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Na noite de quarta-feira, 4, por volta das 20h15, durante a 37ª Edição da Operação Força Total, em ações de intensificação do policiamento nos bairros Santa Cruz e Florais Léia, em LEM, apreendeu drogas.
A guarnição da CIPE Cerrado recebeu informações indicando que, em uma residência localizada na rua Anita Garibaldi, uma mulher estaria armazenando uma carga de entorpecentes pertencente a um grupo criminoso.
A guarnição deslocou-se até o endereço indicado e, ao chegar, constatou um forte odor de maconha proveniente de um dos apartamentos. A porta do referido imóvel encontrava-se aberta e, durante a averiguação, foi localizada uma mochila preta contendo diversos tabletes de maconha.
Não havia ninguém no imóvel, que aparentava ter sido abandonado às pressas. Os entorpecentes, consistindo em diversos tabletes de maconha, foram devidamente apreendidos e apresentados no DISEP, para a adoção das medidas legais cabíveis.
Material apreendido:
▪️12 tabletes de maconha de vários tamanhos, pesando aproximadamente 6,3 kg.
Ascom CIPE/Cerrado

Na manhã desta quarta-feira, 4, a Polícia Civil, através da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco) de São Luiz Gonzaga, deflagou a Operação Piratas do Agro em combate ao comércio de sementes falsificadas e pirateadas nos estados do Rio Grande do Sul, São Paulo, Bahia e Minas Gerais.
Aproximadamente 120 policiais civis e 15 agentes fiscais agropecuários cumpriram 41 mandados de busca e apreensão em residências e empresas nos quatro estados, 33 mandados de busca e apreensão de veículos. Foram realizados 18 bloqueios de contas bancárias, sendo 10 pessoas físicas e 8 pessoas jurídicas.
Até o momento, 02 pessoas foram presas, uma em Luís Eduardo Magalhães/BA e outra em São Luiz Gonzaga/RS. Foram apreendidos 35 veículos e documentos.
A investigação descortinou um esquema criminoso sofisticado de falsificação e pirateamento de sementes de milho e soja. De acordo com o Delegado Heleno dos Santos, titular da Draco de São Luiz Gonzaga, a investigação teve início quando uma grande cooperativa local noticiou uma fraude que lesou diversos agricultores na região. De acordo com o relato, um corretor de sementes de São Luiz Gonzaga ofertou duas cargas com 1500 sacas de milho de alto rendimento, que foram adquiridas e revendidas a diversos produtores da região. Ocorre que a safra foi totalmente perdida, pois as sementes vendidas eram falsificadas (grãos e sementes de baixíssima qualidade).
Conforme destaca o Delegado Heleno dos Santos, as investigações comprovam que um grupo de empresários golpistas do ramo agrícola de São Luiz Gonzaga/RS, Santo Cristo/RS, Luís Eduardo Magalhães/BA e Barreiras/BA se uniram para transformar grãos que iriam para a indústria de ração ou alimentos, ou sementes de baixíssima qualidade, em produtos muito similares visualmente a sementes conhecidas no meio agrícola por sua elevada produtividade.
As sacas usadas na falsificação imitavam de forma quase perfeita as sacas originais – eram falsificadas em São Paulo e na Bahia, em gráficas que são alvo de buscas. Depois de ensacadas, as falsas sementes eram transportadas em caminhões do grupo criminoso até o RS e outros estados (MS, MT e RS), onde eram revendidas a pessoas físicas e jurídicas do ramo agrícola. O esquema contava com representantes comerciais e corretores, que procuravam as cooperativas e produtores vítimas, intermediando as vendas. As atividades comerciais ilícitas ultrapassavam as fronteiras do RS e BA, abrangendo SP, MG, MT, DF, TO, GO e outros estados.
Os criminosos causaram R$ 2 milhões de reais de prejuízo, em apenas uma negociação ilícita, além de 13 milhões de reais em movimentações bancárias em 15 meses. Os suspeitos lucravam mais de R$ 1.000 reais por saca de milho falsificado, sendo que uma carga rendia, em média, R$ 1.800.000,00.
Participam da ação ainda, a Polícia Rodoviária Federal (PRF), as Secretarias/Agências de Agricultura e Pecuária dos Estados do RS, BA, SP e MG.
Ascom PC RS

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Os mandados foram cumpridos durante a deflagração da operação “Piratas do Agro”

A Policia Civil do Estado da Bahia, em apoio a Polícia Civil do Estado do Rio Grande do Sul, cumpriu seis mandados de busca e apreensão na cidade de Luís Eduardo Magalhães e um em Barreiras.

Os mandados foram cumpridos durante a deflagração da operação “Piratas do Agro”, que teve como objetivo principal combater organização criminosa que “pirateava” e falsificava sementes de milho e soja na região.
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O grupo criminoso, que atuava nas cidades de São Luiz Gonzaga/RS, Santo Cristo/RS, Luís Eduardo Magalhães e Barreiras, ‘transformavam’ grãos que iriam para a indústria de ração ou alimentos, ou sementes de baixíssima qualidade, em produtos muito similares visualmente a sementes conhecidas no meio agrícola por sua elevada produtividade.

Os golpistas se aproveitaram de um nicho do mercado agrícola, que se caracteriza pela grande demanda de sementes de alto rendimento e, aproveitando-se disso, enganavam os produtores, vendendo-lhes falsas sementes, de reduzida produtividade, por serem apenas grãos usados para ração animal ou sementes danificadas/quebradas, de reduzido valor comercial”.
Nas cidades de Luís Eduardo Magalhães e Barreiras foram realizadas buscas e apreensões em residências, galpões e escritórios, sendo possível a coleta de notas fiscais, aparelhos eletrônicos, materiais utilizados para as falsificações, além da apreensão de um veículo luxuoso.
Todo o material apreendido foi apresentado na Delegacia de Polícia e serão analisados pela Polícia Civil.
11ª COORPIN

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Autoridades de saúde investigam

Uma doença não identificada, semelhante à gripe, já matou dezenas de pessoas em duas semanas e está sendo investigada no sudoeste da República Democrática do Congo, na África, por autoridades locais. As mortes foram registradas entre 10 e 25 de novembro na zona de saúde de Panzi, na província de Kwango.
Os sintomas incluem febre, dor de cabeça, tosse e anemia, contou o ministro provincial da saúde, Apollinaire Yumba, a repórteres no último fim de semana. O vice-governador provincial, Rémy Saki, afirmou à Associated Press nesta terça-feira (3) que entre 67 e 143 pessoas morreram.
– Uma equipe de especialistas epidemiológicos é esperada na região para coletar amostras e identificar o problema – acrescentou.
Yumba aconselhou a população a tomar precauções e evitar contato com corpos para prevenir a contaminação. Ele pediu ajuda de parceiros nacionais e internacionais no envio de suprimentos médicos para lidar com a crise de saúde.
O Congo já enfrenta a epidemia de mpox (antigamente chamada de varíola dos macacos), com mais de 47 mil casos suspeitos e mais de mil mortes suspeitas devido à doença, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).
A OMS está ciente da doença não identificada e tem uma equipe em campo trabalhando com os serviços de saúde locais para coletar amostras, de acordo com um funcionário da organização que falou sob condição de anonimato, pois não estava autorizado a dar declarações à imprensa.
*AE
Pleno News