​Obras de urbanização seguem em andamento no Novo Jardim das Acácias

Está em andamento em Luís Eduardo Magalhães, uma das maiores iniciativas de urbanização do interior baiano: o Programa Novo Jardim das Acácias, que vai contemplar com a pavimentação asfáltica todo o bairro, beneficiando mais de cinco mil famílias.

Com o período chuvoso, as obras foram interrompidas, mas com a estiagem, as obras de urbanização no bairro foram retomadas em diversas ruas, como a Flamboyant, Cedro e Padre Anchieta.

Até o momento, já são mais de 83 mil m​etros quadrados de pavimentação asfáltica, em trechos de 15 ruas. São elas: Aroeira, Copaíba, Emburana, Angico, Barbatimão, Baru, Cedro, Ingá, Jequitibá, Oitizeiro, Pau Ferro, Pequizeiro, Flamboyant, Ipê e Pau Brasil.

A macrodrenagem, fundamental para o escoamento da água no período de chuva, foi realizada em todas as ruas que serão pavimentadas, e após a chegada do asfalto, será realizada a microdrenagem, que é a instalação de bocas de lobo e sarjetas.

Até o momento, já foram investidos R$ 79 milhões no serviço.

Avançando na inclusão: Desbravando os direitos dos autistas no SUS

Convidamos você a mergulhar nesse universo de avanços e desafios

Elisângela Coelho – 13/03/2024 

Explore as trilhas da inclusão e desvende os direitos dos autistas no SUS Foto: Pixabay

O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é uma condição neurológica que afeta a interação social, a comunicação e o comportamento. Em 2015, o Estatuto da Pessoa com Deficiência foi sancionado, incluindo um capítulo dedicado exclusivamente ao direito à saúde.

Esse estatuto garantiu atenção integral à saúde da pessoa com deficiência em todos os níveis de complexidade, por meio do Sistema Único de Saúde (SUS). No entanto, além do que está estabelecido na lei, a efetivação desse atendimento precisa ser concretizada na prática, os profissionais que atuam na área da saúde precisam de capacitação inicial e contínua.

A Lei 12.764/2012, conhecida como Lei Berenice Piana, estabelece que as pessoas com Transtorno do Espectro Autista são consideradas pessoas com deficiência para todos os efeitos legais.

ACESSO AO TRATAMENTO DO AUTISMO
Apesar dos avanços legislativos, a implementação efetiva dos serviços para autistas no SUS é desafiadora. O acesso a tratamentos especializados, como terapias comportamentais e ocupacionais, muitas vezes encontra obstáculos, especialmente devido à alta demanda e escassez de profissionais.

Apesar dos desafios, o SUS disponibiliza recursos e profissionais de saúde mental. O SUS oferece uma variedade de tratamentos para pessoas com autismo, visando proporcionar atenção integral à saúde e promover o bem-estar.

Alguns dos tratamentos disponíveis incluem:

– Atendimento psicológico: o SUS oferece sessões de psicoterapia para apoiar o desenvolvimento emocional e comportamental da pessoa com autismo.

– Terapia ocupacional: a terapia ocupacional é disponibilizada para auxiliar na melhoria das habilidades motoras finas, coordenação e autonomia no desempenho de atividades diárias.

– Fonoaudiologia: a fonoaudiologia no SUS visa tratar e desenvolver habilidades de comunicação, linguagem e expressão oral.

– Acompanhamento com psiquiatra infantil: em casos que demandam intervenção psiquiátrica, o SUS disponibiliza acompanhamento com psiquiatras especializados em saúde mental infantil.

– Acesso a medicamentos: algumas medicações podem ser prescritas para tratar sintomas específicos associados ao autismo, como ansiedade ou problemas de sono.

– Centro de Referência em Saúde Mental (CERSAM): o CERSAM oferece atendimento especializado, com foco na estabilização do quadro clínico, reconstrução da vida pessoal, suporte aos familiares e reinserção social.

– Centro de Referência em Saúde Mental Infanto-Juvenil (CERSAMI): destinado a crianças e adolescentes, o CERSAMI atende casos de urgência e oferece suporte específico para essa faixa etária.

– Atendimento por equipes regionais: Cada regional de saúde possui equipes que acompanham os pacientes e encaminham para serviços especializados conforme necessário. É importante ressaltar que a disponibilidade de tratamentos pode variar de acordo com a região e a demanda local.

Além disso, o SUS busca promover uma abordagem integrada, considerando as necessidades individuais de cada pessoa com autismo.

Para informações mais detalhadas e personalizadas sobre os tratamentos disponíveis em uma região específica, é recomendável consultar diretamente os profissionais de saúde ou os órgãos responsáveis pela gestão da saúde pública na localidade em questão.

A IMPORTÂNCIA DA CONSCIENTIZAÇÃO SOCIAL
A conscientização e a educação pública desempenham um papel vital na criação de uma sociedade mais inclusiva. Iniciativas educacionais podem reduzir estigmas, aumentar a compreensão do autismo e promover a aceitação.

A colaboração entre instituições, como universidades, e parcerias estratégicas podem ser cruciais para aprimorar o tratamento do autismo no SUS.

O tratamento do autismo no SUS enfrenta desafios, mas também oferece oportunidades para melhorias significativas.

O diálogo contínuo entre comunidade, profissionais de saúde, instituições e governantes é essencial para identificar soluções eficazes e garantir que os direitos das pessoas com autismo sejam plenamente atendidos dentro do sistema de saúde público do Brasil.

Você está em busca de orientação especializada para garantir os direitos do autismo? Conte com a expertise de uma advogada especialista para orientação e assessoria jurídica personalizada. Não deixe que desafios legais atrapalhem o caminho da inclusão.

Para mais detalhes sobre o assunto, sugerimos a leitura de outros textos; clique aqui.

Até a próxima! Um abraço.

Dra. Elisângela Coelho foi trabalhadora rural, doméstica, vendedora e hoje atua como advogada especialista em direito previdenciário.

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A Paixão de Cristo será encenada nos dias 28 e 29 de março, na Praça da Bíblia

A Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães, através da Secretaria Municipal de Cultura e Esportes promove nos dias 28 e 29 de março o grande espetáculo: A Paixão de Cristo, a maior história de amor de todos os tempos. A peça será encenada em celebração à Semana Santa.

O espetáculo conta com a colaboração da Associação Cultural Paixão de Cristo e da Escola de Dança Jéssica Amaral, e reúne mais de 60 pessoas na montagem, que em 2024 promete muitas surpresas para encantar e emocionar o público.

Serviço
O que: Espetáculo “A Paixão de Cristo”.
Quando: 28 e 29 de março, a partir das 19h.
Onde: Praça da Bíblia, bairro Santa Cruz.
Quanto: Gratuito.

CCJ dará prioridade a pacote contra invasões de terra

Afirmação foi feita pelo deputado Pedro Lupion, presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA)

Henrique Gimenes – 12/03/2024 20h51

Deputado Pedro Lupion (PP – PR) Foto: Pablo Valadares/Câmara dos Deputados

Nesta terça-feira (12), o deputado federal Pedro Lupion (PP-PR) informou que a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara deve priorizar projetos que tratam de invasões de terra. De acordo com ele, com a presidência exercida pela deputada Caroline de Toni (PL-SC), o colegiado pode avaliar melhor um “pacote anti-invasões”, que consiste de quatro projetos de lei.

Lupion afirmou que a parlamentar é mais alinhada aos interesses do agronegócio do que o presidente anterior da CCJ, Rui Falcão (PT-SP).

– Ano passado, a CCJ presidida pelo PT, nós não insistimos muito na pauta dos nossos projetos, até porque entendíamos que existia um viés muito contrário (…) São pautas que a gente não insistiu no ano passado, com o presidente Rui Falcão, essas pautas não andaram e também não exigimos, pelo contrário, respeitamos – ressaltou.

O deputado, que é presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), explicou ainda que os quatro pacotes terão que passar também pela Comissão de Segurança Pública e Comissão de Agricultura.

– Temos um pacote de anti-invasões com quatro projetos que precisam da CCJ, da Comissão de Segurança Pública e da Comissão de Agricultura. Vamos trabalhar rapidamente todas elas para que a gente consiga avançar – destacou.

Entre os projetos estão:

PL nº 1198/2023 – Que pune pessoas pegas em flagrante durante invasões de terra;
PL 1373/2023 – Que pretende impedir que invasores de terra sejam beneficiados com reforma agrária;
PL 8262/2017 – Que trata da remoção de invasores de propriedades privadas;
PL 149/2003 – Que sugere que a invasão de terras seja classificada como terrorismo.

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Junior Marabá prestigia festa de 30 anos da Associação dos Moradores do Aracruz

O prefeito Junior Marabá, concluintes e instrutores do projeto Ponto de Partida da Associação dos Moradores do Aracruz (AMA)
A secretária da Cidadania, Scheilla Bernardes, o prefeito Junior Marabá e o bombeiro militar e voluntário do projeto Ponto de Partida, Diogo Splengler.

O prefeito de Luís Eduardo Magalhães, Junior Marabá, participou no último sábado (10), do aniversário de 30 anos da Associação dos Moradores do Aracruz (AMA). A comemoração foi realizada na quadra da Escola Municipal Onero Costa da Rosa, no bairro Santa Cruz. Durante a noite de comemoração, 38 crianças e adolescentes receberam o seu certificado do projeto Ponto de Partida, iniciativa que tem foco no civismo.

“A AMA é uma instituição idônea, com três décadas de atuação no nosso município, fazendo a diferença na vida de centenas de famílias. Nós, enquanto poder público municipal, contamos com parceiros como a AMA para estarmos mais perto da comunidade”, disse o prefeito, que parabenizou a diretoria da Associação. “Todos vocês estão de parabéns pelo trabalho de excelência que é desenvolvido aqui no bairro Santa Cruz”.

A Associação dos Moradores do Aracruz (AMA), é responsável por uma série de projetos sociais, a exemplo do ‘Cidadão do Futuro’, que oferece reforço escolar no contraturno da escola, para 168 crianças, de 06 a 12 anos. Além de ofertar aulas de violão, teatro e de informática. Cerca de 409 pessoas são atendidas de segunda a sábado pela Associação. A AMA também foi a fundadora do primeiro abrigo de Luís Eduardo Magalhães, o José Vicente da Silva, que hoje conta com uma diretoria independente.

“Narcomilícia evangélica”? Uma resposta à absurda declaração do “iluminado” ministro

Gilmar Mendes, do STF, afirmou existir uma “rede evangélica” colaborando com traficantes do Rio de Janeiro

Marisa Lobo – 12/03/2024 

Gilmar Mendes Foto: Carlos Moura/SCO/STF

Nós, cristãos, somos um povo perseguido desde o primeiro século da era cristã, quando a Igreja teve início. A diferença da perseguição do passado para a que vigora até os dias atuais está apenas no método: se antes nos jogavam aos leões e nos matavam ao fio da espada, hoje nos penduram na cruz das ideologias autoritárias que militam contra a vida e a nossa liberdade de fé.

Sim, ainda somos perseguidos violentamente; por exemplo, em regiões onde o radicalismo islâmico impera. Irmãos de fé continuam sendo mortos pelo fio da espada, enquanto outros são alvejados e muitos espancados, presos e torturados em regimes como os da Coreia do Norte e China.

Mas, em países como o Brasil, a perseguição aos cristãos evangélicos pode se apresentar por meio do discurso, na forma de narrativas como a do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que afirmou existir uma “rede evangélica” colaborando com traficantes do Rio de Janeiro.

Nas palavras do “iluminado” Supremo, com destaque meu: “Recentemente, o ministro Luís Roberto Barroso presidiu uma reunião extremamente técnica sobre essa questão, e um dos oradores falou de algo que é raro de se ouvir: uma narcomilícia evangélica, que aparentemente se dá no Rio de Janeiro, onde, portanto, haveria hoje já um acordo entre narcotraficantes, milicianos e pertencentes ou integrados a uma rede evangélica”.

Qualquer pessoa minimamente equilibrada e intelectualmente honesta sabe que não existe evangélico traficante, ou traficante evangélico, pois ambas as coisas são, por definição, incompatíveis. O que pode existir, isto sim, é criminoso tentando fingir ser o que não é, aparentando algo que, na prática, não condiz com a realidade.

Evangélico é quem segue o Evangelho de Jesus Cristo, e nele não há margem para interpretações que incluam o tráfico de drogas como um ato legal. Quem colabora com traficantes, portanto, definitivamente não é evangélico, mas criminoso por definição, e como tal não pode ser aceito como membro em uma igreja evangélica.

Isto posto, é uma aberração intelectual associar o mundo evangélico ao narcotráfico. Ao reproduzir o que ouviu, sem fazer qualquer distinção entre criminosos por definição e evangélicos, de fato, Gilmar Mendes propaga informação abjeta, enganosa, preconceituosa e que incita a intolerância contra a comunidade evangélica em geral, especialmente a periférica.

Concluo dizendo que, se existe alguma relação entre os evangélicos e o tráfico, esta é a de combate! Sim, porque somos nós, da Igreja Evangélica, que mais retiramos vítimas do tráfico das ruas, recuperando usuários de drogas e de tantas outras mazelas que assolam a sociedade, como prostituição e a exploração infantil.

Famílias inteiras são restauradas e vidas outrora arruinadas são transformadas, graças ao trabalho voluntário de milhões de evangélicos dentro e fora do Brasil. Esta, sim, é a única relação que há entre a Igreja e a criminalidade: a de ser luz em meio às trevas!

Por isso existe ex-traficante, ex-viciado, ex-assassino, porque todo àquele que vem a Cristo e aceita a genuína proposta do Evangelho, torna-se uma nova criatura, não permanecendo mais na criminalidade. Portanto, não existe traficante evangélico, muito menos “rede evangélica” do tráfico, e qualquer que afirmar o contrário disso estará mentindo, sendo por isso boca do inferno, filho de Satanás (João 8:44).

Marisa Lobo possui graduação em Psicologia, é pós-graduada em Filosofia de Direitos Humanos e em Saúde Mental e tem habilitação para Magistério Superior.

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