciclo de palestras técnicas no dia 11, no Parque Natural Engenheiro Geraldo Rocha, e o Dia de Campo na Fazenda Santa Helena, em Riachão das Neves, com visitas a lavouras irrigadas, demonstrações tecnológicas e troca de experiências entre produtores e especialistas que acontecerá dia 12.
O evento conta com o apoio das prefeituras de Barreiras e Riachão das Neves, Governo do Estado da Bahia, Governo Federal, e de importantes parceiros do setor, como Rain Bird, BioBrasil, Netafim, Casa da Lavoura, Centro de Inovação do Cacau (CIC), TRF, Ceplac e Associação Nacional das Indústrias Processadoras de Cacau (AIPC).
Serviço
Data: 10 a 12 de julho de 2025
Locais: Barreiras e Riachão das Neves (BA)
Inscrições: https://cacau.wiesoo.com/ ou https://www.sympla.com.br/evento/cacauicultura-40/2973316