Ocorrência mobilizou equipes da Defesa Civil, Corpo de Bombeiros, Secretaria de Infraestrutura e ACICLEM
No final da tarde desta sexta-feira (28), a Defesa Civil de Luís Eduardo Magalhães foi acionada pelo Corpo de Bombeiros Militar para apoiar o combate a um incêndio registrado em um depósito de pneus localizado no Loteamento Solar do Oeste, nas proximidades do bairro Luar do Oeste.
O incêndio atingiu um terreno utilizado para armazenamento a céu aberto de pneus e peças de máquinas agrícolas.
A ocorrência mobilizou equipes do Corpo de Bombeiros, da Defesa Civil, da Secretaria Municipal de Infraestrutura e do PAM através da ACICLEM (Associação das Empresas do Centro Industrial do Cerrado) para o combate às chamas, foram empregados um caminhão-tanque do Corpo de Bombeiros, 02 caminhões-pipas da Infraestrutura 01 pá-carregadeira, 01 caminhão pipa da ACICLEM, utilizados no apoio ao combate e à movimentação e isolamento do material atingido pelo fogo.
Após a atuação integrada das equipes, o incêndio foi totalmente extinto, não sendo registrados, até o momento, novos focos no local.
Luís Eduardo Magalhães consolidou sua posição como a principal referência em bem-estar e desenvolvimento no interior da região. Segundo um levantamento detalhado da agência de risco Austin Rating, em parceria com a revista Veja, o município ocupa o 1º lugar em qualidade de vida entre as cidades nordestinas de médio porte (com população entre 50 mil e 200 mil habitantes).
O reconhecimento reflete a pujança do Oeste Baiano, evidenciando que o crescimento econômico da região tem se traduzido em benefícios diretos para a população. O estudo analisou a evolução de 253 indicadores ao longo de uma década, permitindo uma visão consistente sobre o progresso de Luís Eduardo Magalhães em comparação a outros 5.500 municípios brasileiros.
Para os moradores da região, que inclui o polo vizinho de Barreiras, o resultado confirma o protagonismo do agronegócio e da gestão pública eficiente como motores de transformação social. A metodologia da Austin Rating não se baseia apenas em dados estáticos de um único ano, mas sim na trajetória de crescimento e na capacidade de entrega de serviços à comunidade.
Feira de Santana desbanca capitais
Além do destaque no Oeste Baiano, a Bahia também figurou no topo do ranking de grandes municípios. Feira de Santana conquistou a 3ª posição em qualidade de vida no Nordeste entre cidades com mais de 200 mil habitantes. O desempenho da “Princesa do Sertão” superou capitais tradicionais como Salvador, Recife e Fortaleza, ficando atrás apenas de João Pessoa e São Luís.
A performance de Feira de Santana foi impulsionada por indicadores específicos de gestão e infraestrutura. A cidade alcançou o 6º lugar na aplicação de recursos públicos em saúde e educação. Em outros recortes, como habitação, o município garantiu a 8ª colocação, enquanto no critério de capacidade de arrecadação e saúde financeira, figurou em 10º lugar entre as maiores do Nordeste.
Metodologia
A análise realizada pela Austin Rating buscou humanizar os dados estatísticos ao focar naquilo que realmente impacta o dia a dia do cidadão: acesso a serviços, capacidade de pagamento da administração e ambiente propício para novos negócios.
Ao avaliar o histórico de dez anos, o levantamento premiou as cidades que mantiveram constância em suas políticas públicas. Para o Oeste Baiano, e especialmente para Luís Eduardo Magalhães, o selo de melhor qualidade de vida da região funciona como um atrativo para novos investimentos e retenção de talentos profissionais.
O que acontece no solo pode ser decisivo para o futuro da agricultura. É a partir dessa perspectiva que o pesquisador João Carlos Sá, da The Ohio State University, participa a partir desta terça-feira (1º) do IV Simpósio Brasileiro de Solos Arenosos (SBSA), em Luís Eduardo Magalhães, no Oeste da Bahia.
Especialista em matéria orgânica, carbono no solo e sistemas de plantio direto, João Carlos Sá integra a programação de uma das estações técnicas do evento, que vai discutir “Matéria Orgânica e Evolução do Sistema de Produção”. O tema ganha relevância em uma região onde os solos arenosos impõem desafios relacionados à retenção de água, fertilidade e sustentabilidade dos sistemas agrícolas.
Com atuação internacional na área de manejo e conservação do solo, João Carlos Sá é pesquisador associado do Rattan Lal Center for Carbon Management and Sequestration, da The Ohio State University, centro que leva o nome de um dos mais reconhecidos cientistas mundiais na área de carbono no solo.
Sua trajetória inclui mais de 90 artigos científicos publicados, cinco livros e 29 capítulos de livros, além da participação como palestrante em mais de 40 congressos científicos internacionais.
Carbono que fica no solo A presença do pesquisador no SBSA ocorre em um momento em que a capacidade dos sistemas agrícolas de conservar e aumentar o carbono no solo ganha cada vez mais espaço nas discussões sobre produtividade, resiliência e agricultura de baixo carbono.
Em estudo publicado em 2025 na revista Science of the Total Environment, Sá e pesquisadores de diferentes instituições analisaram 3.402 amostras de solo de 63 áreas dos biomas Cerrado e Mata Atlântica. A pesquisa mostrou que sistemas de plantio direto podem contribuir para a recuperação dos estoques de carbono orgânico do solo, em determinadas condições alcançando níveis próximos aos observados em áreas de vegetação nativa.
O resultado reforça a importância de práticas que aumentem o aporte de matéria orgânica e mantenham o solo protegido, especialmente em ambientes agrícolas mais suscetíveis à perda de carbono e à degradação. Para o Oeste da Bahia, onde a agricultura ocupa papel estratégico na economia regional e nacional, a discussão tem aplicação direta no campo.
“A construção de matéria orgânica é um processo fundamental para aumentar a resiliência dos sistemas de produção”, destaca a abordagem defendida pelo pesquisador em seus trabalhos sobre manejo do carbono e sistemas de plantio direto.
Ciência aplicada à realidade do campo A participação de João Carlos Sá é um dos destaques da programação do IV SBSA, que reúne pesquisadores, produtores rurais, consultores, empresas e profissionais do setor para discutir os desafios e as oportunidades dos solos arenosos. A proposta do simpósio é aproximar a pesquisa científica das decisões tomadas dentro da propriedade, apresentando estratégias de manejo capazes de melhorar a qualidade do solo e dar maior estabilidade aos sistemas produtivos. Ao longo do evento serão discutidos temas como fertilidade, física e manejo do solo, disponibilidade de água, nutrição de plantas, matéria orgânica, carbono, sistemas de produção e estratégias para aumentar a sustentabilidade e a produtividade em áreas de solos arenosos.
As inscrições estão esgotadas e mais de 400 pessoas são esperadas no encontro, que acontecerá no auditório da ABAPA, a Associação Baiana dos Produtores de Algodão. Confira a programação completa no site oficial: sbsa.fundacaoba.com.br.
Assessoria de Imprensa CACAU Comunicação – 29.08.2026
Estamos muito orgulhosos em apresentar os resultados da edição 2026. Estes números representam muito mais do que estatísticas; eles mostram o compromisso, a inovação e a força do nosso agronegócio.
🚜 R$ 45 Milhões em Negócios Gerados! 👣 Mais de 18 Mil Visitantes! 🤝 197 Marcas Presentes! 🏭 130 Expositores em Destaque!
Obrigado a todos vocês que participaram, investiram, visitaram e acreditaram em nosso potencial. Este sucesso é de todos nós! 🥂
Juntos, construímos um futuro ainda mais forte para o campo. Nos vemos na próxima!
Organização já trabalha no planejamento e na implementação de novidades para 2027, levando em conta os feedbacks dos expositores
A Barra AgroShow 2026 consolida sua posição como uma das maiores forças do agronegócio regional ao encerrar sua mais recente edição com números históricos. O evento movimentou R$ 45 milhões em negócios, um crescimento de 41% em relação a edição anterior, impulsionando a economia do setor e reafirmando a confiança de produtores, investidores e fornecedores no projeto
Entre os dias 19 e 22 de agosto, a programação da feira superou a marca de 18 mil pessoas, reunindo produtores rurais, empresários, especialistas, estudantes e a população barrense.
O espaço promoveu o agronegócio com palestras técnicas, seminários, visitas em campo e também ofereceu entretenimento ao público.
Além disso, a maior vitrine do agro do Médio São Francisco contou com a presença de 197 marcas e 130 expositores, que levaram à feira o que há de mais moderno em máquinas, insumos, inovação e sustentabilidade.
O resultado final reafirma o papel da Barra AgroShow como uma ferramenta fundamental para o desenvolvimento econômico local, a geração de empregos e o fortalecimento de parcerias estratégicas.
O Sindicato dos Produtores Rurais de Barra (SPRBarra), a Marca Comunicação, a Plus Feiras e Eventos Agro e a CS Engenharia — instituição e empresas realizadoras do evento — celebram o sucesso de mais uma edição e agradecem o trabalho de todos os envolvidos na execução do projeto.
A organização já trabalha no planejamento e na implementação de melhorias, levando em consideração as sugestões de expositores, parceiros e público para aprimorar ainda mais a experiência de todos no próximo ano.
SERVIÇO
Evento: Barra AgroShow – A Fronteira Agrícola do Brasil
Data: 19 a 22 de agosto de 2026
Local: Barra (BA)
Realização: Sindicato dos Produtores Rurais de Barra (SPRBarra), Marca Comunicação, Plus Feiras e Eventos Agro e CS Engenharia
Contato para a imprensa: Leilson Soares – Diretor de Comunicação | Telefone/WhatsApp: (77) 99926-6268
Aos nove anos, um menino deixou Coração de Maria para estudar em Salvador. Na mala, pouca coisa. Na formação, o exemplo de uma mãe professora e a presença constante do pai, a certeza, vinda de casa, de que educação abre caminho. Essa distância ensinou cedo o valor do trabalho e da responsabilidade. Décadas depois, aquele menino se tornaria engenheiro, empresário, prefeito, deputado e hoje ocupa uma cadeira no Senado da República: Angelo Coronel.
A trajetória começou na sala de aula, como professor particular de matemática e física, antes de se formar em engenharia e abrir a própria empresa. Da experiência de empreender nasceu a entrada na política, primeiro como prefeito de Coração de Maria. Foi ali, na porta de uma prefeitura do interior, que Coronel aprendeu onde a vida realmente acontece: na mãe que busca atendimento para o filho, na comunidade que cobra uma creche, no agricultor que precisa de estrada para escoar a produção.
A própria vivência definiu o mandato no Senado, conquistado com quase quatro milhões de votos baianos. Como relator da proposta que passou a exigir cacau de verdade no chocolate, Coronel defendeu produtores e municípios que dependem da atividade cacaueira. Autor da proposta que reduz a contribuição previdenciária de pequenas prefeituras, abriu espaço no orçamento municipal para saúde, educação e infraestrutura. Como relator do orçamento da União, garantiu recursos para o programa Gás do Povo e para o Minha Casa, Minha Vida, decisões que chegam à mesa e ao teto de milhares de famílias.
Ao lado de ACM Neto na aliança “Unidos para Mudar a Bahia”, Coronel carrega para a nova etapa a mesma bússola que trouxe do interior: presença onde o poder público costuma faltar. Não é a promessa de um caminho sem obstáculo, mas assumir o compromisso de enfrentar cada um deles, com a experiência de quem já administrou cidade com recurso limitado e cobrança diária.
Da sala de aula à Câmara, da prefeitura ao Senado, a história de Angelo Coronel se resume em direção: de gente para gente. O senador da gente.
A cidade de Luís Eduardo Magalhães recebe, neste domingo (30), o Passeio Ciclístico Ecobike LEM. O evento terá um percurso pelas ruas da cidade e contará com cerca de 1.300 inscritos. Promovido pela Galvani Fertilizantes, com o apoio da Secretaria Municipal de Cultura de Luís Eduardo Magalhães, o passeio ciclístico Ecobike vai movimentar o município em uma manhã de lazer, esporte e saúde sobre duas rodas, com um percurso seguro e acessível para pessoas de todas as idades.
A concentração está prevista este domingo (30) às 7h, na Praça dos Três Poderes, no bairro Jardim Imperial. Os participantes inscritos receberão um kit com camiseta, bag, squeeze e medalha, além de concorrerem ao sorteio de duas bicicletas. A retirada dos kits será realizada neste sábado (29), às 18h, no local do evento.
A ação é realizada pela Associação Pedala Brasil de Ciclismo e conta com o patrocínio da Galvani Fertilizantes. A iniciativa tem como objetivo promover o esporte, o lazer e a conscientização ambiental.
Data do evento: 30 de agosto de 2026 (domingo) Horário de concentração: 7h Local: Praça dos Três Poderes, Jardim Imperial, Luís Eduardo Magalhães – BA
Na verdade, o governo anterior registrou superávit
Presidente Lula Foto: Ricardo Stuckert
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta quinta-feira (27) na sabatina promovida pela TV Globo, que não está preocupado com a dívida pública brasileira. O petista ainda mentiu ao dizer que herdou do governo Jair Bolsonaro (PL) um déficit de 2,8% do Produto Interno Bruto (PIB).
– A mim não preocupa a dívida pública. Eu herdei esse governo com déficit fiscal de 2,8% (do PIB). Sabe quanto vai ser esse ano? Superávit primário de 0,1% (do PIB). Se tem alguém nesse país que tem responsabilidade fiscal sou eu – afirmou, ao ser questionado se tinha preocupação com a trajetória da relação dívida/PIB do Brasil, que atingiu 81,9% do PIB em junho deste ano.
Acontece que, em 2022, último ano da gestão Bolsonaro, o governo federal registrou superávit de R$ 54,9 bilhões em 2022, e não um déficit. Ja neste ano – governo do petista -, no acumulado de janeiro a julho, o governo apresentou um déficit primário de R$ 81,3 bilhões. Os dados são Tribunal de Contas da União (TCU).
Questionado se adotaria medidas de ajuste fiscal em um eventual quarto mandato, Lula se esquivou e disse que quer governar o país por mais quatro anos para “fazer esse país crescer”, alegando que ele “já fez o básico que tinha que fazer”.
– Se tem uma coisa que baliza minha vida se chama responsabilidade fiscal. Tenho uma equipe econômica, que era do (Fernando) Haddad, era do Guido (Mantega) e agora é do Dario (Durigan), com muita responsabilidade fiscal – declarou.
Lula fez questão de fazer referência aos seus primeiros dois mandatos, apesar de a pergunta ser sobre o momento atual. Disse que nunca teve problema fiscal e que seus dois primeiros mandatos deixaram superávits primários anualmente.
– Dos países do G20 fui o único que fiz superávit primário durante oito anos. Nunca tive problema fiscal no país. Você acha que o Brasil está com problema de dívida pública porque chegamos a 80% (relação dívida/PIB), sabe por quê? Porque estamos há mais de dez anos sem crescer – afirmou.
Quem manda no asfalto no Rio de Janeiro não é o Estado, é o tráfico, que retalia a ação policial como se governasse. Ações de guerrilha das facções parou o Rio nesta quarta-feira (26). Tiroteio, postos de saúde fechados, 19 ônibus sequestrados, vias bloqueadas, escolas sem aula. Enquanto isso, o Supremo (STF) avalia há 8 meses se deixa ou não a polícia executar o Plano Estratégico de Reocupação Territorial que o governo do Rio mandou em dezembro. A PGR faz “ressalvas”.
Análise da rua
Alexandre de Moraes pediu mais análise, mas, na rua, a análise já veio: ônibus viram barricada, ao som de granadas e fuzis, a cidade tem medo.
Domínio de milhões
Estudos indicam que 35% da população da Região Metropolitana do Rio vive sob o controle de facções e milícias. São 4 milhões de reféns.
Estado de fato
Caminhoneiros pagam pedágio para não ser assaltados, moradores são obrigados a pagar gás, internet e até cigarros fornecidos pelos bandidos.
Sexo dos anjos
O crime mata, tortura, trafica, prende, até decreta fé religiosa autorizada. Define o preço do medo, enquanto Brasília discute “letalidade policial”.
A distribuição dos recursos do PL para as eleições de 2026 tem alimentado uma disputa nos bastidores do bolsonarismo baiano. A destinação de R$ 7,6 milhões para as campanhas de João Roma ao Senado e de Roberta Roma à Câmara dos Deputados — de um total projetado de cerca de R$ 21 milhões para o partido na Bahia — provocou incômodo entre integrantes do movimento ouvidos pelo BNews e ampliou discussões sobre o futuro da direita no estado.
João Roma, presidente estadual do PL, recebeu R$ 4,5 milhões, enquanto Roberta Roma foi contemplada com R$ 3,1 milhões. Nos bastidores, bolsonaristas críticos à condução partidária avaliam que a concentração dos recursos fortalece politicamente o casal, enquanto outras candidaturas da legenda enfrentam dificuldades para obter estrutura. A insatisfação também recupera declarações de Roma sobre a estratégia adotada pelo PL nas eleições municipais de 2024, quando afirmou que determinadas candidaturas foram “sacrificadas” em nome de objetivos mais amplos do partido.
O desconforto, porém, ultrapassa a discussão sobre a divisão do fundo partidário e eleitoral. Fontes ligadas ao bolsonarismo ouvidas pelo BNews demonstram preocupação com a capacidade do movimento de preservar sua autonomia política na Bahia. Para essa ala, o controle da estrutura partidária e dos recursos disponíveis pode ser determinante para definir quais lideranças conseguirão se consolidar dentro da direita baiana nos próximos anos.
A discussão também alcança a candidatura de ACM Neto (União Brasil) ao Governo da Bahia. Embora o ex-prefeito de Salvador tenha o apoio de João Roma, setores mais ideológicos do bolsonarismo demonstram resistência ao projeto do ex-prefeito. A avaliação desses grupos é que uma eventual vitória de Neto poderia atrair prefeitos, vereadores, parlamentares e outras lideranças atualmente identificadas com a direita para um campo mais moderado, reduzindo o espaço político ocupado pelos que ainda são fiéis ao ex-presidente Jair Bolsonaro.
Nesse ambiente, críticos de ACM Neto dentro do movimento têm utilizado até mesmo a expressão “falsa direita” para se referir a grupos que disputam o eleitorado conservador sem manter alinhamento integral com o bolsonarismo. O receio manifestado nos bastidores é que o controle da máquina estadual por um grupo de centro-direita possa acelerar uma reorganização desse campo político e enfraquecer a identidade construída em torno do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
A preocupação chegou a produzir uma avaliação controversa entre alguns dos bolsonaristas ouvidos: do ponto de vista da preservação do movimento na Bahia, uma vitória de Flávio Bolsonaro (PL) para a Presidência combinada com a reeleição de Jerônimo Rodrigues (PT) poderia ser considerada menos prejudicial do que a chegada de ACM Neto ao governo estadual. Não se trata, segundo essas fontes, de preferência ou apoio ao PT, mas da ideia de que a permanência de um adversário claramente identificado ajudaria a manter a militância mobilizada, enquanto uma gestão de Neto poderia disputar por dentro o mesmo espaço político ocupado atualmente pelo bolsonarismo.