Monitorar está no Oeste da Bahia e promete surpresas a BFS 2024

TRANSIÇÃO ENERGÉTICA: Monitorar anuncia que tem novidades para a Bahia Farm Show 2024

A MONITORAR segue na região do oeste baiano, acompanhando e dando suporte a clientes no que diz respeito à gestão eficiente de energia. Para Victor Nunes, engenheiro agrônomo e CEO da empresa, em tempos de comodites com preços baixos, é importante os clientes olharem da porteira para dentro e perceberem que sempre existem alternativas de serem mais eficientes em outros setores.

BOA GESTÃO ENERGÉTICA COMPENSA PERDAS

“O setor energético, se bem gerido, pode trazer ganhos milionários que podem compensar as perdas em outras situações e equilibrar o orçamento nesses casos”, diz Nunes, que já adianta: tem novidades a caminho, para a Bahia Farm Show deste ano. “Estamos preparando uma surpresa para nossos clientes e amigos, que, desde já, estão convidados”, continua, e conclui: “acompanhem nosso Instagram @monitorarenergia, onde estaremos atualizando as novidades que vem
por aí, rumo transição energética!”.

A BFS 2024 acontece de 11 a 15/06/2024, em Luis Eduardo Magalhães.

,Ascom Monitorar

Junior Marabá autoriza requalificação do bairro Cidade Universitária

O prefeito Junior Marabá e o secretário de Infraestrutura, Franklin Willer

que estamos executando em 2024 é a continuidade de um planejamento de urbanização que nós fizemos para a cidade, e que iniciamos lá em 2021″, disse o prefeito Junior Marabá

O prefeito de Luís Eduardo Magalhães, Junior Marabá, assinou na manhã desta quarta-feira (13), a ordem de serviço para início da requalificação asfáltica do bairro Cidade Universitária.

Logo após a assinatura do documento, as equipes da Secretaria de Infraestrutura e Urbanismo começaram o serviço de recapeamento da rua Paraíba, a primeira do bairro a ser contemplada.

De acordo com o prefeito, a requalificação completa do bairro foi a solução para resolver os problemas frequentes com o asfalto de má qualidade. “O tapa-buracos não funcionava mais aqui, foi necessária uma solução mais completa”, lembrou o gestor.

Junior Marabá ressaltou ainda, que a chegada do asfalto é resultado de um planejamento de urbanização, iniciado em 2021, com o Programa Novo Centro.

“O que estamos executando em 2024 é a continuidade de um planejamento de urbanização que nós fizemos para a cidade, e que iniciamos lá em 2021, passando pelo centro da cidade, Mimoso, Avenida JK, Florais Léa, Santa Cruz e as Acácias, que já iniciamos, disse o prefeito Junior Marabá.

Início da requalificação na rua Paraíba, em Luís Eduardo Magalhães

Números

Desde o início da gestão do prefeito Junior Marabá, foram executados mais de 825 mil metros quadrados de asfalto novo, entre pavimentação e recapeamento. E um total de R$ 98 milhões foram investidos na urbanização do município.

SECOM, prefeitura de LEM

PL sobre biocombustíveis passa na Câmara com acenos ao petróleo e protagonismo do agro

A Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (13), o projeto de lei sobre biocombustíveis, atendendo a demandas do setor de petróleo e gás, que vinha reclamando da proposta, e com amplo apoio do agronegócio, que deve se beneficiar com o incentivo à produção do biodiesel.

No relatório apresentado na noite desta terça-feira (12), e que foi referendado pelos deputados, Arnaldo Jardim (Cidadania-SP) ampliou o poder do CNPE (Conselho Nacional de Política Energética) sobre a definição do percentual de mistura do biodiesel na composição do diesel.

Essa era a principal reivindicação do setor petroleiro e que causou divergência com a bancada ruralista durante a tramitação. O texto vai ao Senado.

O projeto cria o Programa Nacional de Diesel Verde. Nele, se enquadra o biodiesel do tipo ester, que é aquele produzido a partir da reação química de um álcool com óleos vegetais oriundos da cana ou da soja, por exemplo.

Inicialmente, Jardim previa no texto que o percentual de biodiesel no diesel seria fixado por lei, começando em 15% do total em 2025 (atualmente, é 14%) e crescendo em 1% anualmente, até 2030.

Ao CNPE, que é subordinado ao Ministério de Minas e Energia, era dada a possibilidade de alterar a taxa em dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e de elevar o piso até 25% a partir de 2031.

Essa configuração tirava poder do conselho, que atualmente é quem, anualmente, determina esta taxa, e pode alterá-la no decorrer dos meses.

O setor petroleiro reclamou que definir a mistura no texto da lei deixaria o preço final do diesel muito sujeito às safras, que podem sofrer altas e baixas bruscas em razão inclusive de emergências ambientais.

A nova versão do relatório de Jardim, apresentado nesta terça, mantém o crescimento gradual do percentual de biodiesel na composição do diesel, mas permite que o CNPE analise a “viabilidade” e interceda, caso necessário, desde que dentro de uma faixa entre 13% e 25%.

“Com essas alterações, entendemos que foram contempladas as emendas apresentadas na Comissão de Minas de Minas e Energia”, diz Arnaldo Jardim, em seu relatório.

Sob reserva, no entanto, representantes do setor de combustível reclamam que o texto deveria deixar mais explícito que apenas a existência de motivos técnicos pode justificar alterações nos percentuais de mistura.

Jardim, no entanto, defendeu que sua redação é suficiente. “Está clara a viabilidade técnica como exigência”, disse.

Outra alteração foi a flexibilização dos percentuais de biometano no gás comercializado, mas que ainda recebeu críticas do setor de petróleo e gás.

O projeto cria o Plano Nacional de Descarbonização do Gás Natural. Antes o texto previa um mínimo de 1% de mistura no gás comercializado em 2026, chegando a 10% em 2034.

Agora, a proposta coloca que, de 2026 em diante, o mercado de gás deve reduzir em pelo menos 1% a sua emissão de poluentes de efeito estufa, a partir do uso do biometano, mas sem uma data para isso. Também dá ao CNPE poder de alterar deste percentual, anualmente, sob algumas condições, por exemplo quando não houver produção suficiente para cumprir a meta.

Líder do governo na Câmara, José Guimarães defendeu a matéria, lembrando que o projeto tem como espinha dorsal a proposta enviada ao Congresso pelo Executivo, e foi construído em debate com os parlamentares.

“[O projeto permite] pensarmos, a partir deste momento, [próximas] medidas que são necessárias para a descarbonização da economia brasileira e consolidarmos a ideia da economia verde”, afirmou.

Marcelo Queiroz (PP-RJ) disse que a inclusão do biometano, sem investimento em infraestrutura para sua produção e transporte, pode ampliar os danos ambientais e o custo final do gás.

“Não tem comprovação da capacidade de atendimento dessa demanda por parte da indústria do biometano”, criticou.

O projeto também aumenta de 18% para 27% o percentual obrigatório de etanol na gasolina, permitindo ao governo alterá-lo entre 22% e 35%.

Atualmente, o teor de etanol na gasolina pode ser fixado entre 18% e 27,5%. O governo havia proposto uma variação entre 22% e 30%.

O novo relatório de Jardim também ampliou o prazo para que a indústria automotiva se adequasse às regras de redução de emissão de gás carbônico do setor de transportes, dentro da metodologia “do poço à roda” —modo de medição de poluição que leva em consideração diferentes etapas envolvidas, da extração do petróleo ao uso do veículo.

Antes, a previsão era a meta de reduzir em 50% a emissão de carbono em transporte ser alcançada em 2026. O prazo mudou para 2031 na nova versão.

Após esse período, passa a valer a regra chamada de “berço ao túmulo”, que segue a mesma lógica, mas é ainda mais abrangente, contemplando também etapas como o descarte do veículo.

Por outro lado, a exigência de testes de qualidade do biodiesel foi.

A proposta ainda cria o Programa Nacional de Combustível Sustentável de Aviação, para impulsionar o uso do SAF (Combustível de Aviação Sustentável, traduzindo do inglês), para reduzir as emissões do setor aéreo.

Apesar da flexibilização nas metas de biometano, a proposta foi criticada por grandes consumidores de gás natural. O Fórum do Gás, entidade que representa indústrias, calculou eventuais impactos da medida em R$ 570 milhões por ano, diante da diferença de preços entre o insumo fóssil e o renovável.

“Em todo lugar do mundo, discute-se a transição energética de uma forma que não prejudique a indústria”, disse o presidente da entidade, Lucien Belmonte. “O preço do gás natural no Brasil já é extremamente alto em relação a todos os concorrentes e esse PL o encarece ainda mais.”

Belmonte diz que o texto beneficia o agronegócio e o setor de aterros sanitários, que no Brasil têm volume de emissões superior ao da indústria consumidora de gás, e cria um certificado adicional de descarbonização que concorreria com o mercado de crédito de carbono no país.

Em conversas com jornalista na tarde desta terça, antes da votação, Arnaldo criticou a projeção de impacto, afirmando que ela carece de base.

Folhapress

Prefeito de LEM, Junior Marabá, participa de agenda das indústrias, promovida pela FIEB

O prefeito Junior Marabá, o presidente da FIEB, empresários e representantes do agronegócio do Oeste da Bahia

O prefeito de Luís Eduardo Magalhães, Junior Marabá, participou na manhã desta terça-feira (12), de um encontro promovido pela Federação das Indústrias do Estado da Bahia (FIEB), realizado no complexo da Bahia Farm Show. A agenda, que discute o setor, tem passado pelos principais municípios do estado, e contou com a presença do presidente da Federação, Carlos Henrique Passos.

Estiveram presentes no encontro, cerca de 30 empresários e representantes do agronegócio de Luís Eduardo Magalhães, e municípios vizinhos, que conheceram o Programa Brasil Mais Produtivo, uma parceria do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, com o sistema S, voltado às micro, pequenas e médias empresas.

O prefeito Junior Marabá falou sobre os assuntos discutidos na reunião. “Entre os assuntos abordados, destacaram-se o programa municipal Qualifica LEM e a demanda pela distribuição energética para potencializar o beneficiamento do algodão na indústria têxtil. Essas iniciativas visam aumentar a distribuição de renda, gerando mais empregos e oportunidades no nosso município”, disse.

tidades agrícolas do Oeste recebem presidente da FIEB, fortalecendo parcerias no agronegócio

Com o objetivo de fortalecer o desenvolvimento do agronegócio no Oeste da Bahia, a Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa) e a Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba) receberam a visita do presidente da Federação das Indústrias do Estado da Bahia (FIEB), Carlos Henrique Passos, e sua comitiva, na terça-feira (12), em Luís Eduardo Magalhães. No encontro, os presidentes das entidades produtoras apresentaram os resultados do trabalho realizado pelas instituições, assim como os impactos positivos advindos dessas ações e as demandas necessárias para a continuidade e superação de desafios no setor.

Luiz Carlos Bergamaschi, que preside a Abapa, destacou a parceria existente entre o agronegócio e o Sistema ‘S’ como fundamental, pois trouxe qualificação profissional, consequentemente a melhora do índice de produtividade e, o mais importante, garantiu a segurança e a saúde do trabalhador. Bergamaschi reforçou, também, a importância da integração entre desenvolvimento e industrialização. “Há muitas demandas regionais. Esta visita foi uma oportunidade de dialogarmos sobre questões como portos, energia e infraestrutura. Gargalos que exigem atenção e que são entraves à industrialização”. Por fim, concluiu que a implantação de indústrias no interior é um passo necessário. “A cadeia da indústria têxtil traz consigo a elevação do consumo e a real possibilidade de passarmos das atuais 700 mil toneladas para um milhão de toneladas de algodão consumido no Brasil. Associado a isso vem a geração de empregos, desenvolvimento, valor agregado e tributos”, disse.

O presidente da Aiba, Odacil Ranzi, enfatizou que o encontro reforça a parceria entre os setores agrícolas e da indústria, essencial para impulsionar a competitividade do agronegócio baiano. “Esse é um encontro para tratar sobre o desenvolvimento do agro na região Oeste. Temos a união das instituições e a FIEB vem para agregar parcerias essenciais no impulsionamento da competitividade do agronegócio baiano”, destacou Ranzi. Participaram ainda do encontro inicial o prefeito de Luís Eduardo Magalhães, Júnior Marabá, e o vice-presidente da Associação Brasileira de Produtores de Algodão (Abrapa), Celestino Zanella.

A comitiva da FIEB conheceu as instalações do Centro de Treinamento, do Centro de Análises de Fibra da Abapa, e ainda, a obra do novo laboratório que em operação terá capacidade para duplicar o volume de análise da fibra produzida na Bahia e em estados como Piauí, Maranhão e Tocantins. Passos destacou a importância de conhecer as demandas das instituições do agronegócio e dos produtores para buscar formas de apoiá-los no processo de crescimento econômico da região.

“O planejamento estratégico da FIEB visa interiorizar os serviços da Federação. Essa é uma visita oportuna para falar um pouco sobre o que o nosso sistema oferece e também ouvir lideranças, produtores e instituições locais para entendermos como contribuir com os nossos serviços. A indústria participa do processo de desenvolvimento do agro e sabemos do esforço da Abapa e da Aiba para superar o emaranhado de dificuldades”, ressaltou o presidente da FIEB.

Assessoria de imprensa Abapa – 14.03.2024

Prefeito Junior Marabá faz visita à APAE-LEM e fala de ampliação de parceria

Em visita à Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais de Luís Eduardo Magalhães (APAE-LEM), na tarde desta segunda-feira (11), o prefeito de Luís Eduardo Magalhães, Junior Marabá, visitou as instalações da instituição e conversou com alunos e membros da diretoria. Na oportunidade, o gestor foi recebido pelo presidente Jefferson Motta.

“A APAE é uma instituição muito importante para a nossa cidade, e desde o início da nossa gestão tem contado com o nosso apoio. Nós acreditamos que fortalecendo as associações, também fortalecemos a nossa comunidade, por isso, nós cedemos atualmente 20 profissionais do município para atuação na APAE, o que torna possível o trabalho de melhoria da qualidade de vida das pessoas com deficiência”, comentou o prefeito Junior Marabá.

A expectativa é ampliar ainda neste ano a oferta de profissionais para a entidade, sobretudo de monitores, responsáveis por acompanhar os alunos.

Também participaram da visita, o secretário municipal de Educação, Jefferson Café, o secretário da Fazenda, Willton Novaes e a procuradora Geral do município, Élese Mendes.

Projeto TRE em Todo Lugar inicia atendimentos hoje (13), em LEM

O Projeto TRE em Todo Lugar, iniciativa do Tribunal Regional Eleitoral da Bahia, inicia os seus atendimentos nesta quarta-feira (13), em Luís Eduardo Magalhães, das 14h às 18h, na Praça da Bíblia, no bairro Santa Cruz. O caminhão do projeto itinerante ficará estacionado no município até a próxima sexta-feira (15).

Por meio do serviço itinerante, os munícipes terão a oportunidade de realizar o cadastro biométrico, solicitar o primeiro título de eleitor, obter a segunda via do título, realizar revisões para alterações de dados pessoais, regularizar títulos cancelados, requisitar alteração de local de votação e transferir seus títulos eleitorais de outras cidades para o local de atendimento.

Os interessados em utilizar esses serviços deverão apresentar um documento oficial com foto e um comprovante de residência atualizado, emitido no máximo há três meses. 

Confira os horários de atendimento:
– Dia 13: atendimento das 14 às 18h
– Dia 14: atendimento das 08h às 18h
– Dia 15: atendimento das 08h às 12h.