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Na manhã desta terça-feira, 30 de setembro, foi realizada no Auditório do Sindicato dos Produtores Rurais de Luís Eduardo Magalhães a cerimônia de posse do novo comandante do 27° Batalhão da Polícia Militar da Bahia (BPM), marcando a instalação oficial da unidade na cidade.
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O 27° BPM foi instituído pelo Decreto Estadual nº 23.976, datado de 8 de setembro de 2025, e tem como seu primeiro comandante o Tenente-Coronel PM Ricardo Prudêncio Guedes Diz Pazos, que assume a liderança da nova estrutura com a missão de fortalecer a segurança pública na região.

A solenidade foi conduzida pelo Comandante do CPR-O (Comando de Policiamento Regional Oeste), Coronel PM Soares, e reuniu diversas autoridades civis e militares, como o prefeito de Luís Eduardo Magalhães, Junior Marabá, o prefeito de São Desidério, Tony Linhares, entre outros convidados e representantes da comunidade local.


Durante o evento, também foi homenageado o Major PM Barroso Neto, que anteriormente comandava a 85ª CIPM — unidade que agora passa a ser o 27° BPM. Ele esteve à frente da unidade por um ano e meio, período em que desempenhou uma gestão reconhecida por grandes realizações e forte capacidade de liderança.

Após a posse, os participantes seguiram para a sede do novo batalhão, onde foi inaugurado o Espaço de Convivência Maj PM Pedro Paulo de Araújo Fiuza, uma homenagem póstuma ao oficial que comandou a antiga 85ª CIPM e faleceu de forma precoce, deixando um importante legado à Polícia Militar.

Na mesma ocasião, foi entregue uma viatura semiblindada de quatro rodas que será destinada às atividades da Ronda Maria da Penha, reforçando o enfrentamento à violência contra a mulher e ampliando a proteção às vítimas em situação de risco.

A criação do 27° BPM representa um avanço significativo para a estrutura de segurança no oeste baiano, oferecendo melhores condições operacionais aos policiais e ampliando a cobertura das ações de policiamento na região.
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Rua Copaiba n° 698, bairro Jardim das Acácias, LEM

Carlos Roberto Lopes foi preso em flagrante na madrugada desta terça-feira

Após ser preso em flagrante na madrugada desta terça-feira (30), enquanto prestava depoimento à CPMI do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), o presidente da Confederação Nacional de Agricultores Familiares e Empreendedores Familiares Rurais (Conafer), Carlos Roberto Ferreira Lopes, foi posteriormente liberado por causa de pagamento de fiança.
A voz de prisão foi dada pelo presidente da CPMI, senador Carlos Viana (Podemos-MG), depois de cerca de nove horas de testemunho. Segundo Viana, a ação foi por falso testemunho, como determina o Artigo 342 do Código Penal, em flagrante delito.
Esta é a segunda prisão que ocorre no âmbito do colegiado. Rubens Oliveira – apontado pela Polícia Federal como intermediário de Antônio Carlos Camilo Antunes, o “Careca do INSS” – foi o primeiro a ser preso, na semana passada.
O presidente da Conafer foi chamado para a CPMI na condição de testemunha, o que o obriga a dizer a verdade durante a oitiva.
A CPMI advertiu o depoente desde o início de sua obrigação legal de dizer a verdade. Entretanto, durante a sessão, ficou constatado que o depoente omitiu diversas informações deliberadamente, entrou em contradição em várias delas e, ao ser questionado novamente pelo relator e pelos membros da comissão, manteve essas afirmações.
– Essas contradições configuram mentira deliberada e ocultação de informações com o intuito de prejudicar as investigações dessa comissão – argumentou Viana.
Uma das omissões apontadas por membros da CPMI foi a resposta dada por Lopes ao relator da comissão, deputado Alfredo Gaspar (União Brasil-AL). A Gaspar, Lopes disse não saber quem era o sócio da Santos Agroindustria Atacadista e Varejista, empresa que recebeu R$ 800 milhões, segundo o relator, da Conafer.
O sócio em questão é Cícero Marcelino, funcionário da Conafer. Cícero Marcelino foi alvo de operação da Polícia Federal em maio. Ele é apontado pela investigação como operador financeiro da Conafer. Ele teria recebido mais de R$ 100 milhões do INSS.
Ele também é suspeito de ter comprado veículos de alto valor com recursos da fraude aos aposentados.
Depois, Lopes admitiu conhecer Marcelino, mas negou que ele seria funcionário da Conafer.
– Cícero sempre foi um fornecedor de bens e serviços da Conafer por mais de 15 anos. E pegou essa pecha aí de falar que assessor – assessor são os egos da amizade, né? Como nós todos vimos aqui. É o querido, é o amigo – afirmou.
A Conafer é a segunda entidade associativa com mais descontos nas mensalidades dos aposentados. A investigação da Polícia Federal aponta que esses descontos eram ilegais sem autorização dos pensionistas; por isso, a Conafer entrou na mira das apurações.
Em um intervalo de seis anos, entre 2019 e 2024, a Conafer registrou um crescimento de mais de 790 vezes nos descontos de aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). O valor acumulado no período atingiu R$ 688 milhões.
De origem indígena, o presidente da confederação, Carlos Roberto Lopes, também é sócio de uma empresa de melhoramento genético de gado e dono de um quiosque que vende artesanato indígena no Aeroporto de Brasília.
*AE
Pleno News
Dados foram divulgados nesta terça-feira

A dívida pública federal subiu 2,59% em agosto ante julho e chegou a R$ 8,145 trilhões. Os dados constam no relatório mensal publicado, nesta terça-feira (30), pelo Tesouro Nacional.
No período, a dívida pública mobiliária federal interna (DPMFi) somou R$ 7,845 trilhões. Já a dívida pública federal externa (DPFe) atingiu R$ 300,23 bilhões.
O Tesouro também promoveu um ajuste em seu Plano Anual de Financiamento. A meta para o estoque da dívida pública no final do ano foi para a faixa de R$ 8,500 trilhões a R$ 8,800 trilhões no Plano Anual de Financiamento (PAF) de 2025, ante a faixa de R$ 8,100 trilhões a R$ 8,500 trilhões que estava previsto.
A meta para o prazo médio da dívida pública em 2025 seguiu no intervalo de 3,8 a 4,2 anos. As informações são do SBTNews.
Pleno News
Objetivo da reclassificação é reforçar a prevenção

A hipertensão atinge aproximadamente 1,4 bilhão de indivíduos em todo o mundo e apenas 320 milhões (23%) conseguem controlar a doença, de acordo com o novo relatório publicado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) nesta terça-feira, 23.
No Brasil, a prevalência da doença é de 46% entre adultos e idosos de 30 a 79 anos (49% entre os homens e 43% entre as mulheres), acima da média mundial, estimada em 34%. Entre os 55,7 milhões de brasileiros com hipertensão, 71% (39,6 milhões) foram diagnosticados e somente 38% (21,2 milhões) têm o quadro sob controle, indica o documento.
A hipertensão é uma doença cardiovascular que está entre as principais causas de ataque cardíaco, acidente vascular cerebral (AVC), doença renal crônica e demência. Apesar de ser prevenível e tratável, a OMS alerta que, sem medidas urgentes, milhões de pessoas continuarão morrendo todos os anos vítimas do quadro.
– A cada hora, mais de mil vidas são perdidas em decorrência de AVCs e ataques cardíacos causados pela pressão alta, e a maioria dessas mortes poderia ser evitada – diz Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da OMS, em comunicado sobre o relatório.
A OMS considera que um adulto tem hipertensão quando a pressão arterial está igual ou acima de 140 mmHg por 90 mmHg (14 por 9) em pelo menos dois dias diferentes. Mesmo assim, ressalta que níveis de pressão menores já podem trazer riscos: por exemplo, uma pressão sistólica de 130 mmHg, embora não seja classificada como hipertensão, pode aumentar a chance de problemas no coração e nos rins.
A nova Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial também segue essa linha, destacando os riscos mesmo em níveis inferiores a 14 por 9. Com o documento, a pressão arterial de 120 mmHg por 80 mmHg (12 por 8), que antes era considerada ideal, passa a ser classificada como pré-hipertensão nos consultórios do país. Anteriormente, essa categoria começava a partir de 130 mmHg por 85 mmHg.
Para que o nível não seja considerado de risco, a diretriz recomenda que a pressão arterial sistólica deve ficar abaixo de 120 mmHg e a pressão arterial diastólica deve ser inferior a 80 mmHg – ou seja, abaixo de 12 por 8 é considerado normal. Já o nível de pressão arterial que leva ao diagnóstico de hipertensão continua como igual ou superior a 14 por 9.
DESTAQUES DO RELATÓRIO
O relatório traz dados referentes a 2024. Com informações de 195 países, ele mostra que 99 deles (50,8%) têm taxas de controle da hipertensão abaixo de 20%.
A maior parte dos afetados é de países de baixa e média renda, onde as doenças cardiovasculares, incluindo a hipertensão, custaram cerca de 3,7 trilhões de dólares entre 2011 e 2025, o equivalente a aproximadamente 2% do Produto Interno Bruto (PIB) combinado dessas nações.
O documento também aponta lacunas na prevenção, diagnóstico, tratamento e acompanhamento da doença. Entre as principais barreiras estão a fragilidade das políticas de promoção da saúde, em especial no enfrentamento de fatores de risco como consumo de álcool, tabaco, sedentarismo, excesso de sal e gorduras trans; a dificuldade de acesso a aparelhos para medir a pressão arterial; a ausência de protocolos padronizados de tratamento; e a falta de equipes bem capacitadas na atenção primária.
Além disso, o relatório aponta que existem cadeias de suprimento instáveis, medicamentos com preços elevados, falta de proteção financeira aos pacientes e sistemas de informação insuficientes para acompanhar a evolução da doença.
A OMS destaca que os medicamentos contra a hipertensão estão entre as ferramentas mais custo efetivas para a saúde pública. No entanto, apenas 28% dos países de baixa renda afirmam possuir todos os medicamentos contra hipertensão recomendados pela organização nas farmácias ou unidades de atenção primária.
Apesar dos obstáculos, experiências internacionais mostram que o progresso no combate à hipertensão é possível. Bangladesh, por exemplo, elevou o controle da doença de 15% para 56% em algumas regiões ao incluir o tratamento no pacote essencial de serviços de saúde e fortalecer o rastreamento e o acompanhamento.
Já a Coreia do Sul, ao adotar reformas como a oferta de medicamentos anti-hipertensivos de baixo custo e a limitação de taxas cobradas dos pacientes, alcançou em 2022 uma taxa de controle da pressão arterial de 59%.
*AE
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