No final da noite de ontem, 26, por volta das 23h10, uma guarnição da GCM-LEM foi acionada via central de comunicações para averiguar denúncia anônima sobre um indivíduo que estaria praticando tráfico de entorpecentes na modalidade “delivery”, utilizando um veículo VW/Santana prata.
De posse das informações, a equipe iniciou diligências ostensivas e localizou o veículo em circulação. Durante a abordagem, realizada com observância aos protocolos de segurança, foram encontradas substâncias análogas à maconha (10g) e cocaína (15g), ambas fracionadas para comercialização, além da quantia de R$ 1.431,10 em espécie, distribuída em cédulas diversas.
O conduzido informou que haveria maior quantidade de entorpecentes em outro endereço. A guarnição deslocou-se até o local indicado, onde, após autorização do morador, foram realizadas buscas, porém nada de ilícito foi localizado.
Diante da materialidade constatada e dos indícios de tráfico, foi dada voz de prisão ao suspeito, que foi conduzido ao DISEP juntamente com todo o material apreendido. O veículo utilizado na prática delituosa também foi removido e apresentado à autoridade policial.
A ocorrência foi apresentada à autoridade competente para adoção das medidas legais cabíveis.
Nesta quinta-feira (26), por volta das 18h15, no decorrer da 52ª Edição da Operação Força Total, uma guarnição da CIPE CERRADO, recebeu informações sobre um indivíduo suspeito de praticar diversos assaltos à mão armada no bairro Santa Cruz em Luis Eduardo Magalhães.
Ao realizar o deslocamento para averiguação, a equipe visualizou um suspeito próximo a uma motocicleta. Ao notar a aproximação da viatura, o indivíduo empreendeu fuga, abandonando no solo um revólver carregado. Após consulta, verificou-se que a motocicleta utilizada apresentava restrições. Todo o material foi recolhido e apresentado na Delegacia Territorial de Luís Eduardo Magalhães para as medidas legais pertinentes.
MATERIAIS APREENDIDOS:
▪️01 (um) Revólver Calibre .38
▪️06 (seis) Munições calibre .38 intactas
▪️01 (uma) Motocicleta Yamaha XTZ 250, cor azul, sem placa.
Antecipar riscos e agir com rapidez são atitudes que fazem a diferença entre prejuízos e proteção à vida no período chuvoso na região oeste da Bahia. Planejamento eficiente e resposta ágil são determinantes para reduzir os impactos provocados por desastres naturais. Foi com esse compromisso que o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional concedeu ao município de Luís Eduardo Magalhães, pelo segundo ano consecutivo, o selo “A” em eficiência preventiva e capacidade de resposta a desastres. Reconhecimento que reforça a seriedade, a organização e o preparo da gestão diante dos desafios climáticos, trabalho desempenhado pela Defesa Civil do município.
O município integra a “Lista A” do Índice de Capacidade Municipal (ICM), indicador nacional que avalia a capacidade das gestões locais na redução de riscos e na resposta a desastres, colocando a cidade entre as poucas que atendem à maior parte das exigências da Defesa Civil Nacional. Na Bahia, apenas 37 dos 417 municípios, o equivalente a 9%, alcançaram esse nível de desempenho. O dado evidencia o grau de complexidade envolvido na estruturação de uma política municipal eficiente e reforça a relevância dos resultados obtidos por Luís Eduardo Magalhães.
De acordo com Wanderson Santana, diretor da Defesa Civil de Luís Eduardo Magalhães, “A redução de riscos e desastres está diretamente ligada ao planejamento contínuo e à gestão integrada, que priorizam a prevenção em vez da atuação apenas emergencial. Em Luís Eduardo Magalhães, esse modelo tem sido fortalecido por meio da implantação de políticas públicas permanentes, programas e ações educativas voltadas à conscientização da população”, ressaltou. Entre as iniciativas desenvolvidas, destacam-se o Programa Defesa Civil na Escola, que leva conceitos de prevenção, autoproteção e percepção de riscos ao ambiente escolar e criação do sistema municipal de proteção e defesa civil, com articulação de vários órgãos que trabalham a prevenção e quando necessário a resposta em tempo hábil, reforçou o diretor da defesa civil.
O ICM é composto por um conjunto de variáveis que analisam, de forma integrada, a capacidade dos municípios de lidar com situações de risco. A avaliação considera quatro dimensões principais: a capacidade institucional, que envolve a existência de legislação específica, estrutura da Defesa Civil e planejamento estratégico; a capacidade humana, relacionada à qualificação técnica das equipes; a capacidade de infraestrutura, que inclui equipamentos, sistemas de monitoramento e resposta; e a capacidade financeira, que avalia a previsão orçamentária destinada às ações de prevenção, mitigação e resposta. O desempenho de Luís Eduardo Magalhães, pelo segundo ano consecutivo no ICM, demonstra que investimentos em planejamento, capacitação e educação são determinantes para reduzir impactos e salvar vidas.
Ministro André Mendonça, do STF Foto: Rosinei Coutinho/STF
Em janeiro, o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), havia autorizado a quebra dos sigilos bancários, fiscais e telemáticos de Fábio Luís Lula da Silva, o “Lulinha”, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O pedido foi feito à Corte pela Polícia Federal (PF) no âmbito das investigações das fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
Mendonça é o relator no Supremo da investigação que apura descontos ilegais nos pagamentos de beneficiários do INSS. O nome de Lulinha teria aparecido no caso após ser citado por outros nomes presentes nas investigações.
Nesta quinta-feira (26), a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INNS votou e aprovou a quebra do sigilo bancário do filho mais velho de Lula, em uma sessão tumultuada do colegiado. Parlamentares da base governista tentaram retirar o requerimento de pauta, mas não obtiveram sucesso.
Com a proclamação do resultado pelo presidente da CPMI, senador Carlos Viana (Podemos-MG), houve revolta por parte de governistas quanto à contagem dos votos. A sessão foi suspensa após troca de acusações e empurra-empurra entre deputados.
Sede do banco BRB, em Brasília Foto: Joédson Alves/Agência Brasil
A Justiça de Brasília determinou, em caráter liminar (provisório) o bloqueio e o arresto de ações do Banco de Brasília (BRB) compradas por investigados na Operação Compliance Zero, da Polícia Federal – que investiga fraudes envolvendo o Banco Master.
A decisão atende a um pedido do banco estatal e foi determinada pela Vara Cível da Circunscrição Especial Judiciária de Brasília.
A Justiça impediu ainda a possível venda dos ativos. O processo tramita em segredo de justiça. O BRB explicou que decidiu solicitar o bloqueio diante de resultados encontrados em investigação realizada pela auditoria independente que contratou.
A Polícia Federal investiga a compra de ações do BRB, de forma oculta – por meio de fundos – por Daniel Vorcaro, dono do Master, Maurício Quadrado, ex-sócio do Master, e João Carlos Mansur, fundador da Reag Investimentos.
Em fato relevante divulgado na noite desta quinta-feira (26), o banco diz que a medida tem como objetivo possibilitar o futuro ressarcimento de prejuízos causados à instituição em razão de operações envolvendo o Banco Master, em liquidação extrajudicial.
Em dezembro, o BRB contratou o escritório Machado Meyer Advogados, com assistência técnica da Kroll, com o objetivo apurar os fatos relacionados às operações com o Master. A PF investiga a venda de R$ 12,2 bilhões em carteiras falsas do banco de Vorcaro para o BRB, bem como a tentativa de compra do Master pelo banco estatal – barrada pelo Banco Central.
No curso da investigação, foi elaborado um relatório preliminar, com escopo delimitado a aspectos específicos da investigação, no qual foram identificados elementos que demandavam análise pelas autoridades competentes, com vistas à avaliação de eventual existência de atos ilícitos.
– Em observância ao seu dever de cooperação com as autoridades públicas e em respeito ao devido processo legal, o BRB encaminhou imediatamente o referido relatório preliminar à Polícia Federal e, posteriormente, a outros órgãos – ressaltou o banco.
Nova atualização da NR-1 entra em vigor em 26 de maio e amplia exigências para empresas Empresários e trabalhadores devem ficar atentos:
Continue após propaganda da frigorífico flor de Lis
A nova redação reforça a obrigatoriedade do Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO) e amplia o foco das medidas preventivas, que passam a incluir também os chamados riscos psicossociais — como estresse ocupacional, assédio moral e sobrecarga de trabalho.
Com a mudança, todas as empresas deverão revisar seus processos internos, identificar, avaliar e controlar não apenas os riscos físicos, químicos e biológicos, mas também fatores que impactam a saúde mental dos trabalhadores.
O descumprimento das exigências poderá resultar em fiscalizações, aplicação de multas e outras penalidades previstas na legislação trabalhista.
Especialistas orientam que os empregadores iniciem o quanto antes a adequação às novas regras, a fim de evitar sanções e garantir um ambiente de trabalho mais seguro e saudável. Contato para orientações:
Maurício Júnior – Psicanalista e Implementador da NR-1 Telefone: (77) 9 9911-6702.
Jb Notícias
Responsabilidade pelas informações, Maurício Júnior – Psicanalista.
Nesta quinta-feira (26), o governador Jerônimo Rodrigues esteve em Luís Eduardo Magalhães, no oeste baiano, para visitar as novas instalações da Cooperativa de Produtores Rurais (Cooperfarms), que reúne mais de 200 cooperados. Na ocasião, dialogou com produtores e dirigentes sobre os detalhes do maior projeto agroindustrial já planejado para a região, voltado à cadeia integrada de produção de proteína animal e outras culturas.
Os investimentos do Governo do Estado visam o fortalecimento da agroindústria, por meio de políticas de incentivo à produção rural, melhoria da infraestrutura logística e apoio à modernização do setor produtivo, como declarou o governador. “O oeste baiano tem um papel decisivo na economia do nosso estado e a Cooperfarms tem um projeto estratégico grandioso, que amplia mercados, fortalece a cadeia produtiva, agrega valor à produção e gera emprego, renda e arrecadação”.
A Cooperfarms possui campos de produção distribuídos em seis estados brasileiros, totalizando uma área superior a 600 mil hectares. A cooperativa atua na produção de soja, algodão, milho, sorgo, feijão e milheto, além de culturas de menor impacto, como frutas. O faturamento por safra dos cooperados superou $ 1 bilhão de dólares, evidenciando a força do setor no cenário nacional.
O diretor-presidente da cooperativa, Marcelino Kuhnen, destacou que o apoio do Governo do Estado é essencial para o crescimento da instituição. “Esses investimentos fortalecem a cooperativa, impulsionam a produção e possibilitam a geração de novos postos de trabalho na Região Oeste”, afirmou.
A Operação Kit Dispensa já resultou na prisão de sete pessoas envolvidas em um esquema de fraude em licitações
A Polícia Civil da Bahia deflagrou, na manhã desta quarta-feira (25), a Operação Kit Dispensa, que já resultou na prisão de sete pessoas envolvidas em um esquema de fraude em processos licitatórios no âmbito da Câmara Municipal do município de Sobradinho. Um vereador local foi autuado em flagrante pelo crime de posse ilegal de arma de fogo e por mandado de prisão temporária pelos crimes de organização criminosa, peculato, contratação ilegal e frustração do caráter competitivo de licitação.
As apurações realizadas pela Delegacia Territorial (DT) de Sobradinho indicam a existência de irregularidades em contratações promovidas pelo Poder Legislativo. As investigações apontam para uma estrutura organizada, composta por servidores públicos, agentes políticos, empresários e um assessor jurídico, que atuavam de forma integrada para simular procedimentos legais e viabilizar a contratação direcionada de empresas previamente escolhidas, sem a devida concorrência pública. Em diversos casos, as empresas sequer executavam os serviços contratados.
As ações ocorreram também nos municípios de Juazeiro, Petrolina e Filadélfia. Ao todo, foram cumpridos 11 mandados de busca e apreensão. Durante as diligências, foram apreendidos dois revólveres calibre .38, uma espingarda calibre .28, cinco veículos com decisão judicial de sequestro, além de aparelhos celulares, contratos e outros documentos.
Todos os suspeitos foram conduzidos à unidade policial, onde foram cumpridos sete mandados de prisão temporária pelos crimes de organização criminosa, peculato, contratação ilegal e frustração do caráter competitivo de licitação. Eles permanecem custodiados, à disposição do Poder Judiciário. O material apreendido foi encaminhado para perícia, dando continuidade ao inquérito policial.
No âmbito das medidas cautelares, o vereador investigado e um assessor jurídico da Casa Legislativa foram afastados de suas funções pelo prazo de 90 dias, por determinação judicial, com o objetivo de preservar a instrução processual e evitar interferências nas investigações. O Poder Judiciário também determinou o bloqueio de bens dos investigados, como explicou o delegado Fernando Barros, titular da Delegacia Territorial de Sobradinho. “A Justiça determinou o bloqueio de até um milhão de reais das empresas e de até 500 mil reais das pessoas envolvidas, podendo chegar ao total de R$ 12 milhões.”
A Operação Kit Dispensa foi realizada pela DT de Sobradinho, com o apoio das unidades de Casa Nova e Juazeiro, além de policiais da Delegacia de Homicídios (DH) e da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR) de Juazeiro, bem como dos Grupos de Apoio Técnico e Tático à Investigação (Gatti) da 19ª e da 17ª Coordenadorias Regionais de Polícia do Interior (Coorpin/Juazeiro e Senhor do Bonfim).
A Bahia concluiu, nesta quarta-feira (25), o plantio do algodão da safra 2025/2026. A área plantada com a fibra no estado se manteve estável em relação ao ciclo anterior, com aproximadamente 414 mil hectares. De acordo com a Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), a estimativa inicial de produção é de 815 mil toneladas de algodão beneficiado (pluma), para uma produtividade projetada em 1.968 quilos de pluma por hectare. O destaque no período foi o algodão irrigado, que cresceu quase 20% do algodão ante o ciclo interior, ficando em 170 mil hectares. A Bahia é a líder em cotonicultura irrigada do país e a tecnologia já está presente em 40,7% da área ocupada com a cultura.
Para a Abapa, a expansão da irrigação complementar, ou de “salvamento”, é a estratégia de produtores que almejam a mitigação de riscos climáticos, já que a tecnologia permite intervenções pontuais em fases do desenvolvimento da cultura, garantindo maior estabilidade de rendimento.
“A condução das lavouras está transcorrendo bem e o clima está favorável até o momento. Ainda é cedo para afirmar com certeza sobre a produtividade e a produção, mas a nossa expectativa é positiva”, afirma a presidente da Abapa, Alessandra Zanotto Costa.
Com a semeadura concluída, o setor agora concentra esforços no manejo técnico e no monitoramento fitossanitário das lavouras. As equipes do Programa Fitossanitário da Abapa intensificam o monitoramento para o controle de pragas e doenças. A condução adequada do algodão nos estágios iniciais contribui para a sanidade e o bom estabelecimento das plantas.
Antecipar riscos e agir com rapidez são atitudes que fazem a diferença entre prejuízos e proteção à vida no período chuvoso na região oeste da Bahia. Planejamento eficiente e resposta ágil são determinantes para reduzir os impactos provocados por desastres naturais. Foi com esse compromisso que o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional concedeu ao município de Luís Eduardo Magalhães, pelo segundo ano consecutivo, o selo “A” em eficiência preventiva e capacidade de resposta a desastres. Reconhecimento que reforça a seriedade, a organização e o preparo da gestão diante dos desafios climáticos, trabalho desempenhado pela Defesa Civil do município.
O município integra a “Lista A” do Índice de Capacidade Municipal (ICM), indicador nacional que avalia a capacidade das gestões locais na redução de riscos e na resposta a desastres, colocando a cidade entre as poucas que atendem à maior parte das exigências da Defesa Civil Nacional. Na Bahia, apenas 37 dos 417 municípios, o equivalente a 9%, alcançaram esse nível de desempenho. O dado evidencia o grau de complexidade envolvido na estruturação de uma política municipal eficiente e reforça a relevância dos resultados obtidos por Luís Eduardo Magalhães.
De acordo com Wanderson Santana, diretor da Defesa Civil de Luís Eduardo Magalhães, “A redução de riscos e desastres está diretamente ligada ao planejamento contínuo e à gestão integrada, que priorizam a prevenção em vez da atuação apenas emergencial. Em Luís Eduardo Magalhães, esse modelo tem sido fortalecido por meio da implantação de políticas públicas permanentes, programas e ações educativas voltadas à conscientização da população”, ressaltou. Entre as iniciativas desenvolvidas, destacam-se o Programa Defesa Civil na Escola, que leva conceitos de prevenção, autoproteção e percepção de riscos ao ambiente escolar e criação do sistema municipal de proteção e defesa civil, com articulação de vários órgãos que trabalham a prevenção e quando necessário a resposta em tempo hábil, reforçou o diretor da defesa civil.
O ICM é composto por um conjunto de variáveis que analisam, de forma integrada, a capacidade dos municípios de lidar com situações de risco. A avaliação considera quatro dimensões principais: a capacidade institucional, que envolve a existência de legislação específica, estrutura da Defesa Civil e planejamento estratégico; a capacidade humana, relacionada à qualificação técnica das equipes; a capacidade de infraestrutura, que inclui equipamentos, sistemas de monitoramento e resposta; e a capacidade financeira, que avalia a previsão orçamentária destinada às ações de prevenção, mitigação e resposta. O desempenho de Luís Eduardo Magalhães, pelo segundo ano consecutivo no ICM, demonstra que investimentos em planejamento, capacitação e educação são determinantes para reduzir impactos e salvar vidas.